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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

“DEUS VAI CASTIGAR O MUNDO, E VAI CASTIGÁ-LO DE UMA MANEIRA TREMENDA”… . Palavras da vidente de Nossa Senhora em Fátima - Irmâ LÚCIA ao Padre Augustín Fuentes, em 26 de Dezembro de 1957:



Em 26 de Dezembro de 1957 o Padre Augustín Fuentes, que estava a preparar-se para ser postulador das causas da beatificação de Francisco e Jacinta Marto,
Avistou-se com a Irmã Lúcia no seu convento em Coimbra, Portugal; e ali pôde conversar amplamente com a vidente de Fátima. Ao voltar ao México, o seu país natal, fez uma conferência sobre esse encontro, em que se referiu às palavras da Irmã Lúcia.
O Padre Alonso, que seria mais tarde arquivista oficial de Fátima durante 16 anos, sublinhou que o relato da conferência foi publicado “com todas as garantias de autenticidade e com a devida aprovação episcopal, incluindo a do Bispo de Fátima.”
O Padre Fuentes afirmou que a mensagem vinha “da própria boca da principal vidente.”
O relatório do Padre Fuentes
“Quero falar-lhes da última conversa que tive com a Irmã Lúcia em 26 de Dezembro (do ano passado). Encontrei-a no seu convento. Estava muito triste, muito pálida e abatida. Ela disse-me”:
“Ninguém fez caso”
“Senhor Padre, a Santíssima Virgem está muito triste, por ninguém fazer caso da Sua Mensagem, nem os bons nem os maus: os bons, porque continuam no seu caminho de bondade, mas sem fazer caso desta Mensagem;
Os maus, porque, não vendo que o castigo de Deus já paira sobre eles por causa dos seus pecados, continuam também no seu caminho de maldade, sem fazer caso desta Mensagem.
Mas creia-me, Senhor Padre, Deus vai castigar o mundo, e vai castigá-lo de uma maneira tremenda. O castigo do Céu está iminente.”
O Segredo por revelar
“Senhor Padre, o que falta para 1960? E o que sucederá então? Será uma coisa muito triste para todos, e não uma coisa alegre, se, antes, o mundo não fizer oração e penitência.
Não posso detalhar mais, uma vez que é ainda um segredo.
Segundo a vontade da Santíssima Virgem, só o Santo Padre e o Bispo de Fátima têm permissão para conhecer o Segredo, mas resolveram não o conhecer para não serem influenciados.
Esta é a terceira parte da Mensagem de Nossa Senhora, que ficará em segredo até 1960.”
A Rússia, o flagelo de Deus
“Diga-lhes, Senhor Padre, que a Santíssima Virgem repetidas vezes nos disse, tanto aos meus primos Francisco e Jacinta como a mim, que várias nações desaparecerão da face da terra.
Disse que a Rússia seria o instrumento do castigo do Céu para todo o mundo, se antes não alcançássemos a conversão dessa pobre nação.”
“A batalha decisiva” entre Maria e Satanás: a queda das almas consagradas e dos sacerdotes
A Irmã Lúcia disse-me também:
“Senhor Padre, o demônio está travando uma batalha decisiva contra a Santíssima Virgem.
E como o demônio sabe o que é que mais ofende a Deus e o que, em menos tempo, lhe fará ganhar um maior número de almas, trata de ganhar para si as almas consagradas a Deus, pois que desta maneira o demônio deixa também as almas dos fiéis desamparadas pelos seus chefes, e mais facilmente se apodera delas.”
“O que aflige o Imaculado Coração de Maria e o Sagrado Coração de Jesus é a queda das almas dos Religiosos e dos Sacerdotes.
O demônio sabe que os Religiosos e os Sacerdotes que deixam a sua bela vocação arrastam numerosas almas para o inferno. […] O demônio quer tomar posse das almas consagradas.
Tenta corrompê-las para adormecer as almas dos leigos e levá-las deste modo à impenitência final. Emprega todos os truques, chegando até a sugerir que adiem a entrada na vida religiosa.
Disto resulta a esterilidade da vida interior, e entre os leigos uma frieza (falta de entusiasmo) quanto à renúncia aos prazeres e à sua dedicação total a Deus.”
O que santificou Jacinta e Francisco
“Diga-lhes também, Senhor Padre, que os meus primos Francisco e Jacinta se sacrificaram porque, em todas as aparições da Santíssima Virgem, sempre A viram muito triste.
Nunca nos sorriu. Esta tristeza, esta angústia que notamos n’Ela, penetrou nas nossas almas.
Esta tristeza é causada pelas ofensas contra Deus e pelos castigos que ameaçam os pecadores. E assim, nós, crianças, por não sabermos o que fazer, inventávamos várias maneiras de rezar e de fazer sacrifícios.”
Outra coisa que santificou estas crianças foi terem uma visão do inferno.
A missão da Irmã Lúcia
“Senhor Padre, eis porque a minha missão não é indicar ao mundo os castigos materiais que certamente virão se antes o mundo não rezar e se sacrificar.
Não! A minha missão é indicar a todos o perigo iminente em que estamos de perder as nossas almas para toda a eternidade, se nos obstinarmos no pecado.”
A urgência da conversão
A Irmã Lúcia também me disse:
“Senhor Padre, não devemos esperar que venha de Roma, da parte do Santo Padre, um apelo ao mundo para que faça penitência.
Nem devemos esperar que esse apelo à penitência venha dos nossos Bispos, nas nossas Dioceses, nem das congregações religiosas.
Não! Nosso Senhor já usou muitas vezes destes meios, e o mundo não prestou atenção. Eis porque, agora, é necessário que cada um de nós comece a reformar-se espiritualmente.
Cada pessoa deve não só salvar a sua alma como também ajudar a salvar todas as almas que Deus colocou no seu caminho.”
“O demônio faz tudo o que está em seu poder para nos distrair e nos retirar o amor à oração; seremos todos salvos ou seremos todos condenados.”
Os últimos tempos
“Senhor Padre, a Santíssima Virgem não me disse que estamos nos últimos tempos do mundo, mas fez-mo compreender por três razões.”
“A primeira razão é porque Ela disse-me que o demônio está travando uma batalha decisiva contra a Santíssima Virgem.
E uma batalha decisiva é a batalha final, em que um lado será vencedor e o outro lado sofrerá uma derrota. Assim, a partir de agora devemos escolher o nosso lado. Ou somos por Deus ou somos pelo demónio. Não há outra possibilidade.”
“A segunda razão é porque Ela disse aos meus primos, como também a mim, que Deus está a oferecer os dois últimos remédios ao mundo.
São eles o Rosário e a devoção ao Imaculado Coração de Maria. São os dois últimos remédios, o que significa que não haverá outros.”
“A terceira razão é porque, nos planos da Divina Providência, Deus esgota todos os outros remédios antes de castigar o mundo.
Mas quando Ele vê que o mundo não presta qualquer atenção, então – como dizemos na nossa maneira imperfeita de falar – oferece-nos com ‘temor certo’ o último meio de salvação, a Sua Santíssima Mãe.
E é com ‘temor certo’ porque, se desprezarmos e repelirmos este último meio, não teremos mais nenhum perdão do Céu, porque teremos cometido um pecado a que o Evangelho chama pecado contra o Espírito Santo.
Este pecado consiste em rejeitar abertamente, com pleno conhecimento e consentimento do ato, a salvação que Ele nos oferece.
Recordemos que Jesus Cristo é um Filho muito dedicado, e que não permite que ofendamos e desprezemos a Sua Santíssima Mãe.
Ao longo de muitos séculos da história da Igreja, recolhemos o testemunho certo que demonstra, através dos castigos terríveis que caíram sobre os que atacaram a honra da Sua Santíssima Mãe, como Nosso Senhor Jesus Cristo sempre defendeu a honra da Sua Mãe.”
Oração e sacrifício, e o Rosário
A Irmã Lúcia disse-me: “Os dois meios para a salvação do mundo são a oração e o sacrifício.”
A respeito do Rosário, a Irmã Lúcia disse: “Repare, Senhor Padre, que a Santíssima Virgem, nestes últimos tempos em que vivemos, deu uma nova eficácia à recitação do Rosário.
E deu-nos esta eficácia de tal maneira que não há problema temporal ou espiritual, por mais difícil que seja, na vida pessoal de cada um de nós, das nossas famílias, das famílias do mundo ou das comunidades religiosas, ou mesmo da vida dos povos e nações, que não possa ser resolvido
pelo Rosário.
Não há problema, afirmo-lhe, por mais difícil que seja, que não possamos resolver rezando o Rosário. Com o Rosário, salvar-nos-emos. Santificar-nos-emos. Consolaremos a Nosso Senhor e obteremos a salvação de muitas almas.”
Devoção ao Imaculado Coração de Maria
“Finalmente, a devoção ao Imaculado Coração de Maria, nossa Mãe Santíssima, consiste em considerá-La como fonte de misericórdia, de bondade e de perdão, e como a porta segura pela qual entraremos no Céu.”1
_____________________
Notas:
1. Frère Michel de la Sainte Trinité, The Whole Truth About Fatima, Volume III: The Third Secret, (Immaculate Heart Publications, Buffalo, New York, 1990), pp. 504-508.
2. O Padre Alonso começou por aceitar que o Padre Fuentes tivesse inventado a entrevista. Mas em 1975, depois de ter estudado os documentos de Fátima durante algum tempo, concluiu que o texto teria procedido da Irmã Lúcia. Para mais informações, cf. The Whole Truth About Fatima, Vol. III, pp. 552-554.

“DEUS VAI CASTIGAR O MUNDO, E VAI CASTIGÁ-LO DE UMA MANEIRA TREMENDA”… . Palavras da vidente de Nossa Senhora em Fátima - Irmâ LÚCIA ao Padre Augustín Fuentes, em 26 de Dezembro de 1957:



Em 26 de Dezembro de 1957 o Padre Augustín Fuentes, que estava a preparar-se para ser postulador das causas da beatificação de Francisco e Jacinta Marto,
Avistou-se com a Irmã Lúcia no seu convento em Coimbra, Portugal; e ali pôde conversar amplamente com a vidente de Fátima. Ao voltar ao México, o seu país natal, fez uma conferência sobre esse encontro, em que se referiu às palavras da Irmã Lúcia.
O Padre Alonso, que seria mais tarde arquivista oficial de Fátima durante 16 anos, sublinhou que o relato da conferência foi publicado “com todas as garantias de autenticidade e com a devida aprovação episcopal, incluindo a do Bispo de Fátima.”
O Padre Fuentes afirmou que a mensagem vinha “da própria boca da principal vidente.”
O relatório do Padre Fuentes
“Quero falar-lhes da última conversa que tive com a Irmã Lúcia em 26 de Dezembro (do ano passado). Encontrei-a no seu convento. Estava muito triste, muito pálida e abatida. Ela disse-me”:
“Ninguém fez caso”
“Senhor Padre, a Santíssima Virgem está muito triste, por ninguém fazer caso da Sua Mensagem, nem os bons nem os maus: os bons, porque continuam no seu caminho de bondade, mas sem fazer caso desta Mensagem;
Os maus, porque, não vendo que o castigo de Deus já paira sobre eles por causa dos seus pecados, continuam também no seu caminho de maldade, sem fazer caso desta Mensagem.
Mas creia-me, Senhor Padre, Deus vai castigar o mundo, e vai castigá-lo de uma maneira tremenda. O castigo do Céu está iminente.”
O Segredo por revelar
“Senhor Padre, o que falta para 1960? E o que sucederá então? Será uma coisa muito triste para todos, e não uma coisa alegre, se, antes, o mundo não fizer oração e penitência.
Não posso detalhar mais, uma vez que é ainda um segredo.
Segundo a vontade da Santíssima Virgem, só o Santo Padre e o Bispo de Fátima têm permissão para conhecer o Segredo, mas resolveram não o conhecer para não serem influenciados.
Esta é a terceira parte da Mensagem de Nossa Senhora, que ficará em segredo até 1960.”
A Rússia, o flagelo de Deus
“Diga-lhes, Senhor Padre, que a Santíssima Virgem repetidas vezes nos disse, tanto aos meus primos Francisco e Jacinta como a mim, que várias nações desaparecerão da face da terra.
Disse que a Rússia seria o instrumento do castigo do Céu para todo o mundo, se antes não alcançássemos a conversão dessa pobre nação.”
“A batalha decisiva” entre Maria e Satanás: a queda das almas consagradas e dos sacerdotes
A Irmã Lúcia disse-me também:
“Senhor Padre, o demônio está travando uma batalha decisiva contra a Santíssima Virgem.
E como o demônio sabe o que é que mais ofende a Deus e o que, em menos tempo, lhe fará ganhar um maior número de almas, trata de ganhar para si as almas consagradas a Deus, pois que desta maneira o demônio deixa também as almas dos fiéis desamparadas pelos seus chefes, e mais facilmente se apodera delas.”
“O que aflige o Imaculado Coração de Maria e o Sagrado Coração de Jesus é a queda das almas dos Religiosos e dos Sacerdotes.
O demônio sabe que os Religiosos e os Sacerdotes que deixam a sua bela vocação arrastam numerosas almas para o inferno. […] O demônio quer tomar posse das almas consagradas.
Tenta corrompê-las para adormecer as almas dos leigos e levá-las deste modo à impenitência final. Emprega todos os truques, chegando até a sugerir que adiem a entrada na vida religiosa.
Disto resulta a esterilidade da vida interior, e entre os leigos uma frieza (falta de entusiasmo) quanto à renúncia aos prazeres e à sua dedicação total a Deus.”
O que santificou Jacinta e Francisco
“Diga-lhes também, Senhor Padre, que os meus primos Francisco e Jacinta se sacrificaram porque, em todas as aparições da Santíssima Virgem, sempre A viram muito triste.
Nunca nos sorriu. Esta tristeza, esta angústia que notamos n’Ela, penetrou nas nossas almas.
Esta tristeza é causada pelas ofensas contra Deus e pelos castigos que ameaçam os pecadores. E assim, nós, crianças, por não sabermos o que fazer, inventávamos várias maneiras de rezar e de fazer sacrifícios.”
Outra coisa que santificou estas crianças foi terem uma visão do inferno.
A missão da Irmã Lúcia
“Senhor Padre, eis porque a minha missão não é indicar ao mundo os castigos materiais que certamente virão se antes o mundo não rezar e se sacrificar.
Não! A minha missão é indicar a todos o perigo iminente em que estamos de perder as nossas almas para toda a eternidade, se nos obstinarmos no pecado.”
A urgência da conversão
A Irmã Lúcia também me disse:
“Senhor Padre, não devemos esperar que venha de Roma, da parte do Santo Padre, um apelo ao mundo para que faça penitência.
Nem devemos esperar que esse apelo à penitência venha dos nossos Bispos, nas nossas Dioceses, nem das congregações religiosas.
Não! Nosso Senhor já usou muitas vezes destes meios, e o mundo não prestou atenção. Eis porque, agora, é necessário que cada um de nós comece a reformar-se espiritualmente.
Cada pessoa deve não só salvar a sua alma como também ajudar a salvar todas as almas que Deus colocou no seu caminho.”
“O demônio faz tudo o que está em seu poder para nos distrair e nos retirar o amor à oração; seremos todos salvos ou seremos todos condenados.”
Os últimos tempos
“Senhor Padre, a Santíssima Virgem não me disse que estamos nos últimos tempos do mundo, mas fez-mo compreender por três razões.”
“A primeira razão é porque Ela disse-me que o demônio está travando uma batalha decisiva contra a Santíssima Virgem.
E uma batalha decisiva é a batalha final, em que um lado será vencedor e o outro lado sofrerá uma derrota. Assim, a partir de agora devemos escolher o nosso lado. Ou somos por Deus ou somos pelo demónio. Não há outra possibilidade.”
“A segunda razão é porque Ela disse aos meus primos, como também a mim, que Deus está a oferecer os dois últimos remédios ao mundo.
São eles o Rosário e a devoção ao Imaculado Coração de Maria. São os dois últimos remédios, o que significa que não haverá outros.”
“A terceira razão é porque, nos planos da Divina Providência, Deus esgota todos os outros remédios antes de castigar o mundo.
Mas quando Ele vê que o mundo não presta qualquer atenção, então – como dizemos na nossa maneira imperfeita de falar – oferece-nos com ‘temor certo’ o último meio de salvação, a Sua Santíssima Mãe.
E é com ‘temor certo’ porque, se desprezarmos e repelirmos este último meio, não teremos mais nenhum perdão do Céu, porque teremos cometido um pecado a que o Evangelho chama pecado contra o Espírito Santo.
Este pecado consiste em rejeitar abertamente, com pleno conhecimento e consentimento do ato, a salvação que Ele nos oferece.
Recordemos que Jesus Cristo é um Filho muito dedicado, e que não permite que ofendamos e desprezemos a Sua Santíssima Mãe.
Ao longo de muitos séculos da história da Igreja, recolhemos o testemunho certo que demonstra, através dos castigos terríveis que caíram sobre os que atacaram a honra da Sua Santíssima Mãe, como Nosso Senhor Jesus Cristo sempre defendeu a honra da Sua Mãe.”
Oração e sacrifício, e o Rosário
A Irmã Lúcia disse-me: “Os dois meios para a salvação do mundo são a oração e o sacrifício.”
A respeito do Rosário, a Irmã Lúcia disse: “Repare, Senhor Padre, que a Santíssima Virgem, nestes últimos tempos em que vivemos, deu uma nova eficácia à recitação do Rosário.
E deu-nos esta eficácia de tal maneira que não há problema temporal ou espiritual, por mais difícil que seja, na vida pessoal de cada um de nós, das nossas famílias, das famílias do mundo ou das comunidades religiosas, ou mesmo da vida dos povos e nações, que não possa ser resolvido
pelo Rosário.
Não há problema, afirmo-lhe, por mais difícil que seja, que não possamos resolver rezando o Rosário. Com o Rosário, salvar-nos-emos. Santificar-nos-emos. Consolaremos a Nosso Senhor e obteremos a salvação de muitas almas.”
Devoção ao Imaculado Coração de Maria
“Finalmente, a devoção ao Imaculado Coração de Maria, nossa Mãe Santíssima, consiste em considerá-La como fonte de misericórdia, de bondade e de perdão, e como a porta segura pela qual entraremos no Céu.”1
_____________________
Notas:
1. Frère Michel de la Sainte Trinité, The Whole Truth About Fatima, Volume III: The Third Secret, (Immaculate Heart Publications, Buffalo, New York, 1990), pp. 504-508.
2. O Padre Alonso começou por aceitar que o Padre Fuentes tivesse inventado a entrevista. Mas em 1975, depois de ter estudado os documentos de Fátima durante algum tempo, concluiu que o texto teria procedido da Irmã Lúcia. Para mais informações, cf. The Whole Truth About Fatima, Vol. III, pp. 552-554.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

CARTA DO ASSASSINO DE SANTA MARIA GORETTI (Alessandro Serenelli)


 


Tenho agora quase 80 anos. Estou perto do fim dos meus dias. Olhando para o meu passado, reconheço que na minha juventude eu segui um mau caminho, um caminho que levou à minha ruína.
Através das revistas, dos espetáculos imorais e dos maus exemplos na imprensa, eu vi a maioria dos jovens da minha idade seguir o caminho do mal sem pensar duas vezes. Despreocupado, eu fiz a mesma coisa. Havia fiéis e cristãos verdadeiramente praticantes à minha volta, mas eu não lhes dava importância. Eu estava cego por um impulso bruto que me empurrava para uma forma errada de vida.
Com a idade de 20 anos, eu cometi um crime passional, cuja memória ainda hoje me horroriza. Maria Goretti, hoje uma santa, foi o bom anjo que Deus colocou no meu caminho para me salvar. As palavras dela, tanto de repreensão como de perdão, ainda hoje estão impressas no meu coração. Ela rezou por mim, intercedeu pelo seu assassino. Quase 30 anos de prisão se seguiram. Se eu não fosse menor de idade, pela lei italiana, eu teria sido condenado à prisão perpétua. No entanto, eu aceitei a pena como algo que eu merecia.
Resignado, eu expiei pelo meu pecado. A pequena Maria foi verdadeiramente a minha luz, a minha proteção. Com a ajuda dela, eu cumpri bem esses 27 anos na prisão. Quando a sociedade me aceitou de volta entre os seus membros, eu procurei viver de forma honesta. Com caridade angélica, os filhos de São Francisco, os frades capuchinhos menores, receberam-me entre eles, não como servo, mas como irmão. Tenho vivido com eles há 24 anos. Agora eu olho serenamente para o dia em que serei admitido à visão de Deus, para abraçar os meus entes queridos mais uma vez, e para ficar próximo do meu anjo da guarda, Maria Goretti, e a sua querida mãe, Assunta.
Que todos os que vierem a ler esta carta desejem seguir o santo ensinamento de fazer o bem e evitar o mal. Que todos possam acreditar, com a fé dos pequeninos, que a religião e os seus preceitos, não são algo que se possa prescindir. Pelo contrário, é o verdadeiro conforto e a única via segura em todas as circunstâncias da vida, mesmo nas mais dolorosas.
Paz e bem.
Alessandro Serenelli
Macerata, Itália - 5 de Maio de 1961.




quinta-feira, 14 de julho de 2016

O CONCÍLIO VATICANO II pelo Papa Emérito Bento XVI.

Um sacerdote pergunta ao Papa Bento XVI sobre um aparente sentimento de frustração em relação ao Vaticano II, e o papa responde o seguinte: 
Obrigado, é uma pergunta importante e que eu conheço muito bem. Também eu vivi os tempos do Concílio, estando na Basílica de São Pedro com grande entusiasmo e vendo como se abrem novas portas e parecia realmente o novo Pentecostes, onde a Igreja podia de novo convencer a humanidade, depois do afastamento do mundo da Igreja nos séculos XIX e XX, parecia que se voltavam a encontrar Igreja e mundo e que voltassem a nascer um mundo cristão e uma Igreja do mundo e verdadeiramente aberta ao mundo. Esperámos tanto, mas as coisas na realidade revelaram-se mais difíceis. Contudo permanece a grande herança do Concílio, que abriu um novo caminho, é sempre uma magna charta do caminho da Igreja, muito essencial e fundamental. Mas por que aconteceu assim? Primeiro gostaria de começar talvez com uma observação histórica. Os tempos de um pós-Concílio são quase sempre muito difíceis. Depois do grande Concílio de Niceia que é realmente o fundamento da nossa fé, de facto nós confessamos a fé formulada em Niceia não surgiu uma situação de reconciliação e de unidade como tinha esperado Constantino, promotor desse grande Concílio, mas uma situação realmente caótica de litígios de todos contra todos. São Basílio no seu livro sobre o Espírito Santo compara a situação da Igreja depois do Concílio de Niceia com uma batalha naval de noite, onde ninguém pode conhecer o outro, mas todos estão contra todos. Era realmente uma situação de caos total: São Basílio descreve assim com tons fortes o drama do pós-Concílio, do pós-Niceia. Cinquenta anos mais tarde, para o I Concílio de Constantinopla, o imperador convida São Gregório Nazianzeno a participar no Concílio e São Gregório Nazianzeno responde: Não, não venho, porque eu conheço estas coisas, sei que de todos os Concílios nascem apenas confusão e batalha, portanto não venho. E não foi. Portanto, não é agora, em retrospectiva, uma surpresa tão grande como era no primeiro momento para todos nós digerir o Concílio, esta grande mensagem. Inseri-lo na vida da Igreja, recebê-lo, de modo que se torne vida da Igreja, assimilá-lo nas diversas realidades da Igreja, é um sofrimento, e só no sofrimento se realiza também o crescimento. Crescer é sempre também sofrer, porque é sair de um estado e passar para outro. E no concreto do pós-Concílio devemos constatar que existem duas grandes suspensões históricas. No pós-Concílio, a suspensão de 1968, o início ou a explosão ousaria dizer da grande crise cultural do Ocidente. Tinha terminado a geração do pós-guerra, uma geração que depois de todas as destruições e vendo o horror da guerra, do combater-se e verificando o drama destas grandes ideologias tinham realmente levado as pessoas à voragem da guerra, tinham redescoberto as raízes cristãs da Europa e começado a reconstruir a Europa com estas grandes inspirações. Mas tendo terminado esta geração viram-se também todas as falências, as lacunas desta reconstrução, a grande miséria do mundo e começa assim, explode, a crise da cultura ocidental que pretende mudar radicalmente. Diz: não criámos, em dois mil anos de cristianismo, o mundo melhor. Devemos recomeçar de zero de modo absolutamente novo; o marxismo parece a receita científica para criar finalmente um mundo novo. E neste digamos grave, grande confronto entre a nova, sadia modernidade querida pelo Concílio e a crise da modernidade, tudo se torna difícil como depois do primeiro Concílio de Niceia. Uma parte tinha a opinião de que esta revolução identificava esta nova revolução cultural marxista com a vontade do Concílio; dizia: este é o Concílio. No papel os textos ainda são um pouco antiquados, mas por detrás das palavras escritas está este espírito, esta é a vontade do Concílio, assim devemos fazer. E por outro lado, naturalmente, a reacção: destruir assim a Igreja. A reacção digamos absoluta contra o Concílio, o anti-Concílio e digamos a tímida, humilde busca de realizar o verdadeiro espírito do Concílio. E como diz um provérbio "Se uma árvore cai faz um grande ruído, se cresce uma selva nada se ouve porque se desenvolve um processo sem barulho" e portanto durante estes grandes ruídos do progressismo errado, do anti-Concílio cresce muito silenciosamente, com tantos sofrimentos e também com tantas perdas na construção de uma nova época cultural, o caminho da Igreja. E depois a segunda suspensão em 1989. A queda dos regimes comunistas, mas a resposta não foi o regresso à fé, como se podia talvez esperar, não foi a redescoberta de que a Igreja com o Concílio autêntico tinha dado a resposta. Ao contrário, a resposta foi o cepticismo total, a chamada pós-modernidade. Nada é verdadeiro, cada um deve ver como viver, afirma-se um materialismo, um cepticismo pseudo-racionalista cego que termina na droga, termina em todos estes problemas que conhecemos e de novo fecha os caminhos à fé, porque é tão simples, tão evidente. Não, não há nada de verdadeiro. A verdade é intolerante, não podemos ir por este caminho. Eis: nestes contextos de duas rupturas culturais, a primeira, a revolução cultural de 1968, a segunda, a queda, poderíamos dizer, no niilismo depois de 1989, a Igreja com humildade, entre as paixões do mundo e a glória do Senhor, empreende o seu caminho. Neste caminho devemos crescer com paciência e agora devemos aprender de modo novo o que significa renunciar ao triunfalismo. O Concílio tinha dito que renunciar ao triunfalismo e tinha pensado no barroco, em todas estas grandes culturas da Igreja. Foi dito: comecemos de maneira moderna, nova. Mas tinha crescido outro triunfalismo, o de pensar: agora nós fazemos as coisas, nós encontramos o caminho e encontramos nele o mundo novo. Mas a humildade da Cruz, do Crucifixo exclui precisamente também este triunfalismo, devemos renunciar ao triunfalismo segundo o qual agora nasce realmente a grande Igreja do futuro. A Igreja de Cristo é sempre humilde e precisamente assim é grande e jubilosa. Parece-me muito importante o facto de agora podermos ver com olhos abertos o que também cresceu de positivo no pós-Concílio: na renovação da liturgia, nos Sínodos, Sínodos romanos, Sínodos universais, Sínodos diocesanos, nas estruturas paroquiais, na colaboração, na nova responsabilidade dos leigos, na grande co-responsabilidade intercultural e inter-continental, numa nova experiência da catolicidade da Igreja, da unanimidade que cresce em humildade e contudo é a verdadeira esperança do mundo. E assim devemos, parece-me, redescobrir a grande herança do Concílio que não é um espírito reconstruído por detrás de textos, mas são precisamente os grandes textos conciliares relidos agora com as experiências que fizemos e que deram fruto em tantos movimentos, tantas novas comunidades religiosas. Fui ao Brasil sabendo como se expandem as seitas e como a Igreja parece um pouco esclerotizada; mas quando cheguei vi que quase todos os dias no Brasil nasce uma nova comunidade religiosa, nasce um novo movimento, não crescem só seitas. Cresce a Igreja com novas realidades cheias de vitalidade, não a ponto de encher as estatísticas esta é uma esperança falsa, a estatística não é a nossa divindade mas crescem nos ânimos e geram a alegria da fé, geram a presença do Evangelho, geram assim também verdadeiro desenvolvimento do mundo e da sociedade. Portanto parece-me que devemos combinar a grande humildade do Crucificado, de uma Igreja que é sempre humilde e sempre contrastada pelas grandes potências económicas, militares, etc., mas devemos aprender juntos com esta humildade também o verdadeiro triunfalismo da catolicidade que cresce em todos os séculos. Cresce também hoje a presença do Crucificado ressuscitado, que tem e conserva as suas feridas; é ferido, mas precisamente assim renova o mundo, dá o seu sopro que renova também a Igreja apesar de toda a nossa pobreza. E diria, neste conjunto de humildade da Cruz e de alegria do Senhor ressuscitado, que no Concílio nos deu uma grande indicação de caminho, podemos ir em frente jubilosamente e cheios de esperança.

terça-feira, 12 de julho de 2016

O QUE É RELIGIÃO, na Bíblia???

I LIVRO DOS MACABEUS                                                                                                     Capítulo 1                                                                                                                                                    43. muitos de Israel adotaram a sua religião, sacrificando aos ídolos e violando o sábado.              Capítulo 2                                                                                                                                                    22. Não obedeceremos a essas ordens do rei e não nos desviaremos de nossa religião, nem para a direita, nem para a esquerda.                                                                                                         Capítulo 3                                                                                                                                                 43. disseram uns aos outros: Levantemos nossa pátria de seu abatimento e lutemos por nosso povo e nossa religião.                                                                                                                                              II LIVRO DOS MACABEUS                                                                                                                 Capítulo 15                                                                                                                                                17. Entusiasmados por estas palavras de Judas, tão nobres e tão capazes de excitar a coragem e robustecer as almas dos jovens, decidiram os judeus não acampar, mas arrojar-se para a frente, travar com valor a batalha e obter assim uma decisão, porque a cidade, a religião e o templo estavam em perigo.                                                                                                                                            LIVRO DA SABEDORIA                                                                                                                      Capítulo 14                                                                                                                                                30. Contudo, o castigo os atingirá por duplo motivo: porque eles desconheceram a Deus, afeiçoando-se aos ídolos, e porque são culpados, por desprezo à santidade da religião, de ter feito juramentos enganadores.                                                                                                                                      LIVRO DO ECLESIÁSTICO
Capítulo 1
17. O temor ao Senhor é a religião da ciência.                                                                                           18. Essa religião guarda e santifica o coração; ela lhe traz satisfação e alegria.                                     26. A inteligência e a religião da ciência se acham nos tesouros da sabedoria, mas a sabedoria é abominada pelos pecadores.                                                                                                                        LIVRO DO ECLESIÁSTICO
Capítulo 37
12. Vai consultar um homem sem religião sobre as coisas santas; um injusto sobre a justiça; uma mulher sobre sua rival; um tímido sobre a guerra; um mercador sobre o negócio; um comprador sobre uma coisa para vender; um invejoso sobre a gratidão;                                                                    ISAÍAS
Capítulo 42
1. Eis meu Servo que eu amparo, meu eleito ao qual dou toda a minha afeição, faço repousar sobre ele meu espírito, para que leve às nações a verdadeira religião.                                                             3. Não quebrará o caniço rachado, não extinguirá a mecha que ainda fumega. Anunciará com toda a franqueza a verdadeira religião; não desanimará, nem desfalecerá,                                                       4. até que tenha estabelecido a verdadeira religião sobre a terra, e até que as ilhas desejem seus ensinamentos.
Capítulo 51
4. Povos, escutai bem! Nações, prestai-me atenção! Pois é de mim que emanará a doutrina e a verdadeira religião que será a luz dos povos.                                                                                           ATOS DOS APÓSTOLOS
Capítulo 24
22. Félix conhecia bem esta religião e, adiando a questão, disse: Quando descer o tribuno Lísias, então examinarei a fundo a vossa questão,                                                                                    Capítulo 25
19. Eram só desavenças entre eles a respeito da sua religião, e uma discussão a respeito de um tal Jesus, já morto, e que Paulo afirma estar vivo.                                                                              Capítulo 26
5. Sabem eles, desde longa data, e se quiserem poderão testemunhá-lo, que vivi segundo a seita mais rigorosa da nossa religião, isto é, como fariseu.                                                                    EPÍSTOLA DE SÃO TIAGO
Capítulo 1
26. Se alguém pensa ser piedoso, mas não refreia a sua língua e engana o seu coração, então é vã a sua religião.
27. A religião pura e sem mácula aos olhos de Deus e nosso Pai é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas aflições, e conservar-se puro da corrupção deste mundo.

terça-feira, 21 de junho de 2016

UMA VISÃO do INFERNO por Santa Teresinha !!!



Santa Teresa em uma visão...
Estava a Santa rezando, quando, de repente abrem-se diante dos seus olhos uma voragem profunda, cheia de fogo e de chamas; e nesse abismo precipitam-se com abundância, como neve no inverno, as pobres almas perdidas.
... são as confissões mal feitas o motivo pelo qual tantas pessoas perdem suas almas e vão para o inferno!...
Assustada, a Santa levanta os olhos ao céu e:
— Meu Deus, exclama, meu Deus! O que é que eu estou vendo? Quem são elas, quem são todas essas almas que se perdem? Com certeza devem ser as almas dos pobres infiéis.
— Não, Teresa, não! Responde o Senhor. As almas que neste momento vês precipitarem-se no inferno com o meu consentimento, são, todas elas, almas de cristãos como tu.
— Mas então devem ser almas de pessoas que não acreditavam, que não praticavam a Religião, que não freqüentavam os Sacramentos!
— Não, Teresa, não! Fica sabendo que essas almas pertencem todas a cristãos batizados como tu, e, que, como tu, eram crentes e praticantes..
— Mas se assim é, naturalmente essa gente nunca se confessou, nem mesmo na hora da morte...
— No entanto, são almas que se confessavam, e confessaram-se também antes de morrer...
— Por qual motivo então, ó meu Deus, são elas condenadas?
— São condenadas porque se confessaram mal...
Vai Teresa, conta a todos esta visão e recomenda aos Bispos e Sacerdotes que nunca se cansem de pregar sobre a importância da confissão e contra as confissões mal feitas, afim de que os meus amados cristãos não transformem “o remédio em veneno; afim de que não se sirvam mal desse sacramento, que é o sacramento da misericórdia e do perdão.”
FONTE: CONFESSAI-VOS BEM (Pe. LUIZ CHIAVARINO)

sexta-feira, 17 de junho de 2016

PROFECIA DE SANTO ÂNGELO, PARA O FIM DOS TEMPOS (sec XIII)



Santo Ângelo, um dos mais importantes santos na Ordem do Carmo, enquanto estava no deserto, por um período de cinco anos, em que viveu totalmente solitário, recebeu a seguinte revelação de Nosso Senhor:

Sabe Ângelo, Servo meu, a cidade de Jerusalém, a Galileia e toda a terra da promissão, Capadócia e Egito, com muitas regiões da Ásia e da África, passados poucos anos, irão de todo ao poder dos Ismaelitas (muçulmanos): as Igrejas, os Templos que tu vês agora, onde se celebram os louvores divinos, serão destruídos. e as cerimônias, costumes e observâncias dos cristãos em tudo, quase serão reduzidos a nada. E o poder de Maomé e de seus sucessores crescerá sempre mais e atemorizará quase todas as gentes e será com isto amedrontada e molestada toda a Europa, e virá fogo, sangue, ruína e quase total destruição e haverá grande aflição e crescerá o furor e ira sobre os filhos da ingratidão.

Estas coisas virão pela abominação daqueles que edificam Babilônia, dissipam o Santuário e sustentam o povo da maldade, ódio e rancor e o arrastam à crueldade, desonestidade, malícia e pecado.

Então Santo Ângelo disse: “Quando, meu Senhor, isso há de suceder? Cristo respondeu-lhe:

Quando a Igreja, despojada de seu esplendor jazer como uma viúva: quando a Cadeira do Pontífice Romano seja posta em contradição, quando se levantarem os hipócritas com cor e pretexto de santidade e religião, defraudarem os povos, e a Igreja estiver cheia de seitas, nas quais reinarão a soberba, ambição, luxúria, com todo o esquadrão de seus filhos: quando os príncipes divididos guerrearem e um Bispo estiver contra outro, e as mulheres se tornarem ministras em lugar dos sacerdotes e quase seja tirada toda a paz do mundo, e da discórdia nasça a morte: quando os hereges prevalecerem, e a Fé estiver quase extinta e os seus pregadores se derem a vaidades e loucuras; então meu Eterno Pai mandará o seu furor e permitirá que os filhos da ingratidão sejam atormentados pelos inimigos do meu Nome. Todas estas calamidades lhes sobrevirão por seus pecados.

E tendo Cristo dito isto, desapareceu aos olhos de Santo Ângelo em uma nuvem alvíssima.

Esta revelação se encontra na vida de Santo Ângelo, escrita por Enoc, Patriarca de Jerusalém.

Deve-nos trazer grande admiração a notícia de que uma profecia como esta, escrita no século XIII esteja se cumprindo tão perfeitamente nos nossos dias. Vemos aqui a relação entre a expansão do Islã com a crise da Cristandade.