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quinta-feira, 9 de setembro de 2021

“A alma de minha Mãe é, desde sempre, pensada e contemplada por Deus”, no trecho (348.9/12) da Obra “O Evangelho como me foi revelado”, de Maria Valtorta, (Cf. valtorta.fr).

 


Jesus falou aos seus Apóstolos e a alguns discípulos, homens e mulheres, reunidos no jardim da casa de Nazaré:

“Eu vos quis aqui, para vos falar sobre Maria, para que conheçais Maria. Para muitos, entre vós, Maria é conhecida como ‘mãe’, para alguns, como ‘esposa’. Porém, ninguém conhece Maria como ‘Virgem’. Neste momento, quero revelar-vos a alma de minha Mãe, sua verdadeira e eterna beleza.

‘Vem aqui, minha Mãe. Não te enrubesças, não te retires, não te intimides, doce pomba de Deus. (...). Vamos nos sentar aqui, sob a sombra suave das árvores em flor, perto de casa, perto da tua santa morada.’ (...) Eu acabei de vos falar sobre a ‘eterna beleza da alma da minha Mãe’. Eu sou a Palavra e, por conseguinte, sei empregar as palavras exatas. Eu disse ‘eterna’, não disse ‘imortal’. E não foi por acaso que disse ‘eterna’.

Imortal é aquele que nasce e não morre. Assim, a alma dos justos é imortal, no Céu, a alma dos pecadores é imortal, no inferno, pois, a alma, uma vez criada, só pode morrer para a graça. Mas, a alma vive, existe, a partir do momento em que Deus pensa nela. Este é o pensamento de Deus, que a criou. A alma de minha Mãe é, desde sempre, pensada e contemplada por Deus. Assim, ela é eterna em sua beleza, à qual Deus outorgou total perfeição, para dela colher delicia e reconforto.

Por Maria Valtorta no trecho (348.9/12) da sua Obra “O Evangelho como me foi revelado” (Cf. valtorta.fr).

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