Minha lista de blogs

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

We Three Kings Of Orient Are : Kings College, Cambridge

Em lugar do cetro, um Crucifixo

No ano de 1273, o arcebispo de Colônia sagrava na catedral de Anquisgrana o imperador Rodolfo de Habsburgo. Terminada a cerimônia, o imperador, de cetro em punho, devia dar aos príncipes a investidura de seus domínios. 

Como não foi possível encontrar logo o cetro, Rodolfo, tomando o crucifixo de prata do altar, disse: “Esta é a bandeira dAquele que derramou todo o seu Sangue por nós; é o sinal da Redenção, fonte de paz e de todo o direito. Este será também o meu cetro contra os inimigos meus e os do império.”

Esta confissão de fé causou em todos grande impressão, aumentando a veneração pelo imperador, a quem Deus concedeu um reinado próspero e afortunado sob a proteção da Cruz.

(Tesouro de Exemplos — volume II – Pe. Francisco Alves — C. SS.R. — Ed. Vozes Ltda. — Petrópolis, RJ — 2a Edição — 1960, p. 206)

N.B.: O mundo de hoje está no estado em que está, porque não tem mais os exemplos de virtudes das elites, mesmo porque não há mais elites.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Acerca da Instituição do Sacramento do Altar !!!!


I. Considera, ó Minha filha, quanto Jesus, Meu divino Filho, fez por ti, e dize-me se podes recusar amá-lO de todo o coração, depois de ter bem penetrado os prodígios do Seu amor. Fez-Se alimento da tua alma na santíssima Eucaristia. Para apreciares dignamente a inconcebível grandeza da dádiva que te fez neste divino sacramento, considera que, criando-te, te deu o ser e a vida de que gozas; que, conservando-te pelo socorro da Sua divina providência, sem a qual nada podia subsistir, entretém o teu ser e a tua vida como por uma criação sempre contínua; que, remindo-te e fazendo-te nascer no seio da Igreja, te abriu o caminho do céu e que te fez o dom da fé e da religião; que no batismo, te regenerou por Sua graça, te deu o título de Sua filha e os direitos ao céu....leia mais

Escolha a sua HERESIA (era Cristã) !!!!

Heresia (do latim haerĕsis, por sua vez do grego αἵρεσις, "escolha" ou "opção") é a doutrina ou linha de pensamento contrária ou diferente de um credo ou sistema de um ou mais credos religiosos que pressuponha(m) um sistema doutrinal organizado ou ortodoxo. A palavra pode referir-se também a qualquer "deturpação" de sistemas filosóficos instituídos, ideologias políticas, paradigmas científicos, movimentos artísticos, ou outros. A quem funda uma heresia dá-se o nome de heresiarca. (Wikipédia, a enciclopédia livre.)

Obs: A maioria é recorrente, só muda a época do acontecimento, verdadeiro self-service de crença divina. Até o Luciferianismo entrou na relação, provavelmente por Projeto de Lei (PL) de algum congressista que não sabe o que fez, vendendo sua alma a quem mais lhe desdenha.
  1. Ebionismo
  2. Gnosticismo
  3. Naassenismo
  4. Notzrimanismo
  5. Antitrinitarismo
  6. Marcionismo
  7. Montanismo
  8. Setianismo
  9. Ofitanianismo
  10. Arianismo
  11. Focianismo
  12. Semiarianismo
  13. Pneumatomaquismo
  14. Donatismo
  15. Adocionismo
  16. Maniqueismo ou Dualismo
  17. Paulicianismo 
  18. Priscilianismo
  19. Pelagianismo
  20. Semi-Pelagianismo
  21. Apolinarismo
  22. Nestorianismo
  23. Patripassianismo
  24. Psilantropismo
  25. Sabelianismo
  26. Monofisismo ou Eutiquianismo
  27. Monotelismo
  28. Petrobrusianismo
  29. Valdenismo
  30. Albigensismo
  31. Wyclificismo
  32. Hussianismo
  33. Macedonianismo ou Pneumatomachi
  34. Maometismo 
  35. Valentianismo
  36. Milenarianismo
  37. Maçonaria e Iluminatti
  38. Antinomianismo
  39. Bogomilos
  40. Euquitas ou Messalianos
  41. Joanitas
  42. Mandeísmo
  43. Audianismo
  44. Luteranismo
  45. Zwinglianismo
  46. Calvinismo
  47. Mormonismo
  48. Hussitanismo
  49. Lollardismo
  50. Taboritanismo
  51. Agnosticismo
  52. Anglicanismo
  53. Racionalismo
  54. Iluminismo
  55. Russeanismo
  56. Positivismo
  57. Pietismo
  58. Metodismo
  59. Catarismo
  60. Conciliarismo
  61. Fraticellismo
  62. Iconoclastismo
  63. Henricianos
  64. Valdenismo
  65. Jansenismo
  66. Quietismo
  67. Semi-Quietismo
  68. Naturalismo
  69. Americanismo
  70. Ateismo ou Comunismo
  71. Adventismo
  72. Luciferianismo
  73. Espiritismo
  74. Sionismo Cristão
  75. Modernismo
  76. Sedevacantismo (Tradicionalismo)
  77. Pentecostalismo
  78. Evangelismo

Um repentino sopro de alegria !!

(fonte: A Virgem Maria na História da França . Marquês de la Franquerie, p. 95)

Segundo relato de Monsenhor Debout, no dia 6 de janeiro de 1412, os habitantes de Domrémy voltavam para casa após os ofícios da bela festa da Epifania.

De repente, em todos os lares, sem motivo algum, um sopro de alegria invadiu cada coração; espantados, os bons camponeses se interrogavam sobre o que estava a ocorrer, abriram suas portas, colocaram-se diante das soleiras de suas cabanas, e examinaram o firmamento. Em vão: nada revelava o motivo daquele sentimento de felicidade que estavam a sentir. E eis que aquelas pessoas simples, igualmente, sem qualquer motivo tangível, partilharam semelhante alegria; os galos batiam as asas e, durante duas horas, entoaram melodiosos e prolongados sons.

O que estava acontecendo, então? Joana D´Arc nascera, esta seria uma resposta divina às súplicas que, sem cessar, fazem reis e povos já há tantos séculos. "Eu vim até ao Rei da França a pedido da Bem-aventurada Virgem Maria" dissera Joana a seus juízes. O lugar das delícias de sua infância tornou-se, desde então, um santuário rústico dos arredores; Nossa Senhora de Bermont.

Curso de Canto Gregoriano - USA !!!

Church Music Association of America !!!

Sacred Music Colloquium XXI musicasacra.com/colloquium
 

Normas Litúrgicas e Piedade Litúrgica (Cardeal Arinze) !!

..............


6. Criatividade nas Celebrações Litúrgicas

Alguém pode perguntar se existe algum espaço para a criatividade na liturgia. A resposta é que existe, mas ela deve ser entendida corretamente.

Antes de tudo, é necessário ter em mente que o culto público da Igreja é algo que recebemos na fé através da Igreja. Não é algo que inventamos. Na verdade, a essência dos sacramentos foi estabelecida pelo próprio Cristo. E os ritos detalhados, incluindo palavras e ações, foram cuidadosamente elaborados, guardados e transmitidos pela Igreja ao longo dos séculos. Portanto, não seria uma atitude própria para um indivíduo ou comitê ficar pensando e planejando a cada semana como inventar uma nova forma de celebrar a Missa.

Além disso, a prioridade na Missa e em outros atos litúrgicos é o culto a Deus. A liturgia não é um campo para auto-expressão, livre criação e demonstração de habilidades pessoais. Idiossincrasias tendem a atrair atenção à pessoa no lugar dos mistérios de Cristo que estão sendo celebrados. Elas também podem perturbar, complicar, molestar, enganar ou confundir os fiéis.

No entanto, também é verdade que as normas litúrgicas permitem alguma flexibilidade. Com referência à ação litúrgica central e mais importante, a Missa, por exemplo, nós podemos falar de três níveis de flexibilidade. Primeiramente, existem no Missal e no Lecionário alguns textos alternativos, ritos, cantos, leituras e bênçãos, a partir das quais o sacerdote pode escolher (cf. IGMR 24, RS 39). Depois, existem escolhas que são de competência do Bispo diocesano ou da Conferência dos Bispos. Exemplos são a regulação da celebração, normas relativas à distribuição da comunhão sob ambas espécies, construção e ordenamento ordenamento de igrejas, traduções e alguns gestos (cf. SC 38, 40; IGMR 387, 390). Algumas dessas alternativas requerem recognitio da Santa Sé. Os mais exigentes níveis de variabilidade dizem respeito à inculturação no sentido mais estrito. Ela envolve ação pela Conferência dos Bispos, após a realização de profundos estudos interdisciplinares e recognitio da Santa Sé.

A Redemptionis Sacramentum é, portanto, capaz de dizer que "se tem dado um amplo espaço a uma adequada liberdade de adaptação, fundamentada sobre o princípio de que toda celebração responda à necessidade, à capacidade, à mentalidade e à índole dos participantes, conforme às faculdades estabelecidas nas normas litúrgicas" (RS 39). A última frase é importante: "conforme às faculdades estabelecidas nas normas litúrgicas". O parágrafo da Redemptionis Sacramentum conclui com uma observação crucial, recordando que "também se deve recordar que a força da ação litúrgica não está na mudança freqüente dos ritos, mas sim, verdadeiramente, em aprofundar na palavra de Deus e no mistério que se celebra". O que as pessoas estão procurando todo Domingo no seu pastor não é uma novidade, mas uma celebração dos sagrados mistérios que nutra a fé, manifeste devoção, desperte piedade, conduza a oração e incite a caridade ativa na vida quotidiana.

7. Tornando a Missa Interessante

Muitos sacerdotes estão preocupados em tornar a celebração da Eucaristia interessante. E eles não estão errados. A Missa não é uma monótona realização de rituais. É uma celebração vital dos mistérios centrais da nossa salvação.

Deve-se tomar cuidado para preparar-se bem para cada celebração. Os textos a serem lidos, cantados ou proclamados devem ser bem estudados em tempo suficiente. As vestimentas e todos os acessórios e mobiliários do altar devem estar em bom estado. As pessoas que exercem as tarefas de sacerdotes celebrantes, servidores de altar, líder de canto, leitores etc. devem estar no seu melhor. A homilia deve dar às pessoas sólido alimento litúrgico, teológico e espiritual. Se tudo isso é feito, a Missa não será monótona.

Mas quando tudo isso é dito e feito, nós temos que voltar ao fato de que a Missa não é para entreter as pessoas. Tal horizontalismo está fora de lugar. As pessoas não vão à Missa para admirar o pregador, ou o coro, ou os leitores. O movimento prioritário ou direção da Missa é vertical, em direção a Deus, não horizontal, um em direção ao outro. O que as pessoas necessitam é uma celebração cheia de fé, uma experiência espiritual que lhes chama a Deus e, portanto, também ao seu próximo. Como um subproduto, tal celebração vai capturar o interesse e a atenção das pessoas.

Também é útil observar que a repetição de fórmulas e símbolos da fé, ou de palavras e gestos familiares, não necessariamente tornam a celebração desinteressante. Isso importa, entretanto, até o ponto no qual essas fórmulas são compreendidas, daí a importância da catequese. Nas nossas vidas diárias, é desinteressante para nós repetir nossos nomes ou os nomes daqueles que amamos? Nós não amamos nosso hino nacional e o cantamos com piedade? Quanto mais quando isso tem a ver com nossa identidade Cristã!

Se ajuda repetir, eu posso lembrar que as celebrações litúrgicas permitem flexibilidade, que pode ser feita de acordo com normas aprovadas. A Redemptionis Sacramentum exorta o Bispo a não asfixiar as opções previstas pelas normas litúrgicas: "o Bispo deve ter sempre presente que não se impeça a liberdade prevista nas normas dos livros litúrgicos, adaptando a celebração, de modo inteligente, seja à igreja, seja ao grupo de fiéis, seja às circunstâncias pastorais, para que todo o rito sagrado universal esteja verdadeiramente acomodado ao caráter dos fiéis". (RS 21) É por essa razão que o Bispo faz bem em não ser tentado a introduzir restrições desnecessárias em sua diocese, como ordenar que apenas uma particular Oração Eucarística seja usada na Missa. A autoridade do Bispo nunca é mais firme do que quando ele a usa para garantir que as normas gerais que salvaguardam a tradição são observadas.

Um conselho geral sobre se a celebração litúrgica é interessante ou não é simplesmente celebrar com fé e devoção e de acordo com as normas aprovadas, e deixar o resto para a graça de Deus e para a cooperação das pessoas com ela.

8. Dança na Liturgia

Algumas pessoas querem introduzir dança na sagrada liturgia. A liturgia do Rito Latino nunca possuiu tal prática. Nós temos, portanto, que perguntar quem quer trazer a dança para comprovar o motivo pelo qual eles querem introduzi-la.

Se nós dizemos que a razão é tornar a Missa interessante, a resposta é aquela que acabamos de considerar. Nós vamos à Missa para cultuar a Deus, não para ver um espetáculo. Nós temos o salão paroquial e o teatro para shows.

Outros podem dizer que é bem-vinda alguma dança para expressar plenamente nossa oração, pois nós somos corpo e alma. A resposta é que a liturgia, de fato, aprecia gestos e posturas corporais, e cuidadosamente incorporou muitos deles, como ficar de pé, ajoelhar, genufletir, cantar e dar o sinal da paz. Mas o Rito Latino não inclui a dança.

Não é fácil para os dançarinos não chamar atenção para si. Apesar de algumas danças muito requintadas em algumas culturas poderem ajudar a elevar a mente, não é verdade que, para muitas pessoas, as danças são uma distração, em vez de ajuda à oração?

Danças facilmente apelam aos sentidos e tendem a insistir na necessidade de aprovação, diversão, desejo de repetição, e à premiação dos artistas com aplausos da platéia. É para experimentar isso que vamos à Missa? Nós não temos teatros e salões paroquiais, presumindo que a dança em questão é aceitável, que podem lugar para elas?

É verdade que em muitas partes da África e da Ásia pode haver um hábito cultural de um gracioso movimento corporal que, com o devido estudo e aprovação da Igreja local, pode ser aceito em uma celebração litúrgica. O rito Etíope possui conhecidos movimentos rítmicos graciosos e procissão para o Evangelho. O Rito Romano da Missa aprovado para a República Democrática do Congo possui movimentos de entrada similares.

Mas isso é muito diferente do que as pessoas na Europa ou América do Norte pensam quando o conceito de dança é evocado. Será que nós podemos culpar as pessoas que associam dança com Sábado à noite, baile, teatro ou, simplesmente, diversão inocente? Os livros litúrgicos aprovados pelos Bispos e pela Santa Sé para a Europa e América do Norte compreensivelmente não autorizam a importação da dança para a igreja, deixando apenas a celebração do Sacrifício Eucarístico. (veja o artigo no boletim oficial da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos: Notitiae 106-107, June-July 1975, pp. 202-205).

.................

Cardeal Francis Arinze responde: “Seu dicastério aprovou a dança litúrgica?”

Nunca houve documento da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos dizendo que a dança é permitida na missa.
O assunto da dança é difícil e delicado. De qualquer modo, é bom saber que a tradição da Igreja latina não conhece a dança. É algo que as pessoas introduziram nos últimos 10 ou 20 anos. Nem sempre foi assim. E agora isso está se espalhando como fogo em todos os continentes – uns mais, outros menos. No meu continente, a África, está se espalhando, bem como na Ásia.
Agora, alguns padres e leigos acham que a missa fica incompleta sem dança. O problema é: nós vamos à missa, em primeiro lugar, para adorar a Deus – é o que chamamos dimensão vertical. Não vamos à missa para entreter uns aos outros. Não é o objetivo da missa. Pra isso existe o salão paroquial.
Então, para os que querem nos entreter – depois da Missa, vamos ao salão paroquial e vocês podem dançar. E nós vamos aplaudir. Mas quando vamos à missa não vamos para aplaudir. Não vamos para observar ou admirar as pessoas. Queremos adorar a Deus, agradecer a Ele, pedir perdão pelos nossos pecados e pedir as coisas de que precisamos.
Não me interpretem mal, mas é que quando eu disse isso em outro lugar retrucaram “você é um bispo africano. Vocês, africanos, estão sempre dançando. Como é que você nos diz para não dançar?”
Um momento – nós, africanos, não ficamos dançando o tempo todo!
Além disso, existe uma diferença em relação aos que participam da procissão do ofertório. Eles trazem os dons, com alegria. Há um movimento do corpo para os lados. Eles trazem os dons para Deus. Isso é bom, de verdade. E o coro canta. Eles se movimentam um pouco, ninguém vai condenar isso. E quando você sai, se movimenta mais um pouco, e está tudo bem.
Mas quando você coloca, digamos, uma dançarina, eu preciso perguntar o que isso tem a ver. O que exatamente você pretende? E quando as pessoas acabam de dançar, na Missa, o resto aplaude – o que isso significa? Que nós gostamos. Que viemos pelo entretenimento. Façam de novo que gostamos. Mas então tem algo errado. Quando as pessoas aplaudem, tem algo errado – imediatamente. Uma dança terminou e eles aplaudem.
É possível que haja uma dança tão interessante que eleve as mentes para Deus, e assim eles estão rezando e adorando a Deus. Quando a dança termina, as pessoas ainda estão envolvidas na oração. Mas é esse o tipo de dança que temos visto? Perceba que não é fácil.
A maioria das danças feitas durante a Missa deviam ser feitas no salão paroquial – e algumas delas, nem mesmo no salão paroquial!
Em um lugar, não vou dizer qual, eu vi uma dança durante a missa que era ofensiva, quebrava as regras da teologia moral e da modéstia. Quem quer que tenha montado isso devia ter a cabeça lavada com um balde de água benta.
Por que fazer o povo de Deus sofrer tanto? Nós já não temos problemas suficientes? Só aos domingos, por uma hora, as pessoas vêm adorar a Deus. E vocês me vêm com uma dança! Vocês são tão pobres que não tenham nada mais para trazer? Que vergonha! É como eu penso.
Alguém pode dizer “ah, mas o Papa foi ao país tal e teve dança”. Espera um pouco: foi o Papa que planejou isso? Pobre Papa: ele vem, os outros planejam. E ele não sabe o que planejaram. Se alguém faz algo engraçado – o Papa é responsável por isso? Isso significa que a partir de agora está valendo? Eles mostraram isso pra nós na Congregação? Teríamos rejeitado! Se as pessoas querem dançar, elas sabem aonde ir.

Dança Liturgica: SALVE REGINA !!!!

Advertência do Cardeal Francis Arinze aos bispos asiáticos contra a falsa inculturação

O sempre atualizado blog "The new liturgical movement" traz hoje a notícia de que o Cardeal africano Francis Arinze, que atuou como prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, de 2002 a 2008, advertiu os bispos da Ásia, em uma homilia no dia 16 de agosto, contra certas idiosincrasias e falsas concepções de inculturação.... leia mais