Milhares de fiéis foram ao Mosteiro da Encarnação em Madri (Espanha), para presenciar a liquefação do sangue de São Pantaleão, contida em uma ampola, para venerar assim o relicário que contém uma parte do osso do santo. São Pantaleão, oriundo de Nicomedia (Turquia), foi um médico cristão assassinado por causa da fé em 27 de julho do 305 por ordem do imperador romano Dioclesiano. A ampola maior que contém seu sangue se encontra em Ravello (Itália), da qual foi extraída a porção que se conserva no mosteiro espanhol.
Site dedicado à Devoção do Misericordioso Coração de Jesus, Doloroso e Imaculado Coração de Maria, Coração Virginal de São José, verdadeira Santa Igreja de Cristo e ao Motu Proprio SUMMORUM PONTIFICUM de S.S. Papa Bento XVI referente as Celebrações Liturgicas na Forma Extraordinária do Rito Romano ou Rito Dâmaso-Gregoriano, no Brasil e no mundo, promoção e divulgação do sacro Canto Gregoriano.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
(cont. 2) - Triunfo e Honra da Igreja - Beata Elizabeth Canori Mora !!!
Falsas máximas e os erros espalhados pela Rússia e pelo modernismo:
Em 22-1-1824, a Bem-aventurada Elizabeth conheceu que aquele bosque amaldiçoado representava um número incontável de almas, as quais, “porque têm consciência depravada, podem ser chamadas de sem-fé, sem-religião, porque pensam em tudo, menos naquilo que todo bom católico é obrigado a pensar, porque fazem tudo, menos aquilo que devem fazer. [...] Estas míseras plantas são tidas pelo divino Senhor não somente em conta de estéreis, mas de nocivas e péssimas, que merecem ser jogadas no fogo eterno”. A vidente ouviu que as cinco aludidas heresias se identificavam com as “falsas máximas da filosofia de nosso tempo”. Máximas essas que, segundo ela, estavam no cerne dos movimentos revolucionários da sua época, inspirados no espírito e nas doutrinas da Revolução Francesa. Tais máximas orientavam a conjuração que subvertia a Igreja e a ordem sócio-política. Apresenta-se ainda aqui mais uma relação com a mensagem de Fátima. Pois nesta, Nossa Senhora apontou a difusão dos erros da Rússia — isto é, o comunismo — como um dos castigos que viriam se o mundo não se emendasse. Ora, os erros comunistas — inclusive nas formulações mais atualizadas da chamada Internacional Rebelde22, analisada em vários artigos desta revista — são conseqüência necessária e direta das “falsas máximas” que a Bem-aventurada. Elizabeth apontou insistentemente como cerne do processo de subversão do orbe católico. Podemos, pois, ver nessas imagens e expressões uma alusão à Revolução anticristã. Entretanto, suas visões e revelações — das quais demos aqui apenas algumas amostras — parecem destinadas especialmente para o conhecimento de nossos contemporâneos. Elas patenteiam o grandioso desígnio divino que sobrepaira a História. Pois mostram que o plano do Reino de Maria — como profetizado em Fátima — é como um imenso palácio que a Divina Providência vem preparando há séculos. E cujo acabamento ultrapassará toda especulação humana. Por tudo isso, as visões e revelações da Bem-aventurada Elizabeth Canori Mora reforçam ainda mais a idéia da centralidade da mensagem de Fátima e a certeza do cumprimento o anúncio de Nossa Senhora em La Salette de um triunfo vindouro da Igreja, confirmado posteriormente aos três pastorinhos em 1917: “Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará!”
Em 22-1-1824, a Bem-aventurada Elizabeth conheceu que aquele bosque amaldiçoado representava um número incontável de almas, as quais, “porque têm consciência depravada, podem ser chamadas de sem-fé, sem-religião, porque pensam em tudo, menos naquilo que todo bom católico é obrigado a pensar, porque fazem tudo, menos aquilo que devem fazer. [...] Estas míseras plantas são tidas pelo divino Senhor não somente em conta de estéreis, mas de nocivas e péssimas, que merecem ser jogadas no fogo eterno”. A vidente ouviu que as cinco aludidas heresias se identificavam com as “falsas máximas da filosofia de nosso tempo”. Máximas essas que, segundo ela, estavam no cerne dos movimentos revolucionários da sua época, inspirados no espírito e nas doutrinas da Revolução Francesa. Tais máximas orientavam a conjuração que subvertia a Igreja e a ordem sócio-política. Apresenta-se ainda aqui mais uma relação com a mensagem de Fátima. Pois nesta, Nossa Senhora apontou a difusão dos erros da Rússia — isto é, o comunismo — como um dos castigos que viriam se o mundo não se emendasse. Ora, os erros comunistas — inclusive nas formulações mais atualizadas da chamada Internacional Rebelde22, analisada em vários artigos desta revista — são conseqüência necessária e direta das “falsas máximas” que a Bem-aventurada. Elizabeth apontou insistentemente como cerne do processo de subversão do orbe católico. Podemos, pois, ver nessas imagens e expressões uma alusão à Revolução anticristã. Entretanto, suas visões e revelações — das quais demos aqui apenas algumas amostras — parecem destinadas especialmente para o conhecimento de nossos contemporâneos. Elas patenteiam o grandioso desígnio divino que sobrepaira a História. Pois mostram que o plano do Reino de Maria — como profetizado em Fátima — é como um imenso palácio que a Divina Providência vem preparando há séculos. E cujo acabamento ultrapassará toda especulação humana. Por tudo isso, as visões e revelações da Bem-aventurada Elizabeth Canori Mora reforçam ainda mais a idéia da centralidade da mensagem de Fátima e a certeza do cumprimento o anúncio de Nossa Senhora em La Salette de um triunfo vindouro da Igreja, confirmado posteriormente aos três pastorinhos em 1917: “Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará!”
(cont.) - Triunfo e Honra da Igreja - Beata Elizabeth Canori Mora !!!
A restauração da Igreja e as “cinco heresias que infeccionam o mundo”
Disse-lhe Nosso Senhor em inícios de 1821: “Eu reformarei meu povo e a minha Igreja. Mandarei sacerdotes zelosos para pregar minha Fé, formarei um novo apostolado, enviarei o Divino Espírito Santo a renovar a Terra. Reformarei as ordens religiosas por meio de novos reformadores santos e doutos. Todos possuirão o espírito de meu dileto filho Inácio de Loyola. Darei um novo Pastor à minha Igreja, douto, santo, repleto do meu Espírito. Com santo zelo reformará a grei de Jesus Cristo”.
Deus lhe fez ver várias vezes uma esplendorosa nave nova, símbolo da Igreja restaurada, que estava sendo armada pelos anjos. Também, em 10-1-1824, mostrou-lhe o principal obstáculo para a conclusão dessa nave. Ela viu cinco árvores de desmesurado tamanho:“Observei que essas cinco árvores com suas raízes alimentavam e produziam um emaranhadíssimo bosque de milhões de plantas estéreis e selváticas”.
Deus lhe fez entender que essas cinco enigmáticas árvores simbolizavam “as cinco heresias que infeccionam o mundo nos nossos tempos”.
Triunfo e Honra da Igreja - Beata Elizabeth Canori Mora !!!
Na visão de 29-6-1820, a Beata Elizabeth viu São Pedro retornar do Céu num majestoso trono pontifical. Logo a seguir, desceu com grande pompa o Apóstolo São Paulo. Ele “percorria todo o mundo e algemava aqueles malignos espíritos infernais, e os conduzia diante do Santo Apóstolo São Pedro, o qual, com uma ordem cheia de autoridade, voltava a confiná-los nas tenebrosas cavernas das quais tinham saído [...]. Nesse momento viu-se aparecer sobre a terra um belo resplendor, que anunciava a reconciliação de Deus com os homens”. A pequena grei dos católicos fiéis, refugiada sob as árvores com forma de Cruz, foi então conduzida aos pés do trono de São Pedro. “O santo escolheu o novo Pontífice — acrescenta a vidente —, toda a Igreja foi reordenada segundo os verdadeiros ditames do Santo Evangelho; foram restabelecidas as ordens religiosas, e todas as casas dos cristãos tornaram-se outras tantas casas penetradas de religião; tão grande era o fervor e o zelo pela glória de Deus, que tudo era ordenado em função do amor de Deus e do próximo. Desta maneira tomou corpo num momento o triunfo, a glória e a honra da Igreja Católica: Ela era aclamada por todos, estimada por todos, venerada por todos, todos decidiram segui-la, reconhecendo o Vigário de Cristo, o Sumo Pontífice”.
Aparição de Maria em Pellevoisin, a Estelle Faguette, 1876 !!!
E a França, o que deixei de fazer por ela?
Ela se apresentava como sempre, e de suas mãos, caía uma chuva de pérolas: "Vou levar em conta os esforços que fizeste para te manteres calma. Não é só para ti que o peço, mas também para a Igreja e para a França. Na Igreja não existe a tranqüilidade, a calma que eu desejo." Maria suspirou e inclinou a cabeça dizendo: " Está acontecendo alguma coisa..." Ela ficou silenciosa, nada disse, mas eu compreendi logo que havia alguma discórdia. Em seguida, Ela tornou a falar, dizendo suave e lentamente: "Que eles rezem e que tenham confiança em Mim." E, tristemente, mas sem chorar, continuou: "E a França, o que deixei de fazer por ela? Quantas recomendações lhes fiz... e ela se recusa a me dar ouvidos! Eu não posso mais deter o braço de Meu Filho." Maria parecia emocionada, ao acrescentar: "A França sofrerá". Ela insistiu nessas palavras. Depois, silenciou mais uma vez e, com carinho, retomou a palavra, dizendo: "Coragem e confiança." Naquele momento eu pensava comigo mesma: "Se eu contar o que acabo de ouvir, talvez ninguém me acredite." A Santíssima Virgem entendeu o que se passava em meu imo e me tranqüilizou: "Eu já paguei por antecipação. Pior para aqueles que não quiserem acreditar em ti; mais tarde eles reconhecerão a verdade das minhas palavras." Logo depois, a Virgem Maria partiu, sutilmente.
Cardeal Sarah: padres que não denunciam políticas como aborto e “casamento” homossexual são recusados por Deus !!!
O Cardeal Robert Sarah, presidente do Pontifício Conselho Cor Unum, ensinou que os religiosos que se abstém de combater a imoralidade da sociedade moderna, especialmente as políticas pro-aborto e anti-familia como o casamento” homossexual, receberão a condenação do próprio Deus, informou LifeSiteNews. A homilia foi pronunciada no dia 25 de junho durante uma cerimônia de ordenação de novos sacerdotes e diáconos na casa de formação da Fraternidade de São Martinho, em Candé-sur-Beuvron, Vale do Loire, França.
ACESSE:http://lumenrationis.blogspot.com/2011/09/cardeal-sarah-padres-que-nao-denunciam.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+LuzDeCristoXTrevasDaRazo+%28Luz+de+Cristo+x+trevas+da+irracionalidade%29
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Ela ultrapassa qualquer inteligência e qualquer pensamento !!!
| São Tomás de Vilanova (1488-1555) Eu me interrogava por que motivo os evangelistas, após terem discorrido longamente sobre João Batista e os Apóstolos, escreveram a história da Bem-aventurada Virgem Maria de forma tão sumária, se bem que ela ultrapasse esses escritos, quase que infinitamente, pela sua excelência e virtudes. Por quê - pensava comigo mesma -, não nos contaram nada sobre o seu nascimento, a sua educação, os seus hábitos, a sua vida, o dia a dia com o filho, o convívio com os Apóstolos após a Ascensão do Senhor?... Se o Espírito Santo não a descreveu nas Santas Escrituras, deixando-nos o cuidado de criarmos, nós mesmos, uma imagem sobre a sua presença na vida de Jesus, isto foi para nos fazer entender que, em Maria, nada falta da Graça, da perfeição e da glória que o Espírito pôde conceber numa criatura pura; e muito mais: que ela ultrapassa toda inteligência e todo pensamento. Então, após nos ter revelado o todo, torna-se inútil escrever os detalhes, as partes, tanto que nós poderíamos acreditar que aquilo que não havia sido escrito, é porque não a representava. Se o Deus Todo-Poderoso ornou, maravilhosamente, de dons e virtudes os ministros e servos de sua Casa, o que não teria feito, eu vos pergunto, por sua Mãe, por esta esposa única, escolhida entre todas, amada mais que todas as outras criaturas? Enfim, tudo o que desejais saber sobre a Virgem, vós encontrareis nestas simples e poucas palavras: Maria, de quem nasceu Jesus. Eis a sua história, uma história longa, plena, cabal. | ||
O SACRIFÍCIO DA SANTA MISSA É O MESMO QUE O SACRIFÍCIO DA CRUZ !!!
por: São Leonardo de Porto-Maurício
A Santa Missa é um sacrifício tão santo, o mais augusto e excelente de todos, e a fim de formardes uma idéia adequada de tão grande tesouro, algumas de suas excelências divinas; pois dize-las todas não é empreendimento a que baste a fraqueza da minha inteligência. A principal excelência do santo Sacrifício da Missa consiste em que se deve considerá-lo como essencialmente o mesmo oferecido no Calvário sobre a Cruz, com esta única diferença: que o sacrifício da Cruz foi sangrento e só se realizou uma vez e que nessa única oblação JESUS CRISTO satisfez plenamente por todos os pecados do Mundo; enquanto que o sacrifício do altar é um sacrifício incruento, que se pode renovar uma infinidade de vezes, e que foi instituído pra nos aplicar especialmente esta expiação universal que JESUS por nós cumpriu no Calvário, Assim o SACRIFÍCIO CRUENTO foi o MEIO de nossa REDENÇÃO, e O SACRIFÍCIO INCRUENTO nos proporciona as GRAÇAS da nossa REDENÇÃO. Um abre-nos os tesouros dos méritos de CRISTO Nosso Senhor, o outro no-los dá para os utilizarmos. Notai, portanto que na Missa não se faz apenas uma representação, uma simples memória da Paixão e Morte do nosso Salvador; mas num sentido realíssimo, o mesmo que se realizou outrora no Calvário aqui se realiza novamente: tanto que se pode dizer, a rigor, que em cada Santa Missa nosso Redentor morre por nós misticamente, sem morre na realidade, estando ao mesmo tempo vivo e como imolado: Vidi agunum stantem tanquan accisum. (Apoc 5, 6). No santo dia de Natal, a Igreja nos lembra o nascimento do Salvador, mas não é verdade que Ele nasça, ainda, nesse dia. Nos dias da Ascensão e Pentecostes, comemoramos a subida do Senhor JESUS ao Céu e a vinda do ESPÍRITO SANTO, sem que, de modo algum nesses dias o Senhor suba ainda ao Céu, ou o ESPÍRITO SANTO desça visivelmente à Terra.A mesma coisa, porém, não se pode dizer do mistério da Santa Missa, pois aí não é uma simples representação que se faz, mas, sim, o mesmo sacrifício oferecido sobre a Cruz, com efusão de sangue, e que se renova de modo incruento: é o mesmo corpo, o mesmo sangue, o mesmo JESUS, que se imola hoje na Santa Missa. Opus trae Redemptionis exercetur, diz a Santa Igreja. A obra de nossa Redenção aí se exerce: sim, exercetur, aí se exerce atualmente. Este santo sacrifício realiza, opera o que foi feito sobre a Cruz. Que obra sublime! Ora, dizei-me sinceramente se, quando ides à Igreja para assistir a Santa Missa, pensásseis bem que ides ao Calvário assistir à morte do Redentor, que diria alguém que vos visse ai chegar numa atitude tão pouco modesta? Se Maria Madalena fosse ao Calvário e se prostrasse aos pés da Cruz vestida, perfumada e ataviada como em seus tempos de desordem, quanto não seria censurada! E que se dirá de vós que ides à Santa Missa como se fôsseis a uma festa mundana? Que aconteceria, sobretudo se profanásseis este ato tão santo, com gestos, risadas, cochichos, encontros sacrílegos? Digo que, em qualquer tempo e lugar, a iniqüidade não tem cabimento; mas os pecados que se cometem na hora da Santa Missa e na proximidade do altar, são pecados que atraem a maldição, de DEUS: Maledictus qui facit opus Domini fraudulenter (Jer 48,10). Meditai seriamente sobre esse assunto.
A Santa Missa é um sacrifício tão santo, o mais augusto e excelente de todos, e a fim de formardes uma idéia adequada de tão grande tesouro, algumas de suas excelências divinas; pois dize-las todas não é empreendimento a que baste a fraqueza da minha inteligência. A principal excelência do santo Sacrifício da Missa consiste em que se deve considerá-lo como essencialmente o mesmo oferecido no Calvário sobre a Cruz, com esta única diferença: que o sacrifício da Cruz foi sangrento e só se realizou uma vez e que nessa única oblação JESUS CRISTO satisfez plenamente por todos os pecados do Mundo; enquanto que o sacrifício do altar é um sacrifício incruento, que se pode renovar uma infinidade de vezes, e que foi instituído pra nos aplicar especialmente esta expiação universal que JESUS por nós cumpriu no Calvário, Assim o SACRIFÍCIO CRUENTO foi o MEIO de nossa REDENÇÃO, e O SACRIFÍCIO INCRUENTO nos proporciona as GRAÇAS da nossa REDENÇÃO. Um abre-nos os tesouros dos méritos de CRISTO Nosso Senhor, o outro no-los dá para os utilizarmos. Notai, portanto que na Missa não se faz apenas uma representação, uma simples memória da Paixão e Morte do nosso Salvador; mas num sentido realíssimo, o mesmo que se realizou outrora no Calvário aqui se realiza novamente: tanto que se pode dizer, a rigor, que em cada Santa Missa nosso Redentor morre por nós misticamente, sem morre na realidade, estando ao mesmo tempo vivo e como imolado: Vidi agunum stantem tanquan accisum. (Apoc 5, 6). No santo dia de Natal, a Igreja nos lembra o nascimento do Salvador, mas não é verdade que Ele nasça, ainda, nesse dia. Nos dias da Ascensão e Pentecostes, comemoramos a subida do Senhor JESUS ao Céu e a vinda do ESPÍRITO SANTO, sem que, de modo algum nesses dias o Senhor suba ainda ao Céu, ou o ESPÍRITO SANTO desça visivelmente à Terra.A mesma coisa, porém, não se pode dizer do mistério da Santa Missa, pois aí não é uma simples representação que se faz, mas, sim, o mesmo sacrifício oferecido sobre a Cruz, com efusão de sangue, e que se renova de modo incruento: é o mesmo corpo, o mesmo sangue, o mesmo JESUS, que se imola hoje na Santa Missa. Opus trae Redemptionis exercetur, diz a Santa Igreja. A obra de nossa Redenção aí se exerce: sim, exercetur, aí se exerce atualmente. Este santo sacrifício realiza, opera o que foi feito sobre a Cruz. Que obra sublime! Ora, dizei-me sinceramente se, quando ides à Igreja para assistir a Santa Missa, pensásseis bem que ides ao Calvário assistir à morte do Redentor, que diria alguém que vos visse ai chegar numa atitude tão pouco modesta? Se Maria Madalena fosse ao Calvário e se prostrasse aos pés da Cruz vestida, perfumada e ataviada como em seus tempos de desordem, quanto não seria censurada! E que se dirá de vós que ides à Santa Missa como se fôsseis a uma festa mundana? Que aconteceria, sobretudo se profanásseis este ato tão santo, com gestos, risadas, cochichos, encontros sacrílegos? Digo que, em qualquer tempo e lugar, a iniqüidade não tem cabimento; mas os pecados que se cometem na hora da Santa Missa e na proximidade do altar, são pecados que atraem a maldição, de DEUS: Maledictus qui facit opus Domini fraudulenter (Jer 48,10). Meditai seriamente sobre esse assunto.
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