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segunda-feira, 12 de abril de 2021

Indulgências para o 150 o. Ano Jubilar de São José !!!

 


DECRETO

Concedem-se especiais indulgências por ocasião do Ano Jubilar em honra de S. José, instituído pelo Sumo Pontífice Francisco, a fim de celebrar-se dignamente o 150.º aniversário da declaração de S. José como Patrono da Igreja Católica.

Comemora-se hoje o 150.º aniversário do Decreto “Quemadmodum Deus”, pelo qual o bem-aventurado Papa Pio IX, movido pelas graves e lutuosas calamidades da época, em que a Igreja era atacada por inimigos, declarou S. José Patrono da Igreja Católica.

A fim de perpetuar a confiança de toda a Igreja no singular patrocínio do Custódio do Menino Jesus, o Sumo Pontífice Francisco determinou celebrar, de hoje até o dia 8 de dezembro de 2021, no mesmo aniversário do mencionado Decreto e também no dia dedicado à Bem-aventurada Virgem Imaculada e esposa do castíssimo José, um Ano especial de S. José, para que todos os fiéis cristãos, a exemplo dele, reforcem diariamente sua vida de fé, cumprindo plenamente a vontade de Deus.

Todos os fiéis cristãos, com o auxílio de S. José, protetor da Santa Família de Nazaré, com orações e boas obras buscarão obter consolo e alívio das graves aflições humanas que afligem a nossa época.

A devoção ao Custódio do Redentor cresceu copiosamente na história da Igreja, a qual não somente lhe tributou um culto eminente, inferior apenas ao culto à Mãe de Deus e sua esposa, mas também lhe atribuiu diversos patrocínios.

O Magistério da Igreja continua a descobrir com gosto antigas e novas grandezas em S. José como em um tesouro, qual um pai de família que “tira do seu tesouro coisas novas e velhas” (Mt 13, 52).

Para alcançar esse tão desejado fim, será útil, acima de tudo, o dom das sagradas indulgências, que a Penitenciaria Apostólica, pelo presente Decreto, promulgado segundo as intenções do Sumo Pontífice Francisco, estende benignamente por todo o Ano de S. José.

Concede-se indulgência plenária, sob as condições de costume (a saber, confissão sacramental, comunhão eucarística e oração pelas intenções do Sumo Pontífice), aos fiéis que, completamente desapegados do pecado, participarem do Ano de São José nas circunstâncias e dos modos determinados por esta Penitenciaria Apostólica.

a) S. José, verdadeiro homem de fé, nos exorta a reencontrar a relação filial com o Pai, renovar nossa fidelidade à oração, pôr-nos a escutar e responder com profunda consciência à vontade de Deus. — Por isso, concede-se indulgência a todos os que, por ao menos meia hora, meditarem a Oração do Senhor ou, ao menos por um dia, participarem de um retiro espiritual que inclua uma meditação sobre S. José.

b) No Evangelho, o título “homem justo” (Mt 1, 19) é atribuído a S. José, que, guardião “do íntimo mistério que está no mais profundo do coração e da alma” [1], isto é, partícipe do mistério de Deus e, por isso, exímio protetor em foro interno, nos impelirá a descobrir, no cumprimento dos nossos deveres, a força do silêncio, da prudência e da honestidade. A virtude da justiça, exercida por José de modo admirável, é a plena adesão à Lei divina, ou seja, à Lei da misericórdia, “porque é precisamente a misericórdia de Deus que leva ao cumprimento da justiça autêntica” [2]. — Por esta razão, os que, segundo o exemplo de S. José, realizarem obras de misericórdia, quer corporais, quer espirituais, poderão também alcançar o dom da indulgência plenária.

c) A principal nota da vocação de S. José foi ser o custódio da Santa Família de Nazaré, esposo da Bem-aventurada Virgem Maria e pai legal de Jesus. — A fim de que todas as famílias cristãs sintam-se urgidas a imitar o exemplo de íntima comunhão, amor e oração que a Santa Família viveu plenamente, concede-se indulgência plenária aos fiéis que recitarem o Sacratíssimo Rosário em família ou entre noivos.

d) O Servo de Deus, Papa Pio XII, no dia 1.º de maio de 1955, instituiu a festa de S. José Operário, “com a intenção de que por todos se reconheça a dignidade do trabalho, e de que esta inspire a vida social e as leis, fundadas na equitativa distribuição de direitos e deveres” [3]. — Por isso, poderá lucrar uma indulgência plenária todo aquele que, diariamente, sob o patrocínio de S. José, oferecer o seu trabalho, e qualquer fiel que invocar a intercessão do Operário Nazareno para que todo aquele que buscar trabalho o encontre, e que seja mais digno o trabalho de todos.

e) A Santa Família, ao fugir para o Egito, “mostra-nos que Deus está presente onde o homem está em perigo, onde o homem sofre, para onde se refugia, onde experimenta a rejeição e o abandono” [4]. — Assim, concede-se indulgência plenária aos fiéis que recitarem a Ladainha de S. José (para a tradição latina), o hino a S. José Akathistos, inteiro ou ao menos em côngrua parte (para a tradição bizantina), ou outra oração a S. José, peculiar das demais tradições litúrgicas, pela Igreja perseguida interna e externamente e para socorrer todos os cristãos, que padecem todo gênero de perseguição.

S. Teresa de Jesus reconheceu em S. José um padroeiro para todas as necessidades da vida: “A outros santos parece ter dado o Senhor graça para socorrerem numa necessidade; deste glorioso Santo tenho experiência que socorre em todas” [5]. Em tempos mais recentes, S. João Paulo II reiterou que o exemplo de S. José reveste-se de uma “atualidade renovada para a Igreja do nosso tempo, em relação com o novo Milênio cristão” [6].

Para afirmar uma vez mais o patrocínio universal de S. José na Igreja, além das mencionadas circunstâncias, esta Penitenciaria Apostólica concede indulgência plenária aos fiéis cristãos que recitarem alguma oração legitimamente aprovada ou um ato de piedade em honra de S. José (por exemplo, “Ad te, beate Ioseph”), sobretudo nos dias 19 de março e 1.º de maio; na festa da Sagrada Família de Jesus, Maria e José; no domingo de S. José, segundo a tradição bizantina; no dia 19 de qualquer mês e às quartas-feiras, dedicadas, como de costume, à memória do santo, segundo o rito latino.

Nas atuais circunstâncias de saúde pública, o dom da indulgência plenária derrama-se maximamente sobre os anciãos, enfermos, agonizantes e todos aqueles que, por causas legítimas, não podem sair, se, tendo detestado os próprios pecados e feito a intenção de cumprir, assim que possível, as três condições de costume, em sua casa ou em qualquer lugar em que estejam retidos, fizerem piedosas preces em honra de S. José, alívio dos doentes e Padroeiro da boa morte, entregando confiadamente a Deus misericordioso as dores e incômodos da própria vida.

A fim pois de tornar mais fácil, por caridade pastoral, o acesso ao perdão divino, alcançável pelas chaves da Igreja, esta Penitenciaria roga insistentemente que todos os sacerdotes munidos das devidas faculdades para atender confissões, de ânimo pronto e generoso, celebrem a Penitência e administrem com frequência a sagrada comunhão aos doentes.

Valerá o presente Decreto por todo o Ano de S. José, não obstante quaisquer disposições em contrário.

 

Dado em Roma, nas dependências da Penitenciaria Apostólica, no dia 8 de dezembro de 2020.

 

Mauro Card. Piacenza

Penitenciário-Mor

 

Christophorus Nykiel

Regente

 

segunda-feira, 15 de março de 2021

Novena em honra de Nossa Senhora da Anunciação (25 de março a 25 de dezembro):

 


“Ó Maria, virgem Imaculada, Porta do Céu e causa da Nossa Alegria, Respondendo com generosidade ao Anúncio do Arcanjo São Gabriel, Vós pudestes dar curso ao plano de Deus para nossa salvação. Vós fostes, pela Providência Santíssima desde toda a eternidade, constituída vaso de eleição e moradia digna do Verbo Encarnado. Pelo vosso “sim” e fidelidade ao Pai celeste, o Espírito Santo teceu em vossas entranhas Jesus, nosso Senhor e Salvador.

Eis que desejando que o Filho de Deus que quis nascer em Vós, nasça também em meu coração e conceda-me o perdão de meus pecados, prostro-me aos vossos pés e vos imploro, Nossa Senhora Anquiropita, Aparecida e Rosa mística, com todo o fervor de minha alma, que vos digneis alcançar-me, do vosso Filho, a graça que tanto necessito…(colocar a graça)

Ouvi minha súplica, ó Virgem Santíssima, Nossa Senhora de Caná e de Pentecostes, Vós que, perante o trono da Graça, sois a “Onipotência Suplicante”, enquanto vou meditando, com reverência e filial afeto, todos os momentos de dor e de alegria, de desolação e de providência, que vos acompanharam em vossa bendita e singular Gestação, na qual trouxestes em vosso ventre por nove meses o Filho do Deus Altíssimo.


Mãe da obediência e Medianeira de todas as graças, Vós esperastes o tempo necessário para trazer ao mundo o Rei do universo. Eis que, com fé e fidelidade, aguardo a graça que vos suplico, embora me pareça muito difícil de acontecer, impossível ou até demorada para chegar. Ajudai-me, pois, ó Mãe da ternura, virgem do silêncio e da escuta, a sofrer em santa espera o tempo e as demoras de Deus, com sobriedade de vida, alegria e perseverança. Fazei que eu jamais desanime ou seja pelo inimigo vencido.

Conduzi-me ao paraíso de Vosso Dulcíssimo Jesus e passai a frente, ó Mãe desatadora dos Nós, de cada uma de minhas necessidades, perigos ou aflições, desatando e desembaraçando por vossa força e poder um dos nós que eu, o mundo ou o nosso inimigo comum causamos em minha vida, caminhada e vocação

E se não bastassem os meus pecados, Ó Senhora dos Remédios, do Bom parto e do Perpétuo Socorro, ainda vos peço, em virtude dos vossos cuidados e suplícios para com Jesus em Vosso ventre, por todas as mães grávidas, para que tenham uma boa hora, e também por todas aquelas que passam por uma gestação delicada, pelas que são atormentadas pela ideia de abortar seus filhos e pelas que não podem ou não consegue tê-los.

Ó Senhora do Carmo, das Dores e da Defesa, mão e colo que embalaram Jesus, consolai todas as mães que rezam pela volta de seus filhos ao lar e aos bons costumes. Recompensai as mães que geram filhos para Deus, instruindo-os na fé e entregando-os a vida sacerdotal e religiosa.

Nossa Senhora da Anunciação, rogai por nós.

Nossa Senhora de Belém, rogai por nós. Amém.”

Rezar 9 Ave-Marias, em honra de cada um dos 9 meses em que Jesus esteve no ventre de Nossa Senhora acompanhadas da seguinte jaculatória:

“Benditas sejam a Santa Gravidez e a Imaculada Conceição da bem-aventurada sempre virgem Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe.”




sábado, 13 de março de 2021

A SS. Virgem Maria só admirou uma coisa em si mesma…..


Na verdade, o Salvador do mundo colocou a mansidão e a humildade como fundamento das virtudes. Abstinência, jejum, austeridade, pobreza interior ou exterior, boas obras, milagres, todas estas qualidades não são nada, sem a humildade do coração. Porém, estes predicados irão readquirir vida e serão abençoados se a humildade os mantém.

A humildade do coração é a força motora, é a geratriz das virtudes; o caule e os ramos provêm da raiz. Sendo o seu preço infinito, pois ela é o alicerce sobre o qual se ergue toda perfeição espiritual, o Senhor teve o cuidado de nos dizer: “Sede humildes”...

 E como a humildade é a guardiã universal, a Virgem Maria, como se houvesse esquecido todas as outras virtudes de sua alma e de seu corpo, admirava apenas uma coisa, nela mesma, e deu um único motivo para a Encarnação do Filho de Deus em seu corpo: “Porque Ele olhou para a humildade de sua serva” (Lc 1, 47).

Santa Ângela de Foligno, mística italiana vidente de inúmeras aparições.



quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

O que a Virgem-Mãe SS. Maria havia profetizado no seu Magnificat !!!

 


“Ao entrar em casa, viram o menino com Maria, sua mãe, e, prostrando-se, o homenagearam. Em seguida, abriram seus cofres e ofereceram-lhe presentes: ouro, incenso e mirra.” (Mt 2, 11)

 José testemunhava esta atitude dos Reis Magos, no que dizia respeito à criança. Não teria sido, para ele, uma admirável e singular confirmação daquilo que o Anjo lhe anunciara, assim como o que os pastorinhos lhe haviam dito?

 Os Reis Magos, vindos do Oriente, homens respeitáveis e sábios, aos olhos dos homens, não hesitaram em realizar a longa viagem para vir se prostrar diante do “menino”, aquele pequenino que não era igual às outras crianças ─ José, depois de Maria, sabia disso, melhor do que qualquer outra pessoa.

Não foram as autoridades religiosas de Jerusalém que vieram prostrar-se diante dele ─ embora elas tenham sido alertadas ─, mas, os sábios do Oriente. Assim como os pastores passaram diante dos descendentes de Davi, assim os Magos passaram diante das autoridades religiosas de Jerusalém.

Para José, o justo, correto, lá não estava a manifestação da ordem da sabedoria divina? Os pobres e pequenos, os humildes passam diante daqueles que estão satisfeitos consigo mesmo; então, os pastores e os Reis Magos são exatamente, esses pobres e humildes, esses “famintos”.

Não foi o que Maria havia profetizado no seu Magnificat? “Dispersou os homens de coração orgulhoso. Depôs poderosos de seus tronos, e os humildes exaltou. Cumulou de bens os famintos e despediu os ricos de mãos vazias.” (Lc 1, 51-53)

Trechos do livro de Padre Marie-Dominique Philippe, fundador da comunidade Saint-Jean

(São João), Le mystère de Joseph, (O mistério de José) edições Saint-Paul, Paris, 1997.



domingo, 3 de janeiro de 2021

Salvo porque havia cultivado grande compaixão pelas dores de Maria !!!!!

 


Em 1531, havia, em Roma, um senhor tão nobre, pelo nascimento, como vil e depravado pelos costumes. Ele fizera pacto com o demônio, a quem havia servido como escravo, durante sessenta anos seguidos, com toda sorte de desordem e de pecados gravíssimos, sem se aproximar dos sacramentos.

Estando para morrer, Jesus Cristo, para usar com ele de misericórdia, ordenou a S. Brígida, que pedisse a seu diretor espiritual que o visitasse, exortando-o a confessar-se. Porém, apenas na terceira visita do confessor, o enfermo abriu o coração, e, enternecido, começou a chorar, dizendo: “Mas, como poderei ser perdoado? Durante sessenta anos servi ao demônio, dele me fiz escravo e tenho a alma carregada de inúmeros pecados!”

“Meu filho ─ respondeu-lhe o Padre, animando-o ─, não duvides; se te arrependeres, prometo-te o perdão em nome de Deus”. Começando, então, a ter confiança, disse o infeliz ao confessor: “Meu Pai, eu me julgava condenado e desesperava da minha salvação; mas, agora, sinto uma profunda dor dos meus pecados e, visto que a esperança de ser perdoado me é permitida, eu quero me confessar!”

Com efeito, confessou-se, no mesmo dia, quatro vezes, com muita contrição. (...) Depois de sua morte, Jesus Cristo falou novamente com S. Brígida e disse-lhe que aquele pecador fora salvo, que estava no purgatório e devia a salvação à intercessão da Virgem, sua Mãe, pois apesar da vida perversa que levara, tinha conservado a devoção às suas dores, recordando-as, sempre, com compaixão...

Santo Afonso Maria de Ligório

Em Glórias de Maria

Segundo Le chapelet des enfants (O terço das crianças)


sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

Maria é verdadeiramente a Mãe de Deus, não só Mãe de Cristo !!!

 


Maria, Mãe de Deus, “Theotókos”, é o título atribuído oficialmente a Maria, no século V, exatamente no Concílio de Éfeso, de 431, confirmado pela devoção do povo cristão, no início do século III, no contexto dos intensos debates, daquele período, sobre a pessoa de Cristo.

Com este título ressaltava-se que Cristo é Deus e nasceu realmente de Maria como homem: na verdade, por mais que o debate parecesse verter sobre Maria, ele dizia respeito essencialmente ao Filho. Querendo salvaguardar a plena humanidade de Jesus, alguns Padres sugeriam uma palavra menos forte: em vez do título de Theotókos, propunham o de Christotókos, "Mãe de Cristo"; porém, esta sugestão foi, justamente vista, como uma ameaça à doutrina da plena unidade da divindade com a humanidade de Cristo.

Por isso, depois do amplo debate, no Concílio de Éfeso, de 431, a unidade das duas naturezas, a divina e a humana, na pessoa do Filho de Deus (cf. DS, n. 250) foi, solenemente confirmada, por um lado; e, por outro, a legitimidade da atribuição à Virgem do título de Theotókos, Mãe de Deus (ibid., n.251).

Papa Bento XVI

Trecho da Audiência Geral, na Sala Paulo VI, quarta-feira, 2 de Janeiro de 2008

FONTE: Vatican.va

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois Vós entre as mulheres, bendito é o fruto de Vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.  


terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Ao lado de Egidia, surgiu a Madona para reconfortá-la............

 


Em Bra, cidadezinha da província de Cuneo, pertencente, desde sempre, à diocese de Turim (Itália), na noite de 29 de dezembro de 1336, uma jovem esposa, estando para dar à luz, passava ao lado de uma coluna votiva, dedicada à Virgem, na periferia da aldeia. Dois soldados, pertencentes a uma companhia de mercenários, que percorriam os campos em todos os sentidos, estavam de emboscada.

Egidia Mathis (o nome da jovem senhora), vendo-se agredida pelos dois, que tencionavam violentá-la, apesar da gravidez avançada, se agarrou, desesperada, à coluna onde estava pintada a imagem da Madonna, invocando a sua ajuda. De repente, jorrou um clarão de luz da imagem, cegando os dois soldados que, aterrorizados, fugiram precipitadamente. Em seguida, a Madonna apareceu a Egidia, reconfortando-a por alguns minutos, assegurando-lhe que o perigo havia passado.

A virgem desapareceu, mas devido ao medo e à emoção, Egidia deu à luz, lá mesmo, ao pé da coluna. Com o recém-nascido, envolvido na sua echarpe, a jovem mãe conseguiu chegar a uma casa das proximidades. A notícia do acontecimento prodigioso logo se espalhou pela aldeia: apesar da hora tardia, as pessoas foram correndo até o lugar da agressão e da aparição.

Em lá chegando, um espetáculo extraordinário surpreendeu a multidão: a coluna estava circundada por um bosque com densos arbustos de ameixeiras-bravas, que, de improviso, se cobriram de flores brancas, apesar do rigoroso inverno daquele final de dezembro. Desde então, a floração se repete, todos os anos, nos mesmos dias.

Vittorio Messori

Em Hypothèses sur Marie (Hipóteses sobre Maria)

sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Orthodox Christian Chant - In the Dark Night about the Birth of Lord Jesus Christ !!!

 


Orthodox Christian Chant "In the Dark Night" about the Birth of Lord Jesus Christ,  by the Monks of Svetogorskaya Lavra in Ukraine.

Canto cristão ortodoxo "Na noite escura" sobre o nascimento do Senhor Jesus Cristo, pelos monges de Svetogorskaya Lavra na Ucrânia.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Luisa Piccarreta (1865 – 1947)



Luisa Piccarreta (1865 – 1947), mais conhecida como “A Pequena Filha da Divina Vontade”, era filha espiritual de Pe. Pio de Pietrelcina e foi uma vidente cujo processo de canonização foi assinado pelo ex-Cardeal Ratzinger (atual Papa Emerito Bento XVI) e pelo Papa João Paulo II.

Segue uma das mensagens de Nosso Senhor a Luisa Piccarreta:

....  ah, minha filha! quando eu permitir que as igrejas fiquem desertas, os meus ministros dispersos e as missas diminuídas, significam que os santos sacrifícios são ofensas, as orações insultos a Mim, as adorações irreverências e as confissões passatempos sem frutos. Portanto, não mais encontrando a minha glória e só ofensas e não me servindo mais, Eu mesmo os removo ....

Seus escritos em 36 volumes:

https://www.divinavontade.com/

http://www.livrodoceu.com.br/os-escritos-de-luisa-piccarreta/

sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

Oito dias antes do Natal, em memória da Anunciação

 

Esta festa se origina na palavra dos bispos do décimo Concílio de Toledo, em 656.

Tendo encontrado algo de inconveniente na antiga data de comemoração da Anunciação da Virgem Santíssima, então celebrada no dia 25 de março, pois a alegre solenidade estava muito próxima da data em que se revive os sofrimentos da Paixão de Cristo, os prelados decretaram que, a partir de então, a Anunciação seria celebrada, na Igreja da Espanha, oito dias antes do Natal, em memória da Anunciação e, em especial, como preparação para a grande solenidade da Natividade.

Em seguida, a Igreja da Espanha sentiu a necessidade de voltar à prática da Igreja Romana e de todas as igrejas do mundo, que solenizam o dia 25 de março como o dia consagrado, para sempre, à Anunciação da Santíssima Virgem e à Encarnação do Filho de Deus: Porém, a devoção do povo relativa à festa que era celebrada no dia 18 de dezembro, era tanta, que se julgou necessário manter um vestígio: aplicou-se à devoção dos fieis, considerar esta divina Mãe nos dias que precedem o nascimento de Jesus.

Uma nova festa foi, então, criada, sob o título de Expectação do Parto da Beatíssima Virgem Maria. Pelo fato de, nas vésperas, se proferirem as antífonas maiores, iniciadas pela exclamação (ou suspiro) “Oh!”, interjeição expressando a expectativa e a esperança dos antigos patriarcas e profetas quanto à vinda do Messias. O povo teria passado a denominar essa solenidade como Nossa Senhora do Ó.

Segundo Dom Prosper Guéranger (1805 - 1875)

Ano Litúrgico ─ 18 de dezembro