"There will be a Pope elected, canonically, which cause great schism. There will be diverse thoughts preached which will cause doubts, even in different orders, making them with those heretics which will cause division in my Religious Order. So there will be such a universal dissension and persecution that those days were not shortened even the elect would be lost. "
Site dedicado à Devoção do Misericordioso Coração de Jesus, Doloroso e Imaculado Coração de Maria, Coração Virginal de São José, verdadeira Santa Igreja de Cristo e ao Motu Proprio SUMMORUM PONTIFICUM de S.S. Papa Bento XVI referente as Celebrações Liturgicas na Forma Extraordinária do Rito Romano ou Rito Dâmaso-Gregoriano, no Brasil e no mundo, promoção e divulgação do sacro Canto Gregoriano.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
anti-Papa ou anti-CRISTO: São Francisco de Assis – Profecia 1225 DC
“Haverá um Papa eleito não canonicamente que causará grande cisma, haverá pensamentos disversificados sendo pregados que causará muitos, até mesmo os de diferentes ordens, a duvidar, até mesmo, concordar com aqueles heréticos que vão causar divisão na minha Ordem, então haverá lá uma tal dissenção e perseguição universal que se aqueles dias não fossem abreviados até mesmo os eleitos seriam perdidos.”
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
O Corpo que ela criou...
The body that she created...
El cuerpo que se creó...
Corpus quod creavit....
Amados irmãos, considerai, colocai na balança, suplico-vos, ó como devemos ser agradecidos à bem-aventurada Mãe de Deus, e quantas ações de graças devemos prestar-lhe junto a Deus, por este grande bem.
Pois o Corpo de Cristo gerado por ela, e levado em seu seio, este corpo que ela envolveu em panos e cueiros, que ela aleitou com materna solicitude, é o mesmo Corpo que nós recebemos no altar. No sacramento da nossa redenção, é este Sangue que bebemos. Eis o que a fé católica nos revela e a Santa Igreja nos ensina.
Não, não existe palavra humana capaz de louvar dignamente aquela escolhida pelo Medianeiro de Deus e dos homens como sendo a carne que geraria a Sua carne. Qualquer honra que possamos atribuir-lhe, estaria abaixo de seus méritos, pois foi ela a preparar, de suas castas entranhas, a carne imaculada, alimento das almas...
São Pedro Damião (1007-1072)
sábado, 18 de fevereiro de 2012
O carnaval por Santa Margarida Alacoque
Carnival by St. Margaret Alacoque
Carnaval per el Santa Margarita de Alacoque
Festum secundum S. Margarita Alacoque
"Era dos últimos dias de carnaval; toda a galharda juventude da aldeia entregava-se a alegres folguedos. Enquanto reboavam na praça publica o canto e a música, propôs-lhe o irmão que se permutassem as roupas e se mascarassem. Margarida, que ainda não tinha completado cinco anos, opôs-se terminantemente e afastou-se do irmão, dizendo que aquilo podia ofender a Deus.
A esta delicadeza de consciência unia um amor ardente pela oração e pela solidão, e precoces instintos de penitencia, tais que enchiam de maravilha a quantos a rodeavam. Rezar e sofrer eram as supremas aspirações da sua alma virgem." (A Esposa do Sagrado Coração de Jesus - História da sua Vida - P. Beltrami - 2ª ed. brasileira)
Numa noite de carnaval vestiu-se luxuosamente para tomar parte num festim, ao qual muitas das suas companheiras a haviam convidado. De volta, quando estava para se deitar, apareceu-lhe Jesus no mistério doloroso da sua flagelação, todo desfigurado pelos açoites, com o corpo ensanguentado, o semblante pálido e macilento, os lábios crestados pela sede e os divinos olhos cheios de lágrimas; e, depois de a haver fitado com olhar severo: «Filha cruel, disse-lhe, vê a que estado me reduziram as tuas vaidades! Tu estás perdendo um tempo infinitamente precioso de que deve-verás prestar rigorosas contas; atraiçoas-me e me persegues, depois de eu te haver dado tantas provas do meu amor». (A Esposa do Sagrado Coração de Jesus - História da sua Vida - P. Beltrami - 2ª ed. brasileira)
"Certa vez, em tempo de Carnaval... Ele (Jesus) se me apresentou na figura de um ECCE HOMO (“Eis aqui o homem” Jo 19,5), carregando sua Cruz, todo coberto de chagas e contusões e brotando, de todo o seu corpo, seu Sangue adorável. Com uma voz dolorosamente triste, dizia:"Não haverá ninguém que tenha piedade de Mim e queira compadecer-se e tomar parte em minha dor vendo o lastimoso estado em que Me põem os pecadores, sobretudo neste tempo de Carnaval?" Prostrando-me aos seus sagrados pés, ofereci-me a Ele, com lágrimas e suspiros. Colocou sobre os meus ombros aquela pesada Cruz , toda eriçada de pontas de pregos, e sentindo-me sucumbida sob o seu peso, comecei a compreender melhor a gravidade e malícia do pecado, a qual sentia tão vivamente no meu coração, que teria preferido mil vezes precipitar-me no Inferno a cometer voluntariamente um único pecado. “Maldito pecado – disse – que detestável és, pela injúria que fazes a meu soberano Bem!” (Santa Margarida Maria, Autobiografia, capítulo 9)
“Parecia-me que me cravavam em uma cruz dolorosíssima, na qual sofri tanto que dificilmente poderia explicar e nem conhecia a mim mesma, sobretudo nos três últimos dias de Carnaval, nos quais acreditei que estava próximo o meu fim.” (Carta de Santa Margarida Maria à Madre Saumaise – n° 62 – em Março de 1687)
“Meus sofrimentos são tais que acreditava que ia morrer em cada momento, embora já tivessem sido anunciados por este caritativo Coração. Creio que me fez o seguinte pedido: ‘Se queria acompanhá-Lo na Cruz durante este tempo (de Carnaval) em que está tão abandonado pelo empenho que todos tem de divertir-se, e pelas amarguras que me faria sentir, poderia eu, em algum modo, suavizar as que os pecadores derramam sem cessar em seu Sagrado Coração; que devia, sem cessar, gemer com Ele para alcançar misericórdia, a fim de que os pecados não chegassem ao cúmulo, e Deus perdoasse os pecadores pelo amor que tem a este amável Coração, que não cessa de consumir-Se pelo amor que tem aos homens.” (Carta 97 de Santa Margarida Maria à Madre Saumaise)
“Durante os três dias de Carnaval, queria fazer-me em pedaços para reparar os ultrajes que fazem sofrer os pecadores à Sua Divina Majestade; e enquanto me era possível, os passava jejuando a pão e água, dando aos pobres o que recebia para meu alimento.” (Santa Margarida Maria, Escritos Autobiográficos – Tejada SJ – 2ª Edição, p.99).
“Meu Reverendo Padre: Nosso soberano Dono Se dignou infundir-me muito consolo com a leitura de vossa carta, depois de ter-me proibido de lê-la por muito tempo, por causa de certo impulso demasiado impetuoso que me tinha vindo de buscar nela consolo no sensível e doloroso estado de sofrimento em que Ele me havia colocado durante o Carnaval. Ofendem-No e O abandonam tantos pecadores! Parece-me que de tal modo é este o meu tempo de dor e amargura que não posso ver nem gostar de outra coisa do que ao meu Jesus sofredor e abandonado. Compadeço-me de Suas dores e penetra-me tão vivamente com elas o Seu Coração adorável que não conheço mais a mim mesma.” (Carta 135. de 17/1/1690, o.cit. pg. 471).
Agradecimentos ao blog almasdevotas.blogspot.com
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Eu não vos prometo a felicidade neste mundo, mas no outro
I do not promise you happiness in this world, but on the other
Yo no le prometo la felicidad en este mundo, pero por el outro
Promitto tibi non felicitatem huius saeculi, sed alia
No dia 18 de fevereiro, a Senhora se dirige a Bernadete: "Teríeis a bondade de vir aqui durante quinze dias?" Radiante de alegria, a pequena aceita e a Senhora continua: "Eu não prometo fazer-vos feliz neste mundo, mas sim, no outro." No dia 21, Bernadete teve que atravessar uma verdadeira multidão para chegar à gruta. Lá estava a Senhora, o rosto triste, o olhar longínquo; ela volta o rosto para Bernadete e diz-lhe: "Rezai a Deus pelos pecadores". Já, no dia 24, Bernadete, em lágrimas, não pôde deixar de repetir à multidão a recomendação dada pela Senhora, resuindo-a numa única palavra: "Penitência! Penitência! Penitência!". Em 25 de fevereiro: Bernadete se acerca da gruta de joelhos. A Senhora, que já a aguardava, falou: "Ide beber na fonte e lavai-vos com a sua água." Bernadete cava com os dedos a areia amontoada. Da rocha profunda, uma nascente surgiu, encontrando o caminho que a levou às mãos da menina. Bernadete absorveu os primeiros goles daquela água, ainda lodosa, e molhou o delicado rosto. A nascente, logo se transformaria em fonte inesgotável, divino instrumento de inúmeras e admiráveis curas.
(Dom Antonio Maria osb, Abade de Clairval)
Ela me apresentou duas Coroas (São Maximiliano Kolbe)
She introduced me to two Crowns
Ella me presentó a dos Coronas
Illa introduxit me ad duo Diademata
O Padre Maximiliano Kolbe nasceu em Zdunska Wola (Polônia) a 8 de janeiro de 1894. Sua família era extremamente pobre, mas profundamente devota. Ele, porém, comportava-se de forma buliçosa, turbulenta, até o dia em que a mãe escreveu-lhe as seguintes palavras: "Meu pobre menino, o que será de você?". Esta pergunta o deixou transtornado.
A seguir, um fato extraordinário e fundamental aconteceu, conforme relatou ele para a mãe: "Eu rezei muito para a Virgem Santíssima pedindo que me dissesse o que seria do meu futuro. Então, ela me apareceu, portando duas coroas nas mãos: uma branca, a outra vermelha. Olhando-me, amorosamente, ela me propôs as duas. A branca significa que serei sempre puro, e a vermelha, que serei mártir. Eu aceitei as duas!"
Franciscano conventual desde 1907, fundou a Milícia da Imaculada (16-10-1917), associação destinada ao apostolado católico e mariano. Instalou uma tipografia católica e editou a revista mariana Cavaleiro da Imaculada, que alcançou a significativa tiragem de um milhão de exemplares. Chegou a instalar uma emissora de rádio e a estender suas atividades apostólicas até o Japão: entre 1930 e 1936 foi missionário em Nagasaki.
Durante a Segunda Guerra Mundial deu abrigo a muitos refugiados, incluindo cerca de 2000 judeus. Em 17 de fevereiro de 1941, foi preso pela Gestapo, junto a outros quatro frades- pois os nazistas temiam a sua influência na Polônia-, e levado para a prisão de Pawiak, em Varsóvia. Lá, foi violentamente espancado por ser religioso e padre. Para as crianças que ficaram em Niepokalanow (cidade da Imaculada), ele escreveu: "A dulcíssima e Imaculada Mãe sempre nos envolveu com sua ternura e sempre tomará conta de nós. Deixemo-nos conduzir por ela, de forma cada vez mais perfeita e a seu bel-prazer, a fim de que, cumprindo nossos deveres até o fim, possamos, por amor, salvar muitas almas." Alguns dias mais tarde, Padre Maximiliano Kolbe é transferido para o campo de concentração de Auschwitz. No dia 14 de agosto de 1941, ele ofereceu a sua vida para salvar a de um companheiro do campo.
Trancado com outros dez, numa cela onde morreriam todos de fome, após dez dias passados em oração, ainda foi encontrado com vida pelos carcereiros que o mataram com uma injeção de ácido fênico. Seu corpo foi cremado e suas cinzas espalhadas pelo campo, misturando-se às cinzas de quase três milhões de outras vítimas do ódio nazista contra a humanidade. Foi o mártir do amor, no oceano de ódio que invadiu a sociedade humana.
Num texto anterior à sua morte, Pe. Kolbe tinha escrito quase uma profecia: "Desejo ser pó para a glória da Mãe Imaculada e de Deus Pai. Possa o vento levar este pó pelo mundo afora, a fim de que nada permaneça de mim. Assim, o sacrifício para Maria Imaculada será completo." Também já tinha escrito: "Somente com o sofrimento se aprende verdadeiramente o amor. Com o sofrimento e a perseguição, não somente seremos santos, mas levaremos também os nossos perseguidores a Deus."
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Tua carta sensibilizou meu coração de Mãe
Your letter touched my heart with Mother
Tu carta me llegó al corazón con la Madre
Litteras tetigit cor cum Mater
Em 1876, em Pellevoisin, na França, Estela Faguette encontrava-se enferma, e tratava-se de uma doença sem cura. Ela, então, escreve uma carta a Maria e a coloca próxima de uma de suas estátuas:
"Ó minha bondosa Mãe, eis-me, uma vez mais, prostrada aos vossos pés. Não podeis recusar-me o vosso socorro. Não podeis esquecer que sou vossa filha e que muito vos amo. Fazei, pois, que por vossa intercessão, vosso divino Filho me conceda a saúde ao meu pobre corpo para a sua glória. Olhai para a dor de meus pais: vós bem sabeis que eles só têm a mim como ajuda e arrimo."
Como resposta, Maria apareceu-lhe 15 vezes, a partir do dia 14 de fevereiro, e obteve-lhe a cura; "Eu sou a Mãe misericordiosa e mestra de meu Filho. Tuas boas ações e fervorosas orações tocaram o meu coração de Mãe e, entre outras atitudes, sensibilizou-me esta carta que escreveste no mês de setembro. O que mais me comoveu foi esta frase: 'imaginai a dor dos meus pais se eu vier a lhes faltar. Eles estão prestes a mendigar por comida, por um pedaço de pão. Lembrai-vos, então, o quanto sofrestes quando Jesus, vosso Filho, foi estendido na Cruz'. Eu mostrei esta carta a meu Filho; teus pais precisam de ti."
(França. Pellevoisin, Nossa Senhora das Rosas (1876))
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Nossa Senhora apareceu na Rússia
Our Lady appeared in Russia
Nuestra Señora se le apareció en Rusia
Domina apparuit in Russia
Chamaste-me, aqui estou..
Maria apareceu na Rússia para levar apoio a seus filhos, vítimas da violenta perseguição.
Quando tinha 19 anos, Josyp Terelya foi preso, na Ucrânia, devido à sua declarada resistência anticomunista. Durante a repressão instaurada em 1959 por Khrouchtvev, ele foi confinado em diversos campos. No dia 12 de fevereiro de 1970, estava encarcerado a 165 quilômetros a nordeste de Moscou.
Retido na prisão de Vladimir, a Virgem Maria lhe apareceu pela primeira vez: "Era noite, e ele orava, ajoelhado, quando sentiu 'um calor fora do comum' afluir a seu corpo. Estando na gélida cela, compreendeu que não se tratava apenas de ilusão: 'Deves aprender a esquecer aqueles que mais te perseguiram. Eu estarei sempre contigo. A paz só aparece onde existe a justiça. Reza por teus inimigos. Nenhum mal te atingirá.'"
Dois anos mais tarde, no dia 12 de fevereiro de 1972, aconteceu a segunda aparição de Maria a Josyp Terelya, em meio a condições trágicas:
"A temperatura externa era de 20º negativos. O gelo recobria os muros de sua cela, que estava exposta ao vento, pois fora condenado a morrer de frio. Sem as vestimentas próprias para o inverno, que lhe haviam sido tiradas, sentia-se mais e mais paralisado. De súbito, um calor se espalhou pela cela: 'Eu senti o contato de suave da mão feminina.' Ele abriu os olhos e deparou com a Virgem Santa.
Maria lhe disse: 'Tu me chamaste, aqui estou. Não acreditas que seja eu. Mas, é verdade, eu sou a Virgem Maria. Chamaste-me em tuas orações diárias e eu vim a ti.' Subitamente, o corpo de Josyp, recuperou o calor natural. 'Tu não sairás desta prisão tão cedo, pois fizeste apenas a metade do teu caminho; mas não te inquietes, pois eu estarei sempre contigo. Ainda tens muitos anos de prisão e muito sofrimento diante de ti.'
Maria continuou: 'Os Ucranianos também deverão se arrepender. Sois um povo desafortunado porque não vos amais uns aos outros. Este sentimento é mínimo entre vós. Consagrais vossas forças, as melhores, a objetivos ímpios... Reza ao Cristo Rei e trabalha para a conversão da Rússia. Não perde a tua fé. O mundo se mantém frio e sem alma, como antes do dilúvio' " (Yves Chiron, op. cit., pp. 281 e s.)
De fato, assim como a Virgem Maria havia predito, Josyp Terelya só foi liberado em 1976, e, um ano mais tarde, foi preso novamente, sendo liberado, definitivamente, no dia 5 de fevereiro de 1987. Evidentemente, para a KGB, tratava-se de um caso típico de superstição religiosa. Enfim, a Perestroika de Gorbatchev permitiu que ele e outros videntes tivessem acesso à paz social, permitindo-lhes que vivessem em oração para a conversão da Rússia tal como ela se caracteriza nestes inícios do século XXI.
(Fonte: Trecho de "Maria, de coração a coração" de Padre Jacques Ravanel. Imprensa da Renascença.)
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
A Consagração da França à Maria
The Consecration of France to Mary
La Consagración a María de Francia Consecrationem de Gallia ad Maria
Em 1636, a Virgem Santíssima solicitara à Irmã Anne-Marie de Jesus Crucificado - religiosa estigmatizada, a qual o Cardeal de Richelieu tinha em grande estima -, que a França lhe fosse consagrada. No ano seguinte, o Rei Luis XIII, "guardando segredo em seu coração", consagra a sua pessoa e o seu reino a Maria e, acompanhado da rainha Ana da Áustria, na ânsia de ter um filho, multiplica suas orações e peregrinações a fim de obter o herdeiro tão esperado durante 22 anos.
A Mãe de Deus dá-lhe a sua resposta, aparecendo a uma religiosa do convento de Nossa Senhora das Vitórias, junto à Igreja - esta, justamente edificada pelo Rei -, e pede que três novenas sejam seguidas; uma a Nossa Senhora de Cotignac, na Provence, outra a Nossa Senhora de Paris e a terceira a Nossa Senhora das Vitórias.
O caráter sobrenatural dos fatos é logo reconhecido, e a Rainha toma conhecimento do ocorrido. O religioso, Irmão Fiacre, segue as três novenas, finalizando-as em 5 de dezembro. Exatamente nove meses mais tarde, nasce Louis XIV, e o nome recebido no batismo foi "Louis Dieudonné" (Luís, dado por Deus).
Desde que a rainha tem certeza de que está grávida, no dia 10 de fevereiro de 1638, Louis XVI, sem aguardar o nascimento da criança, para saber se era menino ou menina, publica o Edito oficial, no qual consagra, solenemente, a França a Maria.
Luís XIII cuida com zelo vigilante para que o Edito de 10 de fevereiro de 1638, que visa a consagrar oficialmente a França a Maria, seja registrado pelo Parlamento como um ato de autoridade soberana. Ele instaura, a cada 15 de agosto, uma procissão comemorativa da festa da Assunção, saindo das Igrejas de todas as dioceses do Reino.
"Tantas graças evidentes fazem com que nos sintamos obrigados a nos consagrar à grandeza de Deus, por meio de seu Filho que desceu até nós, e a este Filho, que por meio de sua Mãe foi erguido até Ele. Nós nos colocamos sob a proteção desta Mãe Santíssima. Sob o seu amparo colocamos, igualmente, o nosso Estado, a coroa e todos os nossos súditos. Nossas mãos, não sendo suficientemente puras para apresentar as oferendas à própria Pureza, acreditamos que aquelas que foram dignas de levá-las, serão capazes de torná-las hóstias agradáveis e o que é bem compreensível, que, tendo sido a medianeira destas mercês, seja ela medianeira de nossas ações de graças."
La Consagración a María de Francia
Consecrationem de Gallia ad Maria
Em 1636, a Virgem Santíssima solicitara à Irmã Anne-Marie de Jesus Crucificado - religiosa estigmatizada, a qual o Cardeal de Richelieu tinha em grande estima -, que a França lhe fosse consagrada. No ano seguinte, o Rei Luis XIII, "guardando segredo em seu coração", consagra a sua pessoa e o seu reino a Maria e, acompanhado da rainha Ana da Áustria, na ânsia de ter um filho, multiplica suas orações e peregrinações a fim de obter o herdeiro tão esperado durante 22 anos.
A Mãe de Deus dá-lhe a sua resposta, aparecendo a uma religiosa do convento de Nossa Senhora das Vitórias, junto à Igreja - esta, justamente edificada pelo Rei -, e pede que três novenas sejam seguidas; uma a Nossa Senhora de Cotignac, na Provence, outra a Nossa Senhora de Paris e a terceira a Nossa Senhora das Vitórias.
O caráter sobrenatural dos fatos é logo reconhecido, e a Rainha toma conhecimento do ocorrido. O religioso, Irmão Fiacre, segue as três novenas, finalizando-as em 5 de dezembro. Exatamente nove meses mais tarde, nasce Louis XIV, e o nome recebido no batismo foi "Louis Dieudonné" (Luís, dado por Deus).
Desde que a rainha tem certeza de que está grávida, no dia 10 de fevereiro de 1638, Louis XVI, sem aguardar o nascimento da criança, para saber se era menino ou menina, publica o Edito oficial, no qual consagra, solenemente, a França a Maria.
Luís XIII cuida com zelo vigilante para que o Edito de 10 de fevereiro de 1638, que visa a consagrar oficialmente a França a Maria, seja registrado pelo Parlamento como um ato de autoridade soberana. Ele instaura, a cada 15 de agosto, uma procissão comemorativa da festa da Assunção, saindo das Igrejas de todas as dioceses do Reino.
"Tantas graças evidentes fazem com que nos sintamos obrigados a nos consagrar à grandeza de Deus, por meio de seu Filho que desceu até nós, e a este Filho, que por meio de sua Mãe foi erguido até Ele. Nós nos colocamos sob a proteção desta Mãe Santíssima. Sob o seu amparo colocamos, igualmente, o nosso Estado, a coroa e todos os nossos súditos. Nossas mãos, não sendo suficientemente puras para apresentar as oferendas à própria Pureza, acreditamos que aquelas que foram dignas de levá-las, serão capazes de torná-las hóstias agradáveis e o que é bem compreensível, que, tendo sido a medianeira destas mercês, seja ela medianeira de nossas ações de graças."
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