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sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

Nossa Senhora de Caná - Dia 6 de Janeiro (devoção)!!!!

 


Fonte: Tenda do Senhor

O dia 06 de janeiro guarda uma celebração de Maria ainda muito pouco conhecida no Brasil: o dia de Nossa Senhora de Caná. Nessa data, a Igreja celebra a Solenidade da Epifania do Senhor.

O que pouca gente sabe é que o mistério da Epifania, além da visita dos Reis Magos, ainda contempla mais dois acontecimentos: o Batismo de Jesus e as Bodas de Caná. Com isso, o título de Nossa Senhora de Caná também é celebrado nessa data.

A Imagem da Virgem de Caná

A primeira imagem da Virgem de Caná foi confeccionada em 1982 pelo sacerdote argentino Pe. Hector García, fundador do Movimento Evangelho de Caná, na cidade de Rosario – Argentina. Além de Rosario, temos a devoção nos arredores de Buenos Aires na Paróquia Maria de Caná em Santo Isidro. Na Espanha, em Pozuelo de Alarcon – Madrid, temos a Paróquia Santa Maria de Caná. Também temos imagens dela em Portugal e Estados Unidos.

A Devoção no Brasil

No Brasil, a devoção chegou há onze anos através de um projeto missionário nas periferias de Saquarema, Região dos Lagos do Rio de Janeiro, que se propunha a visitar famílias para meditar com elas o evangelho de Caná. A invocação à Nossa Senhora de Caná surgiu antes da imagem e logo se difundiu chegando à capital.

Hoje, a Associação Missionária Servos de Maria de Caná, sediada na Arquidiocese do Rio, realiza uma importante missão, que é gerir a Capela de Nossa Senhora de Caná, única do Brasil, que fica localizada dentro do Penha Shopping, onde temos a imagem oficial de Nossa Senhora de Caná do Brasil, que foi abençoada por Dom Alano Maria Pena em 2011 e que é rosa justamente para simbolizar a alegria da festa de Caná. A imagem tem duas talhas aos pés, que simbolizam o esposo e a esposa, já que Maria de Caná é padroeira dos cônjuges e protetora das famílias.

Oração a Nossa Senhora de Caná

Nossa Senhora de Caná, Mãe da Divina Misericórdia, ensinai-nos a falar do amor de Deus. Ensinai-nos a confiar sempre no Senhor. Ensinai-nos a fazer tudo o que Jesus nos disser. Ensinais-nos a orar para que Jesus transforme nossas vidas. Ensinai-nos a falar da vida nova, da alegria, da graça que Deus nos dá a todo instante. Nossa Senhora de Caná, rogai por nós que sempre precisamos de vós. Amém.

sábado, 24 de dezembro de 2022

O PARADEIRO do SOBRECU do PERU !!! ” Um autêntico e exclusivo Conto Natalino da FAMÍLIA MOREIRA”.

Este conto foi escrito por um agregado da família, não formado em letras, auto-intitulado “O Mitido”, devido a tomar tal inciativa que se deu pelo fato de que, até então, ninguém da família registrou formalmente este fato histórico de forma pública na literatura cearense.

Observo que ao ouvir o referido relato desta estória pela primeira vez em 1993, desde então nunca mais esqueci tal fato que sempre achei deveras engraçado. Desta feita, doravante fazia questão de ouvir e re-ouvir induzindo sempre os familiares nos Natais subsequentes a me repetirem, cansativamente, a mesma estória.

Começemos logo a narrativa dos fatos....

Segundo o que me foi contado, por tradição, era mais um dia corriqueiro de festa de natal da família Cruz Moreira que ocorria tranquilamente na sede da casa-mãe na antiga residência localizada na av. Carapinima.  E antes da matriarca servir a sagrada ceia noturna, simblizada na figura principal do pobre e incente bípede peruano que não sabia o motivo e muito menos a finalidade de seu assassinato encomendado - caso contrário não teria concordado com o frigorífico - alguém alardeou esbranvejantemente aos quatro cantos do mundo inteiro:

- Alguém comeu o sobrecu do peru natalino.

Assim, motivado pela intensa alegria de todos os presentes nesta santa festa e pelas cervejas já deglutidas, iniciou-se imediatamente o processo investigativo e especulativo que inclusive seria digno até da participação de um tal famoso Sir Sherlock Holmes da Scotland Yard.

O processo de acareação iniciou o levantamento dos prováveis criminosos, primeiramente, acredito eu, apontou-se ao Dau, depois ao Dano e Léa, seguindo na sequência a artilharia ao João, Có, Fernando, Alanir, Ni, Rosângela e etc.

A meninada toda foi inocentada, pois tal ato a princípio exigiria um plano maquiavélico de surrupiamento de alto nível intelectual a altura estratégica de um membro do FBI, CIA ou Interpol. E até de espiões da guerra fria, segundo alguns investigadores mais doutos sobre o assunto.

Enfim, desde aquela noite o crime natalino ficou sem solução, pois de imediato após o crime restou ao pobre galináceo a simples condenação ao saboreamento em grandes bocados pelos participantes da ceia, acabando por destruir as últimas evidências para investigação dos especialistas do CSI (Criminal Scene Investigator).

Assim, tudo virou esquecimento.

Encerrarei prematuramente este conto, pra variar, numa manhã preguiçosa de Natal e 29 anos depois que ouvi esta estória pela primeira vez. Mas, este conto só pertence a esta bela família Moreira, que hoje pertenço e aprendi a amar.

Contudo, devo confessar em todas as festas natalinas desta querida Família Moreira, iniciei de modo particular as devidas homenagens póstumas ao protagonista histórico principal, ou seja, à vulga “ave galiforme do gênero Meleagris Gallopavo”.

Assim, saboreio na ceia somente o tal “sobrecu”, além do fígado, coração, moela e asas. Pois, sem estas iguarias para mim não existe ceia de Natal, não desejo outras partes.  E, vou logo avisando, se alguém se deliciar primeiro que eu vai haver enorme kung-fu(são) ou confusão, vou tomar satisfação em homenagem ao sobrecu do pobre peru, rsrsrs.

De resto, apenas espero que a Família Moreira aceite esta simples e humilde homenagem, entendendo que uma das formas de mantermos as lembranças das pessoas mais queridas em nossos corações é revivendo as suas histórias de vida ou acontecimentos deste tipo que nos envolveram, principalmente, nos fatos que nos marcaram ou influenciaram o comportamento.

Assim, encerro desejando-lhes boas festas com a esperança de grandes realizações em tempos tão difíceis.

Um grande e enorme abraço a todos! Feliz Natal!

Quando a própria Virgem Maria evoca a Natividade de Jesus (I) - grupo Maria de Nazareth !!!

No livro O Evangelho como me foi revelado, de Maria Valtorta, a Virgem Maria, retornando longos anos mais tarde, à gruta de Belém, com Jesus e seus Apóstolos, assim evoca a chegada da Sagrada Família nos momentos que precederam o nascimento de seu Filho:

 “José iluminou o lugar, assim que eu entrei. Foi só, então, que, descendo do burrinho, senti grande cansaço e estava gelada de frio... Um boi nos saudou. Fui até ele para me aquecer um pouco e para me apoiar sobre o feno.

Lá, onde eu estava, José estendeu um pouco de feno, para fazer um leito para mim e o secou, para ti, meu Filho, e para mim, por meio da chama iluminada, naquele canto, por amor. Este anjo, que era meu esposo, era bom, como um pai. De mãos dadas, como dois irmãos perdidos na obscuridade da noite, comemos pão e queijo. Depois, José foi alimentar o fogo e tirou o seu manto para cobrir e vedar a entrada da gruta.

Na realidade, ele fez cair um véu, diante da glória de Deus que descia dos Céus, tu meu Jesus... E eu me mantinha sobre o feno, sob o calor dos dois animais, envolta em meu manto, sob uma coberta de lã.

Naquele momento de ansiedade, onde eu me encontrava só, diante do mistério da minha primeira maternidade, sempre mergulhada no incógnito, como mulher e, na minha maternidade única, repleta, igualmente, do mistério que seria a visão do Filho de Deus, emergindo de uma carne mortal; ele, José, foi para mim, o que seria uma mãe, um anjo, meu reconforto, naquele momento, como em todos os outros.”

FONTE:  MARIA de NAZARETH, em Francês: texto de Les 20 mystères du Rosaire dans les écrits de Maria Valtorta (Os vinte mistérios do Rosário os escritos de Maria Valtorta) ─ Centro Editoriale Valtortiano, p. 53 et 54, e de L’Evangile tel qu’il m’a été révélé (O Evangelho como me foi revelado), 207,2/8 ; 29.7/12 e  também em: Maria Valtorta (1897-1961)

  "Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois Vós entre as mulheres, bendito é o fruto de Vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém. "

 Façamos conhecer e amar Maria !!!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

Oito dias antes do Natal, em memória da Anunciação !!!

 


Esta festa se origina na palavra dos bispos do décimo Concílio de Toledo, em 656.

Tendo encontrado algo de inconveniente na antiga data de comemoração da Anunciação da Virgem Santíssima, então celebrada no dia 25 de março, pois a alegre solenidade estava muito próxima da data em que se revive os sofrimentos da Paixão de Cristo, os prelados decretaram que, a partir de então, a Anunciação seria celebrada, na Igreja da Espanha, oito dias antes do Natal, em memória da Anunciação e, em especial, como preparação para a grande solenidade da Natividade.

Em seguida, a Igreja da Espanha sentiu a necessidade de voltar à prática da Igreja Romana e de todas as igrejas do mundo, que solenizam o dia 25 de março como o dia consagrado, para sempre, à Anunciação da Santíssima Virgem e à Encarnação do Filho de Deus: Porém, a devoção do povo relativa à festa que era celebrada no dia 18 de dezembro, era tanta, que se julgou necessário manter um vestígio: aplicou-se à devoção dos fieis, considerar esta divina Mãe nos dias que precedem o nascimento de Jesus.

Uma nova festa foi, então, criada, sob o título de Expectação do Parto da Beatíssima Virgem Maria. Pelo fato de, nas vésperas, se proferirem as antífonas maiores, iniciadas pela exclamação (ou suspiro) “Oh!”, interjeição expressando a expectativa e a esperança dos antigos patriarcas e profetas quanto à vinda do Messias. O povo teria passado a denominar essa solenidade como Nossa Senhora do Ó.

Segundo Dom Prosper Guéranger (1805 - 1875), Ano Litúrgico ─ 18 de dezembro.

sexta-feira, 25 de novembro de 2022

Maria o grande e único molde de Deus !!!

 


“Nós devemos fazer todas as ações com Maria. Para isso poremos os olhos nela, em todas as nossas ações, como o modelo perfeito de toda a virtude e perfeição. Modelo formado pelo Espírito Santo numa simples criatura, para nós o imitarmos, na medida das nossas limitadas forças. É preciso, portanto, que vejamos em cada ação como Maria fez ou faria se estivesse no nosso lugar.

Devemos examinar e meditar as grandes virtudes que Ela praticou, durante a vida, particularmente: ─ sua fé viva, pela qual acreditou, sem hesitar, na palavra do Anjo; ela acreditou fiel e constantemente, até ao pé da cruz, no Calvário; ─ sua profunda humildade, que a fez esconder-se, calar-se, submeter-se a tudo e pôr-se, sempre, em último lugar; ─ sua pureza divina, que não teve nem jamais terá igual sob o céu e, numa palavra, todas as suas outras virtudes…

Lembremo-nos que Maria é a grande, a única forma, o próprio molde de Deus, próprio para formar imagens de Deus, facilmente, e em bem pouco tempo. Uma alma que achou verdadeiramente esta forma e nela se perdeu, em breve se transformará em Jesus Cristo, que representa este molde ao natural.

Por São Luís Maria Grignion de Montfort no Texto do Tratado da verdadeira Devoção a Maria, § 260, Fazer Tudo com Maria, 2ª prática e também em: “São Luís Maria Grignion de Montfort (1673-1716): sua vida”.

terça-feira, 22 de novembro de 2022

De que forma a humanidade foi preparada para a Encarnação !!!

 


A Encarnação não teria sido possível, sem que a natureza humana concreta, que deveria ser assumida pelo Verbo, já fosse purificada: Era necessário uma virgem perfeita e imaculada (Homilia 52,6) (1).

Maria é o ponto de chegada de um processo de purificação, ao longo da história e de todas as gerações. Tudo é preparado, desde o início, com a visão voltada para Maria: A Escritura, divinamente inspirada, é escrita, tendo como objetivo, a Virgem Mãe de Deus (homilia 53,8).

Ela mesma, Maria, tem seu próprio caminho de preparação final, do qual São Gregório Palamas, monge no Monte Athos e, mais tarde, Arcebispo de Tessalônica, faz uma descrição, baseada na sua própria experiência monástica:

“Maria escolheu viver, discretamente, escondida dos olhares, consumindo seu tempo no santuário, onde permaneceu livre de todos os laços materiais; (...) assim, unificava todo o seu ser no espírito, voltada à dedicação e à contínua oração divina. Concentrando-se em seu interior, ela se elevou acima da diversidade que representam os raciocínios. (...) Ela teve a intuição de um novo caminho para o Céu, que poderíamos chamar de silêncio do espírito.

Ao unir seu espírito a este silêncio, Maria se elevou acima de todas as criaturas e viu a glória de Deus de um modo mais perfeito do que Moisés. Viu a graça divina que não pode ser compreendida perfeitamente pelos sentidos, mas que é um espetáculo sagrado, reservado apenas para as almas e os anjos puros: e visto que Maria realizou este desígnio, ela se tornou (...) a água da verdadeira vida, a aurora do dia místico e a carruagem de fogo da Palavra” (Homilia 53, 59).

E em sua homilia 53, 12, São Gregório Palamas se maravilha: ‘O que Cristo é, por natureza, a Virgem é pela graça’.”

(1) Todas as citações foram colhidas das homilias de São Gregório (1296-1359)

E divulgada por Marie de Nazareth

“Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois Vós entre as mulheres, bendito é o fruto de Vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.”


terça-feira, 15 de novembro de 2022

Quando é que veremos a doce Maria? por Santo Alberto o Grande (1200 a +1280):

 


Quão doce é o nome de Maria, que, por toda parte faz com que os fieis da Igreja se enterneçam devotamente. Dizei-me, eu vos rogo, de onde vêm esses suspiros, e o murmúrio, e a prostração da multidão devota, na Igreja, quando o clérigo pronuncia o nome de Maria? Sinto-o como se fosse uma tâmara cheia de doçura e doce dentro de nós....

Doce é a imagem de Maria, que os artistas realizam com tanta magnificência, com tanto zelo e suavidade, com mais dedicação e capricho do que os aplicados nas outras imagens de santos e que os fieis, com tanta alegria, veneram com tanto ardor. Não percebeis que as Igrejas estão repletas de imagens de Nossa Senhora, sinal evidente de que cada coração deve estar repleto de sua doce e suave memória?

Eis os doces frutos da tamareira! Eis as tâmaras que Maria espalhou pela terra dos moribundos! Como será a qualidade daquelas que ela distribui aos cidadãos do alto, na terra dos vivos? Quando nós a veremos ─ não mais em sua imagem de ouro ou de marfim ─ mas face a face, em seu santíssimo corpo. Quando veremos seu rosto, com nossos olhos, como durante tanto tempo, aqui embaixo, chorando, nós desejamos ver? Quando iremos nos sentar ao lado da nossa Mãe, de quem agora estamos tão distantes. Quando poderemos falar, não mais dela, sobre ela, mas, diretamente com ela. Quando será que estaremos, para sempre, diante da sua gloriosa presença. Oh! Quando será que isso acontecerá?

Por Santo Alberto Magno, mestre de Tomás de Aquino (acesse): 

https://santo.cancaonova.com/santo/santo-alberto-magno/

domingo, 13 de novembro de 2022

Pe. REUS e "A festa no Céu"


Eis o que era dado ver ao Padre Reus:

"Nossa Senhora convida todo o Paraíso para participar da Santa Missa; e todos os anjos e santos A seguem em maravilhoso cortejo até o altar. Os Santos formam um semi-círculo ao redor do sacerdote celebrante e o acompanham até o altar. Lá chegando, estes se colocam atrás dos santos.

Outra multidão de anjos cerca a igreja e cobre os fiéis, impedindo a aproximação dos demônios durante a Santa Missa, em honra à majestade de Nosso Senhor Jesus Cristo.

A virgem Santíssima está sempre junto do celebrante, do lado do altar onde é servida a água e o vinho, e onde são lavadas as mãos do sacerdote. É a própria Mãe de Jesus quem serve o celebrante e lava suas mãos. Entre Nossa Senhora e o celebrante, é convidado o santo do dia.

Todas as almas do Purgatório também são convidadas pela Virgem Maria e permanecem durante toda a Santa Missa aos pés do altar, entre o celebrante e os fiéis. Conta o Padre Réus que ele via as almas do Purgatório e verdadeira festa quando grande esperança de libertação. Padre Réus via uma chuva caindo sobre o Purgatório durante toda a Santa Missa.

No momento sublime da consagração, quando estas almas veem Nosso Senhor Jesus Cristo em Corpo, Sangue, Alma e Divindade, sentem um desejo incontrolável de sair daqueles chamas e se atirarem em Seus braços, mas não conseguem, por não estarem ainda purificadas.

Após a Consagração, acontece a libertação do Purgatório, das almas que já atingiram a purificação. Nossa Senhora estende a mão a cada uma delas e diz: "Minha filha, pode subir ".

No momento da oração da PAZ, os anjos saúdam as almas libertadas do Purgatório, abraçando-as. É um momento de imensa alegria e beleza. Em seguida, estas almas, resplandecendo com a beleza indescritível, adornadas como noivas, como anjos, são introduzidas triunfalmente no Paraíso, por uma multidão de anjos, ao som de música e cantos celestiais.

Na hora da morte, as Missas que houveres assistido serão a tua maior consolação.

Toda Missa implora o teu perdão junto da justiça Divina.

Em toda Missa podes diminuir a pena temporal devida aos teus pecados e diminuí-las mais ou menos consoante a teu fervor.

Assistindo com devoção à Missa, prestas a maior das honra à santa humanidade de Jesus Cristo.

Ele se compadece de muitas das tuas negligências e omissões.

Perdoa-te os pecados veniais não confessados, dos quais porém te arrependestes.

Diminui o império de satanás sobre ti.

Sufraga as almas do Purgatório da melhor maneira possível.

Uma só Missa a que houveres assistido em vida, ser-te-á mais salutar que muitas a que outros assistirão por ti depois da tua morte, pois pela Missa participas da Paixão, Morte e Ressureição de Cristo.

A Missa preserva-te dee muitos perigos e desgraças que te abateriam.

Toda Missa diminui o teu Purgatório.

Toda alcança-te um grau maior no Céu.

Na Missa recebes a benção do sacerdote, a qual Nosso Senhor confirma no Céu.

És abençoado em seus negócios e interesses pessoais. (fim)

E fica sabendo, ó cristão, que mais se merecem em ouvir devotamente uma só Santa Missa do distribuir todas as riquezas aos pobres e peregrinar toda a terra."(São Bernardo)

* (Nosso Senhor nos concede o que lhe pedimos na Santa Missa: e o que mais vale é que nos dá ainda o que nem se quer cogitamos perdir-lhe e que, entretanto, nos é necessário."(São Jerônimo)

* "Se conhecêssemos o valor do Santo Sacrifício da Missa, que zêlo não teríamos em assistir a ela!"(Crua d'Ars)

* "A Missa é o sol da Igreja."(São Francisco Salles)

Leia mais: https://cidadaosdoinfinito.webnode.com.br/products/padre-reus-e-o-valor-da-santa-missa-a-festa-no-ceu-/

terça-feira, 1 de novembro de 2022

Com Maria, Rainha de todos os Santos !!!

 


Sempre, no dia 1º de novembro, a Igreja homenageia a incalculável multidão daqueles e daquelas que, seguindo a Virgem Maria ─ exemplo perfeito de santidade ─ foram testemunhas vivas e luminosas de Cristo. Se certo número, entre elas, foi oficialmente reconhecido, após o processo de "canonização", e essas pessoas nos foram dadas como modelos, a Igreja sabe que outros tantas viveram, igualmente, na fidelidade ao Evangelho e ao serviço de todos. É por isso que, neste Dia de Todos os Santos, os cristãos celebram todos os santos, conhecidos ou desconhecidos. A santidade não é uma via reservada para uma elite.

Esta celebração nos liga a todos os santos canonizados, isto é, àqueles cuja Igreja assegura, empenhando a sua autoridade, que eles estão na Glória de Deus, como para aqueles que, de fato, são os mais numerosos, e estão na beatitude divina. O Dia de Todos os Santos, portanto, nos oferece uma antevisão da liturgia eterna que a liturgia da terra antecipa.

A solenidade de todos os santos parece estar historicamente relacionada com a consagração do antigo templo romano do Panteão, pelo Papa Bonifácio IV, no início do século VII. Originalmente dedicado a todos os deuses ─ este é o significado do nome, em grego ─, o Panteão foi dedicado a Maria e a todos os mártires, aos quais, posteriormente, os cristãos que professam a sua fé, foram adicionados.

O aniversário da consagração do Panteão e, portanto, a comemoração da festa de todos os santos foi, inicialmente, estabelecida para o dia 13 de maio, data próxima das celebrações da Páscoa e de Pentecostes. Esta ligação com as duas grandes comemorações dá o significado original da Festa de Todos os Santos: usufruir a alegria daqueles que colocam Cristo no centro de suas vidas. Desde 835, a festa de Todos os Santos passou a ser comemorada no dia 1º de novembro.

Fonte: frejustoulon.fr e também em: Um Minuto com Maria.

“Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois Vós entre as mulheres, bendito é o fruto de Vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.".

domingo, 23 de outubro de 2022

São Jerônimo e o Leão !!!

 


Uma tarde, no monastério em Jerusalém, São Jerônimo sentou-se com outros monges para ouvirem a lição do dia quando um gigantesco leão aproximou-se andando em três patas, com a quarta pata levantada. Imaginem o caos que se seguiu quando todos os monges correram, cada um para um lado.

Mas, São Jerônimo calmamente levantou-se e foi ao encontro do hóspede inesperado. Naturalmente o leão não podia falar, mas ofereceu a pata ferida ao bom padre. Jerônimo examinou-a, notou que havia alguns espinhos, e pediu ao monge menos medroso que trouxesse um balde com água para lavar a ferida do leão. Jerônimo retirou com cuidados os espinhos e aplicou uma pomada. O ferimento rapidamente sarou. O gentil cuidado amansou o leão que ia e vinha pacificamente onde estava São Jerônimo como se fosse um animal doméstico. Sobre este episódio, o santo disse “Pensem sobre isto e vocês encontrarão várias respostas. Eu creio que não foi tanto para a cura de sua pata que Deus o enviou, pois Ele curaria a pata sem a nossa ajuda, mas enviou o leão para mostrar quanto Ele estava ansioso para prover o que necessitamos para o nosso bem.”

Os irmãos sugeriram que o leão poderia ser usado para proteger o jumento que carregava a lenha para o monastério. E assim foi por muito tempo. O leão guardava o jumento enquanto este ia e vinha. Um dia, entretanto, o leão estava muito cansado e dormiu enquanto o jumento pastava. Foi quando egípcios mercadores de óleo levaram o jumento.

O leão lá pelas tantas acordou e passou a procurar o jumento. Com incrível ansiedade procurou-o dia. No final do dia voltou e ficou no portão do monastério parado, consciente de sua culpa o leão não tinha mais o seu andar orgulhoso.

Os outros monges logo concluíram que o leão tinha na verdade comido o jumento, e recusaram-se a alimentar o leão, enviando-o de volta para comer o resto da sua matança. Mas ainda havia uma certa dúvida se o leão havia ou não matado o jumento e assim Jerônimo mandou que eles procurassem pela carcaça do jumento. Não encontraram a carcaça, nem outro sinal de violência. Os monges levaram a notícia para São Jerônimo que disse “Eu fico triste pela perda do asno, mas não façam isto com o leão. Tratem dele como antes, deem comida e ele fará o serviço do jumento. Façam com que ele traga em seu lombo algumas das peças de lenha.“ E assim aconteceu.

O leão regularmente fazia a sua tarefa, mas continuava a procurar o seu velho companheiro. Um dia, do alto de uma colina, viu na estrada homens montados em camelos e em um jumento. Ele então foi ao encontro deles. Ao se aproximar, reconheceu o amigo e começou a rugir. Os mercadores assustados correram como puderam, deixando o jumento, os camelos e sua carga para atrás.

O leão conduziu os animais para o mosteiro. Quando os monges viram aquela cena inusitada, um leão liderando um jumento e camelos, logo chamaram São Jerônimo. Ele abriu os portões e disse: “Tirem a carga dos camelos e do jumento, lavem suas patas e deem comida e esperem para ver o que Deus tinha em mente quando nos deu o leão”.

Suas instruções foram seguidas, o leão começou a rugir de novo e balançar o rabo alegremente. Os irmãos, com remorso da calúnia que haviam pensado do pobre leão, disseram uns aos outros “Irmão, confie na sua ovelha mesmo se por um tempo ela parecer um ganancioso rufião e Deus fará um milagre para curar o seu caráter“.

Neste meio tempo, Jerônimo sabendo o que viria disse: “Meus irmãos, preparem refrescos porque novos hóspedes estão chegando e deverão ser tratados dignamente”.

Assim se preparam para receber as visitas e em breve os mercadores estavam no portão. Foram bem-vindos, mas vendo os camelos, o jumento e o leão, prostraram-se aos pés de São Jerônimo e pediram perdão pelas suas falhas. Gentilmente Jerônimo disse “deem os refrescos a eles e deixem partir com os seu camelos e suas cargas”. Os mercadores ofereceram metade do óleo que carregavam e mais alguns alimentos para os monges.

O chefe dos mercadores estão disse “Nós daremos todo óleo que vocês precisarem durante o ano e nossos filhos e netos serão instruídos a seguirem esta ordem, e ainda nada de sua propriedade será jamais tocado por qualquer de nós“.

São Jerônimo aceitou a oferta e os mercadores partiram com sua benção, voltando alegres para o seu povo. São Jerônimo então disse “vejam, meus irmãos, o que Deus tinha em mente quando nos mandou o seu leão“

FONTE: Catolicismo Romano