“… COM ESTA COMUNIDADE, DE FATO, DADA Á SUA AUTORIDADE SUPERIOR, É NECESSÁRIO QUE ESTEJA DE ACORDO TODA TODA COMUNIDADE, ISTO É, OS FIÉIS DO MUNDO INTEIRO; nela sempre foi conservada a tradição dos apóstolos. [...] [Pedro e Paulo] confiaram a Lino o ministério do episcopado. [...] A Lino sucedeu Anacleto. A seguir, Clemente; Clemente vira os apóstolos, conversara com eles e ainda tinha ouvido sua pregação. [...] A Clemente sucedeu Evaristo, e a Evaristo, [sucedeu] Alexandre. Depois, em sexto lugar após os apóstolos, veio Xisto… ” (Ireneu de Lião, Contra as Heresias III,3,2-3).
Site dedicado à Devoção do Misericordioso Coração de Jesus, Doloroso e Imaculado Coração de Maria, Coração Virginal de São José, verdadeira Santa Igreja de Cristo e ao Motu Proprio SUMMORUM PONTIFICUM de S.S. Papa Bento XVI referente as Celebrações Liturgicas na Forma Extraordinária do Rito Romano ou Rito Dâmaso-Gregoriano, no Brasil e no mundo, promoção e divulgação do sacro Canto Gregoriano.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
PROFANAÇÕES de Missas por Celebrantes e Grupos de RCCs (Orações de Cura e Libertação Interior)
Pedimos definitivamente a CNBB o fim destes tipos de Missas e Retiros Espirituais para as tais LIBERTAÇÕES e CURAs INTERIOREs promovidos por Celebrantes Modernistas e pela RCC ou Renovação Carismática (que se diz) Católica, se utilizando de métodos dos protestantismos denominados "PENTECOSTAIS":
Retiro Espiritual da RCC - 1
Retiro Espiritual da RCC - 2
Missa Sertaneja !!!
Salmo Responsorial - Missa de N. Sa. Aparecida !!!
Ofertório de Missa AFRO em Muriaé !!!
Entrada Profana do EVANGELHO na Paróquia de Sto Agostinho
Vergonhosa Dança Eclesiástica na Missa
Dança na Missa - Cachoeira do Poder !!!
Show Man - Missa Desatadora de Nós !!
Um Conto Natalino - A última visitante !!!
Jêrome e Jean THARAUD, Os contos da Virgem, Plon, 1940.
Aconteceu em Belém, ao romper o dia. A estrela apenas desaparecera, o último peregrino havia deixado o estábulo, a Virgem ajeitara os paninhos na palha e a criança iria, finalmente, dormir. Mas será que as pessoas dormem na noite de Natal?...
Suavemente, a porta se abriu, dir-se-ia, tocada, por um sopro, e não pela mão de alguém. Na soleira, surgiu uma mulher, coberta de trapos, tão idosa e tão enrugada que, em seu rosto, cor de terra seca, os lábios pareciam uma ruga a mais.
Vendo-a, Maria teve medo. A estranha tinha ares de fada má. Felizmente, Jesus dormia! O asno e o boi mastigavam a palha, tranqüilamente, enquanto observavam aquela que entrava, como se a conhecessem desde sempre. A Virgem, porém, não tirava os olhos dela. E cada passo dado pela mulher parecia arrastado e longo como os séculos.
A anciã continuava a avançar, e eis que se acerca da manjedoura. Graças a Deus, Jesus continuava a dormir. Mas será que alguém consegue dormir na noite de Natal?...
De repente, Jesus menino abriu os olhinhos, e sua mãe ficou impressionada vendo que os olhos da estranha mulher e os da criança eram idênticos e brilhavam com a mesma esperança.
A idosa, então, se debruçou sobre a palha, enquanto a mão buscava, no emaranhado dos próprios andrajos, algo que parecia merecer séculos e mais séculos para ser encontrado. Maria a observava e sempre com a mesma inquietude. Os animais a olhavam, igualmente, mas sem qualquer surpresa, como se já soubessem o que estava para acontecer.
Enfim, após delongado espaço de tempo, a velha senhora conseguiu tirar de dentro dos seus farrapos, um objeto que mantinha escondido na mão e que colocou nas mãos da criança.
Após todos os tesouros dos Reis Magos e os presentes dos pastores, o que seria aquele presente? Maria, de onde estava, não conseguia vê-lo. Só lobrigava as costas envelhecidas, encurvadas pela idade, abaixando-se, cada vez mais, sobre o pretenso bercinho. Porém, o asno e o boi que. de onde estavam, conseguiam vê-la melhor, continuavam tranqüilos.
Esta cena durou muito tempo. Mais tarde, a velha senhora se levantou, como se aliviada do pesado fardo que a mantivera encurvada por tanto tempo. Seus ombros já não estavam arqueados, a cabeça quase tocava o colmo da palhoça e o rosto, milagrosamente, havia recuperado a juventude. Só quando se afastou da manjedoura, em direção à porta, para desaparecer dentro da noite de onde chegara, é que Maria pôde, finalmente, ver o que era o misterioso presente.
Eva (esta era a mulher) havia devolvido à criança uma pequena maçã, a maçã do pecado original (e de tantos outros que dele advieram!) E a maçãzinha vermelha brilhava nas mãos do recém-nascido como o globo do novo mundo que acabava de nascer com ele.
Suavemente, a porta se abriu, dir-se-ia, tocada, por um sopro, e não pela mão de alguém. Na soleira, surgiu uma mulher, coberta de trapos, tão idosa e tão enrugada que, em seu rosto, cor de terra seca, os lábios pareciam uma ruga a mais.
Vendo-a, Maria teve medo. A estranha tinha ares de fada má. Felizmente, Jesus dormia! O asno e o boi mastigavam a palha, tranqüilamente, enquanto observavam aquela que entrava, como se a conhecessem desde sempre. A Virgem, porém, não tirava os olhos dela. E cada passo dado pela mulher parecia arrastado e longo como os séculos.
A anciã continuava a avançar, e eis que se acerca da manjedoura. Graças a Deus, Jesus continuava a dormir. Mas será que alguém consegue dormir na noite de Natal?...
De repente, Jesus menino abriu os olhinhos, e sua mãe ficou impressionada vendo que os olhos da estranha mulher e os da criança eram idênticos e brilhavam com a mesma esperança.
A idosa, então, se debruçou sobre a palha, enquanto a mão buscava, no emaranhado dos próprios andrajos, algo que parecia merecer séculos e mais séculos para ser encontrado. Maria a observava e sempre com a mesma inquietude. Os animais a olhavam, igualmente, mas sem qualquer surpresa, como se já soubessem o que estava para acontecer.
Enfim, após delongado espaço de tempo, a velha senhora conseguiu tirar de dentro dos seus farrapos, um objeto que mantinha escondido na mão e que colocou nas mãos da criança.
Após todos os tesouros dos Reis Magos e os presentes dos pastores, o que seria aquele presente? Maria, de onde estava, não conseguia vê-lo. Só lobrigava as costas envelhecidas, encurvadas pela idade, abaixando-se, cada vez mais, sobre o pretenso bercinho. Porém, o asno e o boi que. de onde estavam, conseguiam vê-la melhor, continuavam tranqüilos.
Esta cena durou muito tempo. Mais tarde, a velha senhora se levantou, como se aliviada do pesado fardo que a mantivera encurvada por tanto tempo. Seus ombros já não estavam arqueados, a cabeça quase tocava o colmo da palhoça e o rosto, milagrosamente, havia recuperado a juventude. Só quando se afastou da manjedoura, em direção à porta, para desaparecer dentro da noite de onde chegara, é que Maria pôde, finalmente, ver o que era o misterioso presente.
Eva (esta era a mulher) havia devolvido à criança uma pequena maçã, a maçã do pecado original (e de tantos outros que dele advieram!) E a maçãzinha vermelha brilhava nas mãos do recém-nascido como o globo do novo mundo que acabava de nascer com ele.
domingo, 25 de dezembro de 2011
FELIZ NATAL
livro da Sabedoria: “Quando um silêncio profundo envolvia todas as coisas e a noite ia a meio do seu curso, então, a tua palavra onipotente desceu do Céu e do trono real e, como um implacável guerreiro, lançou-se para o meio da Terra condenada à ruína, trazendo, como espada afiada, o teu irrevogável decreto”.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
DOM ANTONIO KELLER - NOTIFICAÇÃO A RESPEITO DA RECEPÇÃO DA SAGRADA EUCARISTIA
DOM ANTONIO CARLOS ROSSI KELLER
PELA GRAÇA DE DEUS E DA SANTA SÉ APOSTÓLICA
BISPO DE FREDERICO WESTPHALEN (RS)
NOTIFICAÇÃO A RESPEITO DA RECEPÇÃO DA SAGRADA EUCARISTIA
A Igreja sempre ensinou a necessidade da devida preparação para a recepção da Sagrada Comunhão.
Tal preparação é, antes de tudo, espiritual, mas inclui também aspectos materiais e formais. Para se receber bem a Santíssima Eucaristia, deve-se:
a. Estar em estado de Graça santificante, o que significa dizer, que não se tenha nenhum pecado grave na alma;
b. Saber a quem se vai receber na Sagrada Comunhão, ou seja, ser capaz de distinguir o Pão Eucarístico: Corpo, Sangue, Alma e Divindade do Senhor, alimento de nossa alma, do pão comum, alimento do nosso corpo;
c. Guardar o jejum eucarístico, ou seja, não tomar nenhum alimento durante o período de 1 hora que antecede a Sagrada Comunhão. Água e medicamentos não quebram o jejum.
São estas as indicações fundamentais para a recepção digna da Sagrada Eucaristia. Naturalmente que a recepção frutuosa depende muito mais do que o simples cumprimento destas regras: é preciso acolher amorosamente o Senhor que vem ao nosso encontro, na Sagrada Comunhão.
Além disso, materialmente, a recepção da Sagrada Comunhão deve realizar-se através das diversas formas indicadas pela Igreja:
a. Sempre respondendo “AMÉM” após o Sacerdote ou o Ministro Extraordinário da Comunhão Eucarística ter dito “O Corpo de Cristo”;
b. Desejando receber a Sagrada Eucaristia em pé, seja diretamente na boca ou na mão, antes deve-se fazer uma inclinação profunda, como sinal de respeito e adoração;
c. Recebendo a Sagrada Eucaristia na mão, deve-se estender a mão esquerda, espalmada, e colocando a mão direita por baixo desta, depois, na frente de quem entregou a Sagrada Comunhão, leva-se a Sagrada Comunhão à própria boca, usando para isto a mão direita;
d. Recebendo-se a Sagrada Comunhão de joelhos, e portanto, na boca, não está previsto nenhum tipo de gesto anterior.
Nesta NOTIFICAÇÃO PASTORAL gostaria de comunicar que, a partir da Missa da Noite do Natal do Senhor de 2011, na Catedral Santo Antonio, o Bispo Diocesano distribuirá sempre que possível, a Sagrada Comunhão para pessoas ajoelhadas em genuflexório, colocado no corredor central da Catedral. Os demais sacerdotes e Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística continuarão a distribuir a Comunhão nos outros locais, para as pessoas que costumam comungar nas demais formas.
A razão fundamental para esta decisão fundamenta-se no DIREITO que os fiéis cristãos têm em também receber a Sagrada Comunhão de joelhos. “...a negação da Santa Comunhão a um dos fiéis, por causa de sua postura de joelhos, deve ser considerada uma violação grave de um dos direitos mais básicos dos fiéis cristãos, nomeadamente daquele de serem assistidos pelos seus pastores através dos sacramentos (CDC, cânon 213). Mesmo lá onde a Congregação aprovou a legislação em que declarou o estar de pé como posição para a Santa Comunhão, de acordo com as adaptações permitidas às Conferências Episcopais... assim o fez estipulando que aos fiéis que comungam, e escolhem de ajoelhar, não deve ser negada a Santa Comunhão por este motivo. (S. Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, Carta de 1 de julho 2002; Notitiae (2002), 582-585).
Nestes últimos anos, o Santo Padre o Papa Bento XVI, tanto em Roma, como em outros lugares, por ocasião de suas visitas apostólicas, tem distribuído a Sagrada Comunhão para fiéis que se colocam sempre de joelhos. A intenção do Santo Padre é clara: além de recuperar um direito muitas vezes esquecido, fundamentalmente visa fortalecer uma visão de sacralidade que a Sagrada Eucaristia deve sempre ter na vida do cristão.
Além de determinar tal uso na Catedral, nas Missas presididas pelo Bispo Diocesano, peço também aos senhores padres que generosamente favoreçam este uso em suas Paróquias e Comunidades, para aqueles fiéis que assim gostariam de receber a Sagrada Comunhão.
Desejando a todos os diocesanos um Santo Natal e um ano de 2012 cheio das graças do Senhor, a todos abençôo no Senhor.
Frederico Westphalen, 24 de dezembro de 2011.
+ Antonio Carlos Rossi Keller
Bispo de Frederico Westphalen
Cardeal Stanislaw Dziwisz pede o fim das músicas não sacras nos lugares de cultos e nas igrejas
O arcebispo de Cracóvia, Cardeal Stanislaw Dziwisz, relembra sobre as diretrizes que valem para toda a Igreja, proibindo de se tocar música de estilo não sacro nos lugares de cultos e no interior das igrejas.Esperamos que também no Brasil e na América Latina, essa disciplina seja o mais rapidamente restabelecida diante de inumeráveis abusos que ainda são praticados cotidianamente com a execução de músicas de estilo profano nas igrejas. Eis o texto: Um conhecido músico de jazz criticou a advertência do cardeal Stanislaw Dziwisz, arcebispo de Cracóvia, para por um fim em apresentações de música secular nas igrejas.
Uma carta foi enviada na terça-feira a todas as igrejas de sua arquidiocese no sul da Polônia, coincidindo com a festa de Santa Cecília, padroeira da música na igreja.
Uma carta foi enviada na terça-feira a todas as igrejas de sua arquidiocese no sul da Polônia, coincidindo com a festa de Santa Cecília, padroeira da música na igreja.
“Exortamos que a igreja não é um lugar onde se possa tocar qualquer classe de música”, lembrou o cardeal, chamando a atenção sobre uma diretriz de 1987 que regula a matéria.
“A Igreja não é um lugar para a música secular”, sublinhou, agregando que a apresentação de música não sacra demonstra “falta de respeito” aos lugares de culto.
O cardeal também lamentou que se faz uma grande quantidade de dinheiro através da apresentação de concertos de música secular dentro das igrejas.
“Não desejamos enganar os fiéis com música que não foi criada devido a inspiração religiosa, apesar, de haverem sido escritas por renomados compositores que foram eles mesmos fervorosos crentes”, agregou.
Estas especificações efetivamente descartam as obras de alguns compositores mais respeitados da Polônia, incluindo Frederic Chopin.
Cracóvia acolhe muitos eventos musicais cada ano, incluindo o Unsound Festival, que apresenta música de viés eletrônico, com algumas atuações que tem lugar nas igrejas. A cidade também tem longa tradição de jazz.
O aclamado músico de jazz Tomasz Stanko, diz o diário Gazeta Wyborcza, tem reservas com respeito à carta.
“Eu entendo esta opinião, contudo, não estou de acordo com ela”, disse.
“Estamos em pleno século XXI e a Igreja sempre esteve conectada com a arte”, disse.
Não obstante, o Pe. Robert Tyrala, presidente da comissão arquidiocesana de música sacra, disse a agência polaca de imprensa, que segue sendo aceitável tocar música secular em salas vizinhas às Igrejas.
O Nascimento milagroso e divino De Cristo
St François de Sales - Sermão para a véspera da Epifania, 5 janeiro 1618
Vocês conhecem, sem dúvida, a revelação que Santa Brígida teve do nascimento deste divino Salvador (Révélations, livro VII, c.21). Ela diz que Nossa Senhora, estando numa grande abstração, viu, de repente, o Menino Jesus deitado no chão, nu, e que o tomou em seus braços, envolvendo-o em panos e faixas.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
MISSA In Nativitate Domini (Ad Missam in die)
GRADUALE ROMANUM (Liturgia):
Alleluia: Dies sanctificatus
Obs: Kyrie, Sanctus e Gloria, Missa XVII (In dominicis Adventus
et Quadragesimæ)
MISSA In Nativitate Domini (Ad Missam in Nocte)
GRADUALE ROMANUM (Liturgia):
Communio: Ps. 100, 3 In splendoribus
Obs: Kyrie, Sanctus e Gloria, Missa XVII (In dominicis Adventus
et Quadragesimæ)
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