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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

NAPOLEÃO e a SANTA VIRGEM DE ANCONA (ITÁLIA) !!!


A partir de 25 de junho de 1796, a Madonna da Catedral de Ancona, na Itália, começou a abrir os olhos e a olhar para a multidão, durante a Ladainha de Nossa Senhora. O fenômeno foi reproduzido durante mais de cinco meses.

Mas Napoleão, imperador dos franceses, que ocupou Ancona no dia 10 de fevereiro de 1797, mandou que a imagem da Madonna fosse levada para estudo. Diante de seu Estado-Maior e de vários notáveis da cidade, queria examinar a tela minuciosamente. Incrédulo, Napoleão tem a sua atenção atraída pelo belo colar de pedras preciosas que ornamenta o pescoço da imagem de Maria. Disse ele: “Isto será vendido e o que for arrecadado será gasto em beneficência, para o enxoval de casamento de uma jovem órfã”. Aproxima-se e estende a mão para pegar o colar. Nesse momento, a expressão do seu rosto se altera, e ele fica estupefato. Tendo constatado, ele próprio o prodígio, depois de alguns momentos de silêncio, recolocou a fitinha no lugar e ordenou que a imagem fosse reconduzida ao seu altar, escoltada pela guarda de honra, esquecendo o que havia projetado inicialmente; despojá-las das jóias e queimá-la, como havia solicitado um grupo de partisans (partidários), seguindo a sua máxima: – “É preciso fazer justiça e castigar todo tipo de fanatismo e enganação”.

O historiador Mario Natalucci relatou este prodígio na obra intitulada "Ancona Attraverso i Secoli" (Ancona através dos séculos), publicada em 1961.

Passos Nº 58, Fevereiro de 2005, Maria na História – 7. Napoleão barrado pelo olhar de Maria, por Paola Bergamini
Maria Regina – Avril 1968
Narrado pelo Frei Albert Pfleger
Em Fioretti de la Vierge Marie, Ephèse Diffusion, p. 108-109.

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