Site dedicado à Devoção do Misericordioso Coração de Jesus, Doloroso e Imaculado Coração de Maria, Coração Virginal de São José, verdadeira Santa Igreja de Cristo e ao Motu Proprio SUMMORUM PONTIFICUM de S.S. Papa Bento XVI referente as Celebrações Liturgicas na Forma Extraordinária do Rito Romano ou Rito Dâmaso-Gregoriano, no Brasil e no mundo, promoção e divulgação do sacro Canto Gregoriano.
segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
É DE VÓS QUE ESPERO O ÚNICO BEM QUE ALMEJO ( por SÃO BERNARDO CLARAVAL)
Doce Virgem Maria, creio tão firmemente que, do
alto Céu, velais dia e noite por mim e por todos quantos em Vós confiam, estou
tão intimamente convencido de que jamais poderá faltar algo a quem tudo espera
de Vós, que resolvi viver doravante sem qualquer apreensão, deixando por
inteiro a vosso cargo todas as minhas inquietudes.
Doce
Virgem Maria, Vós me firmastes na mais inabalável confiança. Mil vezes obrigado
por tão preciosa graça! De agora em diante, permanecerei em paz, apoiado em
vosso Coração tão puro; não me preocuparei senão de Vos amar e Vos obedecer,
enquanto Vós mesma, ó boa Mãe, cuidareis de meus mais caros interesses.
Doce
Virgem Maria, que dentre os homens alguns procurem nas riquezas ou em seus próprios
talentos a felicidade; que outros se apoiem na inocência de sua vida, no rigor
de sua penitência, no fervor de suas orações ou no grande número de suas boas
obras; quanto a mim – pobre pecador, que não tenho senão meu pouco amor –,
esperarei somente em Vós, depois de Deus, e o fundamento de minha esperança será
minha confiança em vossa maternal bondade.
Doce
Virgem Maria, poderá a perversidade humana roubar minha reputação e os poucos
bens que eu possua; poderão as doenças tirar-me as forças e a capacidade
externa de Vos servir; infelizmente, ó minha terna Mãe, poderei eu mesmo, pelo
pecado, perder vossas boas graças; mas minha amorosa confiança em vossa bondade
materna, esta jamais perderei! Não, nunca a perderei! Conservarei esta inabalável
confiança até exalar meu último suspiro. Todas as forças do inferno juntas não
serão capazes de me roubá-la. Morrerei, ó boa Mãe, repetindo mil vezes vosso
nome bendito, depositando em vosso Coração toda a minha esperança.
E por
que estou tão seguro de confiar sempre em Vós, senão porque Vós mesma, dulcíssima
Virgem, me ensinastes que sois toda misericórdia, nada mais que misericórdia?
Portanto, ó bondosíssima e amantíssima Maria, estou seguro de que sempre Vos
invocarei porque sempre me consolareis; sempre Vos agradecerei porque sempre me
aliviareis; sempre Vos servirei porque sempre me ajudareis; amar-Vos-ei sempre
porque me amareis sempre; de Vós sempre obterei tudo, porque sempre vosso magnânimo
amor ultrapassará minha esperança.
Sim, ó
doce Virgem, é somente de Vós que, apesar de meus pecados, espero o único bem
que almejo: a união com Jesus no tempo e na eternidade. Exclusivamente de Vós,
porque sois Vós a escolhida por meu divino Salvador para me dispensar todos os
favores e a Ele conduzir-me com segurança.
Sim,
minha Mãe, sois Vós que, depois de me ter ensinado a compartilhar as humilhações
e os sofrimentos de vosso Divino Filho, me introduzireis em sua glória e suas
delícias para, junto a Vós e convosco, louvá-Lo e bendizê-Lo por todos os séculos
dos séculos. (Revista Arautos do Evangelho, Maio/2017, n. 185, p. 24 à 25)
SÃO BERNARDO. Acte d’aveugle abandon et d’amoureuse
confiance en la douce Vierge Marie.
In: DENIS, Gabriel. “Le Règne de Jésus par
Marie”.
3.ed. Luçon: S. Pacteau, 1873, p.242-244
“ASSIM ESTARÁS AO LADO DE MINHA MÃE”
Um
homem miserável estava rezando, consciente de sua pobreza. Eis o que dizia a
Deus:
“Eu
não sou digno de entrar em teu Reino, mas, pela tua Misericórdia, eu sei que tu
não podes me fechar a porta. Eu só te peço que me concedas o última lugar.”
E
Jesus lhe respondeu: “Eu te concedo o último lugar, assim, tu estarás ao lado
da minha Mãe.”
Trecho
de Une année avec la Vierge Marie, (Um ano com a Virgem Maria) Seleção de
Olivier Bonnassies, em Presses de la Renaissance, Paris, 2009.
QUEM ERAM OS JUDEUS NA ÉPOCA DE N. S. JESUS CRISTO
Comentários sobre o
contexto em que N. S. JESUS CRISTO viveu: o judaísmo, suas referências em Flávio Josefo, nos
escritos da tradição judaica e no Novo Testamento.
terça-feira, 16 de janeiro de 2018
EM 1933, A BÉLGICA FOI DUPLAMENTE VISITADA POR MARIA (Fonte: Equipe de Marie de Nazareth)
A Bélgica, terra cristã, desde os primeiros séculos, possui numerosos
santuários dedicados a Maria. Entre os mais conhecidos, dois, se caracterizam,
hoje, como brilhantes, famosos e de renome internacional, por terem sido
favorecidos no mesmo ano de 1933, seis anos antes da Segunda Guerra Mundial,
por aparições da Virgem Maria:
1) Santuário de Nossa Senhora de Beauraing, perto de Dinant, onde, em
1932-33 Maria apareceu, vestida de branco e coroada com um diadema da realeza,
tendo um Coração de ouro sobre o peito; ela se fez conhecer como a Mãe de Deus
e Rainha dos Céus. A aparição foi reconhecida oficialmente, em 1949;
2) Santuário de Nossa Senhora de Banneux, onde Maria se apresenta como “Nossa
Senhora dos Pobres”: este memorável lugar de oração à Santíssima Virgem, onde
se apresentam mais de 600.000 peregrinos a cada ano, é um dos mais importantes
do país. As aparições de Banneux são oficialmente reconhecidas pela Igreja.
Na Bélgica existem, igualmente, outros lugares de peregrinações marianas,
destacando o de Nossa Senhora de Hal, e o de Nossa Senhora de Montaigu, também
muito frequentados. De um modo geral, estes santuários marianos tiveram um
aumento de visitantes a partir do século XX.
sexta-feira, 12 de janeiro de 2018
A IMAGEM DA VIRGEM QUE ABRIU OS OLHOS EM UMA PASSAGEM SECRETA DE ROMA
Foi como se ela tivesse despertado de um
sono...
Em Roma, muito perto de um dos lugares mais
visitados pelos turistas, o Campo dei Fiori e da Piazza Navona, fica uma
passagem secreta, histórica, antiga e misteriosa, que guarda uma imagem da
Virgem Maria. A imagem se tornou muito conhecida pelos acontecimentos de 1796.
Diz a tradição que essa passagem conduzia à
entrada principal do Teatro Pompeu, no ano 55 a.C. Era um teatro imponente que,
depois de vários incêndios, virou ruína. Até que a nobre família romana Orsini,
durante o Renascimento, decidiu construir seu palácio no local, a fim de alojar
hóspedes de honra.
No lugar onde antigamente havia o templo
dedicado a Vênus, os Orsini construíram a igreja que hoje leva o nome de Santa
Maria em Grottapinta. A igreja guardava uma imagem da “Madonna del latte” – a
Virgem do Leite. Depois, a imagem foi trasladada para uma passagem chamada “Pasetto
del Biscione” (Passagem da Serpente). O nome da passagem foi dado devido à
serpente que estava representada nos escudos de armas da família Orsini.
Foi nessa passagem que, em 9 de júlio de 1796,
ocorreu um fato milagroso extraordinário: A Virgem começou a abrir os olhos
como se tivesse despertado de um sono profundo. Ela abria e fechava os olhos
enquanto seguia, com seu olhar, todos os transeuntes, que se reuniram no local
com grande assombro depois do anúncio de tal acontecimento.
O milagre se repetiu por algum tempo e muitos
devotos queriam ver o curioso acontecimento. Para chegar ao local, era preciso
ziguezaguear pelas estreitas ruelas romanas, que mais pareciam um labirinto.
Muitos se perdiam. E é daí que nasce o ditado romano “andare a cercare Maria pe’
Roma”, ou seja: “ir procurar Maria por Roma”.
Depois que a imagem fechou definitivamente os
olhos, foi trasladada em procissão até a Igreja de San Carlo ai Catenari, onde
se encontra atualmente. No lugar dela, foram colocadas várias outras imagens da
Virgem, já que elas eram destruídas por vândalos.
A passagem foi caindo no esquecimento. Mas no
ano de 2014, um centro de estudos iniciou um trabalho de restauração do local.
No lugar da “Madonna del latte”, foi colocada uma réplica da Virgem da Divina
Providência.
Não deixe de admirar a imagem:
(Crédito das imagens: Ma. Paola Daud)
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
UM EXORCISMO POR SÃO JOÃO MARIA VIANNEY - O CURA DARS !!!
Em
Fevereiro de 1840, mais ou menos ao meio-dia, aconteceu um fato fantástico no
confessionário do Padre Vianney. Uma mulher vinda de uma cidade próxima,
Puy-en-Velay, ajoelhou-se para confessar, e a principio, as pessoas que
aguardavam a sua vez, nada observou de anormal.
Como a
mulher permanecesse calada, o Santo lhe pediu que ela se acusasse de suas
faltas. Com uma voz estranha, ela disse: “Só cometi um pecado, e faço
participante dele, todos que quiserem. Vamos, levanta a mão e me absolve. Tu a
levantas para qualquer um, pois frequentemente estava junto de ti no confessionário
e vi. Vamos”.
O Padre
perguntou: “Quem é você”? Respondeu o demônio: “Magister Caput” (Mestre Cabeça,
quer dizer, um chefe). E continuou dizendo: “Ah! Sapo negro (a cor da batina do
Padre), quanto me fazes sofrer. Sempre dizes que vai embora para outro lugar,
por que não vai de uma vez? Há outros sapos negros que me fazem sofrer menos do
que tu. Vou escrever ao Monsenhor para que te faça sair”.
Disse o
Padre: “Sim, mas eu farei que fique tremula a tua mão para que não possa
escrever”... Replicou o demônio: “Eu te possuirei. Tenho ganhado a outros mais
fortes do que tu. Ainda não está morto. Se não fosse esta... (Com uma palavra
repugnante e grosseira se referiu a VIRGEM MARIA) que está aqui em cima, já te
possuiria. Mas Ela te protege com este “grande dragão” (São Miguel Arcanjo) que
está à porta da Igreja. Dize-me por que te levantas tão cedo? Desobedeces ao “veste
roxa” (ao Bispo Diocesano).
Por que
pregas com tanta simplicidade? Por isso é considerado um ignorante. Por que não
pregas pomposamente, como se faz nas cidades”? Padre Vianney interrompeu aquele
absurdo falatório impróprio, invocando a presença de JESUS, que fez o demônio
desaparecer, deixando a mulher meio desfalecida, logo amparada pelos presentes.
Umas dez
pessoas que aguardavam a vez de se confessarem, entre elas Maria Boyat e
Genoveva Filliat, presenciaram e ouviram este impressionante acontecimento.
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
O SANTO QUE PREGOU O EVANGELHO MESMO COM A CABÇEA DECEPADA - SÃO DINIS DE PARIS, BISPO E PADROEIRO DA FRANÇA.
São Dinis – que também se pode
chamar de “Dionísio" – foi morto em meados do século III, durante o curto
reinado do imperador romano Décio. Os dois anos em que ficou à frente do Império
foram suficientes para que sua crueldade fosse comparada à do terrível Nero. Em
pouco tempo, ele fez incontáveis vítimas no meio do clero e entre os próprios fiéis,
elevando à honra dos altares nomes como Santa Ágata, São Saturnino e o próprio
Papa Fabiano.
Como morreu São Dinis? Durante
o seu pontificado, São Fabiano enviou à então província da Gália sete missionários
cristãos, dentre eles Saturnino, mandado a Toulouse, e o próprio Dinis, que se
fixou na Lutécia, onde atualmente fica a cidade de Paris. A eloquência de Dionísio
logo colocou em polvorosa os sacerdotes pagãos do local, que ficaram alarmados
pelas várias conversões que ele, por obra de Deus, conseguia. Um edito do
imperador Décio, exigindo que todos prestassem o culto a César, tornou fácil a
captura de Dinis, que se destacava por sua coragem e fidelidade. Um dia,
levaram-no ao alto de um monte e cortaram a sua cabeça e as de seus fiéis
companheiros, Rústico e Eleutério.
O mais incrível é que, segundo
a tradição, o bispo Dionísio ainda saiu do Montmartre – “monte do mártir",
como ficou conhecido o lugar – e caminhou seis quilômetros, carregando a sua
cabeça e pregando um sermão sobre o arrependimento, até chegar ao lugar onde
foi enterrado. A iconografia cristã geralmente o retrata segurando a sua cabeça,
ainda com a mitra. Hoje, o “apóstolo da Gália" é invocado pelo povo cristão
contra dores de cabeça e possessões demoníacas, além de ser homenageado como um
dos primeiros pais da França.
O seu impressionante
testemunho ilustra como nem depois de mortos os santos se calam. Se, nesta
terra, com a sua pregação e vida, Dionísio glorificou sumamente a Deus,
chegando ao heroísmo do martírio, após a sua morte, ele mesmo encorajou muitos
outros homens a darem a vida por Cristo, cumprindo a profecia de Tertuliano,
para quem o sangue dos mártires era semente de novos cristãos.
É importante lembrar que as
ofertas dos perseguidores para que os cristãos “livrassem a sua pele" eram
coisas aparentemente simples. Daniel-Rops conta que os suspeitos de seguirem a
Cristo eram “conduzidos ao templo e convidados a sacrificar aos deuses ou, pelo
menos, a queimar incenso na frente do altar". Depois, caso persistisse “a
acusação de cristianismo, o acusado era convidado a pronunciar uma fórmula
blasfema, na qual renegava Cristo". Por fim, celebrava-se uma refeição, “uma
espécie de comunhão pagã, em que os suspeitos deviam comer carne das vítimas
imoladas e beber vinho consagrado aos ídolos" . Se fizessem qualquer uma
dessas coisas, os cristãos se safavam e não eram mortos.
Diante de uma perseguição como
a impetrada por Décio, pode-se imaginar como era grande a tentação de jogar um
pouquinho de incenso diante dos ídolos. Afinal, um punhado de incenso, que mal
poderia haver? Mas, os santos não se improvisam. “Quem quiser salvar sua vida a
perderá; e quem perder sua vida por causa de mim a encontrará" (Mt 16,
25). Os carrascos que olhavam para os mártires certamente pensavam em seus corações
que se tratavam de loucos, assim como a modernidade comumente pinta as imagens
dos primeiros mártires como “suicidas", como se fossem homens desgostosos
da vida, à procura da morte. À luz do Evangelho, no entanto, a entrega dessas
pessoas não era simplesmente a renúncia da vida, mas a adesão à verdadeira
Vida, por amor. O “não" de Dionísio, Rústico e Eleutério à idolatria, à
blasfêmia e às carnes sacrificadas pelos ídolos foi, ao mesmo tempo, um belo e
glorioso “sim" a Deus, ao Seu nome e à Sua vontade.
Hoje, talvez não nos seja
pedida a entrega física dos primeiros mártires, que tiveram suas cabeças, braços
e pernas decepados por causa de Cristo. Mas, sem dúvida, é-nos pedida a
fidelidade de cada dia, pela qual todo cristão é sempre um mártir:
“Sendo muitas as perseguições,
também são numerosos os martírios. Todos os dias és testemunha de Cristo. Foste
tentado pelo espírito de fornicação; mas, por temor do futuro juízo de Cristo,
julgaste que não devias manchar a pureza da alma e do corpo: és mártir de
Cristo. Foste tentado pelo espírito de avareza para assaltar a propriedade do
teu inferior ou para violar os direitos da viúva indefesa; todavia, meditando
nos preceitos divinos, preferiste prestar ajuda a praticar injustiças: és
testemunha de Cristo. (...) Foste tentado pelo espírito de soberba; mas, ao ver
o pobre e o necessitado, compadeceste-te piedosamente e preferiste a humildade à
arrogância: és testemunha de Cristo."
“Como são numerosos todos os
dias os mártires ocultos de Cristo, os que confessam o Senhor Jesus! O Apóstolo
conheceu este martírio e este fiel testemunho, ao dizer: É esta a nossa glória
e o testemunho da nossa consciência."
Com os santos, aprendemos que “quem
começa a servir verdadeiramente o Senhor, o mínimo que lhe pode oferecer é a própria
vida", como ensinava Santa Teresa de Ávila.
Peçamos a intercessão de São
Dionísio, para que nos ajude a sermos testemunhas de Cristo onde for: senão no
alto dos montes, nas arenas dos leões ou no madeiro das cruzes, em nossas
casas, em nossas escolas e em nossos trabalhos.
quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
SANTA GEMA E AS TENTAÇÕES DIABÓLICAS QUE SOFRIA
O Diabo disse uma vez a Santa
Gema: "Você pode rezar por si mesma, mas se você rezar pelos outros, eu
vou fazer você pagar caro por isso". E em outra ocasião, o diabo disse a
esta grande santa: "Enquanto age por si mesma, faça o que quiser, mas
escute bem, não faça nada para a conversão dos pecadores, se você tentar, eu
vou fazer você pagar caro por isso". O demônio pareceu afirmar para Gema
que nossas Orações pelos outros são aparentemente mais frutificantes, do que
quando nós rezamos por nossas necessidades, quando ele tentou uma nova tática
para fazer com que Santa Gema considerasse sua própria alma em vez de outras,
quando ele exclamou: "Como e de onde vem essa presunção? Você está
carregada de pecados, e todos os anos da sua vida não basta para lamentar e
expiar, e, no entanto, você perde tempo sobre os pecados dos outros? Não vê que
sua própria alma está em perigo?" Através de tudo isso, ela foi brutalmente
espancada e nunca parou de rezar para as pessoas, oferecendo-se como vítima
para a raça humana como o Senhor e Salvador fez em Sua Cruz, sabendo que nenhum
servo é maior do que seu Mestre. O diabo parecia estar em uma guerra pessoal
com Santa Gema, que, durante um de seus ataques, começou horrivelmente amaldiçoando
Deus e gritando "Guerra! Guerra contra você e seu diretor
espiritual!". Isso continuou durante as noites, com o diabo zombando dela
e de suas orações pelos outros, suportando tudo com a verdadeira paciência de
um santo. O diabo causou-lhe o maior sofrimento blasfemando seu verdadeiro
amor, Jesus Cristo continuamente, dizendo-lhe: "O que você está
fazendo?", ele disse," quão estúpido é você rezando para esse
malfeitor. Olhe para o mal que Ele faz, mantendo-a pregado à Cruz com Ele
mesmo. Como então você pode se importar com ele? Todos que o amam Ele faz
sofrer! O demônio fazia ela muitas promesas de felicidade terrena, se ela
parasse de rezar pela conversão de outras pessoas, mas Santa Gema perseverou
nos ataques dos demônios e ganhou uma grande vitória para a humanidade e
garantiu um lugar exaltado no céu, juntamente com todos os santos de Cristo.
Santa Gema, rogai por nós.
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
SÃO JOÃO BATISTA escapa de morrer com os SANTOS INOCENTES - 28 de DEZEMBRO !!!
Ain Karen é uma cidade-vilarejo perto de Jerusalém. Segundo a tradição, é o lugar da “Visitação” e do nascimento de João Batista. Este era mais velho do que Jesus apenas seis meses e existe a lenda de que também ao ser vítima de Herodes. Perseguida por soldados assassinos, sua mãe Isabel buscou uma rocha no monte atrás da qual ocultou seu pequeno João antes que os soldados a alcançassem.
Quando os soldados a alcançaram, procuraram até atrás da rocha, mas não viram nada. Quando saíram, Isabel correu para buscar seu menino e descobriu que a rocha tinha aberto um espaço para dar lugar em seu interior ao pequeno perseguido e, assim, salvou João Batista. Na Basílica da Visitação, sobre o monte, guarda-se uma estranha rocha que recorda esta história.
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