Minha lista de blogs

sábado, 30 de novembro de 2013

APARIÇÃO de NOSSA SENHORA em KIBEHO – RUANDA (1981)



O Terço das Sete Dores: Mensagem de Nossa Senhora de Kibeho...

A Santíssima Virgem apareceu a três jovens ruandesas, no internato onde viviam, em Kibeho, Ruanda, de 1981 a 1989, 13 anos antes do genocídio.

Ao longo de suas “visitas” a Virgem Maria revelou que o Terço das Sete Dores tem um grande poder espiritual e prometeu o perdão dos pecados e a liberação da culpabilidade e do remorso àqueles que o rezassem de coração sincero e que se arrependessem.

Orando e meditando o Terço das Sete Dores da Mãe de Deus, temos a possibilidade de compartilhar a Cruz de Jesus e de seguir o caminho da Fé, da Esperança e da Caridade, apesar dos sofrimentos que estejam a nos afligir.

Deus enviou Maria a Kibeho, no coração da África, com uma mensagem de Amor e de paz. Convido-vos a manter o Terço em vossas mãos e a rezar com fé, Assim, vossos pedidos serão atendidos. Entrai nesta escola de Vida, onde o Mestre é a Cruz gloriosa. Este é um dos caminhos mais poderosos para a verdadeira conversão e para a cura em vossas vidas.

Padre Leszek Czelusniak, MIC (2013),
Diretor do Centro de Formação Mariana de Kibeho, Ruanda, «CANA».

As apariões marianas em Kibeho foram aprovadas pela Igreja, em 2001.

APARIÇÃO DA SANTA VIRGEM (1932) no PENSIONATO das "SŒURS DE LA DOCTRINE CHRÉTIENNE DE NANCY"



                
Seu coração iluminado, como um coração de ouro...

No dia 29 de novembro de 1932, Fernanda Voisin – 15 anos −, e seu irmão Alberto  − 11 anos −, foram buscar a irmã Gilberta, de 13 anos, no pensionato administrado pelas Sœurs de la Doctrine Chrétienne de Nancy (Irmãs da Doutrina Cristã de Nancy), junto com sua amiga Andreia Degeimbre, então com 14 anos, e a irmãzinha, Gilberta, então com 9 anos.

Assim que tocou a campainha da porta do Internato, Alberto volta-se, na direção do declive onde se elevavam os pilares de suporte da estrada de ferro e, ao ver uma forma fulgente, semelhante à imagem de Nossa Senhora de Lourdes, exclama: “Olhem para a Virgem! Ela está a passear sobre a ponte!” (...). Em 30 de Novembro, a Santíssima Virgem apareceu-lhes novamente sobre a ponte; e, igualmente, no dia 01 de dezembro (...). A partir do dia 29 de dezembro, eles passaram a ver, entre os braços de Nossa Senhora, seu coração iluminado, como se fosse um coração de ouro.

A Virgem Maria se manifestou, outras tantas vezes, pelo menos trinta vezes, até o dia 3 de janeiro de 1933.
E ela se apresentou dizendo: “Eu sou a Virgem Imaculada, a Mãe de Deus, a Rainha do Céu”. (...): Na última noite, Maria declarou: “Eu converterei os pecadores.” Um dia perguntou à Fernanda: “Você ama o meu Filho? Você me ama?” E, assim, após a resposta positiva da adolescente, Maria disse, finalmente: “Então, vocês devem se sacrificar por mim. Adeus.”


Monsenhor André-Marie Charue, Bispo de Namur, reconheceu o caráter sobrenatural desses fatos, no dia 2 de julho de 1949.

domingo, 24 de novembro de 2013

O MOSTEIRO ORTODOXO QUE CONTÉM A SARÇA ARDENTE DE MOISÉS E O CORPO INCORRUPTÍVEL DE SANTA CATARINA DE ALEXANDRIA



O Mosteiro Ortodoxo da Transfiguração, em homenagem à transfiguração de Jesus, mais tarde chamado de Mosteiro de Santa Catarina, em honra à mártir cristã, foi construído no sopé do Monte Sinai, no Egito, por ordem do imperador bizantino Justiniano I, entre os anos 527 e 565, à volta do local É atualmente o mosteiro cristão mais antigo ainda em uso para a sua função inicial. A sua localização numa região desértica é característica da antiga tradição do ascetismo.
O mais antigo registro da vida monástica no Sinai aparece em um diário de viagem escrito em latim por uma mulher chamada Egeria entre 381 e 384. Ela visitou muitos lugares na Terra Santa e na região do Monte Sinai onde, de acordo com o Antigo Testamento, acredita-se que estaria a sarça ardente junto da qual Moisés teria recebido as Tábuas da Lei1 .
O mosteiro foi construído por ordem do imperador bizantino Justiniano I (r. 527-565) à volta de uma capela que abrigava a sarça ardente construída por Helena, a mãe de Constantino. A sarça que ainda hoje ali está é, supostamente, a original. A capela também é conhecida como "Capela de Santa Helena" e o local é sagrado para os cristãos e muçulmanos.
Uma mesquita fatímida foi construída dentro do mosteiro, mas jamais foi utilizada, pois ela não está corretamente orientada na direção de Meca.
Durante o século VII, os anacoretas cristãos isolados do Sinai foram eliminados: apenas o mosteiro, fortificado, permaneceu. Ele ainda é rodeado pelas maciças muralhas que o preservaram intacto. Até o século XX, o acesso era feito por uma porta na parte mais alta das muralhas. A partir da Primeira Cruzada, a presença de cavaleiros cruzados na região (até 1270), provocaram um súbito interesse nos cristãos europeus e aumentaram o número de corajosos peregrinos que ali apareciam para visitar o mosteiro. Durante esse período, marcado pelo rancor entre as Igrejas Católica e Ortodoxa, o mosteiro foi patrocinado tanto pelo imperador bizantino quanto pelo rei de Jerusalém (católico), e suas respectivas elites.
O mosteiro, assim como diversas dependências na região, constituem a Igreja Ortodoxa do Monte Sinai, que é liderada por um arcebispo que também é o abade do mosteiro. O status administrativo desta igreja dentro da Igreja Ortodoxa é ambíguo: segundo alguns, incluindo a própria igreja2 , ela é considerada autocéfala3 4 . Segundo outros, uma igreja autônoma sob a jurisdição da Igreja Ortodoxa Grega de Jerusalém5 . O arcebispo é tradicionalmente consagrado pelo patriarca grego ortodoxo de Jerusalém e, nos séculos mais recentes, ele tem vivido no Cairo.
As suas características arquitetônicas são típicas da arte bizantina e, no seu interior, podem observar-se importantes peças de arte, incluindo mosaicos árabes, ícones gregos e russos, pinturas ocidentais a óleo e em cera, mármores, esmaltes e ornamentos sacerdotais, incluindo um relicário doado pela Czarina Catarina I da Rússia no século XVII, e outro pelo Czar Alexandre II no século XIX.
O mosteiro tem ainda a segunda maior colecção do mundo de iluminuras (a maior é a do Vaticano), com cerca de 3500 volumes em grego, copta, arménio, árabe, hebraico, Línguas eslavas e outros idiomas. O Codex Sinaiticus do século IV (actualmente no Museu Britânico) foi encontrado aqui, por volta do ano 1850.
Existe ainda, dentro do mosteiro, uma pequena mesquita do século X ou XI e uma capela, chamada Capela de São Trifónio, onde se encontra a “Casa dos Crânios”.
Conta-se que o profeta Maomé teria visitado a região e, tendo sido bem tratado pelos monges ortodoxos, prometeu-lhes a sua protecção, o que se tornou uma orientação para todos os muçulmanos daí para a frente.



A GRANDE MÁRTIR SANTA CATARINA DE ALEXANDRIA (25 de NOVEMBRO)




Santa Catarina de Alexandria, também conhecido como A Grande Mártir Santa Catarina (do grego ἡ Ἁγία Αἰκατερίνη ἡ Μεγαλομάρτυς) é uma santa e mártir cristã que se alega ter sido uma notável intelectual no início do século IV. Passados 1.100 anos, Joana d'Arc disse que Santa Catarina apareceu-lhe várias vezes. A Igreja Ortodoxa a venera como uma "grande mártir", e na Igreja Católica, ela é tradicionalmente reverenciada como um dos Catorze santos auxiliares.
Catarina nasceu na cidade egípcia Alexandria e cresceu como uma pagã, mas em sua adolescência converteu-se ao cristianismo. Diz-se que ela visitou seu contemporâneo, o imperador romano Maximiano, e tentou convencê-lo do erro moral na perseguição aos cristãos. Ela conseguiu converter a Imperatriz, esposa de Maximiano, e muitos pagãos que o Imperador enviou para disputar com ela.
Numa visão, Catarina foi transportada para o céu, encontrou-se com o menino Jesus e a Virgem Maria e, em êxtase, casou-se misticamente com Cristo, convertendo-se ao Cristianismo. Ela tinha , na época, dezoito anos de idade.
Foi então à "presença do imperador romano Maximino Daia, que perseguia violentamente os cristãos, censurando-o por sua crueldade. Apontou a limitação do imperador, por ser pagão, e afirmou que o seu Deus era o único realmente vivo e o seu Rei era Jesus Cristo".
O imperador mandou prendê-la no cárcere até que viessem os 50 maiores sábios do mundo e a humilhassem por causa da sua argumentação aparentemente simples.
Quando chegaram, os sábios riram-se do imperador por tê-los convocado para contra-argumentar com uma simples garota. Porém, o imperador os advertiu que, se conseguissem convencê-la, ele os presentearia com os melhores bens do mundo; mas se não conseguissem, ele os condenaria à morte. Catarina foi tão plenamente sábia nas suas colocações e argumentos que mesmo perante esta ameaça os sábios não conseguiram convertê-la aos ídolos. Pelo contrário, vencidos pela eloquência de Catarina, converteram-se ao cristianismo. Frustrado, o imperador mandou prender e torturar Catarina na masmorra. Visitada na prisão pela esposa do imperador e pelo chefe de sua guarda, Catarina os converteu, fazendo o mesmo com inúmeros soldados. Mais enfurecido ainda, o imperador mandou assassinar os sábios e sua esposa, lançou os guardas aos leões no Coliseu" e condenou a Santa à morte lenta na roda (instrumento de tortura que mutilava e causava grande sofrimento). Mas quando foram amarrar Catarina na roda, ela fez o sinal da cruz e a roda quebrou. Ao determinar sua execução, apareceu-lhe o Arcanjo Miguel para confortá-la e Catarina rezou suplicando que, em nome do seu martírio, Deus ouvisse as orações de todos aqueles que a ele recorressem e que tudo obtivessem por sua intercessão. Por fim, Catarina de Alexandria morreu decapitada mas ao invés de sangue saiu leite; por isso, as mães que amamentam recorrem também à sua intercessão.
O corpo de Catarina desapareceu milagrosamente, sendo transportado por anjos para o topo de Jebel Katerina, o pico mais alto da península do Sinai. Três séculos mais tarde, o seu corpo, incorrupto, foi encontrado por monges e levado para o Mosteiro da Transfiguração, onde algumas das suas relíquias e o seu nome ficaram até hoje.
Foi ouvindo a voz de Santa Catarina que Joana d'Arc encontrou a espada que usaria em sua missão e que mudaria a história da França. Junto de Santa Margarida e do Arcanjo São Miguel, era uma das vozes que falavam com ela e a instruíram na sua missão de salvar a França.
Santa Catarina é considerada padroeira dos estudantes, filósofos e professores e também invocada pelos que trabalham com rodas e contra acidentes de trabalho. No Brasil, é a padroeira principal do Estado e da Ilha de Santa Catarina e co-padroeira da Catedral metropolitana de Florianópolis.

sábado, 23 de novembro de 2013

NÃO EXISTE REENCARNAÇÃO...


FONTE: Pe. Paulo Ricardo

ENCICLICA: Gaudium-et-Spes

NÃO EXISTE “REENCARNAÇÃO” DEPOIS DA MORTE. 
AO INVÉS DE SAIR À PROCURA DE UM CONSOLO APARENTE, 
OS CATÓLICOS DEVEM ESTUDAR MAIS A SUA FÉ. 
SÓ ELA OFERECE UM FUNDAMENTO SÓLIDO DE ESPERANÇA.

A celebração dos fiéis defuntos, ao começo deste mês, trouxe aos cristãos uma verdade importante: "memento mori – lembra-te que vais morrer". Quando o homem nasce, ninguém pode dizer com certeza o que ele virá a ser: se será rico ou pobre, se seguirá uma ou outra carreira, sequer a duração de sua vida pode ser determinada. Uma coisa, no entanto, é certa para todas as pessoas: um dia, inevitavelmente, morrerão. Não há homem, por mais rico e poderoso, que possa se livrar de sua morte. "Ninguém se livra de sua morte por dinheiro, nem a Deus pode pagar o seu resgate", canta o salmista. "A isenção da própria morte não tem preço; não há riqueza que a possa adquirir, nem (...) garantir-lhe uma existência imortal" (Sl 48, 8-10).

Por este motivo, a Igreja não pode permanecer calada diante deste que é, segundo a constituição Gaudium et Spes, do Concílio Vaticano II, o ponto mais alto do enigma da condição humana. "Não é só a dor e a progressiva dissolução do corpo que atormentam o homem, mas também, e ainda mais, o temor de que tudo acabe para sempre"01, escreveram os padres conciliares.

Diante deste temor, os homens podem caminhar para a estrada ilusória do materialismo, chegando à tenacidade de negar não só a existência da alma e das realidades eternas, mas o próprio sentido da vida humana. Afinal, se é só para esta vida repleta de sofrimentos e injustiças que o homem nasceu, então, definitivamente, toda a existência não passa de uma grande piada – e de muito mau gosto.

Outra atitude de fuga diante da morte consiste em lançar mão de supostas "revelações" de espíritos que, no fim das contas, não passam de um embuste para enganar as pessoas e fazê-las recuar ao trabalho difícil de buscar a salvação. Geralmente, é o drama da perda de um ente querido que se transforma em ocasião para o indivíduo se aventurar em um terreno perigoso e contaminador.

Em resposta ao espiritismo e à crença recorrente da reencarnação, a Sagrada Escritura é bem clara: "Está determinado que os homens morram uma só vez, e logo em seguida vem o juízo" (Hb 9, 27). E o Catecismo da Igreja Católica confirma: "Quando tiver terminado o único curso de nossa vida terrestre, não voltaremos mais a outras vidas terrestres. (...) Não existe 'reencarnação' depois da morte" (§ 1013).

Ao invés de sair à procura de um consolo apenas aparente – esperando que um familiar emita supostas "mensagens do além" ou que "se reencarne" no corpo de outro ser humano –, os católicos devem estudar melhor a sua fé e, alegrando-se por terem recebido a verdade de Jesus e de Sua Igreja, perceber que ela oferece um fundamento sólido de esperança. Ao fim desta existência terrena, espera pelo cristão uma outra muito mais elevada e nobre do que esta. Com a morte, ele se reunirá diante "da montanha de Sião, da cidade do Deus vivo, da Jerusalém celestial, das miríades de anjos, da assembleia festiva dos primeiros inscritos no livro dos céus, e de Deus, juiz universal, e das almas dos justos que chegaram à perfeição, enfim, de Jesus, o mediador da Nova Aliança, e do sangue da aspersão, que fala com mais eloquência que o sangue de Abel" (Hb 12, 22-24).

Como deveria exultar a alma cristã ao ler estas palavras da Carta aos Hebreus! Ao fim de uma vida servindo quotidiana e persistentemente a Deus, espera-a uma eternidade não só ao lado daqueles familiares e amigos que morreram na fé, mas ao lado do próprio Senhor, de Sua Mãe Santíssima e de todos os santos e anjos do Céu! Quanta confiança não deveria brotar no coração humano, ao ler São Paulo dizer que "o que Deus preparou para os que o amam é algo que os olhos jamais viram, nem os ouvidos ouviram, nem coração algum jamais pressentiu" (1 Cor 2, 9)!

À luz do mistério da Ressurreição, o cristão crê firmemente que a morte não tem a última palavra. Olhando para Cristo, ele sabe que todas as pelejas e batalhas desta vida, embora passem pela morte, não culminam nela. Afinal, Jesus subiu o monte Calvário, mas, três dias depois, voltou à vida – àquela vida que todos os bem-aventurados um dia gozarão, ao Seu lado, no Céu.

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

O MILAGRE da SÍRIA em Soufanieh Maaloula...


FONTE: Soufanieh

Desde 22 de novembro de 1982, o bairro Soufanieh, em Damasco (Síria), tornou-se local de manifestações que fizeram com que seus habitantes revivessem as graças dos primeiros cristãos. Naquele dia, Myrna rezava com sua família, quando visitavam a cunhada que se encontrava enferma. De repente, Myrna sentiu algo indescritível: suas mãos tornaram-se luminosas e delas um óleo fluía... Impondo-as sobre a enferma, aliviou-lhe os sofrimentos.

O segundo evento, aconteceu na casa de Myrna e de Nicolas, em Soufanieh, iniciando-se no dia a 27 de novembro de 1982, coincidindo com o aniversário da aparição da Virgem Maria a Santa Catarina Labouré, em 1830, na Rue du Bac, em Paris. O óleo começou a segregar em forma de gotas, de uma pequena réplica do Ícone da Virgem de Kazan, não maior do que uma carta de baralho, comprado por Nicolas em Sofia, na Bulgária. Esta exsudação do pequeno ícone, lentamente tomou o ritmo do ciclo litúrgico das festas, e durou até o dia 26 de Novembro de 1990.

Lembremo-nos que Damasco foi o local da conversão de São Paulo (At 9, 3-6), onde se encontra a capela de São Ananias, (um dos 72 discípulos mencionados por Lucas), que recebeu do Senhor a missão de impor  as mãos sobre Saulo, de Tarso, para restaurar a sua visão (At 9,10-19).


Perto de Damasco, se encontra, igualmente, a aldeia de Maaloula, onde, recentemente um grupo de cristãos sírios foram mortos como  mártires da fé...

domingo, 17 de novembro de 2013

SER PADRE É COISA DE MACHO.....


Se você quer ser padre, saiba: Você está chamando o capeta pra briga. 

Ser padre é coisa de macho. Porque o rapaz que quer ser padre pegou a peixeira, riscou no chão e disse: pisa aqui, cabra da peste", Padre Paulo Ricardo durante palestra em Fortaleza.

BISPOS QUE NÃO CREEM NO DEMÔNIO?!?!?!


Certa vez um bispo comentou com padre Gabriel Amorth:

- Essa coisa de exorcismo e de demônio, é um negócio muito, muito estranho.

O exorcista respondeu ao bispo dizendo:

- Senhor bispo, tenho quatro livros muito interessantes sobre este tema que poderás ler.

- Quais são?

- Os Quatro Evangelhos.

... TANTOS MEMBROS DO CLERO E TEÓLOGOS PREOCUPADOS EM AGRADAR O POVO ... E NÃO A DEUS...



Entristece-me muito – mais que qualquer escândalo – ver tantos membros do clero e tantos teólogos preocupados em ser agradáveis às pessoas, atraentes e simpáticos ao mundo, gente de “boa pinta”, interessante e simpática... Recordo de Pedro, de Paulo, de João, de Madre Teresa, de Frei Damião, da Irmã Dulce, do Padre Pio... Certamente nunca procuraram ser atraentes, mas docemente, benignamente fieis!

Não somos nós quem atraímos! Não temos de ser boa gente e engraçadinhos para atrair! É Cristo Quem atrai, é Cristo o centro! A nós, basta deixar que Cristo de tal modo impregne a nossa vida que quem nos vir, veja Cristo em nós: como exigente bondade, como amor que se dá, como responsabilidade que não esconde nem omite o essencial!

Tantos pregam a secularização para atrair o povo e a mundanização da Igreja, na ilusão de se fazerem simpáticos e compreendidos... Desprezam tudo aquilo que ajuda a mostrar a identidade católica, a alegria da consagração e o gosto de ser diferente do mundo... Pensam que com isso estão aproximando as pessoas e se fazendo compreender pelo mundo atual... Pura distorção ideológica e ultrapassada!


O mundo grita por sinais de Deus, por marcas do eterno, por reflexos do sagrado, por gente que não tenha medo de crer, viver e testemunhar o infinito que renova esta terra!

sábado, 16 de novembro de 2013

NOSSA SENHORA DE OSTRA BRAMA, RAINHA DA POLÔNIA



Uma cópia da pintura da Santíssima Virgem Maria, venerada no santuário de Ostra Brama, Lituânia, sob o título de Misericordiae Mater (Mãe da Misericórdia), foi inserida no retábulo do altar.

O autor da pintura original era um pintor anônimo do Renascimento neerlandês, do século XVII. 

A efígie da Virgem Maria foi solenemente transferida para a Igreja de Santa Teresa de Ávila de Vilnius, em 1671.


Depois de inúmeros milagres e graças, a veneração pela imagem milagrosa se ​​espalhou por toda a Polônia a tal ponto que, em 1927, Nossa Senhora de Ostra Brama foi solenemente proclamada Rainha da Polônia.