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quinta-feira, 9 de setembro de 2021

A SS. Virgem Maria solicitou a celebração do seu aniversário!!!

 


Hoje, dia 8 de setembro celebra-se a Festa da Natividade da Bem Aventurada Virgem Maria depois de 9 meses da sua Imaculada Conceição no dia 8 de dezembro. Maria é a aurora, a estrela que precede o sol, o ponto de partida, o seio da encarnação divina. Pelo que a história salvífica tem um proêmio, e esse proêmio chama-se sem dúvida Maria, como diz a oração que é rezada na missa desta festa.

A pequena cidade de Béhuard situa-se numa ilha do Loire, não distante de Angers, no departamento francês de Marne-et-Loire. A devoção a Nossa Senhora de Béhuard, remonta a *São Maurílio, discípulo de São Martinho de Tours, bispo de Angers, que erigiu em 431 ─ ano do Concílio de Éfeso (atual Turquia), quando Maria foi proclamada “Mãe de Deus” (Theotokos, em grego) ─ uma estátua da Virgem, sobre o rochedo vulcânico de Béhuard, para homenagear a sua natividade.

Efetivamente, um ano antes, em 430, próximo ao mosteiro do Monte Glonne (Saint-Florent-le-Vieil, Maine-et-Loire), na assim chamada “la Croix Pichon” (a Cruz Pichon), atualmente santuário de Marillais, São Maurílio havia usufruído de uma aparição da Virgem Maria, sobre um álamo, pedindo-lhe que estabelecesse, na diocese de Angers, uma festa solene para comemorar o seu santo nascimento, no dia 8 de setembro.

A tradição atribui que esta estátua teria substituído os ídolos pagãos, marcando, assim, Béhuart como um dos locais mais antigos da cristianização de Anjou.

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* São Maurílio é o santo padroeiro de Angers, invocado por pescadores e jardineiros.

Por Notre Histoire avec Marie


Em Pellevoisin, “Maria, a toda misericordiosa”!

 


Em 1876, Nossa Senhora apareceu, em Pellevoisin (Indre, França), a Estela Faguette, jovem que sofria de tuberculose, peritonite aguda e de um tumor abdominal. Em meados de fevereiro, já estava desenganada pelos médicos e sua morte estava próxima: ela não viveria além de algumas horas. Maria lhe anunciou, então, a sua cura, que se efetivaria na quinta aparição. Em seguida, apresenta-lhe o escapulário do Sagrado Coração e pede-lhe que propague a devoção ao escapulário. Enfim, apregoa que a França iria sofrer e convida-lhe à calma e à oração.

Maria se apresenta como a “toda misericordiosa”. Note-se que foi o único lugar conhecido, em que ela assim se nomeou. Durante a quinta aparição, ocorrida em 19 de fevereiro de 1876, a Virgem obteve de seu Filho a cura de Estela.

Quando da nona aparição, a Mãe Santíssima revela à jovem mulher, de 32 anos, a sua missão: tornar o escapulário do Sagrado Coração conhecido e divulgá-lo. Estela conta que a SS. Virgem Maria disse: “Há muito tempo os tesouros de meu Filho estão abertos; que todos rezem.” Enquanto pronunciava estas palavras, levantou a pequena peça de lã que tinha sobre o peito... Percebi um coração vermelho que sobressaía claramente. E logo pensei que se tratava de um escapulário do Sagrado Coração. E ela prosseguiu, erguendo-o: “Eu aprecio esta devoção”, e “É aqui que eu serei honrada.”

Assim, Maria nos convida a retornar à mensagem de Paray-le-Monial, mas ela a enriquece por meio de um gesto concreto, da nossa parte: praticar a devoção, levando ao peito o escapulário que representa, de um lado, o Coração de Cristo e, do outro, a imagem de Maria. Esta devoção aos dois Corações é muito apreciada por São João Eudes, (este que, muito em breve, sem dúvida, será proclamado “Doutor da Igreja”).

Por Notre Histoire avec Marie eE também em: Nossa Senhora de Pellevoisin


segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Nos dias em que os santos não bastam, teremos sempre Nossa Senhora!!!

 

Há dias em que os padroeiros e os santos já não nos bastam. Então, devemos nos encorajar, para valer. E nos dirigir, diretamente, àquela que está acima de tudo. Devemos ser ousados, audaciosos. Pelo menos uma vez...

Dirigir-se, corajosa e audaciosamente àquela que é infinitamente bela, porque ela é, igualmente, infinitamente boa. Ela é aquela que intercede. A única que pode falar com a autoridade de mãe.

Dirigir-se, ousadamente, àquela que é infinitamente pura, porque ela é, igualmente, infinitamente meiga...

Àquela que é infinitamente nobre. Porque ela é, também, infinitamente gentil, infinitamente acolhedora. Acolhedora como o sacerdote que, no portal da igreja, vai até o recém-nascido, até o principio, ou seja, no dia do seu batismo, para introduzi-lo à casa de Deus.

Àquela que é a mãe e a rainha dos anjos. Porque ela é, da mesma forma, a mãe e a rainha dos homens.

Àquela que é infinitamente feliz, porque ela é, igualmente, infinitamente dolorosa. Setenta e sete vezes setenta, dolorosa. Àquela que é infinitamente sensível, porque é, também, infinitamente sensibilizada. Àquela que é toda Grandeza e toda Fé, porque é, ao mesmo tempo, toda Caridade. Àquela que é toda Fé e toda Caridade, porque é, também, toda Esperança.

Àquela que é Maria. Porque ela é cheia de graça. Àquela que é cheia de graça. Porque ela está convosco. Àquela que está convosco. Porque o Senhor está com ela.

Charles Péguy, no trecho de Le Porche du Mystère de la deuxième vertu (O Pórtico do mistério da segunda virtude).


Robert Schuman e a Virgem Maria !!!

 


Robert Schuman (1886-1963) foi um homem de Estado, francês, que se tornou Ministro das Finanças, em 1946, num momento muito difícil, quando da reconstrução do seu país. Em agosto de 1948, tornou-se encarregado das Relações Exteriores e sonhava com a unidade europeia:

“A Europa não se fará de um golpe, nem numa construção de conjunto: far-se-á por meio de realizações concretas que criem, em primeiro lugar, uma solidariedade de fato”. Toda a sua vida chega ao ápice no dia 9 de maio de 1950, quando ele deu a conhecer ao mundo a famosa “Declaração”, que constitui o ato de nascimento da Europa comunitária, a Europa unida.

“A Europa não é uma negação da pátria”, diz Robert Schuman. “Assim como a pátria não é uma negação da província natal”. Para Robert Schuman a Europa é, afinal, a realização de uma democracia generalizada, no sentido cristão da palavra. Em 1958, ele foi eleito, por unanimidade, Presidente da Assembleia parlamentar europeia, em Estrasburgo. O chanceler alemão Adenauer dizia que “foi graças à sua sabedoria e à sua coragem, que os fundamentos da reconciliação entre nossos dois povos e a construção de uma Europa unida foram implantados”.

Após os responsos fúnebres de suas exéquias, na Catedral de Metz, o féretro foi levado aos pés da Virgem, pois, Robert Schuman tinha grande veneração pela Mãe de Deus, deferência influenciada pelo aprendizado recebido através dos escritos do Padre Luiz Maria Grignion de Montfort, como costumava dizer.

Por Jeanne Tallier, na revista francesa « l'Etoile » N°162, de la Légion de Marie (Legião de Maria).


Uma Senhora de branco me susteve, à beira do Inferno!

 


Nos anos 1930, no Brasil, um franco-maçom estava para morrer. Sua comitiva o vigiava de perto, para impedir que um padre pudesse entrar para lhe dar a extrema-unção. Um sacerdote tentou visitar o moribundo, três vezes, mas foi escorraçado sem que o enfermo soubesse.

Entretanto, o enfermo piorava, cada vez mais, chegando a perder a consciência. Pensaram que ele havia morrido, quando, subitamente, ele levantou e gritou, ameaçando a assistência:

“Miseráveis! Sim, certamente, o inferno existe! E eu estava quase mergulhando nele, quando uma Senhora envolta em luz, me susteve à sua borda, para que eu tivesse um pouco de tempo mais, afim de me confessar!”

Em seguida, dirigindo-se ao irmão e à esposa, prosseguiu:

“Miseráveis! Foram vocês dois que impediram que um sacerdote viesse ao meu encontro, objetivando fechar a porta do inferno e abrir a porta do Céu para mim! ─ Saiba, meu irmão, que você não é o mestre desta casa! Que minha esposa vá depressa procurar um padre! Eu quero me confessar.” Ele se confessou na alegria e deu o seu último suspiro.

Trecho de uma carta do Padre E. Mauran, Franciscano e segundo Le chapelet des enfants (O terço das crianças).


segunda-feira, 9 de agosto de 2021

O eremita rezava diante da Imagem da Virgem Maria !!!

 


No fim do século XVII, um bom eremita que vivia no norte da França estava tomado pelas tentações. O demônio lhe disse: Os tormentos que provoco em você não são nada em comparação com o que você me faz sofrer. Jura que você vai guardar este segredo e eu lhe direi o que você deve fazer para que eu o deixe tranquilo.

Assim que o bom eremita aceitou a proposta do maligno, este lhe disse: Eu quero que você não olhe mais para aquela imagem que está na sua cela! Tratava-se da imagem da Virgem Maria, diante da qual o Solitário fazia as suas orações... Desde então, foi com um fervor bem mais forte que o bom eremita continuou a rezar a Nossa Senhora, aos pés da sua imagem! O demônio, desmoralizado, abandonou o eremita para sempre.

Segundo Le chapelet des enfants (O terço das crianças)


quinta-feira, 15 de julho de 2021

Se eu tivesse uma Virgem Maria para mim...

 

Nos anos 1640, um jovem de Chablais (Alpes Franceses), há cinco anos possesso do demônio, foi levado ao túmulo de São Francisco de Sales, e foi liberado do maligno, cinco dias depois.

Questionado por um Bispo e por uma religiosa, Madre Françoise-Magdeleine de Changy (1611-1682), Superiora do primeiro mosteiro da Visitação, de Annecy, o demônio repetia furiosamente:

Ah! Por que é que eu tenho que deixar este homem? Madre De Changy gritou: Oh! Santa Mãe de Deus, rogai por nós! Maria, Mãe de Jesus, ajudai-nos.

Ouvindo estas palavras, Satanás redobrou seus terríveis bramidos, gritando: Maria!... Eu não tenho sequer a Virgem Maria... Se eu tivesse uma Virgem Maria para mim, como vós, eu não seria o que sou!...Se eu tivesse um só momento de todos os que vós perdeis, e uma Virgem Maria, eu não seria um demônio!

Segundo Le chapelet des enfants (O terço das crianças)



quinta-feira, 8 de julho de 2021

A ferida de Maria é bem mais dolorosa e profunda do que a sua!, por site catholique & wordpress.

 


A Virgem Maria se manifestou no Japão, de 1973 a 1981, na capela das Servas da Eucaristia do Sagrado Coração, humilde convento, próximo à cidade de Akita. A estátua, representando a Virgem Maria, que está na capela do convento, verteu lágrimas 101 vezes, de 4 de janeiro de 1975 a 15 de setembro de 1981. As Aparições e Lacrimações foram reconhecidas, oficialmente, no dia 22 de abril de 1984, por dom John Shojiro Ito, e em junho de 1988 o então cardeal Joseph Ratzinger, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, respaldou a decisão do prelado.

Na véspera do dia 6 de julho de 1973, à noite, irmã Inês Sasagawa Katsuko, religiosa do convento, estava rezando quando, de repente, sentiu uma dor forte, na palma da mão esquerda. Era uma ferida de dois centímetros de largura, em forma de cruz. A sensação, dolorosa como a de uma picada aguda e profunda, como se fosse uma agulha grossa, a impedia de dormir.

Às três horas da manhã, repentinamente, ela ouviu a voz do seu anjo da guarda: “Não tenha medo! Não reze apenas pelos seus pecados, mas em reparação dos pecados de todos os homens. O mundo atual fere o Santíssimo Coração de Nosso Senhor, devido à sua ingratidão e às suas injúrias. A ferida de Maria é bem mais profunda e dolorosa do que a sua. Agora, vamos rezar juntos na capela”.

Fontes: site catholique & wordpress


Nossa Senhora de Soufanieh, no coração de Damasco, na Síria por ALATEIA.

 


Enquanto, decorridos estes tristes sete anos, o sangue está a correr, na Síria, em Damasco, há mais de 35 anos, sempre na Síria, o óleo do rosto da Virgem Maria de Soufanieh continua a correr. Em novembro de 1982, num bairro, ao norte de Damasco, um óleo perfumado, passou a dimanar do ícone da Virgem Maria, com o menino Jesus no colo, reprodução da Virgem de Kazan. Este óleo surgiu, pela primeira vez, nas mãos de uma jovem esposa, Myrna Nazzour, no dia 22 de novembro do mesmo ano. A partir de então o óleo continua a correr...

“O que ocorreu em Soufanieh se edificou no Oriente, como um farol poderoso, destinado a ratificar a caminhada de uma humanidade que, devido aos progressos científicos, se tornou arrogante, a tal ponto, que parece ter perdido a orientação justa e correta ─ afirmou Zakka Iwaz, Patriarca siríaco ortodoxo da Antioquia. Este país árabe foi escolhido por Jesus e pela Virgem Maria, pela primeira vez, para que nos fossem enviadas mensagens universais, espirituais cristãs e humanas, em língua árabe, e para que os cristãos aprofundassem a sua fé, neste Oriente árabe e muçulmano.”

Hoje, Soufanieh tornou-se uma ocorrência revestida de um significado bem especial, num Oriente de maioria muçulmana e nesta Síria que vive a ferro e fogo, desde março de 2011. A vidente Myrna repete, incansavelmente: “O Senhor irrompeu em minha vida (...). Ele me pediu que rezasse para que a Sua vontade fosse cumprida, pois uma nova luz irá jorrar do Oriente e nós devemos ser testemunhas desta luz”.

Fontee : Aleteia


“Não se deve trabalhar aos domingos” por Maria de Nazareth.

 


Estamos em 1873, dia 8 de junho, domingo da Santíssima Trindade, numa pequena aldeia, no sul da França; saint Bauzille de la Sylve (perto de Montpellier). Augusto Arnaud estava trabalhando na sua vinha, desde as 5h da manhã. Por volta das 17h30min, a Virgem Maria lhe apareceu e pediu-lhe que construísse uma cruz. Augusto fez, então uma cruz de madeira e a colocou no lugar indicado por Nossa Senhora.

No dia 8 de julho de 1873, numa segunda aparição, a Virgem Maria recomendou a Augusto: “Não se deve trabalhar aos domingos” e, em seguida, continuou: “Feliz daquele que acreditar e, infeliz daquele que não acreditar. É preciso ir a Notre Dame de Gignac, santuário bem perto daqui, em procissão. Sereis felizes com toda a vossa família.

Augusto continuou sua vida de vinhateiro, tornando-se fervoroso cristão, respeitando cada domingo, dia do Senhor. Ele faleceu aos 93 anos.

Após longa investigação, Monsenhor de Cabrières, bispo local, autorizou, em 1879, a construção de um santuário em honra da Santíssima Virgem Maria.

Fonte: mariedenazareth