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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

A SEITA HERÉTICA COLIRIDIANA (sec. IV): Que os Protestantes se baseiam pra negar amor à S Virgem e Mãe de Deus


Pouco se sabe sobre a origem do coliridianismo, mas Santo Epifânio assegura que foi nas regiões da Trácia e da Cítia. Era um grupo pertencente a seita herética gnóstica, não cristão, formados por movimento de mulheres árabes-sauditas que se estabeleceram no oriente (em grande parte pagãs) e sincretizaram crenças indígena com a devoção à SS. Virgem Maria, realizavam culto pagão à SS. Virgem Mãe de Deus, como à uma deusa, onde ofereciam bolos e pastéis à uma imagem de Nossa Senhora, mesclando-a com a de deuses pagãos para confundir os verdadeiros cristãos.
Quando Santo Epifânio, bispo de Salamina, soube desta heresia, não tardou em denunciá-la e condená-la em nome de toda a Igreja Católica. Tal condenação pode ler-se, em sua célebre “Paranión”, em que também denuncia outras heresias da época. Também, Santo Epifânio esclareceu a diferença entre o verdadeiro culto a Deus e a verdadeira devoção à Virgem Maria: “Seja Maria honrada. Sejam Pai, Filho e Espírito Santo adorados, mas ninguém adore à Maria”.
Este mesmo ensinamento é o que atualmente vemos no Catecismo da Igreja Católica:
“Todas as gerações me chamarão bem-aventurada” (Lc, 48): “A piedade da Igreja para com a Santíssima Virgem é intrínseco ao culto cristão” (MC 56) A Santíssima Virgem “é honrada com razão pela Igreja com um culto especial. E, em afeto, desde os tempos mais antigos, se venera a Virgem Maria com o título de Mãe de Deus”, sob cuja proteção, se achegam os fiéis suplicantes em todos os seus pedidos e necessidades… Este culto (…) também é todo singular, é essencialmente diferente do culto de adoração a Deus, ao Verbo Encarnado, ao Pai e ao Espírito santo, mas o favorece poderosamente”. (LG); encontra sua expressão nas festas litúrgicas dedicadas à Mãe de Deus (cf. SC 103) e na oração mariana, como o Santo Rosário, “síntese de todo evangelho” (Catecismo da Igreja Católica 971).
Coliridianismo era um movimento cristão obscuro, considerado herético pela Igreja Católica, seus adeptos aparentemente adoraram a virgem Maria, mãe de Jesus, como uma deusa. A principal fonte de informações sobre esta seita vem de Epifânio de Salamina, que escreveu sobre eles em seu trabalho intitulado Panarion, cerca de 375 AD. De acordo com Epifânio,[1] algumas mulheres sauditas (em grande parte pagãs) sincretizaram crenças indígenas com o culto de Maria, oferecendo a ela bolos e pães. Pouco se sabe sobre a origem do coliridianismo, mas Epifânio assegura que foi em Trácia e Cítia.

Em seu livro The Virgin, no entanto, Geoffrey Ashe coloca a hipótese de que o coliridianismo foi uma religião paralela ao cristianismo, fundada pela primeira geração de seguidores da Virgem Maria, cujas doutrinas foram mais tarde incluídas pela Igreja Católica no Concílio de Éfeso em 432. Averil Cameron foi mais cético sobre, dizendo que o culto nem sequer existia, se baseando no fato de que Epifânio é a única fonte e os autores posteriores simplesmente remetem o seu texto

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