Site dedicado ao Misericordioso Coração de Jesus, Doloroso e Imaculado Coração de Maria, Coração Virginal de São José, e as Celebrações Liturgicas no Rito Dâmaso-Gregoriano e divulgação do Canto Gregoriano.
Em 1723, no norte da Itália, um religioso dominicano,
chamado Leonardo, estava para morrer. Devoto de Maria, ele sempre se
recomendava à Santíssima Virgem Maria. Eis, então que naquele momento extremo,
uma bela Rainha surgiu, dizendo-lhe:
Leonardo, você aceita morrer e vir para junto do meu Filho e
de mim?
O religioso perguntou: Quem é a senhora?
Eu sou ─ replicou a Virgem Santíssima ─ a Mãe das Misericórdias.
Você sempre me invocou, e o fez tantas vezes, que aqui estou para recebê-lo:
vamos para o Paraíso!
Leonardo faleceu no mesmo dia.
Trecho do livro Glórias de Maria, de santo Afonso de Ligório, segundo Le chapelet des enfants (o terço das crianças)
Por volta do ano 450, São Severo,
originário da Síria, e seus companheiros, viviam retirados num eremitério, não
distante de Agde, no Héraut (costa sul da França). Um dia, uma tempestade de
força espantosa atingiu as costas. Os monges rezavam e um deles viu a Virgem
Maria, ajoelhada sobre um rochedo. Naquele momento, a tempestade se acalmou.
Uma capela foi construída sobre o
local onde a Virgem Maria havia ajoelhado, exatamente na rocha em que as marcas
de seus joelhos ficaram gravadas. A partir de então, Nossa Senhora Genuflexa ou
Ajoelhada, em Grau, ou Nossa Senhora do Grau, tornou-se importante lugar de
peregrinação, sobretudo, porque fica num dos caminhos de Santiago de
Compostela. A marca dos joelhos da Virgem Maria mantém-se visível, na capela da
Ajoelhada, no centro da Nave.
Foram os padres capuchinhos que,
logo depois, ergueram quinze capelas sobre o caminho que vai de Agde até Nossa
Senhora do Grau, e cada uma representando um Mistério da Paixão de Cristo. O
sucesso das peregrinações foi imenso, desde então.
A revolução Francesa destruiu
todas as capelas e as peregrinações para Nossa Senhora da Ajoelhada só puderem
recomeçar no século XIX, sob o impulso dos Penitentes brancos.
Nossa Senhora da Ajoelhada é
comemorada, sempre, no dia 2 de agosto.
No fim do século XVII, um bom
eremita que vivia no norte da França estava tomado pelas tentações. O demônio
lhe disse: Os tormentos que provoco em você não são nada em comparação com o
que você me faz sofrer. Jura que você vai guardar este segredo e eu lhe direi o
que você deve fazer para que eu o deixe tranquilo.
Assim que o bom eremita aceitou a
proposta do maligno, este lhe disse: Eu quero que você não olhe mais para
aquela imagem que está na sua cela! Tratava-se da imagem da Virgem Maria,
diante da qual o Solitário fazia as suas orações... Desde então, foi com um
fervor bem mais forte que o bom eremita continuou a rezar a Nossa Senhora, aos
pés da sua imagem!
O demônio, desmoralizado,
abandonou o eremita para sempre.
Segundo Le chapelet des enfants
(O terço das crianças)
Após a morte de seu filho, santa
Brígida foi transportada para um amplo e magnífico palácio. Ela viu Jesus
Cristo, sentado em seu tribunal, e rodeado por uma considerável corte formada
por Anjos e Santos. Ao lado d´Ele estava a sua Mãe Santíssima, que ouvia,
atentamente, o julgamento.
Aos pés do Juiz, sob a forma de
um recém-nascido, ela percebeu a alma de um defunto a tremer, sem poder ouvir
ou entender o que estava ocorrendo, mas tendo uma percepção íntima do que
acontecia.
A direita do Juiz, e próximo à alma, estava um Anjo; o demônio se
mantinha à esquerda. Porém, nenhum dos dois se aproximava da alma.
O demônio, então, se pôs a
gritar: “Escutai, Juiz todo-poderoso. Eu tenho que apresentar queixa sobre uma
mulher que é, ao mesmo tempo, Soberana e vossa Mãe, à qual vosso amor deu o
poder absoluto sobre o céu e a terra, e sobre nós, demônios do inferno. Ela,
injustamente, me arrebatou a alma que está diante de vós. Pois, em boa justiça,
eu tinha o direito de me amparar dela, no momento de sua saída do corpo, e de
levá-la com meus companheiros, diante do vosso tribunal. Ora, ó justo Juiz, a
alma nem tinha ainda saído do corpo ─ assim dizendo ─ quando esta mulher, que é
vossa Mãe, pegou-a, cobrindo-a com a sua poderosa proteção, e vo-la apresentou”.
A bem-aventurada Virgem Maria, Mãe
de Deus assim respondeu: “Ouve, Satã, a minha resposta: Quando saíste das mãos
do Criador, tinhas a inteligência da justiça, que está em Deus, desde a
eternidade e sem início. Tiveste, igualmente, a liberdade de agir segundo a tua
vontade e, apesar de teres preferido odiar a Deus, em vez de oferecer-lhe o teu
coração, sabes, no entanto o que exige a justiça.
Ora, eu te digo que, esta missão,
a de apresentar esta alma a Deus, seu Juiz, é muito mais minha do que tua,
pois, durante a sua passagem na terra, ela me testemunhou grande afeto; ela se
alegrava ao lembrar que Deus dignou-se me escolher como sua Mãe, e que Ele quis
me exaltar acima de todas as criaturas. Ponderando sobre os privilégios com os
quais Deus quis me honrar, chegava-lhe a inspiração tal amor, que ela se dizia
a si mesmo, com frequência: ‘Eu sou tão feliz de ver a Santíssima Virgem Maria,
mais amada por Deus do que todas as outras criaturas, que, por nada neste
mundo, eu abriria mão da alegria que sinto (...)’.
Vê, Satã, em que disposições este
homem morreu. O que te parece, então? Não seria justo que eu envolvesse esta
alma com a minha proteção, diante do tribunal de Deus, em vez de deixá-la cair
em tuas mãos para partilhar os teus suplícios?...”
Em Vida de Santa Brígida, livro
2, capítulo 31
FONTE: Em Vie de sainte Brigitte (Vida
de Santa Brígida), tomo II capítulo XXXI
O Canadá foi, mais uma vez,
consagrado à Virgem Maria, no dia 26 de setembro de 2017, e o desígnio era o de
confiar a nação ao Coração Imaculado da Virgem. O país já havia sido consagrado
à Mãe Imaculada, por ocasião de um congresso mariano, ocorrido em 1947. Em
Ottawa, esta reunião havia atraído centenas de milhares de peregrinos,
tornando-se um dos maiores eventos religiosos jamais vistos ou organizados na
América do Norte.
Provavelmente, havia menos
fieis em 2017, porém o fervor estava fortemente presente no congresso mariano
daquele ano. O Cardeal Gerald Lacroix, Arcebispo de Quebec e Primaz do Canadá,
o Cardeal Marc Ouellet, Prefeito da Congregação para os Bispos, e o Cardeal
Thomas Collins, Arcebispo de Toronto, presidiram, junto a mais de 80 Bispos e
Eparcas, o Ato de Consagração do país ao Imaculado Coração de Maria. O ato
solene foi celebrado no dia 26 de setembro, coincidindo com o aniversário de
150 anos da existência do país e 70 anos da primeira consagração do mesmo à Mãe
de Deus.
“Maria, Mãe nossa, coloque
nosso país, Canadá, no Santuário de teu Coração Santo porque sabemos que ali
encontraremos Jesus, que vive e reina com o Pai, na unidade do Espírito Santo,
pelos séculos dos séculos”. (...)
A Eucaristia foi presidida
pelo Arcebispo de Ottawa, Dom Terrence Prendergast, e a homilia, pregada pelo
Cardeal Lacroix.
"O que poderia oferecer a
Igreja ao país, neste aniversário de 150 anos?", perguntou o Bispo de
Hamilton, Dom Douglas Crosby, em diálogo com The Catholic Register. "Não há
nada mais belo que a oração de Consagração à Nossa Senhora. Estou muito feliz
por isto". O Núncio Apostólico no Canadá, Dom Luigi Bonazzi, havia
felicitado os Bispos, por esta decisão, em sua Assembleia Plenária. “Que esta
consagração faça com que seus corações se inflamem com o amor que brilha, desde
o Imaculado Coração da Mãe de Jesus”, desejou. (EPC)
O Registro histórico de uma prisão
de reis, atesta a inexistência de uma fonte, justamente porque o presos não
poderiam ter nenhum recurso interno para prisioneiros especiais.
“Carcere Mamertino”, ou “cárcere
de São Pedro”, foi a “prisão de Estado” do antigo Império Romano.
Lá ficaram presos antes de morrer
reis e potentados da terra derrotados pelas legiões romanas, como
Vercingetorix, chefe bárbaro da Gália (França); Jugurta, rei da Numídia; Pôncio
rei dos Sannitas e muitos outros.
Porém, esse cárcere ficou mais
famoso por ter aprisionado os Apóstolos São Pedro e São Paulo, nos tempos de
Nero. São Pedro, notadamente, ali operou milagres históricos.
Entre esses está a impressão
miraculosa da testa do Vigário de Cristo numa parede. O cárcere foi cavado numa
camada de pedra vulcânica conhecida como ‘tufo’.
Quando São Pedro descia pela
estreita escada ainda hoje usada foi brutalmente empurrado pelos algozes e
bateu no muro. A pedra amoleceu e parte de seu rosto ficou impresso, e ali pode
ser visto e venerado.
Aquela escada era uma autêntica “descida
aos infernos” pois do andar inferior habitualmente nunca mais se saía.
Os prisioneiros morriam de frio,
fome e doença, ou eram jogados num fosso onde faleciam destroçados.
Naquele antro escuro
desapareciam, após serem exibidos como troféus, reis e chefes de Estado
inimigos de Roma.
“Dessa maneira, eram abandonados às
potências dos infernos, tragados pela terra e cancelados da existência. Não
existem outros exemplos comparáveis”, observa a Dra. Patrizia Fortini, arqueóloga
da Superintendência para os bens arqueológicos de Roma, que dirige os trabalhos
de restauração empreendidos a partir de 1985, segundo noticiou o jornal
italiano La Repubblica.
O ambiente é abafado. O teto
muito baixo comunica uma sensação apavorante reforçada pelas grades de ferro
negro que ainda perduram.
Nesse porão sem janelas, úmido e
fétido, São Pedro converteu os carcereiros Processo e Martiniano,
posteriormente mártires, e 47 prisioneiros.
Não tendo água para batizá-los
fez brotar uma fonte do chão. Por fim, São Pedro foi liberto por um anjo.
As correntes que o prendiam hoje
são veneradas como relíquias na igreja próxima de San Pietro ai Vincoli(São
Pedro das correntes).
Os arqueólogos retiraram diversos
pisos modernos e renascentistas e deixaram aparente o chão do tempo que São
Pedro passou pela prisão.
Os trabalhos revelaram afrescos
dos séculos XII e XIV inteiramente desconhecidos. Também foi possível localizar
a comunicação que unia a prisão ao prédio do Senado enfrente ao “cárcere de São
Pedro”.
Coupiac (comuna de l’Aveyron, França) possui, já há algum
tempo, não inferior a cinco séculos, pelo menos, um considerável fragmento de
um véu, que a tradição sempre considerou como tendo pertencido à Virgem Santíssima.
A festa oficial de Nossa Senhora do Santo Véu acontece, sempre, no segundo
domingo após a Páscoa.
A capela Nossa Senhora de Massiliergues se encontra a 800
metros, ao norte de Coupiac,: nela encontrava-se escondido o Santo Véu, que
fora enterrado na areia, durante as Guerras de Religião, no século XVI. Pessoas
piedosas conseguiram recuperar a santa relíquia das mãos dos protestantes que
haviam devastado a região. As pessoas que a salvaram, esconderam-na no terreno
ao lado do cemitério da paróquia. Elas pretendiam resgatá-la após a guerra, mas
a morte as impediu. O lugar permaneceu secreto e a relíquia foi esquecida.
A tradição conta que um touro da aldeia vizinha, raspava,
continuamente, a terra em volta do cemitério, proferindo gemidos extraordinários.
Este touro não se alimentava; entretanto, era muito gordo. Intrigados, os
habitantes cavaram aquele lugar. Apesar da umidade e da permanência bem
prolongada sob a terra, a relíquia estava em perfeito estado de conservação.
Em 1968, um oratório, destinado a receber o relicário de
cobre dourado contendo o Santo Véu, foi acomodado numa dependência do presbitério.
A relíquia teria a particularidade de curar os olhos de pessoas com problemas
oftalmológicos.
Esta é uma foto de várias
Missas sendo celebradas simultaneamente. Muitas pessoas não entendem, acham
estranho, na verdade, nunca sequer viram tal acontecimento, mesmo nas Paróquias
tradicionais.
Na legenda da foto sabemos que
esta capela fica no Oratório de São Francisco de Sales, Instituto Cristo Rei,
Misuri (Estados Unidos).
As Missas simultâneas na Forma
Extraordinária do Rito Romano são a prática comum quando vários sacerdotes
precisam celebrar a Santa Missa, pois no Rito antigo da Igreja não há
concelebração. Mas o que queríamos aqui era chamar atenção para alguns detalhes
da foto:
1º - Cada sacerdote celebra a
Santa Missa separadamente, como é evidente pela foto, cada altar é como se
fosse uma capela separada, única.
2º - O ritual da Missa privada
(ou seja, celebrada sem assistência do povo) essencialmente não muda como, por
exemplo, acontece na Forma Ordinária. O Padre celebra a Missa normalmente, com
todas as cerimônias, inclusive as saudações ao povo às quais o coroinha
responde (e na falta dele o próprio Padre responde). Igualmente ele dá a bênção
final. Nisso (que alguns podem não ver sentido) podemos ver o caráter público
da Santa Missa. A Missa é pública não em relação ao público, mas em relação ao
seu caráter salvífico, ação salutar e abrangência dos méritos de Nosso Senhor
que irradiam desde o altar e alcança toda a Igreja.
3º - Tendo dito isso,
entende-se porque cada altar, mais ou menos simples, deve ser composto de todos
os seus elementos: três toalhas, pedra d’ara, crucifixo, duas velas e tudo o mais
que se exige para a Santa Missa.
4º - Chama a atenção o detalhe
do barrete no chão. A rubrica do Missal de 1962 manda que o sacerdote se dirija
ao altar com a cabeça coberta (se é secular, coberto com o barrete, se é
religioso, com o amito). Não há distinção, se o padre tem coroinha ou não, se
tem povo ou não, apenas diz que cubra a cabeça.
Na vida de muitos Santos vemos
episódios em que são citadas estas Missas simultâneas, inclusive com a assistência
do povo. Em tudo isso vemos a maravilha que é a tradição da Igreja, guardada e
transmitida ao longo dos séculos.
No dia 23 de março de 2018, o
coronel Arnaud Beltrame, tendo dado a sua vida para libertar um refém de um
islamita, restabeleceu, com o seu gesto, as duas ordens de religiosos “Redentoristas”
fundadas no início do século XIII por dois franceses, para libertar os cativos
dos Bárbaros: são elas, a ordem da Santíssima Trindade para a Redenção dos
Cativos e a ordem da Bem-aventurada Virgem Maria da Mercê, também conhecidas
como a ordem dos Mercedários e a ordem dos Trinitários. Duas congregações que
existem até hoje.
Em 1194, o provençal Jean de
Mata, que nasceu em Barcelonnette (Alpes Franceses), teve uma visão, em que
apareciam dois escravos acorrentados; um cristão e um muçulmano. Ele obteve do
Papa Inocente III, a autorização para fundar uma comunidade voltada a libertá-los.
Entre o início do século XIII e o término do século XVIII, a ordem trinitária
conseguiu resgatar 40.000 prisioneiros! Quanto aos mercedários, eles acabam de
comemorar seu 800º aniversário e receberam uma mensagem do Papa por esta
celebração. O Papa convidou os religiosos a seguirem o exemplo de Maria,
criando um elo entre “a humildade e a simplicidade de uma vida reclusa,
completamente dedicada a Deus” e “o sacrifício dos antigos padres redentores,
que se ofereciam como reféns em troca da liberdade dos prisioneiros”.
Os membros dos Mercedários
somavam, aos três votos habituais da ordem, o de pobreza, de castidade e de
obediência, um quarto voto. Eles formularam um voto de se entregar, como último
recurso, a si mesmos, para libertar prisioneiros que não teriam ninguém que
pagasse o seu resgate. Grandes personalidades honraram este compromisso: São
Serapião da Argélia ─ arrancaram-lhe as vísceras, partiram seus membros e o
estrangularam ─, em 1240; São Pedro Armengol, pendurado na forca, em 1266, e São
Raimundo Nonato, martirizado, igualmente, em 1240.
Daqui a alguns dias, será
inaugurada, em Bahrein (uma das monarquias petroleiras do Golfo pérsico), a
construção de uma grande catedral, capaz de acolher mais de 2 mil fieis, num país
que conta hoje, com aproximadamente 80.000 católicos. Segundo Monsenhor Camilo
Ballin, vigário apostólico da Arábia do Norte, os trabalhos deveriam durar
quatro anos. Assim, a partir do ano 2021, a catedral que será colocada sob a
proteção de Nossa Senhora da Arábia, irá testemunhar a presença cristã sobre o
solo muçulmano, de uma das mais poderosas monarquias petroleiras.
Se o Islã domina enormemente a
paisagem política e religiosa de Bahrein ─ onde sobrepuja a religião do Estado
e a Sharia (lei islâmica), fonte de todo o direito ─ existe, entretanto, um
pouco mais de 8% de cristãos no Bahrein. E este número está em pleno
crescimento: nos países onde existe o vicariato apostólico (Qatar, Arábia
Saudita, Kuwait), as populações cristãs representam milhões, precisa Monsenhor
Ballin. A grande maioria desses cristãos se oriunda da imigração, especialmente
os filipinos, e muitos deles, indianos. Trazidos e somados à população, a
imigração foi provocada pela forte necessidade de mão de obra no país, que
construiu sua riqueza fundamentada no petróleo.
Nossa Senhora da Arábia tem, igualmente,
a ambição de se tornar um polo de formação espiritual. Os padres poderão, por
exemplo, acompanhar retiros ou, mesmo, ministrar cursos de catecismo. (...)
Esta catedral responde, então, a uma verdadeira necessidade espiritual.
Podemos visualizar, nesta
iniciativa, o sinal de abertura do Reino de Barhein ao pluralismo religioso.