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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Ave Maria, Concebida sem Pecado !!!!

Fonte: VERITATIS SPLENDOR 
(Tradução: Marcos Zamith)


Romanos 3,23 diz “com efeito, todos pecaram e todos estão privados da glória de Deus”. 1 João 1,8 acrescenta “se dizemos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós”. Estes textos não poderiam ser mais claros para milhões de protestantes: “Como poderia alguém acreditar que Maria estava livre de todo pecado à luz dessas passagens da Escritura?”. Além do mais, Maria mesma disse 'Meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador' em Lucas 1,47. Ela claramente se viu como uma pecadora se admite precisar de um salvador.”

A Resposta Católica:  Não poucos protestantes estão surpresos por descobrir que a Igreja Católica na verdade concorda que Maria foi “salva”. De fato, Maria precisou de um salvador! No entanto, Maria foi salva do pecado de uma maneira muito sublime. Foi-lhe dada a graça de ser “salva” completamente do pecado de tal modo que nunca cometeu nem mesmo uma leve transgressão. Os protestantes tendem a enfatizar a “salvação” de Deus quase exclusivamente com o perdão dos pecados realmente cometidos. Porém a Sagrada Escritura indica que a salvação também possa se referir ao homem sendo protegido do pecado antes do fato: Àquele, que é poderoso para nos preservar de toda queda e nos apresentar diante de sua glória, imaculados e cheios de alegria, ao Deus único, Salvador nosso, por Jesus Cristo, Senhor nosso, sejam dadas glória, magnificência, império e poder desde antes de todos os tempos, agora e para sempre. Amém. (Judas 1,24-25). Seiscentos anos atrás, o grande teólogo franciscano Duns Scotus explicou que a queda no pecado poderia ser comparada ao homem se aproximando despercebidamente de um buraco profundo. Se ele cai no buraco, precisa de alguém para baixar uma corda e salvá-lo. Mas se alguém o avisasse do perigo à frente, prevenindo-o de cair no buraco, ele seria salvo de cair no lugar. Da mesma forma, Maria foi salva do pecado por receber a graça de ser preservada dele. Mas ela ainda foi salva. 

Todos Pecaram Exceto... :  Mas e quanto ao “todos pecaram” (Rm 3,23) e “se dizemos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós” (1 Jo 1,8)? “Todos” e “qualquer homem” não incluiriam Maria? Superficialmente, soa razoável. Mas esta maneira de pensar levaria à conclusão lógica de listar Jesus Cristo em companhia dos pecadores. Nenhum cristão de fé concordaria em dizer isso. Entretanto nenhum cristão pode negar os textos claros da Escritura declarando Cristo cheio de humanidade também. Desta maneira, tomar 1 João 1,8 em um sentido estrito, literal seria aplicar “qualquer homem” a Jesus também. A verdade é que Jesus Cristo foi uma exceção a Romanos 3,23 e 1 João 1,8. E a Bíblia nos conta que ele estava em Hebreus 4,15: “Ao contrário, passou pelas mesmas provações que nós, com exceção do pecado.” A questão agora é: há outras exceções a esta regra? Sim – milhões delas. Tanto Romanos 3,23 quanto 1 João 1,9 tratam mais de pecados pessoais do que original (Romanos 5 trata de pecado original). E há também duas exceções àquela norma bíblica geral. Mas por ora simplesmente trataremos de Romanos 3,23 e 1 João 1,8. Primeiro, João 1,8 obviamente se refere a pecado pessoal porque no próximo verso, João nos diz “se reconhecemos os nossos pecados, (Deus aí está) fiel e justo para nos perdoar os pecados e para nos purificar de toda iniquidade.” Nós não confessamos o pecado original, mas sim pecados pessoais. O contexto de Romanos 3,23 esclarece que também se refere a pecado pessoal:“Não há nenhum justo, não há sequer um. Não há um só que tenha inteligência, um só que busque a Deus. Extraviaram-se todos e todos se perverteram. Não há quem faça o bem, não há sequer um (Sl 13,lss). A sua garganta é um sepulcro aberto; com as suas línguas enganam; veneno de áspide está debaixo dos seus lábios (Sl 5,10; 139,4). A sua boca está cheia de maldição e amargar (Sl 9,28).” (Rm 3,10-14). O pecado original não é algo que façamos; é algo que herdamos. O terceiro capítulo de Romanos trata de pecados pessoais porque fala de pecados cometidos pelo pecador. Com isto em mente, considere: um bebê no útero ou uma criança de dois anos já cometeram um pecado pessoal? Não. Para pecar, uma pessoa precisa saber que o ato que está para realizar é pecaminoso enquanto livremente empenhando sua vontade para realizá-lo. Sem as devidas faculdades para possibilitá-las a pecar, as crianças antes da idade de responsabilidade e qualquer um que não tenha o uso de seu intelecto e vontade não podem pecar. Então, há e houve milhões de exceções a Romanos 3,23 e 1 João 1,8. Ainda assim, como sabemos que Maria é uma exceção à norma do “todos pecaram”? E mais especificamente, há suporte bíblico para esta alegação? Sim, há muito suporte bíblico.

O Nome Diz Tudo:  Entrando, o anjo disse-lhe: Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo. Perturbou-se ela com estas palavras e pôs-se a pensar no que significaria semelhante saudação. O anjo disse-lhe: Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus. (Lucas 1,28-30). Muitos protestantes insistirão que este texto é pouco mais do que uma saudação comum do Arcanjo Gabriel a Maria. “O que isto tem a ver com Maria ser sem pecado?”. Entretanto, a verdade é que, de acordo com a própria Maria, esta não foi uma saudação comum. O texto revela Maria ter-se perturbado “com estas palavras e pôs-se a pensar no que significaria semelhante saudação” (Lucas 1,29, ênfase atribuída). O que havia nesta saudação de tão incomum para Maria reagir desta maneira? Podemos considerar pelo menos dois aspectos importantes. Primeiro, de acordo com os estudiosos bíblicos (bem como com o Papa João Paulo II), o anjo fez mais que uma simples saudação a Maria. O anjo na realidade comunicou um novo nome ou título a ela. (cf. Redemptoris Mater, 8, 9). Em grego, a saudação foi kaire, kekaritomene, ou “Ave, cheia de graça”. De modo geral, quando um saudava o outro com kaire, um nome ou título seria encontrado no contexto imediato. “Salve, rei dos judeus” em João 19,3 e “Cláudio Lísias ao excelentíssimo governador Félix, saúde!” (Atos 23,26) são dois exemplos bíblicos disto. O fato de que o anjo troca o nome de Maria na saudação por “cheia de graça” não era incomum. Isto me seria análogo falando com alguém dos colegas técnicos da Catholic Answers e dizer “Olá, ele que conserta computadores.” Na cultura hebraica, nomes e mudanças de nomes nos dizem algo permanente sobre o caráter e o chamamento do nomeado. Apenas retome as mudanças de nome de Abrão para Abraão (de “pai” para “pai das multidões”) em Gênesis 17,5, Sarai para Sara (“minha princesa” para “princesa”), em Gênesis 17,15 e Jacó para Israel (“suplantador” para “ele que prevalece com Deus”) em Gênesis 32,28.

Em cada caso, os nomes revelam algo permanente sobre o nomeado. A transição de Abraão e Sara de ser um “pai” e uma “princesa” de uma família para ser “pai” e “princesa” ou “mãe” de um povo inteiro de Deus (veja Rm 4,1-18; Is 51,1-2). Eles se tornam patriarca e matriarca do povo de Deus para sempre. Jacó/Israel se torna patriarca cujo nome, “ele que prevalece com Deus”, continua para sempre na Igreja, que se chama “Israel de Deus” (Gl 6,16). O Povo de Deus “prevalecerá com Deus” para sempre na imagem do patriarca Jacó. O que está em um nome? Segundo a Escritura, muito. São Lucas usa o particípio perfeito passivo, kekaritomene, como seu “nome” para Maria. Esta palavra literalmente significa “ela que foi agraciada” em um sentido completo. Este adjetivo verbal, “agraciada”, não está apenas descrevendo uma simples ação do passado. O grego tem um outro tempo para isso. O tempo perfeito é usado para indicar que uma ação se completou no passado resultando num estado de ser presente. “Cheia de graça” é o nome de Maria. Então o que isso nos diz sobre Maria? Bem, a média cristã não está completa em graça e em um sentido permanente (ver Fl 3,8-12). Mas de acordo com o anjo, Maria está. Você e eu pecamos, não por causa da graça, mas por causa de uma falta de graça, ou uma falta de nossa cooperação com a graça em nossas vidas. Esta saudação do anjo é uma dica para o caráter único e chamativo da Mãe de Deus. Somente a Maria é dado o nome “cheia de graça” e no tempo perfeito, indicando que este estado permanente de Maria foi completo.

Arca da (Nova) Aliança:  A Arca da Aliança no Antigo Testamento foi um verdadeiro ícone do sagrado. Porque continha a presença de Deus simbolizada pelos três tipos de Messias vindouros – o maná, os Dez Mandamentos, a vara de Araão – devia ser pura e intocada por homem pecador (ver 2 Sm 6,1-9 e Ex 25,10; Nm 4,15). No Novo Testamento, a nova Arca não é um objeto inanimado, mas uma pessoa: a Mãe Abençoada. Quanto mais pura seria a nova Arca quando consideramos a velha arca como uma mera “sombra” em relação a ela (ver Hb 10,1)? Esta imagem de Maria como a Arca da Aliança é um indicador de que Maria estaria convenientemente livre de todo contágio de pecado para ser um meio digno de levar Deus no ventre. E mais importante: assim como a Antiga Arca da Aliança era perfeitamente boa do momento que foi construída com instruções divinas explícitas em Êxodo 25, também Maria seria pura do momento de sua concepção:

1. A Arca da Aliança continha três tipos de Jesus dentro: maná, vara de Araão e os Dez Mandamentos. Em hebraico, mandamento (dabar) pode ser traduzido por “palavra”. Compare: Maria carregou a realização de todos esses tipos em seu corpo. Jesus é o “verdadeiro ‘maná’ do céu” (João 6,32), o verdadeiro “Sumo Sacerdote” (Hebreus 3,1) e “a palavra se fez homem” (João 1,14).

2. A nuvem de glória (hebraico, Anan) foi representativa do Espírito Santo e “ensombrou” a Arca quando Moisés a consagrou em Ex 40,32-33. A palavra grega para “ensombrar” encontrada na Septuaginta é uma forma de episkiasei. Compare: “O Espírito Santo virá sobre Ti e o poder do Altíssimo Te cobrirá com a sua sombra. Por isso, o Santo que vai nascer de Ti será chamado Filho de Deus” (Lucas 1,35). A palavra grega para “ensombrar” é episkiasei.

3. David “pulou e dançou” perante a Arca quando estava sendo carregada a Jerusalém em procissão em 2 Samuel 6,14-16. Compare: Assim que Isabel ouviu o som da saudação de Maria, João Batista “pulou de alegria” em seu ventre (cf. Lucas 1,41-44).

4. Depois de uma manifestação do poder de Deus trabalhando através da Arca, David exclama “Como pode a Arca do Senhor vir até mim?”. Compare: Depois da revelação a Isabel do verdadeiro chamado de Maria, que estava carregando Deus em seu ventre, Isabel exclama “Como posso merecer que a Mãe do meu Senhor me venha visitar?” (Lucas 1,43)

5. A Arca do Senhor “permaneceu na casa de Obed-Edom... três meses” em 2 Samuel 6,11. Compare: Maria permaneceu com “Isabel” por aproximadamente três meses”. (Lucas 1,56)

A Nova Eva:  É-nos importante recordar que as realizações da Nova Aliança são sempre mais gloriosas e mais perfeitas do que seus tipos do Antigo Testamento, que são “apenas uma sombra dos bens futuros” na Nova Aliança (Hb 10,1). Com isso em mente, consideremos a revelação de Maria como a Nova Eva. Depois da queda de Adão e Eva em Gênesis 3, Deus prometeu o advento de uma outra “mulher” em Gênesis 3,15, ou uma “Nova Eva” que iria se opor a Lúcifer, e cuja “descendência” esmagaria sua cabeça. Esta “mulher” e “sua descendência” reverteriam o curso, por assim dizer, que o “homem” e a “mulher” originais trouxeram sobre a humanidade por sua desobediência. É muito significante notar aqui que “Adão” e “Eva” são revelados simplesmente como “o homem” e “a mulher” antes de que o nome da mulher fosse mudado para “Eva” (hebraico, “mãe dos viventes”) depois da queda (ver Gn 2,21). Quando então olhamos para a Nova Aliança, Jesus é explicitamente referido como o “último Adão” ou o “Novo Adão” em 1 Cor 15,45. E Jesus mesmo indica que Maria é a “mulher” ou “Nova Eva” profética do Gênesis 3,15 quando ele se refere à sua mãe como “mulher” em João 2,4 e 19,26. Além do mais, São João se refere a Maria como “mulher” oito vezes no Apocalipse 12. Assim como a primeira Eva trouxe a morte a todos seus filhos pela desobediência e prestando atenção às palavras da antiga serpente, o diabo, a “Nova Eva” do Apocalipse 12 traz vida e salvação a todos seus filhos por sua obediência. A mesma “serpente” que enganou a mulher original do Gênesis é mostrada, no Apocalipse 12, falhando em sua tentativa de dominar esta nova mulher. A Nova Eva vence a serpente e como um resultado “cheio de raiva por causa da Mulher, o Dragão começou então a atacar o resto dos seus filhos, os que obedecem aos mandamentos de Deus e mantêm o testemunho de Jesus”. (Ap 12,17)

Se Maria é a Nova Eva e as realizações do Novo Testamento são sempre mais gloriosas do que as antecedentes no Antigo Testamento, seria impensável Maria ser concebida em pecado. Se ela fosse, seria inferior a Eva, que foi criada em um perfeito estado, livre de todo pecado.

Fonte: http://www.catholic.com/thisrock/2007/0709btb.asp

TOTUS TUUS EGO SUM MARIA MATER !!!!!

TOTUS TUUS
by Henryk Górecki (Wicker Park Choral, Chicago, IL)
 
Maria, Maria!
Totus tuus sum Maria
Mater nostri Redemptoris
Virgo Dei, virgo pia
Mater mundi Salvatoris
Sou todo teu

Maria, Maria!
Sou todo teu, Maria
Mãe do nosso Redentor
Virgem de Deus, virgem piedosa
Mãe do Salvador do mundo

Oração de Vésperas da Liturgia Bizantina !!!

(Festa anual da Natividade de N Sa - 8 de setembro)

Venham todos, venham, ó fiéis, venham ao encontro da Virgem! Eis que 
nasce aquela que foi escolhida, antes mesmo de ser concebida, para ser 
a Mãe do nosso Deus, ela que é a jóia da virgindade, o bastão de Aarão
florido pela raiz de Jessé, oráculo dos profetas, o ramo dos justos, 
Joaquim e Ana.

Ela nasceu e com ela o mundo foi restaurado; ela nasceu e a Igreja se 

 envolveu com o seu esplendor. Ela é o templo santo, a morada da 
divindade, o instrumento virginal, a verdadeira câmara nupcial onde 
se realizou o prodígio inefável das naturezas que se juntam a Cristo, 
mistério perfeito. Vamos adorá-Lo, glorificando o nascimento da 
Virgem pura!

 

Oração para alcançar os sete dons
e os doze frutos do Espírito Santo


           Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos Vossos fiéis, e acendei neles o fogo do Vosso amor!
          Ó Espírito Santo, concedei-me o dom do temor de Deus, para que eu sempre me lembre com suma reverência e profundo respeito da Vossa divina presença, trema, como os mesmos Anjos, diante de Vossa divina Majestade, e nada receie tanto como desagradar aos Vossos santos olhos.

           Ave-Maria...

           Espírito Santo, concedei-me o dom da piedade, que me tornará delicioso o trato conVosco na oração, e me fará amar a Deus com íntimo amor, como a meu Pai, a Maria Santíssima como a minha Mãe e a todos os homens como meus irmãos em Jesus Cristo.

           Ave-Maria...

           Espírito Santo, concedei-me o dom da ciência, para que eu conheça cada vez mais a minha própria miséria e fraqueza, a beleza da virtude e o valor inestimável da alma, e para que sempre veja claramente as ciladas do demônio, da carne e do mundo, para poder evitá-las.

           Ave-Maria...

           Espírito Santo, concedei-me o dom da fortaleza, para que eu, sem respeito humano, fuja do pecado, pratique a virtude com fervor, e sofra com paciência e com alegria de espírito os desprezos, prejuízos, perseguições e a própria morte, antes que renegar por palavras ou por obra ao meu amabilíssimo Senhor e Salvador, Jesus Cristo.

            Ave-Maria...

            Espírito Santo, concedei-me o dom do conselho, tão necessário em tantos passos melindrosos da vida, para que sempre escolha o que mais Vos agrada, siga em tudo a Vossa divina graça, e com bons e caridosos conselhos socorra ao próximo.

            Ave-Maria...

            Espírito Santo, concedei-me o dom do entendimento, para que eu, iluminado pela luz celeste de Vossa graça, bem entenda as sublimes verdades da doutrina cristã e saiba defendê-las.

            Ave-Maria...

         Espírito Santo, concedei-me o dom da sabedoria, a fim de que eu cada vez mais goste das coisas divinas e, abrasado no fogo do Vosso amor, prefira com alegria o caminho do Céu a tudo que é mundano, e me una para sempre a Jesus, sofrendo tudo neste mundo por Seu amor.

            Ave-Maria...

         Vinde, Espírito Criador, visitai-me e, com a Vossa divina graça, enchei o meu coração, que Vós criastes. Vinde e repousai sobre mim, Espírito de sabedoria e inteligência, Espírito de conselho e fortaleza, Espírito de ciência, piedade e temor de Deus.

          Espírito Santo, Amor eterno do Pai e do Filho, dignai-Vos também conceder-me os Vossos doze frutos: o fruto da caridade, que me una intimamente conVosco pelo amor; o fruto da alegria, que me encha de santa consolação; o fruto da paz, que produza em mim a tranqüilidade da alma; o fruto da paciência, que me faça sofrer tudo por amor de Jesus e Maria; o fruto da benignidade, que me leve a socorrer de boa vontade aos que sofrem; o fruto da bondade, que me torne benfazejo e clemente a todos; o fruto da longanimidade, que me faça esperar com paciência em qualquer demora; o fruto da brandura, que me faça suportar com toda a mansidão as fraquezas do próximo; o fruto da , que me faça crer firmemente na doutrina da Santa Igreja; o fruto da modéstia, que regule todo o meu exterior; enfim, os frutos da continência e castidade, que me tornem o coração limpo e imaculado.

          Espírito Divino, fazei com que a minha alma seja para sempre Vossa morada e o meu corpo, Vosso sagrado templo. Habitai em mim e ficai comigo na terra, para que eu mereça ver-Vos eternamente no reino da glória. Amém. 

(Retirado do livro "Adoremus: Manual de Orações e Exercícios Piedosos", de Dom Eduardo Herberhold, OFM, 1926, 15ª edição)