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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

AS SETE DORES DE MARIA SANTÍSSIMA !!!



Em revelações à Santa Brígida, Nossa Senhora prometeu conceder Sete Graças a quem rezar, todos os dias, Sete Ave-Marias em honra das suas Dores e Lágrimas.
Com aprovação Eclesiástica

Eis as Promessas:
  1. Porei a paz em suas Famílias.
  2. Serão iluminados sobre os Divinos Mistérios.
  3. Consolá-los-ei em suas penas e acompanhá-los-ei nas suas aflições.
  4. Conceder-lhes-ei tudo o que me peçam contanto que não se oponha à vontade adorável do Meu Divino Filho e à santificação das suas almas.
  5. Defendê-los-ei nos combates espirituais contra o inimigo infernal e protegê-los-ei em todos os instantes da vida.
  6. Obtive do Meu Filho que, os que propaguem esta devoção (às minhas lágrimas e Dores) sejam transladados desta vida terrena à felicidade eterna, diretamente, pois ser-lhes-ão apagados todos os seus pecados e o Meu Filho e Eu seremos a sua eterna consolação e alegria.


Oração Inicial:
Virgem dolorosíssima, seríamos ingratos, se não nos esforçássemos em promover a memória e o culto de vossas dores, vosso Divino Filho tem vinculado à devoção de vossas dores, particulares graças para uma sincera penitência, oportunos auxílios e socorros em todas as necessidades e perigos. Alcançai-nos, Senhora, de vosso Divino Filho, pelos Méritos de vossas Dores e lágrimas, a graça .....
Creio, Pai-Nosso, Ave-Maria em honra a Santíssima Trindade.

1ª Dor:
Pela dor que sofrestes ao ouvir a profecia de Simeão, de que uma espada transpassaria o vosso Coração, Mãe de Deus, ouvi a nossa prece!
Ave Maria...

2ª Dor:
Pela dor que sofrestes quando fugistes para o Egito, apertando ao peito virginal o Menino Jesus, para salvar das fúrias do ímpio Herodes, Virgem Imaculada, ouvi a nossa prece!
Ave Maria...

3ª Dor:
Pela dor que sofrestes quando da perda do Menino Jesus por três dias, Santíssima Senhora, ouvi a nossa prece!
Ave Maria...

4ª Dor:
Pela dor que sofrestes quando viste o querido Jesus com a Cruz ao ombro, a caminho do calvário, virgem Mãe das Dores, ouvi a nossa prece!
Ave Maria ....

5ª Dor:
Pela dor que sofrestes quando assististes à morte de Jesus, crucificado entre dois ladrões, Mãe da Divina graça, ouvi a nossa prece!
Ave Maria ....

6ª Dor:
Pela dor que sofrestes quando recebestes em vossos braços o corpo inanimado de Jesus, descido da Cruz, Mãe dos Pecadores, ouvi a nossa prece!
Ave Maria...

7ª Dor:
Pela dor que sofrestes quando o Corpo de Jesus foi depositado no sepulcro, ficando vós, na mais triste solidão, Senhora de todos os povos, ouvi a nossa prece!
Ave Maria ....

Oração Final:
Daí-nos Senhora, a graça de compreender o oceano de angústias que fizeram de vós a “Mãe das Dores”, para que possamos participar de vossos sofrimentos e vos consolemos pelo nosso amor e nossa fidelidade. Choramos convosco, ó Rainha dos mártires, na esperança de ter a felicidade de um dia nos alegrarmos convosco no céu.
Amém.



O Terço das Sete Dores da Virgem Maria.

Início:
D- Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
R- Amém!
D- Nós vos louvamos, Senhor, e vos bendizemos!
R- Porque associastes a Virgem Maria à obra da salvação.
D- Nós contemplamos vossas Dores, ó mãe de Deus!
R- E vos seguimos no caminho da fé!

Oração Inicial:
Virgem Dolorosíssima, seríamos ingratos se não nos esforçássemos em promover a memória e o culto de vossas Dores, particulares graças para uma sincera penitência, oportunos auxílios e socorros em todas as necessidades e perigos. Alcançai-nos Senhora, de Vosso Divino Filho, pelos méritos de Vossas Dores e lágrimas, a seguinte graça...(pedir a graça)

1ª Dor - Profecia de Simeão
Simeão os abençoou e disse a Maria, sua mãe: Eis que este menino está destinado a ser ocasião de queda e elevação de muitos em Israel e sinal de contradição. Quanto a ti, uma espada te transpassará a alma (Lc 2,34-35).
1 Pai Nosso; 7 Ave Marias

2ª Dor - Fuga para o Egito
O anjo do Senhor apareceu em sonho a José e disse: Levanta, toma o menino e a mãe, foge para o Egito e fica lá até que te avise. Pois Herodes vai procurar o menino para matá-lo. Levantando-se, José tomou o menino e a mãe, e partiu para o Egito (Mt 2,13-14).
1 Pai Nosso; 7 Ave Marias

3ª Dor - Maria procura Jesus em Jerusalém
Acabados os dias da festa da Páscoa, quando voltaram, o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que os pais o percebessem. Pensando que estivesse na caravana, andaram o caminho de um dia e o procuraram entre parentes e conhecidos. E, não o achando, voltaram a Jerusalém à procura dele (Lc 2,43b-45).
1 Pai Nosso; 7 Ave Marias

4ª Dor - Jesus encontra a Sua Mãe no caminho do Calvário
Ao conduzir Jesus, lançaram mão de um certo Simão de Cirene, que vinha do campo, e o encarregaram de levar a cruz atrás de Jesus. Seguia-o grande multidão de povo e de mulheres que batiam no peito e o lamentavam (Lc 23,26-27).
1 Pai Nosso; 7 Ave Marias

5ª Dor - Maria ao pé da Cruz de Jesus
Junto à cruz de Jesus estavam de pé sua Mãe, a irmã de sua Mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. Vendo a Mãe e, perto dela, o discípulo a quem amava, disse Jesus para a mãe: Mulher, eis aí o teu filho! Depois disse para o discípulo: Eis aí a tua Mãe! (Jo 19,15-27a).
1 Pai Nosso; 7 Ave Marias

6ª Dor - Maria recebe Jesus descido da Cruz
Chegada a tarde, porque era o dia da Preparação, isto é, a véspera de sábado, veio José de Arimatéia, entrou decidido na casa de Pilatos e pediu o corpo de Jesus. Pilatos, então, deu o cadáver a José, que retirou o corpo da cruz (Mc 15,42).
1 Pai Nosso; 7 Ave Marias

7ª Dor - Maria deposita Jesus no Sepulcro
Os discípulos tiraram o corpo de Jesus e envolveram em faixas de linho com aromas, conforme é o costume de sepultar dos judeus. Havia perto do local, onde fora crucificado, um jardim, e no jardim um sepulcro novo onde ninguém ainda fora depositado. Foi ali que puseram Jesus (Jo 19,40-42a).
1 Pai Nosso; 7 Ave Marias

     No livro Glórias de Maria, Santo Afonso Maria de Ligório nos conta as graças prometidas por Nosso Senhor Jesus Cristo aos devotos de Nossa Senhora das Dores.

Eis as Promessas:
1ª) Esses devotos terão a graça de fazer verdadeira penitência por todos os seus pecados antes da morte;
2ª) Jesus lhes imprimirá no coração a memória de sua Paixão dando-lhes depois um prêmio especial no céu;
3ª) Ele guardá-los-á em todas as tribulações em que se acharem, especialmente na hora da morte;
4ª) Por fim os deixará nas mãos de sua Mãe para que deles disponha a seu agrado, e lhes obtenha todos e quaisquer favores.




Oração a Nossa Senhora das Dores por Santo Afonso Maria de Ligório

"Ó Mãe das Dores, Rainha dos mártires, que tanto chorastes vosso Filho morto para me salvar, alcançai-me uma verdadeira contrição dos meus pecados e uma sincera mudança de vida, com uma incessante e terna compaixão pelos sofrimentos de Jesus e pelos vossos.

Enfim, ó minha Mãe, pela dor que experimentastes quando o vosso divino Filho, no meio de tantos tormentos, inclinando a cabeça, expirou a vossa vista sobre a cruz, eu vos suplico que me alcanceis uma boa morte. Por piedade, ó Advogada dos pecadores, não deixeis de amparar a minha alma na aflição e no combate da terrível passagem desta vida para a eternidade. E como é possível que nesse momento a palavra e a voz me faltem para pronunciar o vosso nome e o de Jesus, nomes que são toda a minha esperança, rogo-vos desde já a vosso Divino Filho e a Vós, que me socorrais nesta hora extrema, e assim direi: JESUS e MARIA, entrego-vos a minha alma."

A todos os fiéis que recitarem esta Ladainha acrescentando o Credo, a Salva Rainha e três Ave-Marias (mais confissão e comunhão) ao Coração Doloroso de Maria, nas sextas-feiras do ano, o Santo Padre Pio VIII concede Indulgência Plenária.

Senhor, tende piedade de nós
Jesus Cristo, tende piedade de nós
Senhor, tende piedade de nós
Jesus Cristo, ouvi-nos
Jesus Cristo, atendei-nos
Deus, Pai dos céus, tende piedade de nós
Deus, Filho Redentor do mundo, tende piedade de nós
Deus, Espírito Santo, tende piedade de nós
Santíssima Trindade que sois um só Deus, tende piedade de nós
Santa Maria, rogai por nós
Santa mãe de Deus,
Santa Virgem das Virgens,
Mãe do Crucificado,
Mãe dolorosa,
Mãe lacrimosa,
Mãe aflita,
Mãe desamparada,
Mãe desolada,
Mãe privada do filho,
Mãe transpassada pela espada,
Mãe nas dores imersa,
Mãe cheia de angustias,
Mãe com o coração à cruz cravada,
Mãe tristíssima,
Fonte de lágrimas,
Cúmulo de sofrimentos,
Espelho de paciência,
Rocha de constância,
Âncora de confiança,
Refúgio dos abandonados,
Defesa dos oprimidos,
Refúgio dos incrédulos,
Alívio dos míseros,
Cura dos languentes,
Força dos débeis,
Porto dos náufragos,
Quiete nas tempestades,
Recurso dos necessitados,
Terror dos demônios,
Tesouro dos fieis,
Luz dos profetas,
Guia dos apóstolos,
Coroa dos mártires,
Baluarte dos confessores,
Pérola das virgens,
Consolação das viúvas,
Mãe dos órfãos,
Letícia de todos os santos,

Cordeiro de Deus que tirar os pecados do mundo, perdoai-nos Jesus.
Cordeiro de Deus que tirais os pecados do mundo, ouvi-nos Jesus.
Cordeiro de Deus que tirais os pecados do mundo, tende piedade de nós, Jesus.
- Rogai por nós ó Virgem Dolorosíssima.
- Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

ORAÇÃO: À vossa eficaz proteção recorremos, ó Virgem Dolorosíssima e bendita; livrai-nos de todos os perigos e salvai-nos pelos merecimentos de vosso Filho Jesus Cristo, Redentor nosso, triunfador do poder das trevas. Assim seja.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

COMO SURGIU A DEVOÇÃO ÀS SETE DORES E AS SETE ALEGRIAS DE SÃO JOSÉ !!!


FONTE: Livro: São José – Pe. Ascânio Brandão.

ORIGEM

Qual a origem desta devoção às dores e alegrias de S. José?

Navegavam dois Padres Franciscanos nas costas de Flandres, quando se levantou uma horrenda tempestade e o navio em que viajavam submergiu com os trezentos passageiros que levava. A Divina Providência permitiu que se salvassem os dois franciscanos sobre umas taboas nas quais navegaram três dias entre a vida e a morte.

Lembrou-se de S. José, naquelas horas de angústia. Recomendaram-se fervorosamente ao Santo Esposo de Maria. No mesmo instante aparece-lhes um homem cheio de majestade e bondade, oferece-se para guiá-los sobre as tábuas e os conduz rapidamente a um porto, onde saltaram em terra. Os dois frades caíram de joelhos aos pés do seu salvador, num agradecimento comovido.

 – Quem és? Perguntaram-lhe curiosos.

 – Eu sou José, Esposo de Maria e Pai Putativo de Jesus. Se quereis agradecer-me e fazer alguma coisa que me seja agradável, não deixeis de rezar cada dia e devotamente sete vezes o Padre-Nosso e sete vezes a Ave-Maria, em memória das sete dores com as quais minha alma foi afligida na terra, e em memória das sete alegrias que consolaram meu coração quando vivi no mundo com Jesus e Maria.

E ditas essas palavras desapareceu.

Daí veio a propagação desta prática tão bela de piedade, a mais popular e a mais agradável a S. José.

Essa devoção tão conforme ao Evangelho é uma lembrança dos mistérios adoráveis da Infância de Jesus. A Igreja a enriqueceu de indulgências. É como que o Rosário de S. José. O que a devoção do Rosário é para Nossa Senhora, assim as Sete dores e sete alegrias para São José. Não há melhor, prática de devoção em honra de S. José. A sua fórmula já consagrada e enriquecida de indulgências é a seguinte:

ORAÇÕES ÀS SETE DORES E AS SETE ALEGRIAS DE SÃO JOSÉ

(Indulgência de 5 anos cada vez, e plenária nas condições de costume, uma vez por mês, recitando-as diariamente).

1ª –  Ó Esposo puríssimo de Maria Santíssima, glorioso S. José, assim como foi grande a amargura ou angústia de vosso coração na perplexidade de abandonardes vossa castíssima Esposa, assim foi inexplicável a vossa satisfação, quando pelo Anjo vos foi revelado o soberano mistério da Encarnação.

Por essa vossa dor e por essa vossa alegria, vos rogamos a graça de consolardes, agora e nas extremas dores, a nossa alma, com o gozo de uma boa vida e de uma santa morte, semelhante à vossa entre Jesus e Maria. Padre Nosso, Ave Maria, Glória ao Padre.

2ª –  Ó Felicíssimo Patriarca, glorioso São José, que fostes escolhido para o cargo de Pai nutrício do verbo humanado, a dor que sentistes ao verdes nascer em desabrigo e tanta pobreza o Menino Deus, se vos trocou em celeste júbilo, ao escutardes a angélica harmonia e ao verdes a glória daquela brilhantíssima noite.

Por essa vossa dor e por essa vossa alegria, vos suplicamos a graça de nos alcançardes que depois da jornada desta vida, passemos a ouvir os angélicos louvores e a gozar os resplendores da glória celeste. Padre Nosso, Ave Maria, Glória ao Padre.

3ª –  Ó obedientíssimo executor das divinas leis, glorioso S. José, o Sangue preciosíssimo, que na circuncisão derramou o Redentor Menino, vos traspassou o coração, mas o nome de Jesus vô-lo reanimou, enchendo-o de contentamento.

Por essa vossa dor e por essa vossa alegria, alcançai-nos que, sendo arrancados de nós todos os vícios nesta vida, com o nome santíssimo de Jesus no coração e na boca, expiremos cheios de Júbilo. Padre Nosso, Ave Maria, Glória ao Padre.

4ª – Ó fidelíssimo Santo, que também tivestes parte nos mistérios de nossa Redenção, glorioso S. José, se a profecia de Simeão, a respeito do que Jesus e Maria tinham que padecer, vos causou mortal angústia, também vos encheu de sumos gozo pela salvação e gloriosa ressurreição, que, como igualmente predisse, teria de resultar para inumeráveis almas.

Por essa vossa dor e por essa vossa alegria, obtende-nos que sejamos do número daqueles que, pelos méritos de Jesus e pela intercessão da Virgem sua Mãe, hão de ressuscitar gloriosamente. Padre Nosso, Ave Maria, Glória ao Padre.

5ª – Ó vigilantismo guarda, íntimo familiar do Filho de Deus Encarnado, glorioso S. José, quanto penastes para alimentar e servir o Filho do Altíssimo, particularmente na fuga, que com ele houvestes de fazer para o Egito; mas tal foi também vosso gozo por terdes sempre convosco o mesmo Deus e por verdes cair por terra os ídolos egípcios.

Por essa vossa dor e por essa vossa alegria, alcançai-nos que, expelindo para longe de nos o infernal tirano, especialmente com a fuga das ocasiões perigosas, sejam derrubados do nosso coração todos os ídolos de afetos terrenos e que, completamente dedicados no serviço de Jesus e de Maria, para eles exclusivamente vivamos e felizmente morramos. Padre Nosso, Ave Maria, Glória ao Padre.

6ª – Ó Anjo da terra, glorioso S. José, que, cheio de pasmo vistes o Rei do Céu submisso a vossos mandados, se a vossa consolação ao reconduzi-lo do Egito foi turbada pelo temor de Arqueláu, filho de Herodes, todavia, sossegado pelo Anjo, permanecestes alegre em Nazaré, com Jesus e Maria.

Por essa vossa dor e por essa vossa alegria, alcançai-nos que, desocupado o nosso coração de nocivos temores gozemos paz de consciência, vivamos seguros com Jesus e Maria e também entre ele morramos. Padre Nosso, Ave Maria, Glória ao Padre.

7ª – Ó exemplar de toda a santidade, glorioso S. José, vós perdestes sem culpa vossa, o menino para maior angústia, houvestes de buscá-lo três dias, até que, com sumo júbilo, gozastes do que era vossa vida, achando-o no Templo de Jerusalém, entre os doutores.

Por essa vossa dor e por essa vossa alegria, vos suplicamos, com o nosso coração nos lábios, que interponhais o vosso valimento para que nunca suceda perdermos a Jesus por culpa grave; mas, se por desgraça O perdermos, com tão intensa dor O procuremos, que O achemos favorável, especialmente em nossa morte, para podermos goza-Lo no céu e lá, convosco cantarmos eternamente Suas Divinas Misericórdias. Padre Nosso, Ave Maria, Glória ao Padre.

Ant. O mesmo Jesus acaba de entrar em seus trinta anos e todos o tinham por Filho de S. José.

V. – Rogai por nós, S. José

. R. – Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

OREMOS: Ó Deus, que por inefável providencia, vos dignastes escolher o bem-aventurado José para Esposo de Vossa Mãe Santíssima; concedei-nos, nós vô-lo pedimos, que, venerando-o aqui na terra como Protetor, mereçamos tê-lo no Céu como nosso intercessor, vos que viveis e reinais, nos séculos dos Séculos. Amem.

Vejam os textos Evangélicos.

AS DORES

1ª – A perplexidade de S. José diante do Mistério da Encarnação: José, seu esposo, porque era justo e não queria infama-la, quis abandona-la ocultamente (Mt, I, 19).

2ª – A angústia da noite de Natal sem achar uma hospedaria em Belém: Não havia lugar para eles nas hospedarias (Lc, II, 7).

3ª – A circuncisão dolorosa do Menino Jesus: Passados oito dias foi circuncidado o menino (Lc, II, 1).

4ª – A profecia de Simeão: Eis que este será posto para ruína de muitos em Israel e como sinal de contradição (Lc, II, 34).

5ª – A fuga para o Egito: José, levantando-se, tomou o Menino e sua Mãe, de noite e se retirou para o Egito (Mt, II, 14).

6ª – O temor de Arqueláu: Ouvindo que Arqueláu reinava na Judeia, em lugar de seu pai Herodes, temeu ir para lá. (Mt, II, 22).

7ª – Perda de Jesus: Filho, porque fizeste assim conosco? Eis que teu pai e eu angustiados te procuramos (Lc, II, 48).

AS ALEGRIAS

1ª – O Anjo revela a Encarnação: José, Filho de Davi, não temas receber Maria como tua esposa (Mt, I, 20).

2ª – O nascimento do Salvador: Maria deu à luz seu Filho primogênito (Luc, II, 2).

3ª – O nome de Jesus: José lhe pôs o nome de Jesus (Mt, I, 25).

4ª – A salvação anunciada por Simeão: Eis que este foi posto para ressurreição de muitos em Israel (Lc, II, 34).

5ª – Caem os ídolos egípcios: Conheceram ao Senhor naquele dia os egípcios (Isaias, XIX, 21).

6ª – À volta a Nazaré: E voltaram à Galileia, à sua cidade de Nazaré (Lc, II, 39).

7ª – A alegria de encontrar a Jesus no templo: E depois de três dias o encontraram no templo, sentado em meio dos doutores (Lc, II, 46).

O BEM-AVENTURADO S. JOSÉ

A vós recorremos, ó bem-aventurado São José, em nossas tribulações e depois de ter implorado o auxilio de vossa Santíssima Esposa, cheios de confiança, solicitamos também a vossa proteção. Por esse laço sagrado de caridade que vos uniu à Virgem Imaculada, Mãe de Deus e pelo amor paternal que tivestes para com o Menino Jesus, ardentemente suplicamos que lanceis um olhar benigno sobre a herança que Jesus Cristo conquistou com o seu sangue e nos assistais em nossas necessidades com o vosso auxilio e poder.

Protegei, ó guarda providentíssimo da Sagrada Família, a raça eleita de Jesus Cristo. Afastai para longe de nós, ó Pai amantíssimo, a peste do erro e do vício. Assisti-nos do alto do céu, ó nosso fortíssimo sustentáculo, na luta contra o poder das trevas e assim como outrora salvastes da morte a vida ameaçada do Menino Jesus, assim também defendei agora a Santa Igreja de Deus das ciladas dos seus inimigos e de toda a adversidade. Amparai a cada um de nós com o vosso constante patrocínio, afim de que, a vosso exemplo e sustentados com o vosso auxílio possamos viver virtuosamente, morrer piedosamente e obter no céu a eterna bem-aventurança. Amém!

Ó CASTISSIMO ESPOSO DA VIRGEM MARIA

Lembrai-vos, ó castíssimo esposo da Virgem Maria, meu querido protetor São José, que nunca se ouviu dizer que alguém, tendo invocado a vossa proteção e pedido a vossa ajuda, não fosse por vós consolado. Com esta confiança eu venho a vós e encarecidamente me recomendo. Ó São José, escutai a minha prece, acolhei-a piedosamente e atendei-a. Amém!

Consagração aos Corações de Jesus. Maria e José

Sagrado Coração de Jesus, Imaculado Coração de Maria e Coração Castíssimo de São José, eu Vos consagro neste dia (nesta tarde, nesta noite), a minha mente (+), as minhas palavras (+), o meu corpo (+), o meu coração (+), e a minha alma (+), para que a vossa vontade seja feita através de mim neste dia (nesta tarde, nesta noite). Amém.

MEU QUERIDO S. JOSÉ

Meu querido São José, derramai em mim e na humanidade inteira as graças necessárias para alcançar o céu.

Sois digno de todo louvor porque assim Deus o quis.

Bendigo vosso nome três vezes como bendiz a Santíssima Trindade.Corôo vossa vida porque assim já o fez vossa Diletíssima Esposa.

Recorro hoje aos anjos para que vos adornem com sua pureza. José, meu amigo, rogai por nós.

"Que as virtudes dor Três Corações seja a minha força, a minha luz e a minha esperança."

"Que a Mão poderosa de Deus que uniu os Três Corações una a minha família"

"Que o Sagrado Mistério que santificou os Três Corações, santifique minha família"

ORACÃO EM HONRA AOS TRES SAGRADOS CORACÕES

Bendita seja a luz dos três corações de Jesus, Maria e José.

Bendito seja os santos raios de luz que inundam a minha alma e a plenifica com sua graça.

Bendito e louvado seja o coração Sagrado de Jesus que me acompanha na minha caminhada.

Bendito e louvado seja o coração Imaculado de Maria que me guarda em seu amor.


Bendito e louvado seja o coração Castíssimo de São José que em sua pureza me revela Deus. Amém

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

ORIGEM do CARNAVAL: CRISTÃ ou PAGÃ ???


Para a maioria dos pesquisadores, é provável que o Carnaval tenha se originado no Império Romano, ainda antes do nascimento de Cristo. Nessa época, celebravam-se as Saturnálias, festas em homenagem ao deus do tempo, Saturno. Elas aconteciam nos meses de novembro e dezembro, e todos os segmentos da sociedade participavam. Dos membros da nobreza aos escravos, todos se misturavam nas ruas para as comemorações, que incluíam muita comida, bebida, música e dança, nada muito diferente do que ocorre hoje.
Nos primeiros séculos a Igreja Católica não tinha expressão dentro do mundo greco-romano. Somente no século 4, o imperador Constantino publica o Edito de Milão (313 d.C.), que torna o catolicismo a religião oficial do Império e proíbe a perseguição de cristãos. A partir do século 4, a Igreja cria uma estrutura mais forte e elabora um cronograma oficial para as festas litúrgicas – Natal, Quaresma e Páscoa – dentro do calendário Juliano.
Como a Igreja pautava-se nos padrões éticos e morais, não permitia uma série de excessos na Quaresma, como a realização de bacanais e saturnálias. Então, as pessoas passaram a aproveitar o último dia antes do início da Quaresma para fazerem tudo a que “tinham direito”. O carnaval é realizado justamente neste período e remonta às características das festas pagãs

domingo, 31 de janeiro de 2016

AS TRÊS MISSÕES DE NOSSA SENHORA NA IGREJA !!!



FONTE: Canção Nova

NOSSA SENHORA EXERCE TRÊS MISSÕES ESSENCIAIS NA VIDA DA IGREJA E DE CADA UM DE NÓS EM PARTICULAR.

Como consequência da sua participação no Mistério de Jesus Cristo e da Igreja, Nossa Senhora assumiu três missões fundamentais no desígnio de salvação da humanidade e de cada um de nós em particular. A primeira missão da Santíssima Virgem Maria é ser modelo no seguimento de seu Filho Jesus Cristo, de união com Ele, de discípula missionária, de membro supereminente da Sua Igreja. A segunda, é sua missão de intercessora nossa junto ao seu Filho Jesus. Estas duas missões não são exclusivas da Santíssima Virgem, pois também os santos são para nós modelos de vida a serem imitados e, ao mesmo tempo, intercessores junto a Cristo, único mediador entre os homens e Deus. No entanto, a Virgem Maria é modelo e intercessora de modo singular extraordinário na Igreja, pois sua participação no Mistério da Salvação é única e irrepetível. Dessa forma, compreendemos que a presença de Nossa Senhora na vida de Cristo e da Igreja não é comparável à de nenhum dos outros santos ou santas. Ademais, a terceira missão da Virgem Maria no mistério de Cristo e da Igreja, que é a sua maternidade espiritual, a torna ainda mais importante para nós. Pois, o seu ser modelo e intercessora pode não nos dizer respeito diretamente, se não recorremos a Virgem Maria. Entretanto, a sua maternidade espiritual diz respeito a todos nós cristãos e até mesmo à humanidade inteira, ainda que não a aceitemos como tal.

NOSSA SENHORA COMO MODELO PARA TODA A IGREJA

A Virgem Maria não se compara a Jesus Cristo, que é o modelo divino de toda a perfeição, que pregou a santidade de vida, de que Ele é autor e consumador, a todos e a cada um dos seus discípulos. No entanto, se “na Santíssima Virgem, a Igreja alcançou já aquela perfeição sem mancha nem ruga que lhe é própria, os fiéis ainda têm de trabalhar por vencer o pecado e crescer na santidade; e por isso levantam os olhos para Maria, que brilha como modelo de virtudes sobre toda a família dos eleitos”. Pois, a Mãe de Deus reúne em si e reflete os imperativos mais altos da nossa fé, ao ser exaltada e venerada, atrai-nos ao Filho, ao Seu sacrifício e ao amor do Pai. “Por sua parte, a Igreja, procurando a glória de Cristo, torna-se mais semelhante àquela que é seu tipo e sublime figura, progredindo continuamente na fé, na esperança e na caridade, e buscando e fazendo em tudo a vontade divina”. Na sua ação apostólica, a Igreja tem como modelo por excelência aquela que gerou Jesus Cristo, que foi concebido pela ação do Espírito Santo e nasceu da Virgem, precisamente para nascer e crescer também no coração de cada um de nós, por meio da Igreja. Em sua vida, a Virgem de Nazaré deu o exemplo do afeto maternal que deve animar a todos que cooperam na missão apostólica da Igreja na regeneração dos homens. O ser modelo de Nossa Senhora torna-se ainda mais eminente pelo dom e missão da maternidade divina, que a une a seu Filho Redentor. Além disso, pelas suas singulares graças e funções, a Virgem está também intimamente ligada à Igreja: “a Mãe de Deus é o tipo e a figura da Igreja, na ordem da fé, da caridade e da perfeita união com Cristo”. Enfim, a Bem-aventurada Virgem Maria brilha extraordinariamente no Mistério da Igreja como modelo eminente e único de virgem e de mãe.


A SANTÍSSIMA VIRGEM COMO INTERCESSORA JUNTO A JESUS CRISTO

Desde os primórdios, a Igreja sempre acreditou que os apóstolos e mártires de Cristo que, derramando o próprio sangue, deram o supremo testemunho de fé e de caridade, estão mais ligados conosco em Cristo e os venera com particular afeto, juntamente com a Bem-aventurada Virgem Maria e os santos Anjos, e sempre implorou o auxílio da sua intercessão. No entanto, a Mãe de Deus se diferencia nessa intercessão, pois ela foi elevada aos Céus de corpo e alma, o que os outros santos não foram e foi coroada como Rainha de todos os anjos e santos. Depois de chegar à gloria do Reino dos Céus, a Santíssima Virgem não abandonou sua missão salvadora. Pela abundância da graça recebida em vista de ser Mãe de Deus e por seus méritos quase infinitos na participação do Mistério da Salvação, a humilde oração de Maria é “mais poderosa junto de Deus que as preces e as intercessões de todos os anjos e santos do Céu e da Terra”8. Com sua multiforme intercessão, continua a alcançar para nós os dons da salvação eterna. Dessa forma, Nossa Senhora cuida, com amor materno, de todos nós, irmãos de seu Filho, que caminhamos aqui na Terra, entre perigos e angústias, até chegarmos à Pátria bem-aventurada e definitiva, no Reino dos Céus. Em vista de sua intercessão por cada um de nós, seus filhos, diante do Filho do Altíssimo, a Virgem Santíssima é invocada na Igreja com os títulos de advogada, auxiliadora, socorro, medianeira. Todavia, esta mediação da Virgem Maria nada tira nem acrescenta à dignidade e eficácia do único mediador entre Deus e os homens, que é Jesus Cristo. “Efetivamente, nenhuma criatura se pode equiparar ao Verbo encarnado e Redentor; mas, assim como o sacerdócio de Cristo é participado de diversos modos pelos ministros e pelo povo fiel, e assim como a bondade de Deus, sendo uma só, se difunde variavelmente pelos seres criados, assim também a mediação única do Redentor não exclui, antes suscita nas criaturas cooperações diversas, que participam dessa única fonte”. Desse modo, a Igreja não hesita em proclamar esta mediação subordinada de Maria, sente-a constantemente em sua história ao longo dos séculos e recomenda-a a todos nós, para mais intimamente aderirmos, com esta ajuda materna, ao nosso Mediador e Salvador Jesus Cristo.


A MATERNIDADE DA MÃE DA IGREJA SOBRE A HUMANIDADE

A Virgem Santíssima foi predestinada desde toda a eternidade para ser Mãe de Deus. “Por disposição da divina Providência foi na terra a nobre Mãe do divino Redentor, a Sua mais generosa cooperadora e a escrava humilde do Senhor. Concebendo, gerando e alimentando o Cristo, apresentando-O ao Pai no templo, padecendo com Ele quando agonizava na cruz, cooperou de modo singular, com a sua fé, esperança e ardente caridade, na obra do Salvador, para restaurar nas almas a vida sobrenatural. É por esta razão nossa mãe na ordem da graça”. Esta maternidade da Nossa Senhora na ordem da graça diz respeito não somente à Igreja, mas à toda a toda a humanidade. Pois, a “maternidade de Maria na economia da graça perdura sem interrupção, desde o consentimento, que fielmente deu na anunciação e que manteve inabalável junto à cruz, até à consumação eterna de todos os eleitos”. A Mãe de Cristo ― encontrando-se na irradiação direta do Mistério Pascal do Redentor, que abrange todos e cada um dos homens ― é dada a toda a humanidade e a cada um de nós em particular como Mãe. “Esta ‘nova maternidade de Maria’, portanto, gerada pela fé, é fruto do ‘novo’ amor, que nela amadureceu definitivamente aos pés da Cruz, mediante a sua participação no amor redentor do Filho”.
Assista ou ouça programa do Padre Paulo Ricardo sobre “A Mãe do Salvador e a Nossa Vida Interior”:


 DE MARIA NUNCA SE DIRÁ O SUFICIENTE

Assim, a Santíssima Virgem Maria participou de modo extraordinário e único no Mistério de Jesus Cristo e continua exercer suas missões no Mistério da Igreja. Aqui ressaltamos aquelas que julgamos as mais importantes: Nossa Senhora como modelo, intercessora, Mãe da Igreja e de toda a humanidade. No entanto, como dizia São Bernardo de Claraval e outros santos, em latim podemos dizer que: “de Maria nunquam satis”, que pode ser traduzido por: “de Maria nunca se dirá o suficiente”. À vista disso, sem querer esgotar minimamente o assunto, pois a Virgem Maria permanece insuficientemente conhecida até nossos dias, tratamos destas três missões da Mãe de Deus para que nos recordemos destas verdades que, se não são ditas sempre, vão se tornando esquecidas por nós. Em dias nos quais carecemos de modelos de entrega de vida e de santidade, depois de Jesus Cristo, a Santíssima Virgem brilha como modelo insuperável de entrega total aos desígnios de Deus, de vivência radical da santidade e de virgindade perpétua por amor ao Reino dos Céus. Olhemos para ela e nos espelhemos em seus exemplos, especialmente nas virtudes teologais: a sua fé inabalável, a sua esperança firme e a sua caridade ardente. Além disso, invoquemos com confiança a intercessão da Mãe de Deus, em todas as nossas necessidades materiais e espirituais, principalmente na intenção da nossa conversão pessoal e de nosso crescimento espiritual. A este respeito, alguns podem objetar dizendo que somente Deus é onipotente e consequentemente poderia ter salvo a humanidade sem a intervenção de ninguém, o que é uma verdade inquestionável. Entretanto, Deus Pai concedeu a Nossa Senhora a máxima dignidade dada à humanidade, que é gerar seu Filho Unigênito, e em vista disso deu também a ela o poder máximo dado a uma pessoa humana: ser para nós a “onipotência suplicante” e a “medianeira de todas as graças”. O Altíssimo fez da Virgem Maria uma mulher cheia do Espírito Santo, em vista da sua missão no Mistério da Redenção e a constituiu nossa grande mediadora junto ao seu Filho Jesus Cristo, que é o único Mediador junto do Pai. Por fim, peçamos a Mãe de Deus que gere seu divino Filho em nós e, ao mesmo tempo, nos gere em seu Corpo Místico, que é a Igreja. Pois, “se Jesus Cristo, cabeça dos homens, nasceu d’Ela, todos os predestinados, membros desta cabeça, também d’Ela devem nascer, por uma consequência necessária”. Sendo assim, se queremos ser verdadeiramente filhos da Igreja, deixemo-nos ser gerados pela Mãe da Igreja. Nossa Senhora das Vitórias, rogai por nós!

Natalino Ueda, escravo inútil de Jesus em Maria.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

NOSSA SENHORA DE ALTAGRACIA ou ALTA GRAÇA - “PADROEIRA DA REPÚBLICA DOMINICANA”




“Deus Pai ajuntou todas as águas e denominou-as mar; reuniu todas as suas graças e chamou-as de Maria”. (São Luis Maria Grignion de Monfort).

Encontramos no catecismo da Igreja Católica (1996) a definição de que: “A nossa justificação vem da graça de Deus. A graça é o favor, o socorro gratuito que Deus nos dá para responder a seu convite: torna-nos filhos de Deus.... Participantes da natureza Divina, da vida eterna”.

Sabemos que é pela graça que somos de Cristo e, em Cristo unidos aos outros membros de seu corpo místico. A graça é o sangue que nos une à cabeça, é o circular da vida Divina.

O que podemos, então dizer daquela que o próprio Arcanjo Gabriel saudou como “Cheia de Graça”. Ela estava inundada pela graça de Deus. Podemos chamá-la de Mãe da divina Graça porque foi toda agradável a Deus.

“Não tenhas medo, Maria! Encontraste graça junto de Deus”. O Anjo lhe disse. A virgem Maria foi agraciada por Deus, que lhe ofereceu a mais alta graça, a maternidade divina!

São Tomas de Aquino ao interpretar a oração da Ave-Maria, concluiu: “A Santíssima Virgem superou aos anjos pela plenitude da graça, que com mais abundância existe nela do que em qualquer anjo. Para manifestá-lo disse Gabriel:, isto é, eu te reverencio por que me avantajas em abundância de graça.”

A ALTAGRACIA

A República Dominicana é um país do Caribe e tem como única fronteira terrestre o Haiti. Sua capital é Santo Domingo, e foi o primeiro território americano a ser descoberto por Cristóvão Colombo em 1492.

A população dominicana é constituída por 80% de negros – 5 % brancos – 15% outras raças. A religião predominante é a católica, com quase 79% da população, e tem como padroeira a Virgem de La Altagracia.

A imagem da “Altagracia” representa a cena do nascimento de Jesus na manjedoura de Belém, nela percebe-se em destaque a maternidade divina.

O rosto da SSma. Virgem demonstra serenidade, seus olhos baixos e suas mãos postas em arco, nos indicam adoração e contentamento. Sobre a sua cabeça vemos um véu azul escuro, coberto de estrelas como no céu. Em seu peito nota-se uma luz branca, em forma de triângulo, expressão do nascimento virginal de Jesus, que emana da manjedoura.

Uma coroa de pérolas adorna sua cabeça em referência a sua condição de Rainha e Mãe do Rei Jesus. No fundo do quadro encontramos a estrela de Belém e mais doze estrelas que a circulam.

Diante da mãe, contemplamos o Menino Jesus, dormindo sobre as palhas, e mais ao fundo São José trazendo em suas mãos uma lamparina.

O referido quadro possui 33cm de largura por 45cm de altura e segundo a opinião de especialistas, ele foi pintado no século XV.

No ano de 1978 o quadro foi levado para a Espanha e lá foi magnificamente restaurado.
O quadro da Altagracia teve o privilégio de ser coroado duas vezes, em 15 de agosto de 1922 por Pio XI e em 25 de janeiro de 1979, por João Paulo II.

Documentos, históricos comprovam que no ano 1502, na ilha de Santo Domingo, já se prestava culto a Virgem de La Altagracia, cuja imagem pintada a óleo foi trazida da Espanha pelos irmãos Alfonso e Antonio Trejo. Foi no ano de 1572 que se concluiu o Santuário Altagraciano, e em 1971 foi consagrada a atual basílica.

A piedade popular nos revela que um rico senhor de terras e gado, costumava viajar para negociar em Santo Domingo. Numa de suas viagens perguntou as filhas, que presentes gostariam de ganhar. A filha mais velha pediu roupas, sapatos, adornos, e a mais nova encomendou-lhe uma imagem da Virgem de La Altagracia.

Retornando da viagem, o comerciante estava indignado por não conseguir o presente da filha; o quadro da Virgem Altagracia.

Em uma hospedaria, em conversa com um velho amigo, narrou-lhe sua decepção em não atender um pedido tão simples de sua filhinha. Ouvindo a conversa, um velhinho exclama: “Como não conhecem a Altagracia? Eu a trago comigo!” Foi então que o ancião tirou do bolso, um pequeno lenço enrolado e disse: “Isto é o que você buscava”. Era a Virgem de Altagracia.

Já em casa e feliz, o comerciante entrega os presentes, e foi debaixo de uma laranjeira, que existe até hoje, que a imagem foi entregue a filha. Ali naquele local em Higuey é que foi construído o primeiro santuário.

Que a Virgem de Altagracia, volva sempre o seu olhar sobre as Américas e estenda o seu manto azul sobre seus filhos.


São José e Nossa Senhora, primeiros adoradores de Jesus, o verbo encarnado o Emanuel = “Deus Conosco”. Amém!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

QUARTA APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DO BOM SUCESSO À MADRE MARIANA DE JESUS TORRES (20 de janeiro de 1610):


Vida admirável da Rev.da Madre Mariana de Jesus Torres, mística confidente de Nossa Senhora do Bom Sucesso. Escrita pelo Rev.do Padre Manuel Sousa Pereira da Ordem Seráfica dos Menores do Convento Máximo de S. Francisco de Assis de Quito, Equador.

Tomo II

PROFECIA - A CRISE NO CLERO

"No clero secular haverá, nessa época, muito que desejar, porque os sacerdotes se descuidarão do seu sagrado dever. Perdendo a bússola divina, desviar-se-ão do caminho traçado por Deus para o ministério sacerdotal e apegar-se-ão ao dinheiro, em cuja obtenção porão demasiado empenho.

"E como esta Igreja padecerá nessa ocasião a noite escura da falta de um prelado e pai, que vele com amor paterno, com suavidade, fortaleza, tino e prudência, muitos sacerdotes perderão seu espírito, pondo em grande perigo suas almas.

"Em sua mão será posta a balança do santuário".

"Ora com instância, clama sem cansar-te e chora com lágrimas amargas no segredo de teu coração, pedindo a nosso Pai celeste que, por amor ao coração eucarístico de meu santíssimo Filho, pelo preciosíssimo sangue vertido com tanta generosidade e pelas profundas amarguras e dores de sua acerba paixão e morte, ele se compadeça de seus ministros e ponha termo quanto antes a tempos tão nefastos, enviando a esta Igreja o prelado que deverá restaurar o espírito de seus sacerdotes.

“A esse filho meu muito querido, amamos meu Filho santíssimo e eu com amor de predileção, pois o dotaremos de uma capacidade rara, de humildade de coração, de docilidade às divinas inspirações, de fortaleza para defender os direitos da Igreja e de um coração terno e compassivo, para que, qual outro Cristo, assista o grande e o pequeno, sem desprezar ao mais desafortunado que lhe peça luz e conselho em suas dúvidas e amarguras. E para que, com suavidade divina, guie as almas consagradas ao serviço de Deus nos claustros, sem tornar-lhes pesado o jugo do Senhor, que disse: "Meu jugo é suave e meu peso é leve".

"Em sua mão será posta a balança do santuário para que tudo se faça com peso e medida e Deus seja glorificado."

Para evitar que venha logo este prelado e pai, concorrerá a tibieza de todas as almas consagradas a Deus, no estado sacerdotal e religioso. Esta, aliás, será a causa do maldito Satanás apoderar-se destas terras, onde ele tudo obterá por meio de gente estrangeira e sem fé, tão numerosa que, como uma nuvem negra, toldará o límpido céu da então República consagrada ao sacratíssimo Coração de meu divino Filho.

"Com essa gente entrarão todos os vícios, que atrairão, por sua vez, toda sorte de castigos, como a peste, a fome, disputas internas e com outras nações e a apostasia, causa da perdição de um considerável número de almas, almas tão caras a Jesus Cristo e a mim.
"Para dissipar esta nuvem negra, que impede a Igreja de gozar o claro dia da liberdade, haverá uma guerra formidável e espantosa, na qual correrá sangue de nacionais e de estrangeiros, de sacerdotes seculares e regulares e também de religiosas. Esta noite será horrorosíssima, porque, humanamente, o mal parecerá triunfante.

"Será chegada, então, a minha hora em que eu, de forma maravilhosa, destronarei o soberbo e maldito Satanás, calcando-o debaixo dos meus pés e acorrentando-o no abismo infernal. Assim a Igreja e a Pátria estarão, por fim, livres de sua cruel tirania".