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terça-feira, 17 de janeiro de 2023

APOSTOLADO DAS LÁGRIMAS DE NOSSA SENHORA !!! (Missionários(as) das Lágrimas de Maria SS.)

(1a. imagem original das Aparições, que o demônio chegou a cortar as pontas dos dedos.)

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Devoção originada no Brasil em 8 de novembro de 1929 através da aparição de Nosso Senhor Manietado e de Nossa Senhora das Lágrimas à Irmã Amália da Congregação das Irmãs Missionárias de Jesus Crucificado, para salvar o Brasil e o mundo do mal (comunismo) que o ameaça.


Minha filha: o que os homens Me pedem pelas lágrimas de Minha Mãe, Eu amorosamente concedo.

A Minha Mãe concederá este tesouro ao nosso querido Instituto como um íman de Misericórdia",

mensagem de Jesus Manietado (Campinas, 08-11-1929).

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"Esta é a Coroa de Minhas Lágrimas [...]. Por meio desta Coroa o demônio será derrotado

e o poder do inferno destruído. Esta coroa servirá para a conversão de muitos pecadores, 

e especialmente dos que estão possessos pelo demônio."

mensagem de Nossa Senhora das Lágrimas (Campinas, 08-03-1930).

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Meu Senhor Jesus Crsito, atendei as nossas súplicas, pelas preciosas Lágrimas de Vossa Mãe SS.

 Meu Senhor Jesus Crsito, olhai para as lágrimas d'Aquela que mais 

Vos amou na Terra, e que mais intensamente Vos ama no Céu.

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Por Vossa mansidão divina, ó Jesus Manietado, salvai o mundo do erro que o ameaça!

Ó Virgem Dolorosíssima, as Vossas Lágrimas  derrubaram o império infernal!

("Imprima-se – com 50 dias de indulgência cada vez que se repetirem 

as orações e jaculatórias acima mencionadas. † F., Bispo Diocesano")

 




Missionários das Lágrimas de Maria: https://missionarios-das-lagrimas.webnode.page/


VIDEO - Resumo das Aparições de N Sa das Lágrimas (1930): 

VIDEO - A vida da Irmã Amália: 

VIDEO - Sobre a Coroa das Lagrimas (Felipe Aquino / Raphael Tonon):

VIDEO - As Mensagens de N Sa das Lágrimas (Tiago Bruno / Raphael Tonon):

VIDEO - Devocionário de Nossa Senhora das Lágrimas: 

VIDEO - Instituto Dom Bosco com Explicação Completa da Aparição: 

VIDEO - Pe. Wander de Jesus Maia sobre as Aparições: 

VIDEO - Ricardo Pio Maria: 

VIDEO - Anderson Reis sobre a Vida de Ir. Amália: 

VIDEO - Comunidade Pantokrator: 


Nossa Senhora da Esperança de Pontmain !!! (Uma guerra impedida pela Virgem Maria)

Uma guerra impedida pela Virgem Maria (Nossa Senhora de Pontmain)

A noite estrelada em que Nossa Senhora impediu um exército: “Não podemos avançar. Há uma Senhora barrando o caminho”.

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Título: Nossa Senhora da Esperança de Pontmain

Festa: 17 de janeiro

Aparições: 1 aparição (17 de janeiro de 1871)

Videntes: Eugène Barbadette, Françoise Richer, Jeanne-Marie Lebosse e Eugene Friteau

Investigado: 1872

Aprovação: 02 de fevereiro de 1872 (Casimir-Alexis-Joseph Wicart, Bispo de Laval)

Pontmain é um pequeno vilarejo francês (comuna francesa) situado a duzentas milhas de Paris, no departamento da Mayenne, na região Pays de La Loire. Hoje, Pontmain é um importante centro de peregrinação e culto à Mãe de Deus. O local foi o palco da manifestação do amor divino a um povo sofrido e apreensivo com os horrores da guerra franco-prussiana. Um amor manifestado através da presença amorosa da Virgem Mãe naquela longínqua noite de 17 de janeiro de 1871.

O trabalho incansável do padre Guérin, grande devoto da Mãe de Deus e pároco da Matriz local há trinta e cinco anos em reunir o povo para a reza do Santo Rosário todos os dias fez com que os pontaminois também cultivassem uma ardente devoção à Virgem Maria. Os fiéis que sempre acorriam para a oração mariana com fé e devoção, naquela tarde de 15 de janeiro de 1871 estavam apreensivos e com medo. A razão da apreensão e do medo era causado pelos horrores da guerra entre a França e a Alemanha. Circulava no vilarejo a notícia de que o exército prussiano, tendo chegado às portas de Laval, já se aproximava de Pontmain. A França se encontrava devastada pela Guerra Franco-Prussiana que ocorreu entre os anos de 1870 a 1871. O conflito contribuiu para a formação de alguns impérios e foi considerado um dos mais importantes conflitos do século XIX.

"Essa guerra, como o próprio nome indica, foi travada entre o Império Francês e o Reino da Prússia, governados, à época, por Napoleão III e Guilherme I, que tinha como primeiro-ministro Otto von Bismark, respetivamente. A Guerra Franco-Prussiana estava permeada pela atmosfera do Nacionalismo, ideologia política que levou à formação dos grandes impérios do século XIX, como o inglês, o francês, o italiano, o alemão, o japonês e o americano."

Dois dias após aquela tarde de apreensão e medo, em 17 de janeiro, na casa da família Barbadette, Cesar Barbadette e seus dois filhos Joseph, na época com dez anos, e Eugéne de doze anos, conversavam sobre a ausência do filho mais velho que havia partido para a guerra a fim de defender a pátria. Ao término daquele encontro familiar, Cesar Barbadette, se dirigiu ao celeiro com os dois filhos para alimentar os animais que sofriam com as baixas temperaturas.

O relógio marcava por volta de cinco e quarenta e cinco da tarde quando os irmãos Eugène Barbadette e Joseph terminavam juntos de alimentar os animais. Eugène ao olhar pela janela do celeiro notou que algo estranho acontecia no céu. Olhando fixamente para o céu na parte que ficava sobre a casa do vizinho, notou que não haviam estrelas como no restante do céu. Eugène saiu do celeiro acompanhado do seu irmão quando de repente viram Nossa Senhora sorrindo para eles.

Joseph, tempos depois já ordenado sacerdote relatou o que viu nas seguintes palavras:

"Ela era jovem e alta, vestida de um manto de azul profundo… Seu vestido era coberto de estrelas douradas brilhantes. As mangas eram amplas e longas. Ela usava sandálias do mesmo azul do vestido, ornamentadas com arcos de ouro. Na cabeça havia um véu preto cobrindo-lhe a metade da testa, escondendo os seus cabelos e as orelhas e caindo sobre os seus ombros. Acima dele, uma coroa semelhante a um diadema, maior na frente e alargando-se para os lados. Uma linha vermelha circundava a coroa ao meio. Suas mãos eram pequenas e estendiam-se em nossa direção, como na medalha milagrosa. Seu rosto tinha a mais suave delicadeza e um sorriso de doçura inefável. Os olhos, de ternura indizível, estavam fixos em nós. Como uma verdadeira mãe, ela parecia mais feliz em olhar para nós do que nós em contemplá-la” .

Pouco tempo se passou desde o início da aparição quando duas jovens: Françoise Richer, de onze anos, e Jeanne-Marie Lebossé, de nove anos, juntaram-se a Joseph e Eugène. As duas jovens também vislumbravam a beleza da esplendorosa Senhora. Os quatro videntes cheios de alegria e entusiasmo com a aparição acabaram por chamar a atenção do pequeno vilarejo na época de 500 habitantes, que se juntaram aos videntes na propriedade dos Barbadettes; uma verdadeira multidão. Os habitantes que acorreram para aquele local, em sua maioria não acreditavam no que as crianças relatavam pois somente elas podiam ver a esplendorosa Senhora. Os pais de Eugène e Josph apenas viam três estrelas que formavam um triângulo. Diante dos fatos, o padre Guérin foi chamado ao local:

"embora nada visse, sentiu-se tomado pela graça e entoou o hino nascido dos lábios da própria Rainha do Céu: o Magnificat. Quando todos cantavam, as crianças viram aparecer uma flâmula abaixo dos pés de Nossa Senhora, na qual mãos invisíveis escreviam em letras de ouro: 'Rezem, meus filhos'. E, enquanto a multidão prosseguia com o cântico, foi acrescentada mais uma misteriosa afirmação: 'Deus logo vos ouvirá'. Em certo momento notaram uma grande luz, que brilhava mais que o sol e, quando se pensava que a Mãe de Deus partiria, uma derradeira frase foi desenhada a seus pés: 'Meu Filho se comoveu com vossas súplicas'. Diante da misteriosa mensagem, todos mantiveram-se em silêncio, rezando."

O silêncio profundo que envolvia aquela atmosfera mística foi quebrado quando uma voz se levantou na multidão para entoar um canto regional dedicado à “Virgem Mãe da Esperança”. No instante em que o canto teve início, a esplendorosa Senhora ergueu suas mãos em direção ao céu fazendo movimentos delicados com os dedos e dirigiu aos videntes um olhar de ternura maternal.

Ao dirigir este olhar aos videntes, eles notaram no semblante da Virgem uma leve tristeza. Enquanto se entoava a estrofe “Meu doce Jesus, agora é o tempo de dar o vosso grande perdão aos nossos corações endurecidos!” A Virgem apontou para a cruz vermelha que trazia pendente sobre o peito. Na misteriosa cruz se podia vislumbrar nitidamente o Nosso Senhor Jesus Cristo. Acima, uma faixa na cor branca trazia uma inscrição, era o nome de Jesus Cristo, que estava inscrito na cor vermelha no mesmo tom da cruz. Ao contemplar a Senhora do Céu os videntes podiam ver que seus lábios se moviam em constante oração.

"Por ordem do pároco, todos permaneceram em vigília até o fim da aparição, que se prolongou por mais de três horas. Além dos dois irmãos Barbadette e das duas meninas, relatos populares narram que mais três crianças viram Maria Santíssima no céu de Pontmain. Eram Eugène Friteau, de seis anos, Auguste Avice, dois anos mais novo, e a filhinha do sapateiro que, sendo ainda criança de colo, não parava de pular nas mãos da mãe, estendendo seus bracinhos para o ar como se quisesse ir para junto de Nossa Senhora."

Com o término do canto regional, os moradores começaram a entoar “Ave Maris Stella“. Nesse momento o crucifixo vermelho sobre o peito da Virgem desapareceu e seu sorriso voltou a iluminar seu rosto, dissipando o semblante tristonho. Um véu branco a cobriu, e a aparição se encerrou. O relógio marcava nove horas da noite. A aparição havia durado mais de três horas.

A Santa Mãe de Deus transmitiu esperança em sua aparição a todo aquele povo que estava amedrontado com o avanço da guerra em direção a Pontmain e interviu milagrosamente para que não chegasse àquela região que sempre cultivou a devoção ao Santo Rosário. Naquela mesma noite, o general Karl Von Schmidt, que era comandante do exército alemão, recebeu uma ordem para recuar com o avanço das tropas em direção a Pontmain. As tropas pararam o avanço em direção ao vilarejo às cinco e quarenta e cinco da tarde, o exato horário do início da aparição. Há um registro de que Schmidt teria dito, na manhã do dia 18: “Não podemos avançar. Mais adiante, na direção da Bretanha, há uma invisível Senhora barrando o caminho”. Em, 10 de maio de 1871, França e Alemanha assinaram um tratado de paz que muitos começaram a chamar de “O Milagre de Pontmain”. Uma série de investigações foram instauradas pelas autoridades eclesiásticas para confirmar a autenticidade dos fatos em Pontmain. Entrevistas individuais com os videntes e exames médicos feitos nos mesmos comprovaram que não sofriam de nenhum tipo de alucinação, atestando assim inteira veracidade dos fatos que foram relatados no processo de investigação

Em, 2 de fevereiro de 1872, a aparição da Virgem Maria foi aprovada como autêntica e confirmada pelo Papa Pio XI durante uma missa solene onde Casimir-Alexis-Joseph Wicart, Bispo de Laval afirmou: "Nós julgamos que Maria Imaculada, Mãe de Deus, apareceu verdadeiramente em 17 de janeiro de 1871 à Eugène Barbadette, Joseph Barbadette, Françoise Richer e Jeanne-Marie Lebosse , na aldeia de Pontmain."

Em 1900 a igreja no local da aparição foi consagrada, sendo cinco anos mais tarde, em 1905, elevada pelo Papa Pio X à categoria de Basílica. Em 1908, a Basílica de Nossa Senhora da Esperança de Pontmain foi solenemente dedicada na presença de dois arcebispos, quatro bispos, seiscentos sacerdotes e 1.500 peregrinos. Em 1920, a vidente Jeanne-Marie Lebosse, que se tornou religiosa, afirmou que havia mentido, retratando-se ao dizer que nunca tinha visto a aparição. A retratação da vidente foi mantida em segredo até o ano de 1971, quando foi descoberto pelo padre Renne Laurentin. Em 1932, o Papa Pio XI concedeu um ofício e missa própria em honra de Nossa Senhora da Esperança de Pontmain. Por autorização do Cardeal Pacelli, que tempos depois se tornou o Papa Pio XII, aprovou-se um decreto de que a Imagem da Mãe da Esperança fosse homenageada com uma coroa de ouro. Em 24 de julho de 1934, a imagem foi solenemente coroada pelo Cardeal Verdier na presença de arcebispo, bispos, sacerdotes e leigos. Os muitos peregrinos que hoje visitam a Basílica de Pontmain recorrem à intercessão de Maria Santíssima como sendo ela o sinal de Esperança em meio às guerras.

FONTE: Vinícius Aparecido de Lima Oliveira - Associado da Academia Marial de Aparecida.

Bibliografia:

1. FERNANDES, Cláudio. Guerra Franco-Prussiana. Mundo Eduação, 2022. Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/guerra-franco-prussiana.. Acesso em: 07 ago. 2022.

2. A noite estrelada em que Nossa Senhora impediu um exército: “Não podemos avançar. Há uma Senhora barrando o caminho”. Aleteia, 2022. Disponível em: https://pt.aleteia.org/2017/02/23/a-noite-estrelada-em-que-nossa-senhora-impediu-um-exercito-nao-podemos-avancar-ha-uma-senhora-barrando-o-caminho/. Acesso em: 07 ago. 2022.

3. FERREIRA, Angelis David. Nossa Senhora da Esperança. Arautos do Evangelho, 2022. Disponível em: https://www.arautos.org/secoes/artigos/arte-e-cultura/historia-da-igreja/nossa-senhora-da-esperanca-282138. Acesso em: 07 ago. 2022.

4. FERREIRA, Angelis David. Nossa Senhora da Esperança. Arautos do Evangelho, 2022. Disponível em: https://www.arautos.org/secoes/artigos/arte-e-cultura/historia-da-igreja/nossa-senhora-da-esperanca-282138. Acesso em: 07 ago. 2022.

5. PONTMAIN, France (1871). The Miracle Hunter, 2022. Disponível em: http://www.miraclehunter.com/marian_apparitions/approved_apparitions/pontmain/index.html. Acesso em: 07 ago. 2022.


sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

PAPA BENTO XVI e a Oração do Santo Rosário !!!

 


"A Oração do Terço não é uma prática piedosa do passado. Ao contrário, o Terço está conhecendo quase uma nova Primavera. Isto é sem dúvida um dos sinais mais eloquentes do amor que as jovens gerações sentem por Jesus e pela Sua Mãe, Maria.

No mundo atual tão desordenado, essa Oração ajuda a colocar Cristo no centro, como fazia a Virgem Maria, que meditava interiormente tudo o que era dito sobre Seu Filho e tudo o que Ele fazia e dizia.

Quando se reza o Terço, se revivem os momentos importantes e significativos da História da Salvação, são traçadas mais uma vez as várias etapas da Missão de Cristo; com Maria orienta-se o coração para o Mistério de Jesus; põe-se Cristo no centro da nossa vida, do nosso tempo, das nossas cidades, mediante a contemplação e a meditação dos seus Santos Mistérios de Alegria, de Luz, de Sofrimento e de Glória.

Maria nos ajude a acolher a Graça que vem desses Mistérios, para que através de nós possa 'irrigar' a sociedade, a partir das relações do dia a dia, e purificá-la de tantas forças negativas abrindo-a à Novidade de Deus.

O Terço, quando é rezado de modo autêntico, não mecânico nem superficial mas profundo, de fato dá paz e reconciliação. Contém em si o poder restaurador do Santíssimo Nome de Jesus, invocado com fé e com amor no centro de cada Ave-Maria"

(PAPA BENTO XVI, Discurso no final da Oração do Rosário na Basílica de Santa Maria Maior, 03/05/2008).

ORAÇÃO devocional particular à SS. Papa Emérito BENTO XVI

 


Nossa Senhora de Caná - Dia 6 de Janeiro (devoção)!!!!

 


Fonte: Tenda do Senhor

O dia 06 de janeiro guarda uma celebração de Maria ainda muito pouco conhecida no Brasil: o dia de Nossa Senhora de Caná. Nessa data, a Igreja celebra a Solenidade da Epifania do Senhor.

O que pouca gente sabe é que o mistério da Epifania, além da visita dos Reis Magos, ainda contempla mais dois acontecimentos: o Batismo de Jesus e as Bodas de Caná. Com isso, o título de Nossa Senhora de Caná também é celebrado nessa data.

A Imagem da Virgem de Caná

A primeira imagem da Virgem de Caná foi confeccionada em 1982 pelo sacerdote argentino Pe. Hector García, fundador do Movimento Evangelho de Caná, na cidade de Rosario – Argentina. Além de Rosario, temos a devoção nos arredores de Buenos Aires na Paróquia Maria de Caná em Santo Isidro. Na Espanha, em Pozuelo de Alarcon – Madrid, temos a Paróquia Santa Maria de Caná. Também temos imagens dela em Portugal e Estados Unidos.

A Devoção no Brasil

No Brasil, a devoção chegou há onze anos através de um projeto missionário nas periferias de Saquarema, Região dos Lagos do Rio de Janeiro, que se propunha a visitar famílias para meditar com elas o evangelho de Caná. A invocação à Nossa Senhora de Caná surgiu antes da imagem e logo se difundiu chegando à capital.

Hoje, a Associação Missionária Servos de Maria de Caná, sediada na Arquidiocese do Rio, realiza uma importante missão, que é gerir a Capela de Nossa Senhora de Caná, única do Brasil, que fica localizada dentro do Penha Shopping, onde temos a imagem oficial de Nossa Senhora de Caná do Brasil, que foi abençoada por Dom Alano Maria Pena em 2011 e que é rosa justamente para simbolizar a alegria da festa de Caná. A imagem tem duas talhas aos pés, que simbolizam o esposo e a esposa, já que Maria de Caná é padroeira dos cônjuges e protetora das famílias.

Oração a Nossa Senhora de Caná

Nossa Senhora de Caná, Mãe da Divina Misericórdia, ensinai-nos a falar do amor de Deus. Ensinai-nos a confiar sempre no Senhor. Ensinai-nos a fazer tudo o que Jesus nos disser. Ensinais-nos a orar para que Jesus transforme nossas vidas. Ensinai-nos a falar da vida nova, da alegria, da graça que Deus nos dá a todo instante. Nossa Senhora de Caná, rogai por nós que sempre precisamos de vós. Amém.

sábado, 24 de dezembro de 2022

O PARADEIRO do SOBRECU do PERU !!! ” Um autêntico e exclusivo Conto Natalino da FAMÍLIA MOREIRA”.

Este conto foi escrito por um agregado da família, não formado em letras, auto-intitulado “O Mitido”, devido a tomar tal inciativa que se deu pelo fato de que, até então, ninguém da família registrou formalmente este fato histórico de forma pública na literatura cearense.

Observo que ao ouvir o referido relato desta estória pela primeira vez em 1993, desde então nunca mais esqueci tal fato que sempre achei deveras engraçado. Desta feita, doravante fazia questão de ouvir e re-ouvir induzindo sempre os familiares nos Natais subsequentes a me repetirem, cansativamente, a mesma estória.

Começemos logo a narrativa dos fatos....

Segundo o que me foi contado, por tradição, era mais um dia corriqueiro de festa de natal da família Cruz Moreira que ocorria tranquilamente na sede da casa-mãe na antiga residência localizada na av. Carapinima.  E antes da matriarca servir a sagrada ceia noturna, simblizada na figura principal do pobre e incente bípede peruano que não sabia o motivo e muito menos a finalidade de seu assassinato encomendado - caso contrário não teria concordado com o frigorífico - alguém alardeou esbranvejantemente aos quatro cantos do mundo inteiro:

- Alguém comeu o sobrecu do peru natalino.

Assim, motivado pela intensa alegria de todos os presentes nesta santa festa e pelas cervejas já deglutidas, iniciou-se imediatamente o processo investigativo e especulativo que inclusive seria digno até da participação de um tal famoso Sir Sherlock Holmes da Scotland Yard.

O processo de acareação iniciou o levantamento dos prováveis criminosos, primeiramente, acredito eu, apontou-se ao Dau, depois ao Dano e Léa, seguindo na sequência a artilharia ao João, Có, Fernando, Alanir, Ni, Rosângela e etc.

A meninada toda foi inocentada, pois tal ato a princípio exigiria um plano maquiavélico de surrupiamento de alto nível intelectual a altura estratégica de um membro do FBI, CIA ou Interpol. E até de espiões da guerra fria, segundo alguns investigadores mais doutos sobre o assunto.

Enfim, desde aquela noite o crime natalino ficou sem solução, pois de imediato após o crime restou ao pobre galináceo a simples condenação ao saboreamento em grandes bocados pelos participantes da ceia, acabando por destruir as últimas evidências para investigação dos especialistas do CSI (Criminal Scene Investigator).

Assim, tudo virou esquecimento.

Encerrarei prematuramente este conto, pra variar, numa manhã preguiçosa de Natal e 29 anos depois que ouvi esta estória pela primeira vez. Mas, este conto só pertence a esta bela família Moreira, que hoje pertenço e aprendi a amar.

Contudo, devo confessar em todas as festas natalinas desta querida Família Moreira, iniciei de modo particular as devidas homenagens póstumas ao protagonista histórico principal, ou seja, à vulga “ave galiforme do gênero Meleagris Gallopavo”.

Assim, saboreio na ceia somente o tal “sobrecu”, além do fígado, coração, moela e asas. Pois, sem estas iguarias para mim não existe ceia de Natal, não desejo outras partes.  E, vou logo avisando, se alguém se deliciar primeiro que eu vai haver enorme kung-fu(são) ou confusão, vou tomar satisfação em homenagem ao sobrecu do pobre peru, rsrsrs.

De resto, apenas espero que a Família Moreira aceite esta simples e humilde homenagem, entendendo que uma das formas de mantermos as lembranças das pessoas mais queridas em nossos corações é revivendo as suas histórias de vida ou acontecimentos deste tipo que nos envolveram, principalmente, nos fatos que nos marcaram ou influenciaram o comportamento.

Assim, encerro desejando-lhes boas festas com a esperança de grandes realizações em tempos tão difíceis.

Um grande e enorme abraço a todos! Feliz Natal!

Quando a própria Virgem Maria evoca a Natividade de Jesus (I) - grupo Maria de Nazareth !!!

No livro O Evangelho como me foi revelado, de Maria Valtorta, a Virgem Maria, retornando longos anos mais tarde, à gruta de Belém, com Jesus e seus Apóstolos, assim evoca a chegada da Sagrada Família nos momentos que precederam o nascimento de seu Filho:

 “José iluminou o lugar, assim que eu entrei. Foi só, então, que, descendo do burrinho, senti grande cansaço e estava gelada de frio... Um boi nos saudou. Fui até ele para me aquecer um pouco e para me apoiar sobre o feno.

Lá, onde eu estava, José estendeu um pouco de feno, para fazer um leito para mim e o secou, para ti, meu Filho, e para mim, por meio da chama iluminada, naquele canto, por amor. Este anjo, que era meu esposo, era bom, como um pai. De mãos dadas, como dois irmãos perdidos na obscuridade da noite, comemos pão e queijo. Depois, José foi alimentar o fogo e tirou o seu manto para cobrir e vedar a entrada da gruta.

Na realidade, ele fez cair um véu, diante da glória de Deus que descia dos Céus, tu meu Jesus... E eu me mantinha sobre o feno, sob o calor dos dois animais, envolta em meu manto, sob uma coberta de lã.

Naquele momento de ansiedade, onde eu me encontrava só, diante do mistério da minha primeira maternidade, sempre mergulhada no incógnito, como mulher e, na minha maternidade única, repleta, igualmente, do mistério que seria a visão do Filho de Deus, emergindo de uma carne mortal; ele, José, foi para mim, o que seria uma mãe, um anjo, meu reconforto, naquele momento, como em todos os outros.”

FONTE:  MARIA de NAZARETH, em Francês: texto de Les 20 mystères du Rosaire dans les écrits de Maria Valtorta (Os vinte mistérios do Rosário os escritos de Maria Valtorta) ─ Centro Editoriale Valtortiano, p. 53 et 54, e de L’Evangile tel qu’il m’a été révélé (O Evangelho como me foi revelado), 207,2/8 ; 29.7/12 e  também em: Maria Valtorta (1897-1961)

  "Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois Vós entre as mulheres, bendito é o fruto de Vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém. "

 Façamos conhecer e amar Maria !!!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

Oito dias antes do Natal, em memória da Anunciação !!!

 


Esta festa se origina na palavra dos bispos do décimo Concílio de Toledo, em 656.

Tendo encontrado algo de inconveniente na antiga data de comemoração da Anunciação da Virgem Santíssima, então celebrada no dia 25 de março, pois a alegre solenidade estava muito próxima da data em que se revive os sofrimentos da Paixão de Cristo, os prelados decretaram que, a partir de então, a Anunciação seria celebrada, na Igreja da Espanha, oito dias antes do Natal, em memória da Anunciação e, em especial, como preparação para a grande solenidade da Natividade.

Em seguida, a Igreja da Espanha sentiu a necessidade de voltar à prática da Igreja Romana e de todas as igrejas do mundo, que solenizam o dia 25 de março como o dia consagrado, para sempre, à Anunciação da Santíssima Virgem e à Encarnação do Filho de Deus: Porém, a devoção do povo relativa à festa que era celebrada no dia 18 de dezembro, era tanta, que se julgou necessário manter um vestígio: aplicou-se à devoção dos fieis, considerar esta divina Mãe nos dias que precedem o nascimento de Jesus.

Uma nova festa foi, então, criada, sob o título de Expectação do Parto da Beatíssima Virgem Maria. Pelo fato de, nas vésperas, se proferirem as antífonas maiores, iniciadas pela exclamação (ou suspiro) “Oh!”, interjeição expressando a expectativa e a esperança dos antigos patriarcas e profetas quanto à vinda do Messias. O povo teria passado a denominar essa solenidade como Nossa Senhora do Ó.

Segundo Dom Prosper Guéranger (1805 - 1875), Ano Litúrgico ─ 18 de dezembro.

sexta-feira, 25 de novembro de 2022

Maria o grande e único molde de Deus !!!

 


“Nós devemos fazer todas as ações com Maria. Para isso poremos os olhos nela, em todas as nossas ações, como o modelo perfeito de toda a virtude e perfeição. Modelo formado pelo Espírito Santo numa simples criatura, para nós o imitarmos, na medida das nossas limitadas forças. É preciso, portanto, que vejamos em cada ação como Maria fez ou faria se estivesse no nosso lugar.

Devemos examinar e meditar as grandes virtudes que Ela praticou, durante a vida, particularmente: ─ sua fé viva, pela qual acreditou, sem hesitar, na palavra do Anjo; ela acreditou fiel e constantemente, até ao pé da cruz, no Calvário; ─ sua profunda humildade, que a fez esconder-se, calar-se, submeter-se a tudo e pôr-se, sempre, em último lugar; ─ sua pureza divina, que não teve nem jamais terá igual sob o céu e, numa palavra, todas as suas outras virtudes…

Lembremo-nos que Maria é a grande, a única forma, o próprio molde de Deus, próprio para formar imagens de Deus, facilmente, e em bem pouco tempo. Uma alma que achou verdadeiramente esta forma e nela se perdeu, em breve se transformará em Jesus Cristo, que representa este molde ao natural.

Por São Luís Maria Grignion de Montfort no Texto do Tratado da verdadeira Devoção a Maria, § 260, Fazer Tudo com Maria, 2ª prática e também em: “São Luís Maria Grignion de Montfort (1673-1716): sua vida”.

terça-feira, 22 de novembro de 2022

De que forma a humanidade foi preparada para a Encarnação !!!

 


A Encarnação não teria sido possível, sem que a natureza humana concreta, que deveria ser assumida pelo Verbo, já fosse purificada: Era necessário uma virgem perfeita e imaculada (Homilia 52,6) (1).

Maria é o ponto de chegada de um processo de purificação, ao longo da história e de todas as gerações. Tudo é preparado, desde o início, com a visão voltada para Maria: A Escritura, divinamente inspirada, é escrita, tendo como objetivo, a Virgem Mãe de Deus (homilia 53,8).

Ela mesma, Maria, tem seu próprio caminho de preparação final, do qual São Gregório Palamas, monge no Monte Athos e, mais tarde, Arcebispo de Tessalônica, faz uma descrição, baseada na sua própria experiência monástica:

“Maria escolheu viver, discretamente, escondida dos olhares, consumindo seu tempo no santuário, onde permaneceu livre de todos os laços materiais; (...) assim, unificava todo o seu ser no espírito, voltada à dedicação e à contínua oração divina. Concentrando-se em seu interior, ela se elevou acima da diversidade que representam os raciocínios. (...) Ela teve a intuição de um novo caminho para o Céu, que poderíamos chamar de silêncio do espírito.

Ao unir seu espírito a este silêncio, Maria se elevou acima de todas as criaturas e viu a glória de Deus de um modo mais perfeito do que Moisés. Viu a graça divina que não pode ser compreendida perfeitamente pelos sentidos, mas que é um espetáculo sagrado, reservado apenas para as almas e os anjos puros: e visto que Maria realizou este desígnio, ela se tornou (...) a água da verdadeira vida, a aurora do dia místico e a carruagem de fogo da Palavra” (Homilia 53, 59).

E em sua homilia 53, 12, São Gregório Palamas se maravilha: ‘O que Cristo é, por natureza, a Virgem é pela graça’.”

(1) Todas as citações foram colhidas das homilias de São Gregório (1296-1359)

E divulgada por Marie de Nazareth

“Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois Vós entre as mulheres, bendito é o fruto de Vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.”