Minha lista de blogs

sábado, 1 de fevereiro de 2014

OS SANTOS e as DEVOÇÕES MARIANAS como SINAL de PREDESTINAÇÃO de SALVAÇÃO !!!



São Luís Maria Grignion de Monfort:
"Ainda não se louvou, exaltou, honrou, amou e serviu suficientemente a Maria Santíssima, pois muito mais louvor, respeito, amor e serviço Ela merece.”

São Boaventura
“Todos aqueles que se empenham em divulgar as glórias da Virgem Santíssima, têm o Céu assegurado.”

Santo Afonso Maria de Ligório
“Senhora amabilíssima, Senhora sublimíssima, Senhora graciosíssima, volvei vosso olhar para um pobre pecador que a Vós se recomenda e em Vós põe a sua confiança.”

São Pio de Pietrelcina
“Amai Nossa Senhora e fazei que a amem.”

São Francisco de Sales
“Ninguém terá a Jesus Cristo por irmão, que não tenha a Maria Santíssima por Mãe.”

São Francisco de Sales
“Não existe devoção a Deus sem amor à Santíssima Virgem.”

São Bernardo
“Nos perigos, nas angústias, nas dúvidas, pensa em Maria, invoca Maria.”

São João d’Ávila
“Um dos principais remédios contra o demônio é recorrer à Virgem Maria.”

São Luís Maria Grignion de Monfort
“Quando o Espírito Santo encontra Maria Santíssima numa alma, sente-se atraído a Ela irresistivelmente e nela faz sua morada.”

São Fulgêncio
“Maria é a escada celeste pela qual Deus desceu à terra e os homens sobem a Deus.”

São Boaventura
“Jamais li que algum Santo não tivesse sido devoto especial da Santíssima Virgem Maria.”

São Leonardo de Porto Maurício
“Sois devoto de Nossa Senhora? Ouvi pois e consolai-vos. Vivereis bem, morrereis melhor, salvar-vos-eis.”

São Bernardo
“Por vós, ó Maria, se encheu o céu e se despovoou o inferno.”

São Boaventura
“Maria é obra prima de Deus que nela esgotou sua sabedoria, seu poder e sua riquezas.”

Santo Epifânio
“Excetuando-se a Deus só, é Maria Santíssima superior a todas as criaturas.”

Santa Madalena Sofia Barat
“A morte de um filho de Maria Santíssima é o salto de uma criança nos braços de sua Mãe.”

Santo Antonino
Se Maria é por nós, quem será conta nós?

São Francisco de Sales
“Na devoção a Nosso Senhor nasce a de sua Mãe. Ninguém pode amar a um sem amar o outro.”

Beato João Paulo II
“Ao pedir ao discípulo predileto que tratasse Maria Santíssima como sua Mãe, Jesus instituiu o culto mariano.”

Santo Afonso
“Se na hora da morte tivermos Maria a nosso favor, o que poderemos temer?”

Santo Agostinho
“Tudo quanto pudermos dizer em louvor de Maria Santíssima é pouco em relação ao que merece por sua dignidade de Mãe de Deus.”

Santo Anselmo
“Deus que criou todas as coisas, fez-se a si mesmo por meio de Maria Santíssima.”

Santo Afonso
“É impossível que se condene um devoto de Maria Santíssima que fielmente a obsequia e a Ela se recomenda.”

Santo Ambrósio
“Com razão só Ela é chamada cheia de graça, porque só Ela conseguiu a graça que nenhuma outra merecera, a de ser cheia do Auto da graça.”

São Bernardo
“A piedosa invocação da Virgem Maria é sinal de salvação.”

Santo Anselmo
“Nada igual a Maria, nada maior que Maria, senão só Deus.”

São Metódio
“Vosso nome, ó Mãe de Deus, está cheio de graças e de bênçãos divinas.”

São Sofrônio
“Nada há que se iguale à graça que possuís.”

São Pedro Crisólogo
“Ó Virgem Santíssima, Vosso Criador foi concebido por Vós!”

Santo Eutímio
“Depois de Deus tudo podes, e teu Filho, Deus e Senhor de todos nós, Te concede tudo como à Mãe, pois com toda a justiça se rende a tuas entranhas maternais.”

São Lourenço de Brundisio
“Que pode faltar ao homem que tem a Maria por onipotente advogada diante de Deus onipotente?”

São Luís Maria Grignion de Monfort
“Maria é o Santuário, o repouso da Santíssima Trindade, em que Deus está mais magnifica e divinamente que em qualquer outro lugar do universo, sem excetuar seu trono sobre os serafins e querubins.”

São Bernardino de Sena
“Deus outorgou à Santíssima Virgem tanta graça que mais é impossível conceder a uma criatura, exceto Jesus Cristo.”

Santo Irineu
“O nó da desobediência de Eva foi desfeito pela obediência de Maria.”

São Luís Maria Grignion de Monfort
“As grandezas e as excelências de Maria Santíssima, o milagre dos milagres da graça, da natureza e da glória.”

São João Berchmans
“Não estarei seguro da minha salvação, enquanto não estiver seguro da minha devoção à Virgem Maria.”

São Leonardo de Porto Maurício
“Abracemos todos com grande fervor a verdadeira devoção a Maria Santíssima e assim seremos todos salvos.”

Santo Cura d’Ars
“O Coração de Maria é tão terno conosco, que o de todas as mães não são mais que pedras de gelo ao lado do Seu.”

Santo Antônio Maria Claret
“Ditoso quem invoca Maria Santíssima, quem recorre ao Imaculado Coração de Maria com confiança, porque alcançará o perdão dos pecados, a graça e, por fim, a glória do Céu.”

São Gabriel da Virgem Dolorosa
“Se possuímos Maria Santíssima, temos tudo com Ela.”

Santa Maria Madalena de Pazzi
“E parecia-me que a plataforma deste templo foi a elevada mente e o alto entendimento da Virgem Maria. Havia também um altar, e percebi que era a vontade da Virgem. E a toalha do mesmo altar era a sua puríssima virgindade. E o cibório onde Jesus se encontra é o Coração da Virgem. E diante do altar vi sete lâmpadas que entendi serem os Sete Dons do Espírito Santo que igual e perfeitamente se encontravam na Virgem Maria. E sobre o altar encontravam-se doze formosíssimos candelabros que eu percebi serem os Doze Frutos do Espírito Santo que a Virgem possuía”.

São João Maria Vianney – o Cura d’Ars
“As Três Pessoas Divinas contemplam a Santíssima Virgem Maria. Ela é sem mancha, está ornada de todas as virtudes que a tornam tão formosa e agradável à Santíssima Trindade”.

São João Maria Vianney – o Cura d’Ars
“Deus podia ter criado um mundo mais belo do que este que existe, mas não podia ter dado o ser a uma criatura mais perfeita que Maria Santíssima”.

São João Maria Vianney – o Cura d’Ars
“O Pai compraz-se em olhar o Coração da Santíssima Virgem como a obra-prima das suas mãos.”

São João Maria Vianney – o Cura d’Ars
“Se um pai ou uma mãe muito ricos tivessem muitos filhos e todos eles viessem a morrer, restando apenas um, esse herdaria todos os bens. Pelo pecado original, todos os filhos de Adão morreram para a graça, e somente Maria Santíssima, isenta do pecado, herdou as graças de inocência e favores que caberiam aos filhos de Adão, se eles tivessem permanecido em estado de inocência. Deus tornou Maria Santíssima depositária das suas graças”.

São João Maria Vianney – o Cura d’Ars
“Maria Santíssima deseja tanto que sejamos felizes!”

São João Maria Vianney – o Cura d’Ars
“São Bernardo diz que converteu mais almas por meio da Ave-Maria que por meio de todos os seus sermões.”

São João Maria Vianney
“A Ave-Maria é uma oração que jamais cansa.”

São João Maria Vianney – o Cura d’Ars
“O meio mais seguro de conhecermos a vontade de Deus é rezarmos à nossa boa Mãe, Maria .”

São João Maria Vianney – o Cura d’Ars
“Se o inferno pudesse arrepender-se, Maria Santíssima alcançaria essa graça.”

São João Maria Vianney – o Cura d’Ars
“Tenho bebido tanto nessa fonte, no coração da Santíssima Virgem Maria, que há muito tempo teria secado se não fosse inesgotável.”

São João Maria Vianney – o Cura d’Ars
“Quando as nossas mãos tocam uma substância aromática, perfumam tudo o que tocam. Façamos passar as nossas orações pelas mãos da Santíssima Virgem Maria. Ela as perfumará.”

São Luiz Maria de Montfort
“Deus ajuntou todas as águas e deu nome de mar, e ajuntou todas as graças e deu nome de Maria.”

Santo Agostinho
“As orações de Maria Santíssima junto a Deus têm mais poder junto da Majestade Divina que as preces e intercessão de todos os anjos e Santos do Céu e da Terra.”

São Pio de Pietrelcina
“Lembre-se de que você tem no Céu não somente um Pai, mas também uma doce Mãe.”

São Pio de Pietrelcina
“Que Maria Santíssima sempre enfeite sua alma com as flores e o perfume de novas virtudes e coloque a mão materna sobre sua cabeça. Fique sempre e cada vez mais perto de nossa Mãe celeste, pois ela é o mar que deve ser atravessado para se atingir as praias do esplendor eterno no reino do amanhecer.”

São Pio X
“O Santo Rosário é a mais bela de todas as orações, a mais rica em graças e a que mais agrada a Santíssima Virgem. Os erros modernos serão destruídos pelo Rosário.”

Santa Rosa de Lima
“O Santo Rosário contém todo o mérito da oração vocal e toda a virtude da oração mental.”

Santa Teresa de Jesus
“No Santo Rosário encontrei os atrativos mais doces, mais suaves, mais eficazes e mais poderosos para me unir a Deus.”

Santo Afonso Maria de Ligório
“O Santo Rosário é a homenagem mais agradável à Mãe de Deus.”

São Pio V
“O Santo Rosário incendiou os fiéis de amor, e deu-lhes nova vida.”

Santo Antonio Maria Claret
“Felizes as pessoas que rezam bem o Santo Rosário, porque Maria Santíssima lhes obterá graças na vida, graças na hora da morte e glória no Céu.”

Santo Antonio Maria Claret
“Nunca será considerado um bom cristão, quem não reza o Santo Rosário.”

São Francisco de Sales
“O Santo Rosário é a melhor devoção do povo cristão.”

São Carlos Borromeu
“O Santo Rosário é a mais divina das devoções.”

Beato João Paulo II
“Desde a minha juventude o Santo Rosário teve um lugar importante na minha vida espiritual.”

Beato João Paulo II
“Seria impossível citar a multidão, sem conta, de Santos que encontraram no Santo Rosário um autêntico caminho de santificação.”

São Maximiliano Kolbe
“Toda graça de Deus chega até nós através da intercessão de Maria Santíssima.”

São Maximiliano Kolbe
“Não te aflijas pelas contrariedades e as dificuldades, mas entrega cada coisa à Mãe Imaculada.”

São Tomás de Aquino
“A Bem-aventurada Virgem Maria é o modelo e o exemplo de todas as virtudes.”

São Tomás de Aquino
“A Virgem Maria ultrapassa os Anjos em sua intimidade com o Senhor.”

São Tomás de Aquino
A Bem-aventurada Virgem Maria goza de uma intimidade com Deus maior do que a criatura angélica.”

Santo Agostinho
“O fato de ser Mãe de Cristo traz à Maria Santíssima lugar único no Mistério da Redenção, já que por meio dela é que veio ao mundo o Salvador.”

São Luís Maria Grignion de Montfort
“Deus A escolheu para tesoureira, ecônoma e dispensadora de todas as suas graças; de sorte que todas as suas graças e todos os seus dons passam por suas mãos; e segundo o poder que ela recebeu, como diz São Bernardino, Ela distribui a quem quer, como quer, quando quer e quanto quer, as graças do Pai Eterno, as virtudes de Jesus Cristo e os dons do Espírito Santo.”

São Luís Maria Grignion de Montfort
“Deus A escolheu para tesoureira, ecônoma e dispensadora de todas as suas graças; de sorte que todas as suas graças e todos os seus dons passam por suas mãos.”

São Bernardino
“Ela distribui a quem quer, como quer, quando quer e quanto quer, as graças do Pai Eterno, as virtudes de Jesus Cristo e os dons do Espírito Santo.”

São Luís Maria Grignion de Montfort
“A devoção à Santíssima Virgem é necessária a todos os homens para salvação e, muito especialmente, àqueles que são chamados a uma perfeição particular.”

São Luís Maria Grignion de Montfort
“Maria é a Fonte Selada e a esposa do Espírito Santo.”

São Luís Maria Grignion de Montfort
“Deus quer servir-se de Maria Santíssima na santificação das almas.”

São Luís Maria Grignion de Montfort
“A devoção à Santíssima Virgem é necessária a todos os homens para salvação e, muito especialmente, àqueles que são chamados a uma perfeição particular.”

Santo Hilário
“A maior alegria que podemos dar a Maria Santíssima é a de levar Jesus Eucarístico no nosso peito.”

São Vicente Palloti
“Que o meu amor por Maria Santíssima seja igual ao amor de Seu Filho Jesus por Ela.”

São Luiz Maria de Montfort
“Deus ajuntou todas as águas e deu o nome de mar, e ajuntou todas as graças e deu o nome de Maria.”

São Boaventura
“Jamais li que algum Santo não tivesse sido devoto especial da Santíssima Virgem Maria.”

São Marcelino Champagnat
“Tudo a Jesus por Maria, tudo a Maria para Jesus.”

Santo Idelfonso
“Redunda em honra do Filho tudo quanto se oferece à Mãe Santíssima.”

Santo André Corsino
“A menor oração à Mãe de Deus não fica sem resposta.”

São João Maria Vianney
“O meio mais seguro de conhecermos a vontade de Deus é rezarmos à nossa boa Mãe, Maria Santíssima.”

Santo Agostinho
“As orações de Maria Santíssima junto a Deus têm mais poder junto da Majestade Divina que as preces e intercessão de todos os anjos e Santos do Céu e da Terra.”

São João Bosco
“Um sustentáculo grande para vós, uma arma poderosa contra as insídias do demônio, tendes na devoção à Maria Santíssima.”

Beato João Paulo II
“A devoção a Nossa Senhora faz parte essencial dos deveres de um Cristão.”

São João Bosco
“Maria protege todos os seus devotos, em todas as necessidades, mas os protege especialmente na hora da morte”.

São João Bosco
“Recomendai constantemente a devoção a Nossa Senhora Auxiliadora e a Jesus Sacramentado.”

São João Bosco
“Sê devoto de Maria Santíssima e serás certamente feliz.”

São João Bosco
“Jamais se ouviu dizer no mundo que alguém tenha recorrido com confiança a essa Mãe Celeste e não tenha sido prontamente socorrido.”

São João Bosco
“Diante de Deus declaro: basta que um jovem entre numa casa salesiana para que a Virgem Santíssima o tome imediatamente debaixo de sua especial proteção”.

São Luís Maria Grignion de Monfort
“Onde está Maria, não entra o espírito maligno; e um dos sinais mais infalíveis de que se está sendo conduzido pelo bom espírito é a circunstância de ser muito devoto de Maria, de pensar n’Ela muitas vezes e de falar-lhe freqüentemente.”

São Boaventura
“Deus depositou a plenitude de todo o bem em Maria Santíssima, para que nisso conhecêsse-mos que tudo o que temos de esperança, graça e salvação, Dela deriva até nós.”

São Pio de Pietrelcina
“Invoquemos sempre o auxílio de Nossa Senhora.”

São Pio de Pietrelcina
“O Santo Rosário é a arma daqueles que querem vencer todas as batalhas.”

São Pio de Pietrelcina
“O Santo Rosário é a arma daqueles que querem vencer todas as batalhas.”

Beata Jacinta Marto – Aparições de Nossa Senhora de Fátima
“Diz a toda gente, que Deus nos concede as graças por meio do Coração Imaculado de Maria; que peçam a Ela, que o Coração de Jesus quer que ao seu lado se venere o Coração Imaculado de Maria.”

São João Damasceno
“Deus só concede a graça da devoção à Maria Santíssima, àqueles que quer salvar.”

São João Bosco
“Nunca deixar passar um sábado, sem fazer um obséquio à Maria Santíssima.”

São Luis Maria Grignion de Montfort
“Um só suspiro de Nossa Senhora tem mais poder do que as orações de todos os anjos, santos e homens juntos.”

Santo Alberto Magno
“Não há meio mais seguro para vencer os ataques do inferno do que recorrer a Maria Santíssima.”

Santo Antonino
“Todos os devotos de Maria Santíssima necessariamente se salvam.”

São Felipe de Nery
“Se quereis perseverar, sede devotos de Maria Santíssima.”

São João Berchmans
“O que tem amor à Maria Santíssima, esse terá a perseverança.”

Santo Cura d’Ars
“O coração dessa boa Mãe é só amor e misericórdia. Ela só deseja ver-vos felizes. Basta somente volver-se para Ela a fim de serdes ouvidos.”

São Luís Maria Grignion de Montfort
“A devoção do Santo Rosário cotidiano defronta-se com tantos e tais inimigos, que julgo uma das mais assinaladas mercês de Deus perseverar na mesma até a morte.”

São Vicente de Paulo
“Depois da Santa Missa, a devoção do Santo Rosário faz cair sobre as almas bem mais graças que qualquer outra, e pelas Ave-Marias se opera muito mais milagres que qualquer outra oração.”

São João Bosco
“Todas as minhas obras e trabalhos têm como base duas coisas: a Santa Missa e o Santo Rosário.”

Maria Santíssima revelou à São Radbod
“Meu filho, nunca esqueço os serviços, mínimos que sejam, que me prestam meus caros filhos. Tende isso por coisa indubitável.”

Santo Afonso de Ligório
“O Santo Rosário é a homenagem mais agradável à Mãe de Deus.”

São Francisco de Sales
“O Santo Rosário é a melhor devoção do povo cristão.”

Beato João Paulo II
“O Santo Rosário é uma oração de grande significado e destinada a produzir frutos de santidade.”

Beato João Paulo II
“Mediante o Santo Rosário, o povo cristão aprende com Maria Santíssima a contemplar a beleza do rosto de Cristo, e a experimentar a profundidade do seu amor.”

Beato João Paulo II
“Através do Santo Rosário, o fiel alcança abundantes graças, como se as recebesse das próprias mãos da Mãe do Redentor.”

Beato João Paulo II
“A prática do Santo Rosário é um meio muito válido para favorecer entre os fiéis a exigência de contemplação do mistério cristão. O Santo Rosário situa-se na melhor e mais garantida tradição da contemplação cristã.”

Beato João Paulo II
“O Santo Rosário tem não só a simplicidade de uma oração popular, mas também a profundidade teológica de uma oração adaptada a quem sente a exigência de uma contemplação mais intensa.”

Beato João Paulo II
“O Santo Rosário foi desde sempre também a oração da família e pela família.”

Beato João Paulo II
“Entre o desespero e a esperança, nada como um Santo Terço bem rezado.”

São João Bosco
“Quem confia em Maria Santíssima jamais será iludido”.

São João Bosco
“Amai a vossa terna Mãe Celeste, recorrei a Ela de coração.”

São João Bosco
“Amai, honrai e servi a Maria Santíssima”.

Santo Tomás de Aquino
“Eu daria toda a minha ciência teológica pelo valor de uma única Ave-Maria.”

Santo Alberto Magno
“A Ave-Maria é a porta do Paraíso.”

São Bernardo
“A Ave-Maria é um beijo carinhoso que damos em nossa Mãe do Céu. Ela devolve os beijos. Quantas vezes a saudarmos, tantas vezes ela devolverá nossas saudações. Se lhe fizermos mil saudações, mil vezes ela responderá.”

Santa Teresa d’Ávila
“Eu ficaria de bom grado na terra até o fim do mundo, sofrendo os piores tormentos, só para conseguir o merecimento de uma Ave-Maria.”

São Francisco de Assis
“Quando digo Ave, Maria, os céus sorriem, os anjos rejubilam, o mundo se alegra, treme o inferno e fogem os demônios. Vós sois, ó Maria, a filha do altíssimo Pai Celestial, a Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo e a Esposa do Divino Espírito Santo.”

São Francisco de Sales
“A Santíssima Virgem foi sempre a Estrela polar e o Porto favorável de todos os homens que têm navegado pelos mares deste mundo miserável… Os que dirigem seu barco guiando-se por esta divina Estrela livram-se de soçobrar de encontro aos escolhos do pecado.”

Sua Santidade, Papa Bento XVI
“O Santo Rosário não é uma prática piedosa do passado, como uma oração de outros tempos, na qual se pensa com saudades. Ao contrário, o Rosário está conhecendo como que uma nova Primavera. Isto é, sem dúvida, um dos sinais mais eloquentes do amor que as jovens gerações sentem por Jesus e pela sua Mãe, Maria.”

São Francisco de Assis
“Ave Senhora, Rainha Santa, Santa Mãe de Deus Maria, que és virgem feita Igreja. E escolhida pelo santíssimo Pai do céu, que Ele consagrou com Seu santíssimo dileto Filho e com o Espírito Santo Paráclito, na qual esteve e está toda a plenitude da graça e todo bem. Ave, palácio dele; ave tabernáculo dele; ave casa dele. Ave veste dele; ave serva dele; ave mãe dele. E vós todas santas virtudes, que pela graça e iluminação do Espírito Santo sois infundidas nos corações dos fiéis, para que os façais de infiéis a fiéis a Deus.”

Santa Teresa do Menino Jesus
“Não tenhas receio de amar demais a Santíssima Virgem Maria, pois jamais conseguirás amá-la o suficiente e Jesus ficará muito feliz, porque a Virgem Santíssima é sua Mãe.”

São Padre Pio
“Amar a Senhora e rezar o Rosário, porque o Rosário é a arma contra os males do mundo.”

São Padre Pio
“Descansa o teu ouvido no Seu coração materno e escuta as Suas sugestões, e assim sentirás nascer em ti os melhores desejos de perfeição.”

São Maximiliano Kolbe
“A Imaculada é o esplendor do amor divino nas nossas almas e a forma de nos aproximarmos do coração de Jesus.”

São Tomás de Aquino
“A Bem-aventurada Virgem é o modelo e o exemplo de todas as virtudes. Nela achareis o modelo da humildade.”

Santo Agostinho
“O fato de ser Mãe de Cristo traz a Maria lugar único no mistério da redenção, já que por meio dela é que veio ao mundo o Salvador. Essa cooperação na obra da Salvação faz de Maria, espiritualmente, a Mãe de todos os homens.”

São Luis Maria Grignon de Monfort
“Somente Maria achou graça diante de Deus, tanto para si como para cada homem em particular. Os Patriarcas e os Profetas, todos os Santos da antiga lei não puderam encontrar essa graça. Porque somente Maria é Mãe da graça. Por isso que Maria foi quem deu à luz ao Autor de toda graça, é que a chamamos Mãe da graça, ‘Mater gratiae’.”

São Luis Maria Grignon de Monfort
“Foi pela Santíssima Virgem Maria que Jesus Cristo veio ao mundo e é também por Ela que deve reinar no mundo.”

Beato João Paulo II
“No momento da Anunciação, respondendo com o seu «fiat», Maria concebeu um homem que era Filho de Deus, consubstancial ao Pai. Portanto, é verdadeiramente a Mãe de Deus, uma vez que a maternidade diz respeito à pessoa inteira, e não apenas ao corpo, nem tampouco apenas à ‘natureza’ humana. Deste modo o nome ‘Theotókos’ — Mãe de Deus — tornou-se o nome próprio da união com Deus, concedido à Virgem Maria.”

Sua Santidade, Papa Bento XVI
“A presença da Virgem Maria nos diversos lugares das nossas cidades – nas igrejas, capelas, quadros, mosaicos – nos fala de Deus, nos recorda a vitória da Graça sobre o pecado e nos induz a ter esperança mesmo nas situações mais difíceis”.

São Tomás de Aquino
“O Senhor Pai está com Maria, pois Ele não se separa de maneira alguma de seu Filho e Maria possui este Filho, como nenhuma outra criatura, até mesmo angélica.”

Santo Agostinho
“A admirável santidade de Maria é fruto da graça de Deus que a cumulou, em vista de sua missão. A Virgem Maria representa o que de mais digno, puro e inocente poderia oferecer esta nossa terra a DEUS, a fim de que o Filho de Deus se dignasse baixar até ela.”
“A saudação angélica — diz São Luís Grignion de Montfort — resume na mais concisa síntese toda a teologia cristã sobre a Santíssima Virgem. Há nela um louvor e uma invocação: encerra o louvor da verdadeira grandeza de Maria; a invocação contém tudo que devemos pedir-Lhe e o que de sua bondade podemos alcançar”.

Santo Idelfonso
“Redunda em honra do Filho tudo quanto se oferece à Mãe Santíssima.”

São João Maria Vianney
“O meio mais seguro de conhecermos a vontade de Deus é rezarmos a nossa boa Mãe, Maria Santíssima.”

Santo Alberto Magno
“Não há meio mais seguro para vencer os ataques do inferno do que recorrer à Maria Santíssima.”

São Pio de Pietrelcina
“O Santo Rosário é a arma daqueles que querem vencer todas as batalhas.”

Santa Teresa de Jesus
“No Santo Rosário encontrei os atrativos mais doces, mais suaves, mais eficazes e mais poderosos para me unir a Deus”.

São Boaventura
“Jamais li que algum Santo não tivesse sido devoto especial da Santíssima Virgem Maria.”


domingo, 26 de janeiro de 2014

MOSAICO CRISTÃO DE 1500 ANOS COM OS NOMES DE JESUS E MARIA É DESENTERRADO EM ISRAEL E REAFIRMA VENERAÇÃO HISTÓRICA A MARIA.


Fonte: Mundo Cristiano via CPAD news, mais G1.

Arqueólogos israelenses desenterraram um mosaico de 1500 anos no chão do que, na época, foi uma igreja bizantina. O achado está na vila de Aluma, no sul de Israel, e começou a ser escavado há cerca de três meses.

O local foi descoberto durante uma escavação para uma obra. A antiga basílica tem 22 por 12 metros de área. Além do mosaico foram encontradas as bases de colunas de mármore que davam sustentação ao edifício.

Os desenhos do mosaico incluem vários animais, como zebra, girafa, flamingo, leopardo e coelho. Segundo o jornal israelense “Haaretz”, um dos desenhos representava também um ser humano, mas foi cuidadosamente destruído.

De acordo com Daniel Varga, o pesquisador que lidera a escavação, isso provavelmente se deve à ação de devotos que, na época do Império Bizantino, se opunham à representação de seres humanos dentro das igrejas.

Não foi encontrada nenhuma inscrição que indicasse como se chamava o local na época em que a igreja estava de pé. Os arqueólogos acreditam que ela servia a diversas comunidades ao longo da estrada entre Ascalão e Jerusalém.

A Autoridade de Antiguidades disse que o local veio à tona quando foram feitas as primeiras escavações para um novo bairro residencial no sul de Israel. Os fósseis recuperados incluem um mosaico colorido e cinco inscrições que revelam a existência de uma importante comunidade cristã na região.

Daniel Varga, diretor das escavações, disse que apareceu uma inscrição em grego com os nomes de Maria e Jesus.

POR QUE GRITAM OS PASTORES EVANGÉLICOS???

(Fonte: cai-a-farsa)

Os Cristãos Católicos desde o início, nunca se utilizaram de artimanhas da oratória para converter o povo. Sobre isso, nos originais, alertava o apóstolo São Paulo:

“Cristo não me enviou para batizar, mas para pregar o evangelho; e isso sem recorrer à habilidade da arte da oratória, para que não se desvirtue a cruz de Cristo” (1Cor 1,17).

Mas, de onde veio e quando apareceu a LAVAGEM CEREBRAL, esse jeito escandaloso com gritos, fala frenética e gestos bruscos de “pregar”, usado pelas seitas protestantes?

JONATHAN EDWARDS

Presbiteriano, descobriu acidentalmente essa técnica durante uma cruzada religiosa protestante em 1735, em Massachusetts. Induzindo culpa e apreensão aguda e aumentando a tensão, os “pecadores” que compareceram aos seus encontros de “reavivamento” foram completamente dominados, tornando-se submissos. Tecnicamente, o que Edwards estava fazendo era criar condições que deixavam o cérebro em branco, permitindo a mente aceitar nova programação.

 O problema era que as novas informações eram negativas. Ele poderia então dizer-lhes, “vocês são pecadores! vocês estão destinados ao inferno!”. Como resultado, uma pessoa tentou e outra cometeu suicídio. E os vizinhos do suicida relataram que eles também foram tão profundamente afetados que, embora tivessem encontrado a “salvação eterna”, eram também obcecados com a ideia diabólica de dar fim às próprias vidas.

 CHARLES J. FINNEY

Foi outro fundamentalista protestante que usou as mesmas técnicas quatro anos mais tarde, em “conversões” religiosas em massa, em Nova Iorque. As técnicas são ainda hoje muito utilizadas pelos protestantes em cultos, e nas forças armadas dos EUA. Estudiosos acreditam que muitos pregadores protestantes não percebam ou saibam que estão usando técnicas de LAVAGEM CEREBRAL quando falam alucinados, com veemência e fazendo gestos bruscos. Edwards simplesmente topou com uma técnica que realmente funcionou, e outros protestantes a copiaram e continuam a copiá-la pelos últimos duzentos anos no meio protestante. E hoje eles abusam desta incessantemente na mídia, em busca de “conversões” (que lhes encham os bolsos). Esta é uma das maiores razões para o crescimento das seitas, especialmente na variedade televisiva e radiodifusão.

(…) Exatamente no momento, quando o estado mental alfa for atingido, passarão com a “cestinha de coleta”. Ao fundo da igreja, o pastor assistente com sua “Voz Cadenciada” provavelmente estará incitando os presentes dizendo – sempre cerca de 45 vezes por minuto – algo do tipo: “Dê a Deus… Dê a Deus… Dê a Deus… Dê a Deus…”, e a audiência obedece. Pode ser que Deus não receba o dinheiro, mas seus ricos “representantes” vão. 
(Fonte: Psychologie und Landmark Education – Extraído do discurso feito no Congresso Mundial da Convenção de Hipnotizadores Profissionais em Las Vegas, Nevada).

Daí notar-se que os “pastores” não são escolhidos pelo seu conhecimento teológico ou vocação, mas pelo seu malicioso malabarismo persuasivo da oratória (sabedoria da palavra) condenada por S. Paulo e que torna vã a cruz de Cristo (1Cor 1,17). Outro dia um desses quase matou de rir o povo da rua Estrada de cima – Goiana – PE, com sua voz ritmada e tremula. Já outro parecia que narrava uma partida de futebol alucinado berrando.

Sabendo que isso em nada representa a verdadeira conversão, condenam estas práticas (Tiago 1,26):

“Se alguém cuida ser religioso e não refreia a sua língua, mas engana o seu coração, a sua religião é vã”.

Ou seja: É  -  VÃ – GÉLICA!!!

Desconfie sempre de quem prega com voz ritmada e gesto brusco. Foi claro, o bispo S. Paulo ao dizer:

“A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e poder, para que nossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus.” ( 1Cor 2,4-5).  (Conforme: Bíblia João Ferreira). 

E o profeta Jeremias alertava:

“Por que prospera o caminho dos ímpios, e vivem em paz todos os que cometem o mal aleivosamente? Plantaste-os, e eles arraigaram-se; avançam, dão fruto; chegado estás à sua boca, mas longe do seu coração. Mas tu. Ó Senhor, me conheces, tu me vês e provas o meu coração para contigo; impele-os como ovelhas para o matadouro e prepara-os para o dia da matança. Porque até os teus irmãos e a casa de teu pai, eles próprios se hão deslealmente contigo; eles mesmos clamam após ti em ALTAS VOZES. Não te fieis neles ainda que digam coisas boas”. (Jeremias 12,1-3,6). (conforme a bíblia “evangélica” de João Ferreira que fingem seguir).

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

SANTA MARIA, A SEMPRE VIRGEM-MÃE DE DEUS......



A maternidade de Maria resplandece com tão virginal fulgor, que todas as virgens, diante dEla, são como se não o fossem. Somente Ela é a imaculada, a Virgem entre as virgens, a única que perfuma e torna perfeita a castidade de todas.


No primeiro dia do ano novo, o calendário dos santos se abre com a festa de Maria Santíssima, no mistério de sua maternidade divina. Escolha acertada, porque de fato Ela é "a Virgem mãe, Filha de seu Filho, humilde e mais sublime que toda criatura, objeto fixado por um eterno desígnio de amor". Ela tem o direito de chamá-lo "Filho", e Ele, Deus onipotente, chama-a, com toda verdade, Mãe!



Vós tendes, ó Maria, autoridade de Mãe para com Deus, e por isso alcançais também o perdão aos mais abjetos pecadores. Em tudo vos  reconhece o Senhor por sua verdadeira Mãe e não pode deixar de atender a cada desejo vosso. (Santo Afonso Maria de Ligório, As Glórias de Maria).

Foi a primeira festa mariana que apareceu na Igreja ocidental. Substituiu o costume pagão das dádivas e começou a ser celebrada em Roma, no século IV. Desde 1931 era no dia 11 de outubro, mas com a última revisão do calendário religioso passou à data atual, a mesma onde antes se comemorava a circuncisão de Jesus, oito dias após ter nascido.
Num certo sentido, todo o ano litúrgico segue as pegadas desta maternidade, começando pela solenidade da Anunciação, nove meses antes da Natividade. Maria concebeu por obra do Espírito Santo. Como todas as mães, trouxe no próprio seio aquele que só ela sabia que se tratava do Filho unigênito de Deus, que nasceu na noite de Belém.
Ela assumiu para si a missão confiada por Deus. Sabendo, por conhecer as profecias, que teria também seu próprio calvário, enquanto mãe daquele que seria sacrificado em nome da salvação da Humanidade. Deus se fez carne por meio de Maria. Ela é o ponto de união entre o Céu e a Terra. Contribuiu para a obtenção da plenitude dos tempos. Sem Maria, o Evangelho seria apenas ideologia, somente "racionalismo espiritualista", como registram alguns autores.
O próprio Jesus através do apóstolo São Lucas (6,43) nos esclarece: "Uma árvore boa não dá frutos maus, uma árvore má não dá bom fruto". Portanto, pelo fruto se conhece a árvore. Santa Isabel, quando recebeu a visita de Maria já coberta pelo Espírito Santo, exclamou: "Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre." (Lc1,42). O Fruto do ventre de Maria é o Filho de Deus Altíssimo, Jesus Cristo, nosso Deus e Senhor. Quem aceita Jesus, fruto de Maria, aceita a árvore que é Maria. Maria é de Jesus e Jesus é de Maria. Ou se aceita Jesus e Maria ou se rejeita a ambos.
Por tomar esta verdade como dogma é que a Igreja reverencia, no primeiro dia do ano, a Mãe de Jesus. Que a contemplação deste mistério exerça em nós a confiança inabalável na Misericórdia de Deus, para nos levar ao caminho reto, com a certeza de seu auxílio, para abandonarmos os apegos e vaidades do mundo, e assimilarmos a vida de Jesus Cristo, que nos conduz à Vida Eterna. Assim, com esses objetivos entreguemos o novo ano à proteção de Maria Santíssima que, quando se tornou Mãe de Deus, fez-se também nossa Mãe, incumbiu-se de formar em nós a imagem de seu Divino Filho, desde que não oponhamos de nossa parte obstáculos à sua ação maternal.
A comemoração de Maria, neste dia, soma-se ao Dia Universal da Paz. Ninguém mais poderia encarnar os ideais de paz, amor e solidariedade do que ela, que foi o terreno onde Deus fecundou seu amor pelos filhos e de cujo ventre nasceu aquele que personificou a união ente os homens e o amor ao próximo, Nosso Senhor Jesus Cristo. Celebrar Maria é celebrar O nosso Salvador. Dia da Paz, dia de nossa Mãe, Maria Santíssima. Nos tempos sofridos em que vivemos, um dia de reflexão e esperança!

Contemplamos hoje Maria, mãe sempre virgem do Filho unigênito do Pai; aprendemos d'Ela a receber o Menino que nasceu para nós em Belém... Trecho da Homilia de Bento XVI na Solenidade da Mãe de Deus, 1° de Janeiro de 2008. "Nossa Senhora do Belo Amor" - Casa Mãe dos Arautos do Evangelho, São Paulo.

A Predestinação de Maria a Maternidade Divina:
A predestinação com que a Santíssima Virgem foi eleita é especial, única entre todas, não somente pelo grau, mas pelo gênero. Se Maria é, na verdade, a primeira criatura predestinada com a mais perfeita imagem de seu Filho, é, além disso e a outro título, a única predestinada em qualidade de Mãe sua.
Para demonstrar a afirmação de que desde toda a eternidade Deus predestinou a Santíssima Virgem Maria para ser a Mãe do Verbo encarnado, o insigne dominicano Fr. Royo Marín evoca a pura voz da infabilidade pontifícia:
"Na Bula Ineffabilis Deus, com a que Pio IX definiu o dogma da Imaculada Conceição, leêm-se expressamente estas palavras: "Elegeu e assinalou (Deus), desde o princípio e antes dos tempos, para seu Unigênito uma Mãe, na qual Ele se encarnaria, e da qual, depois, na ditosa plenitude dos tempos, nasceria; e em tal grau A amou acima de todas as criaturas, que somente nEla se comprouve com singularíssima benevolência."
Nada sucede, nem pode suceder no tempo que não tenha sido previsto ou predestinado por Deus desde toda a eternidade. Logo, se a Virgem Maria é, de fato, a Mãe do Verbo encarnado, claro está que foi predestinada para isso desde toda a eternidade. É uma verdade tão límpida e evidente que não necessita demonstração alguma.

Maria, Verdadeira Mãe de Deus:
Para que uma mulher possa dizer-se verdadeiramente mãe, é necessário que subministre à sua prole, por via de geração, uma natureza semelhante (ou seja, consubstancial) à sua.
Suposta esta óbvia noção da maternidade, não é tão difícil compreender-se de que modo a Virgem Santíssima possa ser chamada verdadeira Mãe de Cristo, tendo Ela subministrado a Cristo, por via de geração, uma natureza semelhante à sua, ou seja, a natureza humana.
A dificuldade surge, porém, quando se procura compreender de que modo a Virgem Santíssima pode ser chamada verdadeira Mãe de Deus, pois não se vê bem, à primeira vista, de que modo Deus possa ser aqui gerado. Não obstante isso, se se observar atentamente, as duas fórmulas: Mãe de Cristo e Mãe de Deus, se equivalem, pois significam a mesma realidade e são, por isso, perfeitamente sinônimas. Nossa Senhora, com efeito, não é denominada Mãe de Deus no sentido de que houvesse gerado a Divindade (ou seja, a natureza divina do Verbo) e sim no sentido de que gerou, segundo a humanidade, a divina pessoa do verbo.
O sujeito da geração e da filiação não é a natureza, mas a pessoa. Ora, a divina pessoa do Verbo foi unida à natureza humana, subministrada pela Virgem Santíssima, desde o primeiro instante da concepção; de modo que a natureza humana de Cristo não esteve jamais terminada, nem mesmo por um instante, pela personalidade humana, mas sempre subsistiu, desde o primeiro momento de sua existência, na pessoa divina do Verbo. Este e não outro é o verdadeiro conceito da maternidade divina, tal como foi definida pelo Concílio de Éfeso, em 431.
Em suma, "Maria concebeu realmente e deu à luz segundo a carne à pessoa divina de Cristo (única pessoa que há nEle), e, por conseguinte, é e deve ser chamada com toda propriedade Mãe de Deus.
Não importa que Maria não haja concebido a natureza divina enquanto tal (tampouco as outras mães concebem a alma de seus filhos), já que essa natureza divina subsiste no Verbo eternamente e é, por conseguinte, anterior à existência de Maria. Ela, porém, concebeu uma pessoa - como todas as demais mães -, e como essa pessoa, Jesus, não era humana, mas divina, segue-se logicamente que Maria concebeu segundo a carne a pessoa divina de Cristo, e é, portanto, real e verdadeiramente Mãe de Deus.

Jamais teve alguém em seus braços tesouro de igual valor: infinito...! Entretanto, quem foi mais desejosa  do que Nossa Senhora de atrair outros para compartilharem de Seu tesouro? Mons. João Scognamiglio Clá Dias, Mater Boni Consilii, p. 5)

O Testemunho da Escritura:
A Sagrada Escritura nos diz explicitamente que a Virgem Santíssima é verdadeira Mãe de Jesus (Mt, II, 1; Lc. II, 37-48; Jo. II, 1; At. I, 14). Com efeito, Jesus nos é apresentado como concebido pela Virgem (Lc. I, 31) e nascido da Virgem (Lc. II, 7-12). Mas, Jesus é verdadeiro Deus, como resulta do seu próprio e explícito testemunho, pela fé apostólica da Igreja, pelo testemunho de São João, etc. Para se poder negar sua divindade, não há outro caminho senão rasgar todas as páginas do Novo Testamento.
Ora, se Maria é verdadeira Mãe de Jesus e Jesus é verdadeiro Deus, segue-se necessariamente que Maria é verdadeira Mãe de Deus.
São Paulo ensina explicitamente que, "chegada a plenitude dos tempos, Deus mandou seu Filho, feito de uma mulher" (Gal. IV, 4). Por estas palavras, manifesta-se claramente que Aquele que foi gerado ab aeterno pelo Pai é o mesmo que foi, depois, gerado no tempo pela Mãe; mas Aquele que foi geradoab aeterno pelo Pai é Deus, o Verbo. Portanto, também o que foi gerado no tempo pela Mãe é Deus, o Verbo.
Ainda mais clara e explícita, em seu vigor sintético, é a expressão de Santa Isabel. Respondendo à saudação que Maria lhe dirigira. Santa Isabel, inspirada pelo Espírito Santo, disse, cheia de admiração: "E como me é dado que a Mãe de meu Senhor venha a mim?" (Lc I, 43).
A expressão meu Senhor é, evidentemente, sinônimo de Deus, pois que, em seguida, Isabel acrescenta: "Cumprir-se-ão em Ti todas as coisas que te foram ditas da parte do Senhor", ou seja, da parte de Deus. Isabel, portanto, inspirada pelo Espírito Santo, proclamou explicitamente que Maria é verdadeira Mãe de Deus.

A Voz da Tradição:
Toda a tradição cristã, a partir dos tempos apóstolicos, é uma proclamação contínua desta verdade mariológica fundamental. Nos dois primeiros séculos, os Padres ensinaram que Maria concebeu e deu à luz a Deus. No terceiro século, começa o uso do termo que se tornou clássico: Theotokos, ou seja, Mãe de Deus.
No século IV, mesmo antes do Concílio de Éfeso, a expressão Mãe de Deus se tornara tão comum entre os cristãos, que dava nos nervos do Imperador Juliano, o Apóstata, o qual se lamentava de os cristãos não se cansarem nunca de chamar a Maria de Mãe de Deus. João de Antioquia aconselhava a seu amigo Nestório para não insistir demasiado em negar este título, a fim de evitar tumulto do povo. O próprio Alexandre de Hierápolis, cognominado de outro Nestório, reconhecia que a expressão Mãe de Deus estava em uso entre os cristãos desde muito tempo.
A exultação mesma que os fiéis demonstraram, quando a maternidade divina foi definida solenemente como dogma de fé, comprova até à evidência quão profundamente na alma estava radicada essa verdade fundamental na alma daqueles antigos cristãos. Por isso, no sentir do Pe. Terrien, "as definições dos concílios não introduziram um novo dogma, mas foram antes a sanção oficial da fé da Igreja, motivada pelas sacrílegas negações dos inovadores." (Pequeno Ofício da Imaculada Conceição comentado, Monsenhor João Clá Dias, EP, Artpress, São Paulo,1997, p. 365 à 367)

O MUNDO SEMPRE VOS ODIARÁ.....




(OBRA: São Francisco de Sales, Filotéia – ou Introdução à Vida Devota –, Ed. Vozes, 16ª edição, 2008, págs. 363 à 367).

Assim que a tua devoção se for tornando conhecida no mundo, maledicências e adulações te causarão sérias dificuldades de praticá-la. Os libertinos tomarão a tua mudança por um artifício de hipocrisia e dirão que alguma desilusão sofrida no mundo te levou por pirraça a recorrer a Deus.

Os teus amigos, por sua vez, se apressarão a te dar avisos que supõem ser caridosos e prudentes sobre a melancolia da devoção, sobre a perda do teu bom nome no mundo, sobre o estado de tua saúde, sobre a necessidade de viver no mundo conformando-se aos outros e, sobretudo, sobre os meios que temos para salvar-nos sem tantos mistérios.

Filotéia, tudo isso são loucas e vãs palavras do mundo e, na verdade, essas pessoas não têm um cuidado verdadeiro de teus negócios e de tua saúde: Se vós fôsseis do mundo, diz Nosso Senhor, amaria o mundo o que era seu; mas, como não sois do mundo, por isso ele vos aborrece.

Veem-se homens e mulheres passarem noites inteiras no jogo; e haverá uma ocupação mais triste e insípida do que esta? Entretanto, seus amigos se calam; mas, se destinamos uma hora à meditação ou se nos levantamos mais cedo, para nos prepararmos para a santa comunhão, mandam logo chamar o médico, para que nos cure desta melancolia e tristeza.

Podem-se passar trinta noites a dançar, que ninguém se queixa; mas por levantar-se na noite de Natal para a Missa do Galo, começa-se logo a tossir e a queixar de dor de cabeça no dia seguinte.

Quem não vê que o mundo é um juiz iníquo, favorável aos seus filhos, mas intransigente e severo para os filhos de Deus?

Só nos pervertendo com o mundo, poderíamos viver em paz com ele, e impossível é contentar os seus caprichos – Veio João Batista, diz o divino Salvador, o qual não comia pão nem bebia vinho, e dizeis: Ele está possesso do demônio. Veio o Filho do Homem, come e bebe, e dizeis que é um samaritano.

É verdade, Filoteia, se condescenderes com o mundo e jogares e dançares, ele se escandalizará de ti; e, se não o fizeres, serás acusada de hipocrisia e melancolia. Se te vestires bem, ele te levará isso a mal, e, se te negligenciares, ele chamará isso baixeza de coração. A tua alegria terá ele por dissolução e a tua mortificação por ânimo carrancudo; e, olhando-te sempre com maus olhos, jamais lhe poderás agradar.

As nossas imperfeições ele considera pecados, os nossos pecados veniais ele julga mortais, e malícias, as nossas enfermidades; de sorte que, assim como a caridade, na expressão de S. Paulo, é benigna, o mundo é maligno.

A caridade nunca pensa mal de ninguém e o mundo o pensa sempre de toda sorte de pessoas; e, não podendo acusar as nossas ações, condena ao menos nossas intenções. Enfim, tenham os carneiros chifres ou não, sejam pretos ou brancos, o lobo sempre os há de tragar, se puder.

Procedamos como quisermos, o mundo sempre nos fará guerra. Se nos demorarmos um pouco mais no confessionário, perguntará o que temos tanto que dizer; e, se saímos depressa, comentará que não contamos tudo. Espreitará todas as nossas ações e, por uma palavra um pouco menos branda, dirá que somos insuportáveis.

Chamará avareza o cuidado por nossos negócios, e idiotismo a nossa mansidão. Mas, quanto aos filhos do século, sua cólera é generosidade; sua avareza, sábia economia; e suas maneiras livres, honesto passatempo.

É bem verdade que as aranhas sempre estragam o trabalho das abelhas!

Abandonemos este mundo cego, Filotéia; grite ele quanto quiser, como uma coruja para inquietar os passarinhos do dia. Sejamos firmes em nossos propósitos, invariáveis em nossas resoluções e a constância mostrará que a nossa devoção é séria e sincera.

Os cometas e os planetas parecem ter o mesmo brilho; mas os cometas, que são corpos passageiros, desaparecem em breve, ao passo que os planetas brilham continuamente. Do mesmo modo muito se parece a hipocrisia com a virtude sólida e só se distingue porque aquela não tem constância e se dissipa como a fumaça, ao passo que esta é firme e constante.

Demais, para assegurar os começos de nossa devoção, é muito bom sofrer desprezos e censuras injustas por sua causa; deste modo nós nos premunimos contra a vaidade e o orgulho, que são como as parteiras do Egito, às quais o infernal Faraó mandou matar os filhos varões dos judeus no mesmo dia de seu nascimento. Enfim, nós estamos crucificados para o mundo e o mundo deve ser crucificado para nós. Ele nos toma por loucos; consideremo-lo como um insensato.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

O MENINO JESUS e Suas APARIÇÕES aos SANTOS !!!


FONTE: Thy Self O Lord !!!

FONTE: Mystics of the Church

Santo Antonio de Pádua (1195-1231)

Santo Antonio, no final de sua vida, costumava ir ao castelo do conde Tiso para rezar, pois lá havia uma capela e quartos para frades. Um dia o Conde Tiso viu uma luz entrando no quarto de Santo Antonio e viu o Santo segurando uma pequena criança. Quando Santo Antonio abriu a porta do quarto, viu o conde ajoelhado na porta. Santo Antonio pediu a ele que só contasse o que presenciou após a morte dele.

São Nicolas de Tolentino (1245-1305)

São Nicolas costumava rezar e praticar jejuns a um ponto que preocupou seus superiores. Durante o forte jejum, São Nicolas teve a visão de que Maria e o Menino Jesus encorajaram-no a comer um pedaço de pão com o sinal da cruz molhado em água. Depois virou costume entre os frades de sua ordem em abençoar e distribuir o "pão de São Nicolas", como ele fazia.

Santa Agnes Montepulciano (1268-1317)

Teve uma visão que segurava o Menino Jesus, que lhe apareceu com um pequeno crucifixo de ouro. Quando saiu do êxtase, Santa Agnes estava segurando o crucifixo dado pelo Menino Jesus.

Santa Catarina de Bolonha (1413-1463)

Santa Catarina teve várias visões durante a vida, em uma delas, Nossa Senhora dar o Menino Jesus para ela segurar.

Beata Osanna de Mantua (1449-1505).

Quando era bem criança, Osanna teve a visão do Menino Jesus carregando uma cruz.

Santa Teresa D'Avila (1515-1582)

Santa Teresa D'Avila é doutora da Igreja, teve várias visões durante sua vida, a mairoria do sofrimento de Jesus adulto. Mas um dia ela viu uma linda criança descer a escada do convento que perguntou para ela: "quem é você?" Ela respondeu: Sou Teresa de Jesus. E ela perguntou: "e você quem é?" A criança respondeu: "Sou Jesus de Teresa" e desapareceu.

Santa Rosa de Lima (1586-1617).

Santa Rosa, quando era bem criança, queria aprender a ler e escrever, mas nem seu pai, nem sua mãe, tinham tempo, ela, então, começou a rezar para que Jesus ensinasse ela, dizendo: "Jesus, ajude-me a Te conhecer e a Te Amar. Ensina-me a ler e escrever". Um dia, ela disse para sua mãe que sabia ler e escrever, pois o Menino Jesus, tinha lhe ensinado. Sua mãe não acreditou, mas ela provou isto ao ler um livro de Santa Catarina de Siena. 

Mas o Menino Jesus iria fazer muitos mais milagres através de Rosa. Como Rosa cresceu, cresceu também seu amor por Jesus e pelo próximo. Ela tinha grande simpatia para com os doentes. Ela sabia que quem mostra compaixão para com os doentes, está mostrando compaixão para com Deus. Eventualmente, uma sala foi reservada para ela em sua casa para cuidar dos pobres e doentes em sua área. Tornou-se conhecido como "A Enfermaria" . Na época, muitas pessoas começaram a contar que haviam sido curadas depois que uma pequena estátua de Menino Jesus tocou nelas. Rosa chamava a estátua de "O Pequeno Médico ".

Depois, Santa Rosa, depois teve a visão, durante a Missa de Ramos, que o Menino Jesus chamava Santa Rosa para sua esposa.

Venerável Margaret Parigot (1619-1648)

Margaret Parigot recebeu a incumbência pelo Menino Jesus de honrar a infância de Jesus.



São Gerardo Majela (1726-1755)

Quando estava orando em frente à imagem de Nossa Senhora, o Menino Jesus tomou vida e deu um pedaço de pão com fragrância divina para São Gerardo.

Beata Anne Catherine Emmerich (1774-1824)

Teve a visão de que o Menino Jesus lhe oferecia duas coroas, uma de rosas e outra de espinhos, ela escolheu a de espinhos.

Santa Gemma Galgani (1878-1903)

Ela é conhecida como a "Filha da Paixão" pela profunda imitação da Paixão de Cristo, também recebeu estigmatas. Certa vez teve a visão do Menino Jesus.

Marie Rose Ferron (1902-1936)

Rose Ferron, conhecida como "Pequena Rosa", nasceu no Canadá, mas viveu sua breve vida nos Estados Unidos. Ela passou dos 14 aos 33 anos acamada em um hospital. Ela teve uma visão ainda criança do Menino Jesus carregando uma cruz e pedindo a ela que ela O ajudasse a carregar a cruz. Ela recebeu várias estigmatas, incluindo as marcas da coroa de espinhos. Teve várias visões durante a vida. Abaixo, foto dela em êxtase.

Santa Faustina Kowalska (1905-1938)


Teve visões em que Nossa Senhora entrega o Menino Jesus para ela, e Cristo menino conversava com ela. Santa Faustina também teve visões da Família Sagrada em Belém.


domingo, 1 de dezembro de 2013

TERRÍVEL VISÃO SOBRE A IMPUREZA AO SE RECEBER INDIGNAMENTE A SANTA COMUNHÃO !!!


A bem-aventurada Ivete teve, certo dia, uma visão, que devia inspirar a essas pessoas o temor respeitoso devido à Santa Missa.
Ao assistir à Santa Missa, viu essa nobre flamenga um espetáculo terrível. Perto dela estava uma dama distinta, cujo olhar se fixava aparentemente no altar; mas não era para seguir o Santo Sacrifício, nem para adorar o Santíssimo Sacramento que ia receber, e sim, para satisfazer uma paixão impura.
Em volta dela estavam um grande número de demônios que dançavam e se expandiam em demonstrações de regozijo. Quando ela se levantou para se dirigir à mesa sagrada, uns lhe seguraram a cauda do vestido, outro lhe ofereceu o braço enquanto outros lhe faziam cortejo e serviam-lhe como a sua senhora.
No momento em que o sacerdote descia do altar com a Santa Hóstia na mão, a fim de dar a comunhão àquela infeliz, pareceu a Ivete que o Salvador abandonava as santas espécies e volvia ao Céu, repugnando-Lhe entrar num coração assim rodeado de espíritos das trevas. Aterrorizada por semelhante cena, a bem-aventurada Ivete dirigia humildes preces a Nosso Senhor.
E Ele revelou-lhe a causa, fazendo-lhe ver que aquela mulher alimentava uma paixão desordenada por uma pessoa que se achava próxima do altar, e que durante toda a Santa Missa, ao invés de se ocupar dos Santos Mistérios, contemplava-a com olhares impuros, desejando antes lhe agradar que agradar a DEUS. Por isso rodeavam-na os demônios e faziam-lhe o cortejo.

Como Santa Isabel da Hungria assistia a SANTA MISSA


Considerai e tomai a resolução de imitar Santa Isabel da Hungria.
Para assistir à Santa Missa, ela se dirigia com grande pompa à Igreja. 
Mas, para assistir ao Santo Sacrifício, retirava da cabeça a coroa, os anéis dos dedos, depunha seus ornamentos e cobria-se com um véu, ficando em atitude tão modesta que nunca foi vista desviar sequer os olhos. 
Tudo isso agradou de tal modo a DEUS que Ele quis manifestá-lo a todos: durante a Santa Missa, a Santa aparecia envolta de tal claridade que se velavam de deslumbramento os olhos dos assistentes; parecia-lhes contemplar um Anjo do Paraíso.