Site dedicado à Devoção do Misericordioso Coração de Jesus, Doloroso e Imaculado Coração de Maria, Coração Virginal de São José, verdadeira Santa Igreja de Cristo e ao Motu Proprio SUMMORUM PONTIFICUM de S.S. Papa Bento XVI referente as Celebrações Liturgicas na Forma Extraordinária do Rito Romano ou Rito Dâmaso-Gregoriano, no Brasil e no mundo, promoção e divulgação do sacro Canto Gregoriano.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
REFLEXÃO: Os SANTOS e o CARNAVAL
The Saints and the Carnival
Los Santos y el Carnaval
SANCTI et Festum
Santa Faustina Kowalska diz: “Nestes dois últimos dias de carnaval, conheci um grande acúmulo de castigos e pecados. O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos nestes dias. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista” (Diário, 926).
São Francisco de Sales dizia: “O carnaval: tempo de minhas dores e aflições”. Naqueles dias, esse santo fazia o retiro espiritual para reparar as graves desordens e o procedimento licencioso de tantos cristãos.
Santa Catarina de Sena: referindo-se ao carnaval, exclamava entre soluços: “Oh! Que tempo diabólico!”
São Carlos Borromeu: jamais podia compreender como os cristãos podiam conservar este perniciosíssimo costume do paganismo.
Santo Afonso de Ligório: No carnaval, imaginai quanto o divino Redentor deve ficar aflito neste tempo em que são cometidos milhares de pecados de toda a espécie, por toda a condição de pessoas, e quiçá por pessoas que lhe estão consagradas. Jesus Cristo não é mais suscetível de dor; mas, se ainda pudesse sofrer, havia de morrer nestes dias desgraçados e havia de morrer tantas vezes quantas são as ofensas que lhe são feitas. É por isso que os santos, a fim de desagravarem o Senhor de tantos ultrajes, aplicavam-se no tempo de carnaval, de modo especial, ao recolhimento, à penitência, à oração, e multiplicavam os atos de amor, de adoração e de louvor para com o seu Bem-Amado.
Santa Maria Madalena de Pazzi: No tempo do carnaval, passava as noites inteiras diante do Santíssimo Sacramento, oferecendo a Deus o sangue de Jesus Cristo pelos pobres pecadores. O Bem-aventurado Henrique Suso guardava um jejum rigoroso a fim de expiar as intemperanças cometidas.
—————————————————-
“Numa palavra, todos os santos, porque amaram a Jesus Cristo, esforçaram-se por santificar o mais possível o tempo de carnaval. Meu irmão, se amas também este Redentor amabilíssimo, imita os santos. Se não podes fazer mais, procura ao menos ficar, mais do que em outros tempos, na presença de Jesus Sacramentado ou bem recolhido em tua casa, aos pés de Jesus crucificado, para chorar as muitas ofensas que lhe são feitas. O meio para adquirires um tesouro imenso de méritos e obteres do céu as graças mais assinaladas, é seres fiel a Jesus Cristo em sua pobreza e fazer-lhe companhia neste tempo em que é mais abandonado pelo mundo. Como Jesus agradece e retribui as orações e os obséquios que nestes dias de carnaval lhe são oferecidos pelas suas almas prediletas!”
(LIGÓRIO, Afonso Maria - Meditações).
REFLEXÃO BÍBLICA: A Tradição Religiosa sempre deve atender a Vontade Divina
BIBLICAL REFLECTION: The Religious Tradition must always meet the Divine Will. Reflexión Bíblica: La tradición religiosa siempre debe cumplir con la Voluntad Divina. Biblica IMAGO: religiosus Traditio semper obviam divinae
-----------------------------------xxxxxxxxxxxxx-----------------------------
Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos (7,4-9):
4. Ao voltar da praça, eles não comem sem tomar banho. E seguem muitos outros costumes que receberam por tradição: a maneira certa de lavar copos, jarras e vasilhas de cobre.
5. Os fariseus e os mestres da Lei perguntaram então a Jesus: "Por que os teus discípulos não seguem a tradição dos antigos, mas comem o pão sem lavar as mãos?"
6. Jesus respondeu: "Bem profetizou Isaías a vosso respeito, hipócritas, como está escrito: ‘Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim.
7. De nada adianta o culto que me prestam, pois as doutrinas que ensinam são preceitos humanos'.
8. Vós abandonais o mandamento de Deus para seguir a tradição dos homens".
9. E dizia-lhes: "Vós sabeis muito bem como anular o mandamento de Deus, a fim de guardar as vossas tradições.
Diferença entre "canto litúrgico-sagrado" e "canto religioso"
Difference between "liturgical chant" and "religious song"
Diferencia entre el "canto litúrgico" y "canto religioso"
Differentia inter "liturgicis cantus" et "religionis canticum"
É preciso distinguir a diferença que existe entre música liturgia e música religiosa. Faz-se necessário considerar que uma música religiosa, por melhor que seja não serve para o uso litúrgico, mas foi composta para outra finalidade. São aquelas músicas que procuram expressar o sentimento religioso dos fiéis, mas não têm lugar na liturgia sagrada. Elas servem para encontros, exercícios de piedade, etc.
Na música religiosa podemos encontrar cantos para encontros, para reuniões de grupos de rua, cantos para grupos de oração, etc. Também não se deve nutrir pré-conceito a respeito da música religiosa. Ela tem seu valor na vivência cristã. Pelo fato de não serem adequadas para liturgia não significa que não tem sua importância no sentimento religioso de nosso povo.
Porém, não podemos cair no erro de acharmos que temos o direito de colocá-las forçosamente na liturgia da Sancta Missa só porque são bonitas e animadas e por conta disto desprezarmos a música litúrgica. Cada canto no seu lugar.
Não temos o direito de ignorar as regras litúrgicas e as orientações do Magistério da Igreja.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Ladainha de Nossa Senhora
Litany of the Virgin Mary
Letanía de la Virgen María
Litaniae Beatae Virginis Mariae
O Significado do Lençol dobrado a parte, que cobria a Cabeça de Nosso Senhor no Sepulcro, depois de Sua Ressurreição.
The Meaning of the part folded Sheet, which covered the head of Our Lord in the Sepulchre, after His Resurrection
El significado de la hoja de la parte doblada, que cubría la cabeza de Nuestro Señor en el sepulcro, después de Su Resurrección
Ex significatione Col molestie quam in operuit caput sepulchri Domini nostri post resurrectionem
Evangelho segundo São João (20, 6-7): 6. Então Pedro, que vinha atrás, chegou também e entrou no túmulo. Viu os panos de linho estendidos no chão 7. e o sudário que tinha sido usado para cobrir a cabeça de Jesus. Mas o sudário não estava, com os panos de linho, no chão; estava enrolado num lugar à parte.
Poucas pessoas nunca haviam detido a atenção a esse detalhe. Para poder entender a significância do lenço dobrado se faz necessário que entendamos um pouco a respeito da tradição Hebraica daquela época. O lenço dobrado tem que a ver com o Amo e o Servo, e todo menino Judeu conhecia essa tradição. Quando o Servo colocava a mesa de jantar para o seu Amo, ele buscava ter certeza em fazê-lo exatamente da maneira que seu Amo queria.
A mesa era colocada perfeitamente, e o Servo esperava, fora da visão do Amo, até que o mesmo terminasse a refeição. O Servo não podia se atrever, nunca, a tocar na mesa antes que o Amo tivesse terminado a sua refeição. Diz a tradição que: ao terminar a refeição, o Amo se levantava, limpava os dedos, a boca e sua barba, e embolava o lenço e o jogava sobre a mesa.
Naquele tempo o lenço embolado queria dizer: "Eu terminei". No entanto, se o Amo se levantasse e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato, o Servo jamais ousaria tocar na mesa porque, o lenço dobrado queria dizer: "EU VOLTAREI!"
domingo, 5 de fevereiro de 2012
A Ignorância Espiritual na época Pós-Conciliar
Spiritual Catholic Ignorance in the Post-Conciliar Time
La Ignorancia Espiritual Católica na Época Pós-conciliar
Spiritualis Ignorantia Catholica in tempore Post Concilium
Uma vida espiritual completamente alienada. Os aspectos externos da crise que atingiu a fé católica não são melhores que as disposições internas a que foram induzidos os pobres fiéis. Não apenas o combate aos inimigos externos ficou enfraquecido, como também fomos direcionados criminosamente à uma prática superficial da liturgia, pelos próprios eclesiásticos em desobediência ao vaticano.
O Catecismo nos ensinou que os inimigos da salvação de nossa alma, são: o demônio, o mundo e a carne. Hoje, não detectamos na fase pós-conciliar, qual o fiel que aprende isto na maioria absoluta das paróquias mundiais. Não ouvimos os padres falar em penitência e mortificação, paraíso e inferno, ou salvação e condenação. Nem bispos que rezam o terço diariamente. Quantos preferem morrer a pecar mortalmente?
O discurso dos nossos eclesiásticos tornou-se secularizado. O Papa João XXIII equivocadamente abriu a Igreja ao ar puro vindo do “mundo”, tornando mundanos os homens de igreja. Desta forma, fundamentou-se a teologia da libertação, ou melhor, da escravidão comunista, tão utilizada nos discursos eclesiásticos demagógicos, que prega descaradamente o materialismo. O Pentecostalismo criou os carismáticos que pregam a cura e a libertação dos males, sob o mais forte sentimentalismo e histerismo, apoiado por presbíteros. Sem falar nas homilias sobre futebol e comentários sobre novelas da televisão. Assim, é que os fiéis são instruídos na Santa Missa e saem da igreja sem aprender a sublime doutrina católica.
Como saciaremos a sede pelos santos ensinamentos na igreja. No mundo é que não saciaremos, e seremos arrastados pelo que é contrário ao Evangelho, nos tornando mundanos, ou então, seduzidos por alguma seita.
Não somente a secularização é um mal gravíssimo, a excessiva exaltação da misericórdia de Deus, em total detrimento de Sua justiça, conduz a uma confusão enorme as almas despreparadas. Certamente que Deus é infinitamente misericordioso, mas a Sua misericórdia é para os que a buscam a Contrição Perfeita com sincero arrependimento de suas faltas. Pregar a misericórdia de Deus sem mencionar a necessidade do arrependimento, da penitência, da mortificação, do propósito de mudança de vida, é trair os ensinamentos evangélicos.
Há clérigos assassinos de almas que proferem discursos adocicados, falseadores da verdade, condenando as almas à impenitência final. Pois, não lhes instigam a abominação ao pecado, senão a complacência por suas próprias debilidades. Muito bem fazem às almas os bons e santos sacerdotes que alertam os fiéis sobre os riscos da perdição eterna das almas, piedosamente pregando a necessidade do arrependimento e da penitência, abrindo-lhes os olhos sobre o maior perigo.
Há bispos e cardeais que não crêem no Demônio.
Desta forma, o resultado não poderia ser menos desastroso pelo Clero Modernista. A complacência para com os pecados levam às péssimas confissões. Quem nunca experimentou confessar um pecado mortal e ser obrigado a ouvir do sacerdote um “belíssimo” discurso tentando nos induzir a crer que nossas faltas não são na realidade tão graves? Ou, então, ouvir aquila maldita frase, “não se preocupe, meu filho, eu também faço isso!”.
Mas o mal que o clero podre faz aos fiéis não se limita à moral, mas se estende também à doutrina e à liturgia. Quantas pessoas não são confundidas pela péssima doutrina de padres que não aprenderam, no seminário, a verdadeira doutrina católica? E quantos fiéis atualmente não ficaram privados da Missa Gregoriana por conta dos caprichos de um bispo que se julga no direito de não aplicar as determinações da Carta Apostólica Motu Proprio SUMMORUM PONTIFICUM?
Rezemos aos Sagrados Corações de JESUS e MARIA, pois as Catacumbas estão voltando. O governo comunista da Corea do Norte descobriu em 2012, 10 igrejas católicas subterrâneas que celebravam a Santa Missa.
Assinar:
Postagens (Atom)


