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domingo, 2 de março de 2014

NOSSA SENHORA DE LOURDES: " ISSO É PARA OS PECADORES ”.

Naquela quinta-feira, 25 fevereiro de 1858, trezentas pessoas estavam presentes. Bernadete relata:

“Ela me disse para ir beber da água fonte (...). Só encontrei um pouco de água barrenta. Na quarta tentativa, consegui bebê-la.

“Ela pediu, igualmente, que eu comesse uma erva que estava perto da fonte. Em seguida, a visão desapareceu e eu fui para casa”.

Diante da multidão que lhe pergunta: “Você sabe que as pessoas pensam que você é maluca, por estar fazendo tais coisas”, ela responde: “Isso é para os pecadores”.

Like Um Minuto com Maria :-:  25 de fevereiro ‒ Itália: Veneza, Virgem Nicopeia. ‒ França: 9ª aparição em Lourdes (1858) on Facebook comment on Um Minuto com Maria :-:  25 de fevereiro ‒ Itália: Veneza, Virgem Nicopeia. ‒ França: 9ª aparição em Lourdes (1858)
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lourdes-france.org

ESSE AMOR DA SS. VIRGEM-MÃE MARIA ESTÁ ALÉM DA NOSSA COMPREENSÃO.

Nós não conseguimos chegar à plenitude do amor da Mãe de Deus, e é por isso que não conseguimos compreender a sua dor. Seu amor era perfeito. Ela amava imensamente seu Deus e seu Filho, mas amava, igualmente, e com grande amor, todas as criaturas humanas.

E o que ela não sofreu, quando esses seres que tanto amava e para os quais desejava, ardentemente, a Salvação, crucificaram seu Filho bem-amado? Não podemos entender isso, porque nosso amor por Deus e pelos homens é muito fraco.

Como o amor da Mãe de Deus não tem medida e ultrapassa a nossa compreensão, assim a sua dor é imensa e impenetrável para nós.

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Arquimandrita Sopfrônio
Trecho do livro Starets Silouane, Moine du Mont Athos, Capítulo XI : De la Mère de Dieu, Éditions Présence, 1973

NOSSA SENHORA DA ESTRADA, SANTA PADROEIRA DOS JESUÍTAS


Pietro Codacio já tinha sete anos de sacerdócio quando foi admitido na nova Companhia de Jesus, em 1539. Entre os bens que possuía, aos quais renunciou devido ao voto de pobreza que fizera, estava a Igreja “Santa Maria della Strada " (Nossa Senhora da Estrada), além dos seus proventos e rendas.

A seu pedido, o Papa Paulo III transferiu a pequena Igreja e suas receitas (a serem utilizadas na sua gestão e manutenção) para a Companhia de Jesus. Assim, surgiu a primeira Igreja dos Jesuítas, que nela exercem seu ministério espiritual.

Quando a Igreja foi demolida para dar lugar à grande e magnífica Igreja de Jesus, cujas obras tiveram início em 1568, a imagem de Nossa Senhora da Estrada foi transferida para a capela lateral, localizada à esquerda do santuário principal consagrado ao 'Nome Santíssimo de Jesus’.

Como na sua primeira Igreja, em Roma, a imagem de Nossa Senhora da Estrada foi sempre tida em grande veneração pelos jesuítas, que a escolheram como Santa Padroeira, frequentemente invocada, quando eles próprios se encontram na estrada.

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Equipe MDN

SS. VIRGEM e MÃE MARIA, SABIA DESDE O INÍCIO...

A Santíssima Mãe do Salvador passou toda a vida meditando, refletindo sobre as virtudes e os sofrimentos de seu Filho.

Quando ouviu os anjos cantarem cânticos de alegria, no nascimento do Menino-Deus, quando viu os pastores a adorá-lo no estábulo, seu espírito se encheu de admiração e ela passou a meditar todas essas maravilhas em seu coração. Maria comparava as magnitudes do Verbo encarnado à sua profunda pobreza e humildade; a palha e o berço, ao seu trono e ao seio do Pai; o poder de um Deus à fraqueza de uma criança; sua sabedoria à sua simplicidade.

A Santíssima Virgem disse um dia a Santa Brígida: “Quando eu contemplava a beleza, a modéstia, a sabedoria de meu filho, minha alma se enchia de alegria, e quando eu apreciava suas mãos e seus pés que um dia seriam perfurados com pregos, eu derramava uma torrente de lágrimas e meu coração se despedaçava de tristeza e de dor.”

Like Um Minuto com Maria :-:  28 de fevereiro ‒ Itália: Nossa Senhora das Lágrimas (1522) ‒ França. 11ª aparição em Lourdes (1858) on Facebook comment on Um Minuto com Maria :-:  28 de fevereiro ‒ Itália: Nossa Senhora das Lágrimas (1522) ‒ França. 11ª aparição em Lourdes (1858)
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São Luis-Maria Grignion de Montfort
Em Le Secret Admirable du Très Saint Rosaire pour se convertir et se sauver, (O segredo admirável do Rosário para se converter e se salvar) Mistérios dolorosos 3ª dezena, § 72

NOSSA SENHORA DISSE-LHE: “USE ESSE AÍ” e sorriu !!!

Na segunda-feira do dia 1 de março, pela primeira vez, o pai de Bernadete a acompanhou até à gruta, onde 2.600 pessoas a aguardavam desde cedo. Essas pessoas iriam usufruir a felicidade de viver, durante três quartos de hora, na presença da aparição celeste cuja beleza se refletia no rosto de Bernadete.

Naquele dia, a Senhora deu a Bernadete e a toda a multidão presente, uma lição inesquecível: a de amar o seu rosário, não importa quão pobre fosse, e sempre levá-lo consigo. Tendo a vidente utilizado o terço de outra pessoa, a Senhora perguntou: “O que aconteceu com o seu terço?” Bernadete pegou o tercinho que estava em seu bolso e mostrou-o à Senhora. 

A Virgem, então, sorrindo, complementou: “Use esse aí”.

Like Um Minuto com Maria :-:  01 de março ‒ Itália: Nossa Senhora de Machaby (1800) ‒ França. 12ª aparição em Lourdes (1858) on Facebook comment on Um Minuto com Maria :-:  01 de março ‒ Itália: Nossa Senhora de Machaby (1800) ‒ França. 12ª aparição em Lourdes (1858)
Confira: Yvonne Estienne, em Lourdes et La Salette et dieu-sauve.chez-alice.fr

CONSAGRA-te a SS. VIRGEM-MÃE MARIA SEM ARREPENDIMENTO !!!

Papa Pio XI Trecho da Carta “Galliam filiam Ecclesiae”, Roma 1922

O Reino da França foi nomeado o Reino de Maria e isso com justa razão. (...) A Virgem, em pessoa, cuidando do tesouro do Deus de todas as graças, por meio de suas reiteradas aparições, parece ter suscitado a aprovação e a confirmação da devoção do povo francês. 

(...) Os grandes e os chefes da nação se viram gloriados, durante longo tempo, por terem afirmado e defendido esta devoção à Virgem. (...) Eis o motivo (...), e após amadurecida deliberação, na plenitude de nosso poder apostólico, pela força dos presentes e perpetuamente, declaramos e confirmamos que a Virgem Maria Mãe de Deus, sob o título de sua Assunção ao céu, foi escolhida como padroeira principal de toda a França junto a Deus, com todos os privilégios e honras que comportam este nobre título de dignidade. (...) Nós concedemos estes privilégios, decidindo que as presentes Cartas sejam e permaneçam, sempre, firmes, válidas e eficazes, que obtenham e guardem seus efeitos plenos e íntegros, que sejam, agora e no futuro, para toda a Nação Francesa, o mais amplo, o mais considerável penhor dos benefícios celestes; que assim se possa julgar, definitivamente, e que se tenha como vão, desde o momento presente e de efeito nulo, para o futuro, tudo o que poderia prejudicar estas decisões, vindo da autoridade que for, consciente ou inconscientemente.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

SÃO LEOFREDO DÁ UMA SURRA EM SATANÁS



Leofredo estudou na abadia de Condat e em Chartres. Ensinou em Evreux, França. Viveu como ermitão em Cailly e Ruão. Fundou a abadia da Santa Cruz de Saint-Qu'en por volta de 690. A abadia foi renomeada como Saint-Leufroy em honra do santo, seu fundador. São Leofredo morreu no ano 738 e sua festa se comemora em 21 de junho. De São Leofredo, escreve Ernest Hello na sua “Fisionomia dos Santos”:

Nasceu na Neustria; de boa família, a qual deixou para ser sacerdote. Depois de muita luta, fundou a Abadia de Santa Cruz. Sofreu perseguições por seu espírito independente. Recebeu o dom dos milagres e da profecia. Era extremamente severo.

Como não tivesse cabelo, um dia, uma mulher, dele zombou. Disse-lhe o santo: Por que zombas de um defeito da natureza? Não tenhas na tua cabeça mais cabelos do que eu tenho na testa; e o mesmo suceda a teus descendentes.

Trabalhavam, uns camponeses, no dia domingo. Levantou o santo os olhos ao Céu, dizendo:

– Senhor, fique essa terra eternamente estéril. Nunca nela se veja nem grão, nem trigo. E o campo encheu-se de cardos e espinhos.

São Leofredo tinha um zelo de misericórdia, mais de justiça mais ardente ainda.

As cóleras de São Leofredo acendiam as chamas da Caridade. As suas imprecações, o poder de sua caridade, o seu amor aos pobres, o seu ódio à injustiça, são as linhas paralelas de sua vida.

Um de seus religiosos morrera; e, com ele, encontraram três moedas. Estava violando o voto de pobreza. Leofredo mandou enterrá-lo em terra profana.

Depois, fez um retiro de 40 dias; rezando e chorando pela alma daquele que parecera rejeitar.

E após esses dias, o Senhor revelou-lhe que Sua misericórdia havia liberado a alma que Sua justiça condenara.

“Sua fúria contra o demônio era tremenda”.

Uma vez, estando em sua cela, um frade foi avisá-lo que o demônio estava aprontando na Igreja. Reconhecendo seu velho inimigo, o santo correu à capela e fez sinal da cruz sobre as portas e as janelas, como para vedar as saídas.

E, avançando sobre ele bateu-lhe com furor”.

O demônio quis fugir, mas as saídas estavam vedadas. O corpo que ele tomara para si, poderia ter se dissipado subitamente. Parece, porém, que ele não teve permissão para isso. Deus quis humilha-lo sob as pancadas de São Leofredo”.

Muito pouca gente reage e luta contra o demônio com furor.

Ora, o demônio merece ser repelido com ódio. E quando ele se aproxima de nós, nós devemos ter um assanhamento de ódio maior do que nós temos com qualquer pessoa viva nesta terra.

Porque é o inimigo declarado de Deus, o inimigo declarado de nossa alma, que quer toda espécie de mal; e quando nos sentimos tentados, nós devemos ter contra ele um ódio militante, como São Miguel Arcanjo.

Há coisa melhor do que esse exemplo de São Leofredo?

São Leofredo bateu no corpo, que era um boneco que o demônio usava.

Naturalmente, aquelas pancadas, atormentavam mesmo o demônio. Como o atormenta a gente falar mal dele. Que humilhação!

Pode-se imaginar São Leofredo, já velho, de barba branca, cabelo branco, mas muito conservado ainda; de olhos castanhos. Mas forte e dando pancada com uma serenidade e um ódio únicos. E aquele “boneco” gemendo e estertorando até acabar de ser visto fugindo pela torre.

Valeria a pena, numa época futura, edificar uma capela consagrada a São Leofredo e à Santa Teresinha que também pôs em fuga os demônios.

São Leofredo e Santa Teresinha do Menino Jesus formariam um conjunto perfeito.

Queremos medir a intensidade de nosso amor?

Examinemos a intensidade de nossa cólera ao contrário daquilo que amamos. É assim que nosso amor se conta.

O amor perfeito percebe tudo; a cólera perfeita percebe tudo. O amor perfeito só se alimenta da cólera, e a cólera perfeita também só se alimenta de amor.

O amor perfeito vive da contemplação daquele que ama e a cólera perfeita vive da contemplação daquilo que odeia. E o ato do amor é a perfeição do amor; o ato de cólera é a perfeição da cólera.

“Eu durmo, mas o meu coração vigia”. Isso se pode dizer do amor. É como uma mãe que está com o filho muito doente. Ela dorme, mas o coração dela não dorme.

Da mesma forma os católicos deveriam poder dizer de si: nós dormimos, mas o nosso ódio ao demônio não dorme. É que, até no sono, nós devemos ser uma tocha viva de ódio contra o mal e contra os inimigos de Nossa Senhora.


Aí, se pode dizer: “eu durmo, mas o meu coração vigia à espera do momento da ocasião de glorificar ainda mais Nossa Senhora”!

O SANTO CINTO DE NOSSA SENHORA



Na catedral de Prato, Itália, não longe de Florença hoje é venerado solenemente o santo cinto, cíngulo, ou correia de Nossa Senhora. Ele foi trazido de Jerusalém no ano de 1141 por Michele Dagomari, habitante da cidade e romeiro na Terra Santa. Porém, em 1173, como não havia confirmação da autenticidade da relíquia, a Providência valeu-se de um fato extraordinário para que todos a reconhecessem como verdadeira.

A presença dos Apóstolos na Assunção é uma tradição que remonta aos primeiros séculos do cristianismo. Não faz parte do dogma gloriosamente proclamado pelo Papa Pio XII, mas é largamente aceita, como se pode verificar na iconografia tradicional.

São Gregório bispo de Tours (538-594), o maior historiador do século VI, foi o primeiro a escrever sobre a Assunção. Segundo a tradição por ele transcrita, um anjo teria avisado Nossa Senhora de sua próxima partida aos Céus. Por sua vez, Nossa Senhora teria comunicado a notícia às pessoas mais próximas, entre as quais São João Evangelista. Os Apóstolos teriam sido avisados e teriam tido tempo de chegar naturalmente. Porém, segundo outros, chegaram miraculosamente.

A Liturgia católica do rito maronita reza: “Vós sois, ó Maria, a Mãe Puríssima, fonte de abundantes bênçãos; Vós sois a plena de graça, que quando deixastes este mundo, vieram todos os santos Apóstolos de distantes regiões, para vê-La partir para o Céu, enquanto os Anjos do Altíssimo, diante de Vós, cantavam com alegria”.


Os Apóstolos certamente estavam acompanhados e havia a presença dos fiéis que moravam nas proximidades da casa da Santíssima Virgem. A Santa Casa de Loreto conserva um altar dito dos Apóstolos, onde eles celebravam Missa por ocasião das visitas que faziam a Nossa Senhora. Ver em: Transladação da Santa Casa

São João Damasceno, Padre da Igreja, se refere à tradição do Oriente a respeito. Segundo ele, durante o Concílio de Calcedônia, o imperador Marciano e a imperatriz Pulquéria pediram o corpo de Nossa Senhora a Juvenal (422 – 458), bispo de Jerusalém e primeiro Patriarca da cidade.

O Patriarca respondeu, segundo o Damasceno, que Ela morreu rodeada de todos os Apóstolos, salvo São Tomé, que chegou com alguns dias de atraso.

O retardatário São Tomé teria pedido a São Pedro para ver o túmulo e constatou que o mesmo estava vazio. Nesse momento, ao levantar suas vistas para o céu, Tomé viu Nossa Senhora na Glória, que, sorridente, desatou o cinto e lançou-o em suas mãos como símbolo de maternal bênção e proteção.

Segundo outras versões, Santo Tomé, que chegara atrasado, só viu a Assunção de longe. Teria sido um castigo por ele ter duvidado da Ressurreição. Mas um castigo moderado pela misericórdia de Nossa Senhora que lhe teria feito, à distância, o dom de seu cinto.

O culto do cinto de Nossa Senhora foi instituído por Santo Agostinho, o grande Doutor da Igreja, e continua sendo difundido pelos bons sacerdotes agostinianos.

É o famoso cinto bento, dito de Santo Agostinho, mas que é de Nossa Senhora, o qual é especialmente protetor contra os assaltos do demônio e da impureza.

É a origem da devoção a Nossa Senhora da Correia, também chamada de Nossa Senhora da Consolação.

Sobre este culto piedoso e muito popular escreveu São Germano, Patriarca de Constantinopla, por volta de 720: “Não é possível ver vossa venerável correia, ó Santíssima Virgem, sem sentir-se cheio de alegria e penetrado de devoção”.

O monge Eutino, que viveu pelos anos 1098, pregando sobre ela, dizia: “Nós veneramos a Santa Correia, vemos conservar-se inteira depois de 900 anos: Cremos realmente que a Rainha do Céu cingiu-se com ela”.

O cinto estava em Prato, Itália, em 1173. Mas, o problema é que não se tinha certeza da autenticidade da relíquia, na falta de documentação canônica ou outra digna de fé.

Naquele ano, a Providência valeu-se de um fato extraordinário para que todos  reconhecessem sua autenticidade.

No dia de Santo Estêvão, padroeiro da cidade, colocavam-se todas as relíquias sobre o altar, para  com elas serem abençoados os doentes e os endemoninhados.

Na ocasião, foi exposta também a caixa contendo o cinto de Nossa Senhora.

Aproximaram então uma possessa que, no momento em que tocou a caixa, começou a afirmar com insistência que esse cinto era da Santíssima Virgem, e no mesmo instante viu-se liberada de seu mal.

Iniciou-se então o culto público à sagrada relíquia. O próprio São Francisco de Assis esteve com seus primeiros frades em Prato, no ano de 1212, para venerá-la.

Podemos assim acreditar piedosamente, em união com a tradição da Igreja, que todos os Apóstolos, inclusive o retardatário Tomé, se reuniram para a Assunção.

Nesta festa podemos elevar a ele a mesma oração que Santo Agostinho compôs a propósito da dúvida que o apóstolo tivera sobre a Ressurreição:

 “Oh, bem-aventurado Tomé, tu tocaste com a mão e, pela tua dúvida, inúmeros céticos acabaram crendo!”.


Foi por meio dele, ou a propósito dele, que o cíngulo de Nossa Senhora ficou nesta terra e é venerado desde a Idade Média na catedral de Prato, Itália.



sábado, 8 de fevereiro de 2014

INFORMATIVO - Edição-001: mês 02 - ano 2014 Associação - COR MARIAE IMMACULATUM (Coetus Fidelium Stabilis: Paróquia São João Batista do Tauape, Fortaleza-CE.)

Edição-001: mês 02 - ano 2014

Associação - COR MARIAE IMMACULATUM

Coetus Fidelium Stabilis: Paróquia São João Batista do Tauape, Fortaleza-CE.
(http://missagregorianaemfortaleza.blogspot.com.br)
A MISSA GREGORIANA pode ser celebrada em qualquer Paróquia ou Cidade do mundo ???
CARTA APOSTÓLICA de SS. PAPA EMÉRITO BENTO XVI - SUMMORUM PONTIFICUM (2007)
“Regulamentação para Solicitação da Missa Gregoriana pelos Fiéis”
Art. 5, § 1º – Nas paróquias, onde haja um grupo estável de fiéis aderentes à precedente tradição litúrgica, o pároco acolherá de bom grado seu pedido de celebrar a Santa Missa segundo o rito do Missal Romano editado em 1962.
§ 3º - O pároco permita também aos fiéis e sacerdotes que o solicitem a celebração nesta forma extraordinária em circunstâncias particulares, como matrimônios, exéquias ou celebrações ocasionais.
(FONTE: http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/motu_proprio/documents/hf_ben-xvi_motu-proprio_20070707_summorum-pontificum_po.html)
O Latim e o Canto Gregoriano
Concílio Vaticano II (1965)
Ao contrário do que muitos fiéis pensam, a Constituição Conciliar (Sacrossanto Concilium) nunca suprimiu a utilização da Língua Latina e nem do Canto Gregoriano nas celebrações litúrgicas (Missas), inclusive deu-lhes prioridade de uso.
Lingua Latina:
36. § 1. Deve conservar-se o uso do latim nos ritos latinos...
56. ... Tomem-se providências para que os fiéis possam rezar ou cantar, mesmo em latim, as partes do Ordinário da missa que lhes competem.

101. § 1. Conforme à tradição secular do rito latino, a língua a usar no Ofício divino é o latim....

Canto Gregoriano:
116. A Igreja reconhece como canto próprio da liturgia romana o canto gregoriano; terá este, por isso, na acção litúrgica, em igualdade de circunstâncias, o primeiro lugar.
117. Procure terminar-se a edição típica dos livros de canto gregoriano; prepare-se uma edição mais crítica dos livros já editados depois da reforma de S. Pio X.
(FONTE:http://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_const_19631204_sacrosanctum-concilium_po.html)
Grupo Internacional de Jovens JUVENTUTEM

(http://www.juventutem.org/pages/intro.php)
Jovens, venham participar do Grupo Internacional, JUVENTUTEM, existente em nossa Paróquia. A FIJ foi fundada no ano 2006 (Suiça) e já está presente em 16 países com a missão de promover a santificação tradicional dos jovens no mundo  de hoje.
(FACE: https://www.facebook.com/groups/416138571740851/?fref=ts)
CALENDÁRIO de MISSAs e Outras Informações, acesse-nos:
http://subsidioliturgico.blogspot.com.br/


domingo, 2 de fevereiro de 2014

PAROQUIA SÃO JOÃO BATISTA do TAUAPE em FORTALEZA-CE - MISSA GREGORIANA - MISSA PURIFICATIONIS BEATAE VIRGINIS MARIAE - 2 de FEVEREIRO

Santa Missa na Forma Extraordinária do Rito Roma celebrada hoje, dia 2 de fevereiro, de acordo com o Calendário Litúrgico Extraordinário, onde se comemora a "PURIFICAÇÃO da SS. VIRGEM MARIA" ou Nossa Senhora das Candeias, por causa da Benção da Luz (velas).

Celebração de Dom Adalberto, OCP (Ordem dos Capuchinhos), Bispo Emérito de Fortaleza.

Hino de Entrada: "LUMEN AD REVELATIONEM GENTIUM":


Fotos do Rito de Entrada da Santa Missa: