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quarta-feira, 26 de março de 2025

Que eu Li sobre o Inferno nesse Livro me Deixou com Medo - Padre Pablo Henrique by Santos e Católicos


 

O MODERNISMO e seus efeitos nocivos à RELIGIÃO CATÓLICA (Reflexões e Comentários) !!!


                                                                    NOTAS INICIAIS

A teologia católica o modernismo é uma corrente heterogénea de pensamento que, basicamente, defende a modificação ou transformação (evolução) dos dogmas da fé, uma reinterpretação da religião à luz do pensamento científico do século XIX.

Apareceu nos finais do século XIX e atingiu o seu auge no início do século XX, tendo como principais defensores os teólogos: Alfred Loisy, George Tyrell, Ernesto Buonaiuti, Dimnet e Albert Houtin.

O termo modernismo apareceu, pela primeira vez, na encíclica Pascendi Dominici Gregis (1907), escrito pelo Papa São Pio X, que usou este termo para designar todos aqueles que defendiam e ensinavam que "Deus não pode ser reconhecido por critérios objetivos racionais, mas apenas pelo sentimento subjetivo do homem".

Os modernistas defendem que as verdades religiosas (dogmas) não seriam imutáveis, mas volúveis assim como o homem é mutável e volúvel.

Que Nosso Senhor Jesus Cristo não teria ensinado um corpo de doutrinas válidas para todos os tempos, mas apenas teria dado início a um movimento religioso a ser adaptado aos diversos tempos da história". Por isso, eles alegam que "o Catolicismo contemporâneo não se poderia conciliar com a verdadeira ciência. Para este fim, deveria tornar-se não dogmático ou transformar-se em protestantismo liberal".

Mas, é preciso diferenciar o conceito modernista de evolução do Dogma com o conceito de desenvolvimento do Dogma (ou Desenvolvimento da Doutrina), que é aceito pela Igreja Católica.                                                                                                                                                    (wikipedia).

CONDENAÇÃO OFICIAL PELA IGREJA

O Papa Pio X, que defendia intransigentemente a ortodoxia doutrinária, condenou fortemente o modernismo, que é encarado por ele como a "síntese de todas as heresias". Esta sua veemente condenação está expressa, por exemplo, nos documentos Lamentabili Sane Exitu (1907) e Pascendi Dominici Gregis (1907).

Indo mais longe, o Santo Papa formulou inclusivamente o "juramento anti-modernista", obrigatório para todos os padres, bispos, catequistas e seminaristas.

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REFLEXÕES

A reflexão original do cristianismo que é da tradição Católica, é sobre a VIDA, a ETERNIDADE, JULGAMENTO da ALMA e a SALVAÇÃO (vida após a morte); 

A orientação Cristã exige, desta forma, a máxima precisão doutrinária para o objetivo certo da SALVAÇÃO;

O MODERNISMO vem a alterar (propor) a doutrina original Cristã através de novas terminologias e principalmente a mudança de toda a estrutura da reflexão (enfoque);

- Desta forma, o PECADO nunca é claramente nomeado (condenado);

- A perfeição Cristã é RELATIVISADA;

- E a ideia do Julgamento da Alma é filtrada por categorias psicológicas e não evangélicas.

Nesta heresia a SALVAÇÃO é resumida a uma simples experiência humana de amor e relacionamento, deslocando o reino de Deus para uma dinâmica afetiva entre as pessoas.

Esta modernização da linguagem espiritual é caracterizada por com seu desvio sentimental e irresponsável das doutrinas originais da fé cristã.

A linguagem moderna trata o INFERNO apenas como uma linguagem teórica ou simbólica, contrastando contra a própria pregação original de Nosso Senhor Jesus Cristo do Evangelho sobre a condenação eterna.

A heresia ainda relativiza a necessidade de batismo e conversão de vida. A SALVAÇÃO é dita como automaticamente garantida mesmo sem nenhum esforço ou modificação de comportamento, vivendo cada um do seu jeito. 

O destino benigno está garantido apenas pelo amor de Deus por nós. 

Deus, independente da livre resposta humana, garante nos a salvação sempre (não existe inferno).

A heresia aponta uma nova ideia de concepção humana ou de Filho de Deus, não mais ligada a perfeição Cristã. Que a SALVAÇÃO depende unicamente da autoaceitação da fragilidade e imperfeição humana, sem nenhum tipo de esforço (com auxílio da graça divina) para mudança de vida conforme dito nos evangelhos.

Desdenhou-se o valor da CRUZ e da PENITÊNCIA como caminhos de santidade e moedas de salvação.

Tal heresia já concitou até que o PURGATÓRIO é um simples estágio para a reflexão e correção de seus erros pessoais (pecados), que deveriam ser tratados quando em vida - antes do nosso julgamento (juízo particular).

Contrasta com o ensinamento Cristão original da constante busca por purificação profunda e real, muitas vezes como fruto de sofrimentos, arrependimentos e reparações.

O Modernismo simplificou a moral e a mística da VIDA CRISTÃ em uma TERAPIA ESPIRITUAL. Evita referenciar que todo o mal é rigorosamente decorrente do pecado, da culpa e da falta de sacrifício para se alcançar uma vida santa.

A fé foi resumida apenas a uma emoção ou experiência interior, um encontro que nem realinha ou questiona o próprio comportamento, mas que simplesmente é aceita na dimensão divina.

Mesmo a intelectualidade teológica contemporânea nunca poderá afastar a VERDADE CRISTÃ da CRUZ, do Combate Espiritual e da Responsabilidade Moral do homem diante de Deus.

A Heresia do Modernismo, é diabólica, atenta completamente contra o Evangelho quando propõe a REINTERPRETAÇÃO da Fé Cristã e seus sacramentos (Missa e etc.).

Em resumo. o MODERNISMO é o próprio PROTESTANTISMO embutido.

Nega a DOUTRINA EUCARÍSTICA cristã que é o MISTÉRIO CENTRAL da FÉ que é o SACRIFÍCIO REDENTOR de CRISTO verdadeiramente presente no Sacramento Altar (Consagração da Santa Hóstia).

Assim, esta heresia do modernismo é uma PROFANAÇÃO da Fé Cristã original.

Vale lembrar que o Santo Sacrifício da MISSA é também uma confissão de fé em Cristo e seu santo sacrifício real. Inclusive, este momento até exige uma linguagem sagrada.

O modernismo simplesmente não é só uma ambiguidade, é uma tentativa de refundar a teoria moral cristão CATÓLICA em fundamentos totalmente contrários a REVELAÇÃO original de Cristo.


quinta-feira, 20 de março de 2025

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

Convém assistir ao Filme "CONCLAVE"? por Centro Dom Bosco


A sede de PEDRO está vacante com a morte do Santo Papa.

Sobre um Cardeal vacilante na fé pesa a responsabilidade da nova eleição papal, onde ele se manifesta:

- A Certeza é o maior inimigo da Unidade, a maior inimiga da Tolerância. Se houvesse apenas Certeza e nenhuma dúvida não haveria mistério e, sem mistério, não haveria mais fé.

Observação Dom Bosco sobre o significado desta fala no filme: 

Conforme o filme, se a Certeza é pecado, o pecado deixa de ser uma certeza, uma vez que não se pode ter a convicção de que Deus nos deu leis claras a serem seguidas, para o nosso bem e salvação.

Mas, a Fé não é uma resignação psíquica e consoladora diante de verdades absolutas que permanecem inacessíveis ao intelecto humano. 

Ao contrário, a verdadeira Fé é a luz sobrenatural pela qual o nosso intelecto enxerga mais claramente as Verdades Eternas e a elas adere com uma vontade movida pela graça.

A "inimiga mortal" da unidade, da pluralidade, da tolerância não é a certeza doutrinal do depósito da fé, mas a sua relativização.

Sendo o homem feito para conhecer a verdade e amar o bem. É só pela certeza da fé no que Deus nos revelou através de sua Igreja que os diferentes grupos humanos podem alcançar a Paz que tanto desejam, porque só por ela se põem no caminho para o fim único a que todos somos chamados.



domingo, 16 de fevereiro de 2025

TERÇO DE SÃO JOSÉ !!!

 



O terço de São José é uma maneira de orar a este grande santo, pai adotivo de Jesus, Padroeiro da Igreja, das famílias e da Boa Morte. Para rezá-lo, usamos um terço comum, com cinco contas grandes, simbolizando os mistérios e cinquenta contas pequenas, como se fossem as Ave-Marias do terço comum. A oração é simples. O terço de São José é recitado a partir de um terço específico, composto de 60 contas: pequenas contas roxas, simbolizando a oração de São José, agrupadas de três em três e separadas por contas maiores brancas, as quais simbolizam a pureza. Nas contas grandes, recitamos: “São José, guardião da santa família, abençoai nossas famílias”.

Nas contas grandes:

Meu glorioso São José, nas vossas maiores aflições e tribulações, não vos valeu o anjo do Senhor? Valei-me, São José!

Nas contas pequenas:

Valei-me, São José.

No fim, reze este oferecimento:

“A vós, glorioso São José, ofereço este terço em louvor e glória de Jesus e Maria, para que seja minha luz e guia, minha proteção e defesa, minha fortaleza e alegria em todos os meus trabalhos e tribulações, principalmente na hora da agonia.

Pelo nome de Jesus, pela glória de Maria, imploro o vosso poderoso patrocínio, para que me alcanceis a graça que tanto desejo. Falai em meu favor, advogai a minha causa no Céu e na Terra, alegrai a minha alma para honra de Jesus, de Maria e vossa. Amém.”

Aparición de San José en Cotignac

 


No dia 7 de junho de 1660, são José apareceu para um jovem pastor no Monte Bessillon, na região francesa de Cotignac. Essa é a única aparição na qual o santo custódio da Família de Nazaré aparece sozinho e que foi reconhecida pela Igreja Católica.

Segundo o site da diocese de Fréjus-Toulon, “em 7 de junho de 1660, por volta das 13 horas, Gaspard Ricard, um jovem pastor de 22 anos, cuidava de seu rebanho no monte Bessillon”.

"O calor era sufocante e estava com sede. De repente, percebeu um homem ao seu lado", que apontou para uma rocha grande e lhe disse: "Eu sou José, mova-a e beberás".


domingo, 12 de janeiro de 2025

AVE JOSÉ.......... oração por São Luiz Maria Grignion de Monfort

 Ave, José, o justo, a sabedoria é convosco. Bendito sois vós entre todos os homens e bendito é Jesus, o fruto de Maria, vossa fiel esposa. São José, valoroso pai adotivo de Jesus Cristo, rogai por nós, pecadores, e obtende para nós a sabedoria de Deus, agora e na hora de nossa morte. Amém.



quarta-feira, 1 de janeiro de 2025

A Origem do Santo Rosário (parte 4)

 

No ano de 1475 a SS. Virgem apareceu também ao Superior do convento de Colônia, este também fazia parte da Ordem dos Pregadores. Nossa Senhora disse que se a cidade de Colônia quisesse realmente liberar-se dos seus inimigos que a assediavam, era necessário pregar e difundir a prática do Rosário. Só desse modo a cidade seria salva. O culto Superior tornou público o comando da Rainha dos Anjos e depois que o povo abraçou e praticou a oração do Rosário, a cidade foi liberada. Sabia bem o Santo Pontífice Pio V, quanta força tinha o Rosário no debelar os inimigos de Deus. O ensinava a experiência e a confiança que colocava na Virgem e em São Domingos. O Rosário serviu para reprimir o orgulho do imperador Otomano, que assoberbado pelas vitórias, pretendia ter Roma em seu poder. Mas foi humilhado pelas orações do santo Pontífice e dos irmãos da Confraria do Rosário.

A Origem do Santo Rosário (parte 3)

 


Por volta do ano 1460 o Frade Dominicano Alano de La Roche se encontrava em Bretanha celebrando a Santa Missa em uma manhã, quando no momento da consagração, viu Jesus Cristo crucificado na Hóstia dizendo: ‘Alano, tornas a crucificar-me’. Confuso, o religioso respondeu: ‘Senhor, como eu poderia cometer tal maldade? ’

Respondeu-lhe o senhor: ‘Tu me crucificas com os teus pecados de omissão. Tu tens sabedoria, a função sagrada e a licença de pregar o Santo Rosário e não o fazes’. O mundo é cheio de lobos e tu te fizestes um cão dócil, incapaz até de latir. Juro que se não te corriges tornarás alimento dos pobres mortais’.

Após ter dito essas palavras o fez ver as penas infernais e os tormentos, ao qual eram expostas as almas no inferno. Disse o Senhor: ‘Vistes aquelas penas?’ Aquele será o teu lugar, se demorares em pregar o meu Rosário. Vai e eu estarei contigo, assim como toda a corte do Paraíso contra aqueles que tentarão ser obstáculo’.

O Beato Alano ficou muito intimidado. Posteriormente, o Beato teve uma segunda visão, que o tornou a encorajar e trouxe-lhe nova esperança. No dia da Assunção ele estava pregando, quando o Senhor o fez conhecer aquilo que queria dele. Viu a Santíssima Virgem entrar no Paraíso com o seu Filhinho (menino Jesus) e todos os anjos inclinaram-se diante dela saudando-a com as palavras “Ave Maria”. Viu os anjos tocarem instrumentos quase em forma de Rosário e cantarem “Ave Maria” e outro coro responder ‘Benedicta tu in mulieribus’.

Os espíritos celestes ofereciam o Rosário à Virgem em grupos de cento e cinqüenta. Um deles disse ao Beato Alano: ‘Esse número é sagrado. Está presente na arca de Noé, na taberna de Moisés, no templo de Salomão, nos salmos de David, nos quais é representado Cristo e Maria. Com este número o Senhor gosta de ser glorificado e para que tu pregues o Rosário o Senhor quis fazer-te constatar o quanto é de seu agrado’.

O advertiu posteriormente que era necessário pregar ao mundo esta devoção, porque tantos eram os males que o afligiam. Teria grande alegria todo àquele que louvasse a Deus daquele modo; enquanto aqueles que o tivessem desprezado seriam vítimas de calamidades. Viu que os castigos ameaçados ao mundo são causados pelos três pecados capitais: luxúria, avareza e soberba. Para tais pecados o remédio era o Rosário.

Viu também a Santíssima Trindade coroar Maria Imperatriz do Céu. Ela se voltou ao Beato Alano e disse: ‘Prega o que vistes e sentistes. E não temas porque eu estarei sempre contigo e com todos os devotos do meu Rosário’. Ele começou a pregar essa devoção, obtendo em todos os lugares grandes frutos espirituais.

A Origem do Santo Rosário (parte 2)

 


São Francisco de Paula (1416- 1507) contemporâneo do Beato Alano tinha profunda devoção ao Rosário da Virgem. Ele também recebeu das mãos de Maria SS. o Santo Rosário, como é representado em uma obra impressa do início do século XVI, e como se deduz da sua vida, pelo seu contínuo rezar dos Rosários e os fabricar para dá-los ao povo. Quando em Roma encontrou o Papa Sisto IV, que queria consagrá-lo sacerdote, o Santo de Paula respondeu que queria somente poder benzer os Santos Rosários e as velas para dar aos doentes.

A Origem do Santo Rosário (parte 1)

 


A origem do SANTO ROSÁRIO remonta a história contada pelo frade dominicano Alano da Rocha onde narra que no ano de 1200, São Domingos foi capturado, junto com o seu companheiro Bernardo, nas Costas da Espanha próximo a Santiago de Compostela. Ele ainda não tinha fundado a Ordem Dominicana e ficou à mercê dos seus sequestradores por três meses, durante os quais foi colocado no remo de um barco. Nossa Senhora, mostrando descontentamento ao ultraje feito com seu dileto filho Domingos, desencadeou uma terrível tempestade que abalou o barco onde seu Servo era maltratado. Quando a barca estava próxima do naufrágio, São Domingos pediu aos seus carcereiros que fizessem penitência e que invocassem o nome de Jesus e Maria para obter socorro. Mas eles não se importaram e ao invés de repararem seus pecados, ainda se permitiam blasfemar, agredindo fisicamente o servo de Deus, a quem julgavam louco. Pela obstinação deles e o desprezo em relação aos conselhos do Santo, a tempestade se fez ainda mais ameaçadora. Contudo, mesmo com a desumana conduta dos piratas, as orações de São Domingos foram tão eficazes que conseguiram a piedade da Virgem Santíssima. Os piratas seriam salvos do naufrágio e poderiam até recuperar o carregamento lançado ao mar, se prometessem rezar todos os dias, cento e cinquenta Ave Maria e quinze Pater noster. Junto à oração eles meditariam sobre os quinze principais mistérios da vida e morte do nosso Redentor, e instituiriam uma nova Companhia de Cristo e de Maria. Arrependidos das suas atrocidades prometeram e cumpriram todas as promessas. Estes fatos foram narrados pelo beato Alano, a quem a Virgem revelou o dramático episódio da tempestade e a salvação dos piratas. Desse modo nasceu o Rosário, sendo que além de beato Alano, frei André Coppenstein no seu tratado sobre o Rosário e frei Giovanni Michele Pio na “Progênie da Ordem” enquanto outros historiadores argumentam que foi o próprio São Domingos a divulgar a devoção do Rosário na França quando afrontava os hereges albigenses à conversão ao catolicismo.